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- Psicologia Social e ComunitáriaConceito, Histórico, Atuação e Objetos de Estudo da Psicologia Social
Não se pode contar a história da Psicologia Social no Brasil sem que se faça referência à profa. Silvia Lane. É possível dizer que com Silvia Lane a psicologia social no Brasil se transformou numa psicologia social brasileira. Silvia teve como preocupação central produzir um conhecimento, em Psicologia Social, que falasse da gente brasileira, suas condições de vida e trabalho. Análise as questões abaixo e informe qual a alternativa é CORRETA:
I. Silvia Lane construiu e dirigiu a Associação Brasileira de Psicologia Social- ABRAPSO. Este espaço possibilitou o desenvolvimento de um pensamento em Psicologia que introduz as condições adequadas para se desenvolver o projeto do compromisso social.
II. Para Silvia, o conhecimento era desvinculado da ação. Para ela, o conhecimento só teria sentido se fosse produzido como resposta às questões da realidade, revelando o compromisso do pesquisador com seu tempo e suas questões. Sílvia Lane dizia, então, que era necessária uma nova concepção de homem na psicologia: um homem social e histórico.
III. Silvia Para compreender esse homem e como as determinações históricas estão em relação com ele, seria necessário um outro método. O materialismo histórico e dialético será o método que ela vai adotar e desenvolver na psicologia social.
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- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadeFreud
- Psicologia ClínicaTeorias da PersonalidadePiaget
- Psicologia ClínicaPsicologia do Desenvolvimento
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Com relação às Diretrizes para Política de Atenção Integral aos Usuários de Álcool e outras drogas e a atuação do psicólogo nesse âmbito, é CORRETO afirmar que:
I. A atenção aos usuários de álcool e outras drogas está focada numa rede de atenção psicossocial que estabelece como prioritária a noção de integralidade, fundamentada na consideração da subjetividade e do campo das relações sociais como estruturante da atuação profissional. Nesse sentido, as ações da saúde e assistência social ao usuário de álcool e outras drogas deslocam-se da centralidade da lógica biomédica, rompendo com metodologias e serviços nos quais as pessoas buscam soluções prontas para seus sofrimentos. Ao invés disso, fundamentam sua atuação na noção de atenção psicossocial, que coloca no centro do trabalho as noções de território e comunidade, para o qual serão dirigidas as pessoas e suas demandas por saúde e inclusão social. A ética da autonomia é posta como referência central e deve ser alcançada por meio de relações horizontais entre os pontos da rede de atenção. Para isso, a rede de atenção psicossocial destinada a usuários de álcool e outras drogas deve incluir não só os segmentos do sistema de saúde, mas também as entidades comunitárias e da assistência social.
II. O SUS e a Reforma Psiquiátrica brasileira, assim como o SUAS, criaram dispositivos de cuidado e atenção integral para os usuários de álcool e outras drogas nos quais psicólogos/as trabalham tendo como princípio básico a defesa dos direitos humanos e como diretriz a ampliação da autonomia e da participação social dos usuários. Nesses dispositivos a (o) psicóloga (o) atua de modo integrado com outros profissionais a partir de uma perspectiva multidisciplinar, guiada pela lógica da clínica ampliada, que opera junto com os diversos pontos da rede de saúde e socioassistencial presentes no território de intervenção.
III. No que tange ao desafiador cuidado com as crianças e adolescentes usuárias/os de álcool e outras drogas, pode-se utilizar os mesmos equipamentos pensados para atender usuários de álcool e drogas adultos no caso da atenção na rua, desde que de forma integrada com a comunidade e equipamentos específicos para crianças e adolescentes, como o Centro de Atenção Psicossocial Infantil (CAPSi). O envolvimento do sistema de educação, intersetorialmente, precisa ser ativado como importante aliado da rede, primeiramente através da problematização da temática e também por meio de práticas de inclusão daquelas crianças e adolescentes marginalizados do sistema de ensino. As casas abertas para moradia ou centros de convivência também devem ser constituídas, tanto como espaço de acolhimento quanto de elaboração de possibilidades de cuidado e inclusão social na reconstituição de vínculos sociais, familiares e escolares.
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Disciplina: Direito da Criança e do Adolescente
Banca: FAUEL
Orgão: Pref. Honório Serpa-PR
- ECAGeralDireitos Fundamentais (art. 7º ao 69)Do Direito à Convivência Familiar e Comunitária (arts. 19 ao 52-D)Da Família Substituta (arts. 28 ao 52-D)Da Adoção (Art. 39 a 52-D)
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Qual das alternativas a seguir apresenta uma forma clínica da desnutrição.
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I. A avaliação nutricional é uma avaliação ampla conduzida por um nutricionista que utiliza as histórias médica, de saúde, social, dietética e medicamentosa, exame físico, medidas antropométricas, e dados laboratoriais. II. O propósito da avaliação nutricional é reunir informações suficientes para auxiliar o nutricionista no diagnóstico nutricional. III. A avaliação subjetiva global é uma ferramenta de avaliação nutricional que foi validada para avaliar os índices de risco nutricional em crianças do nascimento até os 2 anos de idade. IV. A análise da história médica e medicamentosa é a melhor maneira de obter informações relacionadas à ingestão alimentar; fornece informações sobre os padrões habituais de ingestão alimentar de indivíduos e as variáveis para escolha de alimentos que ditam a ingestão alimentar.
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