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Foram encontradas 29 questões.

2485466 Ano: 2014
Disciplina: Estatuto do Idoso - Lei 10.741/2003
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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De acordo com o Capítulo V do Estatuto do Idoso, que trata da profissionalização e do trabalho, analise.
I. O idoso tem direito ao exercício de atividade profissional, respeitadas suas condições físicas, intelectuais e psíquicas.
II. Na admissão do idoso em qualquer trabalho ou emprego, é vedada a discriminação e a fixação de limite máximo de idade, exceto para concursos públicos.
III. Considera-se como primeiro critério de desempate em concurso público a idade, dando-se preferência ao de idade mais elevada.
IV. O Poder Público criará e estimulará programas para o idoso, sendo um deles o de profissionalização especializada, aproveitando seus potenciais e habilidades para atividades regulares e remuneradas.
Estão corretas as afirmativas
 

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2483288 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Os pobres homens ricos
Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa-vida. Vejam que país, que tempo, que situação! A vida deveria ser boa para toda gente, o que é insultuoso é que o seja apenas para alguns.
Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.” Quem escreveu isso não foi nenhum de nossos estimados agiotas. Foi um homem que a vida inteira viveu de seu trabalho, e se chamava Bernard Shaw. Não era um cínico, mas um homem de vigorosa fé social, que passou a vida lutando, a seu modo, para tornar melhor a sociedade em que vivia – e em certa medida o conseguiu. Ele nos fala de alguns homens ricos:
“Homens ricos e aristocratas com um desenvolvido senso de vida – homens como Ruskin, Willian Morris, Kropotkin – têm enormes apetites sociais… não se contentam com belas casas, querem belas cidades… não se contentam com esposas cheias de diamantes e filhas em flor; queixam-se porque a operária está malvestida, a lavadeira cheira a gim, a costureira é
anêmica, e porque todo homem que encontra não é um amigo e toda mulher não é um romance… sofrem com a arquitetura do vizinho…”
Esse “apetite social” é raríssimo entre os nossos homens ricos; a não ser que “social” seja tomado no sentido de “mundano”. E nossos homens de governo têm uma pasmosa desambição de governar.
Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro. Achava o quadro uma beleza, mas como o pintor pedia tantos contos ele se perguntava, e me perguntava, e perguntava a todo mundo se o quadro “valia” mesmo aquilo, se o artista não estaria pedindo aquele preço por sabê-lo rico, se não seria “mais negócio” comprar um quadro de fulano. Fiquei com pena dele, embora saiba que numa noite de jantar e boate ele gaste tranquilamente aquela importância, sem que isso lhe dê nenhum prazer especial. Fiquei com penaporque realmente ele gostava do quadro, queria tê-lo, mas o prazer que poderia ter obtendo uma coisa ambicionada era estragado pela preocupação do negócio. Se não fosse pelo pintor, que precisava de dinheiro, eu o aconselharia a não comprar.
Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres-diabos – que não descobriram que a grande vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar a todo momento, em dinheiro…
(BRAGA, Rubem. 200 Crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
“Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.”
Nessa frase, há um adjetivo no grau
 

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2483011 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Bossa (2007) traz a seguinte contribuição: o objeto de estudo da psicopedagogia deve ser entendido a partir de dois enfoques: preventivo e terapêutico. Considerando a psicopedagogia preventiva, analise.
I. Neste enfoque, considera-se o objeto de estudo da psicopedagogia o ser humano em desenvolvimento, enquanto educável. Seu objeto de estudo é a pessoa a ser educada, seus processos de desenvolvimento e as alterações de tais processos.
II. Neste enfoque, não se deve restringir apenas à escola, mas ir também à família e à comunidade, pois estas poderão esclarecer, de forma mais ou menos sistemática, professores, pais e administradores sobre as características das diferentes etapas do desenvolvimento, o progresso nos processos de aprendizagem, as condições psicodinâmicas da aprendizagem, as condições determinantes de dificuldades de aprendizagem.
III. Este enfoque considera o objeto de estudo da psicopedagogia a identificação, análise, elaboração de uma metodologia de diagnóstico e tratamento das dificuldades de aprendizagem.
Estão corretas as afirmativas
 

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2481454 Ano: 2014
Disciplina: Ciências Políticas
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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O desafio das políticas públicas que visam a proteção social é pensar e repensar a família, buscando superar velhas ações e concepções centradas na focalização e estratificação da proteção social a partir das famílias. Alguns princípios precisam ser considerados ao se propor políticas de atendimento à família. Considerando este pressuposto, NÃO é um princípio adequado:
 

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2479329 Ano: 2014
Disciplina: Direito Previdenciário
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Considerando a Lei Orgânica da Assistência Social (LOAS), a assistência social tem por objetivo a proteção social, que visa à garantia da vida, à redução de danos e à prevenção da incidência de riscos. Acerca desse dispositivo da LOAS, indique a alternativa em DESACORDO.
 

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2478600 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Os pobres homens ricos
Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa-vida. Vejam que país, que tempo, que situação! A vida deveria ser boa para toda gente, o que é insultuoso é que o seja apenas para alguns.
“Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.” Quem escreveu isso não foi nenhum de nossos estimados agiotas. Foi um homem que a vida inteira viveu de seu trabalho, e se chamava Bernard Shaw. Não era um cínico, mas um homem de vigorosa fé social, que passou a vida lutando, a seu modo, para tornar melhor a sociedade em que vivia – e em certa medida o conseguiu. Ele nos fala de alguns homens ricos:
“Homens ricos e aristocratas com um desenvolvido senso de vida – homens como Ruskin, Willian Morris, Kropotkin – têm enormes apetites sociais… não se contentam com belas casas, querem belas cidades… não se contentam com esposas cheias de diamantes e filhas em flor; queixam-se porque a operária está malvestida, a lavadeira cheira a gim, a costureira é
anêmica, e porque todo homem que encontra não é um amigo e toda mulher não é um romance… sofrem com a arquitetura do vizinho…”
Esse “apetite social” é raríssimo entre os nossos homens ricos; a não ser que “social” seja tomado no sentido de “mundano”. E nossos homens de governo têm uma pasmosa desambição de governar.
Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro. Achava o quadro uma beleza, mas como o pintor pedia tantos contos ele se perguntava, e me perguntava, e perguntava a todo mundo se o quadro “valia” mesmo aquilo, se o artista não estaria pedindo aquele preço por sabê-lo rico, se não seria “mais negócio” comprar um quadro de fulano. Fiquei com pena dele, embora saiba que numa noite de jantar e boate ele gaste tranquilamente aquela importância, sem que isso lhe dê nenhum prazer especial. Fiquei com penaporque realmente ele gostava do quadro, queria tê-lo, mas o prazer que poderia ter obtendo uma coisa ambicionada era estragado pela preocupação do negócio. Se não fosse pelo pintor, que precisava de dinheiro, eu o aconselharia a não comprar.
Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres-diabos – que não descobriram que a grande vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar a todo momento, em dinheiro…
(BRAGA, Rubem. 200 Crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa-vida.”
A palavra sublinhada na frase anterior faz o plural da mesma forma que
 

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2498060 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Os movimentos em defesa do meio ambiente ganharam força e repercussão no Planeta, atraindo atenção e respeitabilidade internacional, além de ocupar importantes espaços nas agendas de discussões governamentais entre as diversas nações e suas organizações representativas. Sobre o início desse movimento, analise.
I. A Agenda 21 foi uma das primeiras ações do Planeta implementadas à defesa do meio ambiente e em prol do desenvolvimento sustentável, sendo elaborada, em 1983, quando a Organização das Nações Unidas (ONU) realizou, em Oslo, na Noruega, a primeira reunião da Comissão Brundtland.
II. A Comissão Mundial sobre Meio Ambiente e Desenvolvimento da Organização das Nações Unidas (ONU) ficou popularmente conhecida como Comissão Brundtland, por ser presidida inicialmente pela ex-Primeira Ministra da Noruega, Gro Harlem Brundtland, médica, mestre em saúde pública.
III. Em 1972, a Organização das Nações Unidas (ONU) convocou a Conferência das Nações Unidas sobre o Ambiente Humano, em Estocolmo (Suécia), onde, em sua Declaração Final, foram compilados 19 princípios que representam um Manifesto Ambiental para nossos tempos.
IV. Na ECO-92 ou Cúpula da Terra, como ficou amplamente conhecida, realizada no Rio de Janeiro, a Organização das Nações Unidas (ONU) criou o Programa das Nações Unidas para o Meio Ambiente (PNUMA), que coordena os trabalhos desta organização no que tange à defesa do meio ambiente global.
São afirmativas INCORRETAS sobre a trajetória dos movimentos em defesa do meio ambiente no planeta somente
Questão Anulada

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2493055 Ano: 2014
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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A sequência a seguir relaciona números ordinais e cardinais.
(1º !$ \rightarrow !$ 8); (2º !$ \rightarrow !$ 7); (3º !$ \rightarrow !$ 8); (4º !$ \rightarrow !$ ?); (5º !$ \rightarrow !$ 6); (6º !$ \rightarrow !$5); (7º !$ \rightarrow !$ 6); (8º !$ \rightarrow !$ 6); (9 !$ \rightarrow !$?); (10º !$ \rightarrow !$ 6)
Os números que substituem corretamente as interrogações são, respectivamente,
Questão Anulada

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2489223 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: Pref. Juatuba-MG
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Os pobres homens ricos
Um amigo meu estava ofendido porque um jornal o chamou de boa-vida. Vejam que país, que tempo, que situação! A vida deveria ser boa para toda gente, o que é insultuoso é que o seja apenas para alguns.
“Dinheiro é a coisa mais importante do mundo.” Quem escreveu isso não foi nenhum de nossos estimados agiotas. Foi um homem que a vida inteira viveu de seu trabalho, e se chamava Bernard Shaw. Não era um cínico, mas um homem de vigorosa fé social, que passou a vida lutando, a seu modo, para tornar melhor a sociedade em que vivia – e em certa medida o conseguiu. Ele nos fala de alguns homens ricos:
“Homens ricos e aristocratas com um desenvolvido senso de vida – homens como Ruskin, Willian Morris, Kropotkin – têm enormes apetites sociais… não se contentam com belas casas, querem belas cidades… não se contentam com esposas cheias de diamantes e filhas em flor; queixam-se porque a operária está malvestida, a lavadeira cheira a gim, a costureira é
anêmica, e porque todo homem que encontra não é um amigo e toda mulher não é um romance… sofrem com a arquitetura do vizinho…”
Esse “apetite social” é raríssimo entre os nossos homens ricos; a não ser que “social” seja tomado no sentido de “mundano”. E nossos homens de governo têm uma pasmosa desambição de governar.
Vi, há tempo, um conhecido meu, que se tornou muito rico, sofreu horrorosamente na hora de comprar um quadro. Achava o quadro uma beleza, mas como o pintor pedia tantos contos ele se perguntava, e me perguntava, e perguntava a todo mundo se o quadro “valia” mesmo aquilo, se o artista não estaria pedindo aquele preço por sabê-lo rico, se não seria “mais negócio” comprar um quadro de fulano. Fiquei com pena dele, embora saiba que numa noite de jantar e boate ele gaste tranquilamente aquela importância, sem que isso lhe dê nenhum prazer especial. Fiquei com penaporque realmente ele gostava do quadro, queria tê-lo, mas o prazer que poderia ter obtendo uma coisa ambicionada era estragado pela preocupação do negócio. Se não fosse pelo pintor, que precisava de dinheiro, eu o aconselharia a não comprar.
Homens públicos sem sentimento público, homens ricos que são, no fundo, pobres-diabos – que não descobriram que a grande vantagem real de ter dinheiro é não ter que pensar a todo momento, em dinheiro…
(BRAGA, Rubem. 200 Crônicas escolhidas. 31ª Ed. – Rio de Janeiro: Record, 2010.)
“... e se chamava Bernard Shaw.
O termo destacado tem classificação diversa do termo destacado em
Questão Anulada

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