Foram encontradas 1.538 questões.
3541110
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVALI
Orgão: Pref. Luiz Alves-SC
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVALI
Orgão: Pref. Luiz Alves-SC
Provas:
O Código de Trânsito Brasileiro (CTB) regulamenta o
trânsito nas vias terrestres do país, estabelecendo direitos, deveres e penalidades para garantir a
segurança e a ordem pública. Com base nos preceitos
do Art. 1º da Lei nº 9.503/97, assinale a alternativa
correta:
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3541109
Ano: 2024
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVALI
Orgão: Pref. Luiz Alves-SC
Disciplina: Legislação de Trânsito
Banca: UNIVALI
Orgão: Pref. Luiz Alves-SC
Provas:
O comportamento do condutor na direção reflete
diretamente na segurança viária e na prevenção de
acidentes. Diante disso, qual das afirmações abaixo
descreve corretamente uma prática defensiva do
condutor ao volante?
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Considere as proposições a seguir:
p: "Hoje é quarta-feira." q: "Amanhã será sexta-feira."
Considerando que p é verdadeira e q é falsa, é correto afirmar que:
p: "Hoje é quarta-feira." q: "Amanhã será sexta-feira."
Considerando que p é verdadeira e q é falsa, é correto afirmar que:
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Uma biblioteca possui 5 livros distintos e deseja-se
selecionar 2 deles para uma apresentação. De quantas
maneiras diferentes é possível escolher 2 livros entre os
5 disponíveis?
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Em uma gráfica, 3 impressoras idênticas conseguem
imprimir 450 cadernos em 6 horas. Se a gráfica adquirir 5
impressoras idênticas e elas funcionarem durante 9
horas, quantos cadernos seriam impressos nesse
período?
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Em uma pesquisa sobre hábitos de leitura com 200
estudantes, os seguintes resultados foram obtidos:
20% dos entrevistados leem 2 livros por mês.
30% leem 3 livros por mês.
50% leem 6 livros por mês.
Considerando os dados apresentados, e admitindo a leitura incompleta de livros representada na forma decimal, quantos livros um estudante lê em média?
20% dos entrevistados leem 2 livros por mês.
30% leem 3 livros por mês.
50% leem 6 livros por mês.
Considerando os dados apresentados, e admitindo a leitura incompleta de livros representada na forma decimal, quantos livros um estudante lê em média?
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- Lógica ProposicionalEquivalências Lógicas
- Lógica ProposicionalNegação de Proposições CompostasLeis de De Morgan
Seja o conjunto A representado por "alunos que não
gostam de matemática" e o conjunto B por "alunos que
gostam de física". Dessa forma, qual é a alternativa que
representa corretamente a afirmação equivalente a ¬(¬(A
∪B)), segundo as Leis de De Morgan?
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Governo desistiu de voltar com o horário de verão
neste ano
A prática, que adianta os relógios em uma hora, era
adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o
consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz
natural.
O governo atual começou a avaliar a volta da prática
extinta em 2019.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse
que, após uma última reunião com o Operador Nacional
do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia
necessidade para decretar a medida para este verão.
"Nós temos a segurança energética garantida, há o início
de um processo de restabelecimento ainda muito
modesto da nossa condição hídrica. Temos condições
de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em
2025", afirmou.
Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta
do horário de verão, sob argumento de que a medida
cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema
elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade
tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.
O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser
considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de
uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".
"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto
negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve
sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do
governo federal", declarou.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez no
Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.
"A prática dessa medida, já universal, traz grandes
benefícios ao público, em consequência da natural
economia de luz artificial", dizia o texto do decreto
assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro
daquele ano.
A medida foi repetida em períodos seguintes, sem
regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma
seca histórica, que resultou em blecautes e
racionamento de água —, o horário diferenciado foi
adotado anualmente, com duração e abrangência
territorial definidas por decretos presidenciais.
Em 2008, um decreto tornou o horário de verão
permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro
até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Em abril de 2019, o governo da época, também por
decreto, extinguiu a prática.
O horário de verão costumava ser implementado entre o
período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse
adotado, seria implementado somente a partir de
novembro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.
Assinale a opção correta quanto à nova pontuação sem alteração do sentido original da frase.
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Governo desistiu de voltar com o horário de verão
neste ano
A prática, que adianta os relógios em uma hora, era
adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o
consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz
natural.
O governo atual começou a avaliar a volta da prática
extinta em 2019.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse
que, após uma última reunião com o Operador Nacional
do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia
necessidade para decretar a medida para este verão.
"Nós temos a segurança energética garantida, há o início
de um processo de restabelecimento ainda muito
modesto da nossa condição hídrica. Temos condições
de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em
2025", afirmou.
Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta
do horário de verão, sob argumento de que a medida
cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema
elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade
tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.
O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser
considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de
uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".
"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto
negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve
sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do
governo federal", declarou.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez no
Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.
"A prática dessa medida, já universal, traz grandes
benefícios ao público, em consequência da natural
economia de luz artificial", dizia o texto do decreto
assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro
daquele ano.
A medida foi repetida em períodos seguintes, sem
regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma
seca histórica, que resultou em blecautes e
racionamento de água —, o horário diferenciado foi
adotado anualmente, com duração e abrangência
territorial definidas por decretos presidenciais.
Em 2008, um decreto tornou o horário de verão
permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro
até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Em abril de 2019, o governo da época, também por
decreto, extinguiu a prática.
O horário de verão costumava ser implementado entre o
período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse
adotado, seria implementado somente a partir de
novembro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.
O verbo destacado, nesta frase, comporta-se como um verbo:
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Governo desistiu de voltar com o horário de verão
neste ano
A prática, que adianta os relógios em uma hora, era
adotada anualmente em partes do Brasil para diminuir o
consumo de energia pelo melhor aproveitamento da luz
natural.
O governo atual começou a avaliar a volta da prática
extinta em 2019.
O ministro de Minas e Energia, Alexandre Silveira, disse
que, após uma última reunião com o Operador Nacional
do Setor Elétrico (ONS), foi concluído que não havia
necessidade para decretar a medida para este verão.
"Nós temos a segurança energética garantida, há o início
de um processo de restabelecimento ainda muito
modesto da nossa condição hídrica. Temos condições
de, após o fim do verão, avaliar a volta dessa política em
2025", afirmou.
Em declarações de meses atrás, Silveira defendia a volta
do horário de verão, sob argumento de que a medida
cumpre dois objetivos importantes na gestão do sistema
elétrico: garantir a segurança energética e a modicidade
tarifária − isto é, que a conta de luz tenha preço justo.
O ministro frisou que o horário de verão sempre deve ser
considerado, alegando que "ele não pode ser fruto de
uma avaliação apenas dogmática ou de cunho político".
"É uma política que tem reflexos tanto positivos quanto
negativos no setor elétrico e na economia; portanto, deve
sempre estar na mesa para uma avaliação precisa do
governo federal", declarou.
O horário de verão foi instituído pela primeira vez no
Brasil em 1931 durante o governo de Getúlio Vargas.
"A prática dessa medida, já universal, traz grandes
benefícios ao público, em consequência da natural
economia de luz artificial", dizia o texto do decreto
assinado por Vargas, datado de primeiro de outubro
daquele ano.
A medida foi repetida em períodos seguintes, sem
regularidade. A partir de 1985 — ano marcado por uma
seca histórica, que resultou em blecautes e
racionamento de água —, o horário diferenciado foi
adotado anualmente, com duração e abrangência
territorial definidas por decretos presidenciais.
Em 2008, um decreto tornou o horário de verão
permanente, vigorando do terceiro domingo de outubro
até o terceiro domingo de fevereiro do ano seguinte.
Em abril de 2019, o governo da época, também por
decreto, extinguiu a prática.
O horário de verão costumava ser implementado entre o
período de outubro a fevereiro. Já neste ano, caso fosse
adotado, seria implementado somente a partir de
novembro.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cg4q9vz7724o.adaptado.
Analise a frase e assinale a alternativa correta.
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