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Foram encontradas 20 questões.

3738902 Ano: 2025
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Jaborá-SC
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A Central __________ é um sistema de telecomunicações utilizado para gerenciar chamadas telefônicas internas e externas em uma empresa, permitindo a conexão entre ramais e a telefonia externa, além de oferecer funcionalidades como transferência de chamadas, correio de voz e conferência.
Assinale a alternativa que completa corretamente a lacuna no excerto:
 

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3738901 Ano: 2025
Disciplina: Administração Pública
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Jaborá-SC
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No contexto da Administração Pública, o controle de visitantes é uma prática fundamental para garantir a segurança e a transparência no acesso às dependências governamentais. Sobre esse processo, assinale a alternativa correta:
 

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3738900 Ano: 2025
Disciplina: Atendimento ao Público
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Jaborá-SC
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No ambiente de trabalho, especialmente na Administração Pública, as regras de comportamento são essenciais para garantir um ambiente profissional, ético e harmonioso. Sobre esse tema, assinale a alternativa correta:
 

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3738899 Ano: 2025
Disciplina: História
Banca: AMAUC
Orgão: Pref. Jaborá-SC
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Histórico do Município.
A colonização do município de Jaborá teve início por volta dos anos de 1916/1919 quando chegaram as primeiras famílias de origem italiana vindas do Rio Grande do Sul, pois até então o local era habitado por indígenas.
Nas décadas de 1920 e 1930, pessoas da região colonial italiana do Rio Grande do Sul criaram Firmas Colonizadoras no Meio-Oeste Catarinense. Essas firmas faziam intensa propaganda entre as famílias de imigrantes italianos, incentivando a comprarem terras novas de mato e pinhal. Os representantes dessas firmas acompanhavam os futuros compradores em caminhos onde só se transitava a cavalo. Durante o período entre a compra e a mudança, os proprietários organizavam-se em grupos e vinham a cavalo ver suas terras, pagar impostos, negociar, etc. Essas viagens duravam em torno de um a dois meses, entre ida e volta. Às vezes pousavam ao relento, agasalhados apenas com as capas e os pelegos da montaria. Acendiam um fogo para afastar os graxains que se aproximavam para comer os salames que tinham nas bruacas, pois costumavam levar consigo algo para comer pelo caminho, como pão, queijo, salame, vinho, café, etc. Em geral traziam duas mudas de montaria, ou seja, traziam dois cavalos ou mulas e iam revezando os animais para não os cansarem demais.
O trajeto, em sua maioria, tinha partida em Nova Trento (Flores da Cunha), seguiam por Antônio Prado, pelos campos de Lagoa Vermelha e Vacaria, Vila Seca, Machadinho, passavam de balsa no Rio Pelotas, Capinzal e, finalmente, Lajeado Bonito, ou Sede São Roque (Jaborá). Esses colonizadores vinham motivados pela fertilidade das terras e dos imensos pinheirais de araucária que cobriam a região. Com bravura trabalharam arduamente para abrir estradas onde antes havia apenas picadas e enfrentaram até onças enquanto roçavam.
Primeiramente, construíram uma casa de madeira simples para poderem morar. Depois, trabalharam de sol a sol, derrubando mato para fazer roças de milho, feijão, trigo, etc. Antes de qualquer coisa, lutaram e trabalharam para conseguir o sustento da família. Os vizinhos que haviam chegado antes ajudavam os recém-chegados fornecendo mantimentos, ajudando nos trabalhos e até fornecendo porcos e novilhas para iniciar criação. Mantinham uma grande amizade, pois muitos se conheciam ainda no Rio Grande do Sul. Assim construíram a primeira vila, onde hoje é a sede do município. A localidade teve várias denominações, como Rio Bonito ou Lajeado Bonito, Sede dos Poyer, São Roque e, a partir de 1943, definitivamente passou a se chamar Jaborá.
Em 1920 chegaram as peças da primeira serraria hidráulica, trazida do Rio Grande do Sul por bois para as matas do Rancho Grande, era a Serraria do Sr. Germano Poyer, que no ano seguinte foi transferida de junto às margens do Rio Bonito para outro local e passou a funcionar com energia de máquina à vapor. Germano Poyer também construiu um moinho e olaria. No ano de 1922, apresentou-se o primeiro engenheiro, Lauro Rupp, para proceder ao loteamento e à colonização da Vila.
Em 1923 foi inaugurada a capela de São Roque, que era de madeira beneficiada e pintada à óleo. A atual Igreja Matriz São Roque foi construída artesanalmente pelos próprios membros da paróquia sob orientação dos padres franciscanos e teve sua pedra fundamental lançada em 1953, foi coberta em agosto de 1961 e inaugurada em 26 de novembro de 1961. Entretanto, uma das duas torres da igreja permaneceu inacabada até meados de 1980. Somente no final da década de 80 que, com o esforço da comunidade, a segunda torre foi concluída.
De 1948 a 1950 ocorreu a construção do Juvenato São Pascoal, também com a participação dos fiéis. Nas missas do domingo na capela, o padre escalava pessoas para trabalhar nas obras ou no transporte de material, como tijolos e areia, com caminhões e carroças. Com o esforço de todo o povo, em 21 meses estava pronto o prédio com dois pavimentos, pátio interno, quatro alas, capela com torre e dois sinos, uma típica construção de um convento franciscano. Atualmente o prédio é considerado patrimônio histórico de Jaborá e utilizado para fins educativos e culturais. Abriga a Escola Básica Municipal Alberto Bordin e o Museu Colonial Nicolaus.
O Distrito de Jaborá criado pela lei nº 941 de 31 de dezembro de 1943, foi instalado (ou inaugurado) em janeiro de 1944 com grande festividade, Missa na Capela São Roque e a presença do Prefeito Newton da Luz Macuco e outros políticos da época. No período de 1943 a 1963, Jaborá teve os seguintes representantes junto à Câmara de Vereadores de Joaçaba: na gestão do prefeito Valdomiro da Silva: Claudino Mascarello e Cláudio Werpachowski e na gestão do prefeito Ruy Klein Honrich: Claudino Mascarello, Dr. Flávio Barbizan e Olímpio Savaris.
O Município de Jaborá foi criado em 1963, durante a Administração do Prefeito de Joaçaba José Waldomiro da Silva (31-1-1961 a 31-1-1966) através da Lei da Câmara Municipal nº 3/63 de 20 de junho de 1963 e pela Lei Estadual nº 915 de 11 de setembro de 1963. O Município foi instalado em 29 de dezembro de 1963.
A Lei da Câmara Municipal foi assinada pelo Vereador (Presidente) Dr. Flávio Ernani Barbisan, médico que inclusive atuou no Hospital Santo Antônio de Jaborá durante certo tempo. A Lei da Assembléia Legislativa do Estado foi assinada pelo Deputado Ivo Silveira que mais tarde foi Governador durante o período de 1966 a 1971. O Processo de Emancipação iniciou com a realização do Plebiscito (consulta ao povo) em 15 de maio de 1963, cujo resultado somou 448 assinaturas a favor. Na época (1960), Jaborá possuía 3.902 habitantes, sendo 551 na sede.
Fonte das informações citadas: "História de Jaborá-SC. Jaborá de Ontem e de Hoje", de José Maria Bordin.
https://jabora.sc.gov.br/pagina-2313/
A respeito do processo de colonização e desenvolvimento do município de Jaborá, analise as alternativas a seguir e identifique aquela que representa corretamente os eventos históricos descritos:
 

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Analise as afirmativas sobre o estágio probatório dos servidores públicos de Jaborá-SC:

I.O estágio probatório tem duração de 3 anos.

II.Durante o estágio probatório, o servidor não pode ser exonerado.

III.A avaliação do estágio probatório considera alguns fatores como a assiduidade, idoneidade moral, capacidade de iniciativa e eficiência.

Está(ão) correta(s):

 

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Analise os fatos descritos abaixo dos aspectos históricos de Jaborá-SC e assinale (V) quando verdadeiro ou (F) quando falso conforme o texto:

(__)A primeira serraria foi trazida do Paraná por trens a vapor.

(__)A Capela de São Roque foi inaugurada depois da apresentação do engenheiro, para proceder ao loteamento e à colonização da Vila.

(__)As famílias levavam alimentos nas bruacas durante as viagens.

(__)A atual Igreja Matriz São Roque teve sua pedra fundamental lançada em 1953.

Após sua análise assinale a sequência correta:
 

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Um técnico precisa sanitizar uma caixa d'água que tem capacidade de 15.000 litros. Para fazer a sanitização, o fabricante do produto indica usar 5 ml de produto para cada 100 litros de água. Considerando essa recomendação, qual é a quantidade total de produto que o técnico deve usar para sanitizar toda a caixa?

 

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Um almoxarifado registrou a saída de 15,75 litros de um produto químico usado na limpeza. Ao preencher o relatório, o servidor precisa informar qual é o valor representado pelo algarismo 7 no número 15,75. Considerando o sistema de numeração decimal, qual é o valor posicional do número 7 em 15,75 litros?
 

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Seres humanos e animais selvagens podem cooperar de maneiras que você nem imagina! 


Diferentes espécies de animais podem cooperar para obter benefícios mútuos, e isso não é lá grande novidade! Mesmo nós, humanos, estabelecemos esse tipo de relacionamento com outros animais, como acontece com as abelhas que polinizam nossos jardins e plantações. Mas nossa cooperação com animais selvagens pode atingir um outro nível, que exige coordenação ativa e voluntária de comportamentos entre as duas espécies.


Imagine, por exemplo, um cavaleiro e seu cavalo. Para trabalharem juntos, eles precisam estar muito sintonizados e compreender os sinais sutis um do outro. Pois saiba que a nossa espécie já conseguiu estabelecer o mesmo tipo de parceria também com diversas espécies de animais selvagens, como lobos, orcas, aves e golfinhos.


Um ótimo exemplo vem do continente africano, de onde se conhece há centenas de anos uma incrível relação entre humanos e uma ave chamada pássaro-do-mel (Indicator indicator). Quando querem coletar mel, as pessoas emitem sons específicos, como assobios ou batuques, que variam dependendo da região na África, mas que são prontamente reconhecidos e atendidos por algum pássaro-do-mel presente nas redondezas. A ave logo inicia a busca por uma colmeia e, ao encontrá-la, emite também piados específicos, que facilitam sua localização pelos humanos. Os coletores de mel afugentam as abelhas com fumaça e abrem a colmeia com facas e machados, deixando para a ave parceira a cera de abelha que ela tanto aprecia.



Disponível em:https://chc.org.br/artigo/trabalho-em-equipe

"Quando querem coletar mel, as pessoas emitem sons específicos, como assobios ou batuques, que variam dependendo da região na África, mas que são prontamente reconhecidos e atendidos por algum pássaro-do-mel presente nas redondezas."

Considerando os aspectos de concordância verbal, ortografia oficial, acentuação gráfica, bem como as relações de sinonímia e antonímia referentes ao trecho e ao texto-base, assinale a alternativa INCORRETA:

 

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Seres humanos e animais selvagens podem cooperar de maneiras que você nem imagina! 


Diferentes espécies de animais podem cooperar para obter benefícios mútuos, e isso não é lá grande novidade! Mesmo nós, humanos, estabelecemos esse tipo de relacionamento com outros animais, como acontece com as abelhas que polinizam nossos jardins e plantações. Mas nossa cooperação com animais selvagens pode atingir um outro nível, que exige coordenação ativa e voluntária de comportamentos entre as duas espécies.


Imagine, por exemplo, um cavaleiro e seu cavalo. Para trabalharem juntos, eles precisam estar muito sintonizados e compreender os sinais sutis um do outro. Pois saiba que a nossa espécie já conseguiu estabelecer o mesmo tipo de parceria também com diversas espécies de animais selvagens, como lobos, orcas, aves e golfinhos.


Um ótimo exemplo vem do continente africano, de onde se conhece há centenas de anos uma incrível relação entre humanos e uma ave chamada pássaro-do-mel (Indicator indicator). Quando querem coletar mel, as pessoas emitem sons específicos, como assobios ou batuques, que variam dependendo da região na África, mas que são prontamente reconhecidos e atendidos por algum pássaro-do-mel presente nas redondezas. A ave logo inicia a busca por uma colmeia e, ao encontrá-la, emite também piados específicos, que facilitam sua localização pelos humanos. Os coletores de mel afugentam as abelhas com fumaça e abrem a colmeia com facas e machados, deixando para a ave parceira a cera de abelha que ela tanto aprecia.



Disponível em:https://chc.org.br/artigo/trabalho-em-equipe

Com base nos elementos linguísticos presentes no texto, julgue as afirmativas a seguir, assinalando (V) para as verdadeiras ou (F) para as falsas:

(__)A frase 'Isso não é lá grande novidade', é classificada como negativa, classificação igualmente atribuída à construção 'Ela jamais esqueceria aquele dia tão especial'.

(__)O coletivo é um tipo de substantivo que, mesmo estando no singular, indica vários seres de uma mesma espécie. O vocábulo 'abelha', por exemplo, forma o coletivo em 'enxame'. São exemplos também de palavras que formam o coletivo: fogos de artifício = girândola; bois, médicos, examinadores = junta.

(__)O vocábulo 'coordenação' é separado em sílabas da seguinte forma: co-or-de-na-ção, apresentando o mesmo número de sílabas que o vocábulo 'expectativa'. Já 'voo' apresenta um encontro vocálico inseparável e, por isso, é considerado uma palavra monossílaba.

(__)Em 'um cavaleiro e seu cavalo', há a presença de um substantivo coletivo e de um substantivo que forma o feminino com radical diferente do masculino. Exemplo de radical diferente ocorre em: genro=nora.

(__)O vocábulo 'humano' é um adjetivo com diferentes acepções. Nos trechos 'Mesmo nós, humanos ' e 'que facilitam sua localização pelos humanos ', foi empregado como adjetivo, referindo-se à natureza do homem. Em outros contextos, também pode denotar compaixão, como em 'Um chefe humano não sobrecarrega os funcionários'

A sequência correta de preenchimento dos parênteses é:

 

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