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Leia o texto a seguir para responder a questão.
TRANSMISSÃO DA DENGUE
A forma de transmissão da dengue é a picada do mosquito Aedes Aegypt infectado pelo vírus da dengue. Após o tempo de incubação do vírus, que varia de 5 a 15 dias, o indivíduo apresenta os sintomas da dengue, que incluem dor de cabeça, febre, dor atrás dos olhos e cansaço extremo.
A dengue só é transmitida através da picada desse mosquito, e um indivíduo não pode passar a doença para outro, nem por água ou alimentos. No entanto, se um mosquito Aedes Aegypt que não esteja contaminado com o vírus da dengue picar um indivíduo que esteja com dengue, esse mosquito ficará contaminado, e todos os seus ovos poderão transmitir a doença.
Quando a mulher grávida é contaminada com a dengue, seu bebê não é contaminado e, por isso, não existe a transmissão vertical da dengue.
Em relação às informações contidas no texto, assinale a única INCORRETA.
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Leia, com atenção, o texto abaixo e responda a questão.
SURDEZ ENTRE OS JOVENS
A perda de audição, antes considerada um problema quase exclusivo dos idosos, já atinge muitas crianças e adolescentes por causa do uso excessivo – e indevido – de fones de ouvido. Os primeiros sinais são discretos e, por isso, não costumam ser levados a sério. “Nos últimos cinco anos, o quadro de paciente mudou consideravelmente. Já cheguei a atender crianças de 10 anos com perda auditiva irreversível, comparável à de alguém de 65 anos”, diz o médico Edson Mitre, vice-presidente Paulista de Otorrinolaringologia. Dificuldade para compreender conversas, presença constante de zumbidos nos ouvidos e necessidade de aumentar exageradamente o volume da televisão são alguns indícios de possíveis problemas de audição. Conheça, a seguir, os cuidados indispensáveis para quem usa fones de ouvido.
Controle o volume: o recomendável é que a pessoa ao lado não escute a música que você está ouvindo, no fone, mas você, sim, consiga ouvir o que ela fala.
Faça intervalos: a cada duas horas de uso, desligue o fone por uma hora.
Fique atento aos sintomas: zumbidos, sensação de ouvido tampado, incômodo constante com ruídos, cansaço, dor de cabeça – se perceber esses sinais, procure um médico o quanto antes.
(MANFRIN, Jaqueline; MACEDO, Daniela. Surdez entre os jovens. Revista Veja, nº. 6, p. 101, fev. 2014.)
As autoras apresentam alguns cuidados essenciais para quem usa fones de ouvidos. Entre eles, NAO se encontra:
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Considerada a ação do Supervisor e o princípio da gestão democrática da escola pública, analise as afirmações:
1 - Os responsáveis pela gestão escolar, direção, supervisão, professores, colegiados, conselhos de classe, comunidade e alunos não podem ficar esperando que alguém os convoque para cumprir suas obrigações na escola.
2 - A forma como é desenvolvida a gestão democrática pela escola, é um dos fatores responsáveis pelo processo educativo daquela comunidade escolar.
3 - A ação democrática do supervisor da escola confere aos envolvidos no processo um grau de autonomia bastante prejudicial ao alcance da necessária ordem no recinto escolar.
4 - As decisões tomadas de forma coletiva no interior das escolas fortalecem a comunidade escolar e garantem a divisão de responsabilidades.
Estão CORRETAS as afirmações
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O exercício de fonação inspiratória promove:
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1766972
Ano: 2013
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Itacarambi-MG
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Itacarambi-MG
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De acordo com o Artigo 200 da Constituição Federal, compete ao Sistema Único de Saúde, EXCETO
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No texto de autoria de Josette Jolibert, incluído no livro Compreensão de leitura: a língua como procedimento, de Ana TEBEROSKY ET Alii, a autora afirma que “aprender a ler é aprender a questionar textos completos, desde o princípio”. Com essa afirmação, a autora quer dizer que
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São sinais radiográficos que podem ser observados no bruxismo, EXCETO
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Leia o texto.
Dois avaliadores coletaram nos mesmos indivíduos, num curto intervalo de tempo, quatro dobras cutâneas a fim de estimar a porcentagem de gordura corporal. Quando os resultados obtidos pelos dois avaliadores foram comparados, verificou-se uma grande diferença.
O exposto no texto se refere a qual critério de autenticidade científica referente ao processo de testar, medir e avaliar?
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A bruxa nos relógios
Não falarei aqui do meu desânimo quanto à situação do país: cansei. Por algum breve tempo vou tirar férias dessa preocupação. Vou me concentrar no possível: os afetos, o trabalho, a vida. Então falo aqui de um tema que me fascina, sobre o qual muito tenho refletido e acabo de escrever um livro: a passagem do tempo.
Quando criança, eu achava que no relógio de parede do sobrado de uma de minhas avós, aquele que soava horas, meias horas e quartos de hora que me assustavam nas madrugadas insones em que eu eventualmente dormia lá, morava uma feiticeira que tricotava freneticamente, com agulhas de metal, tique-taque, tique-taque, tecendo em longas mantas o tempo da nossa vida.
Nessas reflexões, e observações, mais uma vez constatei o que todo mundo sabe: vivemos a idolatria da juventude — e do poder, do dinheiro, da beleza física e do prazer. Muitos gostariam de ficar para sempre embalsamados em seus 20 ou 30 anos. Ou ter, aos 60, "alma jovem", o que acho muito discutível, pois deve ser bem melhor ter na maturidade ou na velhice uma alma adequada, o que não significa mofada e áspera.
Por que a juventude seria a melhor fase da vida, como se jovem não tivesse problemas e sofrimentos, doenças e perdas, e não lutasse contra enormes pressões da família, da turma, da sociedade, para ser e agir dessa ou daquela forma? O número de adolescentes que se suicidam ou tentam se matar é muito maior do que imaginamos.
Lembro que há muitos anos um adolescente conhecido se matou. Naquela ocasião, um menino de sua turma me disse em voz baixa, olho arregalado: "Ontem ainda a gente jogou bola junto na escola, e ele não disse nada, a gente não notou nada. Será que eu devia ter percebido, perguntado? Quem sabe podia ter ajudado?" (Havia medo e aflição em seu olhar.)
Tentei explicar que não cabia ninguém mais nesse buraco negro da alma do amigo morto, embora na nossa ilusão uma palavra boa, um colo, um abraço, um pequeno adiamento, teriam podido ajudar. Quem se mata espalha ao seu redor uma zona de culpa insensata: esse fica sendo seu triste legado, talvez sua cruel vingança inconsciente. Não notamos, não impedimos, nada fizemos, não porque não o amássemos, não nos importássemos, mas porque a gente é assim. Ou porque nada havia a ser feito, ser dito, apenas ser aceito com um rio de dúvidas e culpas pelo resto dos dias. A juventude para ele, como para tantos, não foi a melhor fase da vida: foi o fim dela, desesperado e triste. Por outro lado, maturidade pode ter uma energia muito boa, pensamento e capacidade de trabalho estão no auge, os afetos mais sólidos e mais profundos, a capacidade de enfrentar problemas e compadecer-se dos outros mais refinada. Aliás, amadurecer devia ser refinar-se. Passada (ou abrandada) a insegurança juvenil, é possível desafiar conceitos que imperam, desatar alguns fios que nos enredam, limpar o pó desse uniforme de prisioneiros, deixar de lado as falas decoradas, a tirania do que temos de ser ou fazer. Pronunciar a nossa própria alforria: vai ser livre, vai ser você mesmo, vai tentar ser feliz — seja lá o que isso for.
Então podemos murmurar, gritar, cantar. Podemos até dançar. Não há marcações nem roteiro, mas a inquietante possibilidade de optar: cada minuto vale, o tempo que flui mostra o valor máximo das coisas mínimas — se eu parar para observar.
Portas continuam se abrindo: não apenas sobre salas de papelão pintado, mas sobre caminhos reais. Correndo pela floresta das fatalidades, encontramos clareiras de construir. De se renovar, não importa a cifra indicando a nossa idade. Descobrir o que afinal se quer é essencial. É raro. É possível. E quando alguém resolver não pagar mais o altíssimo tributo da acomodação, mas dar sentido à sua vida, verá que a bruxa dos relógios não é inteiramente má. E vai entender que o tempo não só nega e rouba com uma das mãos, mas, com a outra, oferece — até mesmo a possibilidade de, ao envelhecer, alargar ainda mais as varandas da alma.
LUFT, Lya. A bruxa nos relógios. Revista Veja. p. 28. 23 de outubro, 2013
Considere o trecho: “Lembro que há muitos anos um adolescente conhecido se matou.”
Sobre o emprego do verbo ‘lembrar” nesse trecho, é INCORRETO afirmar:
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Marque a alternativa INCORRETA.
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