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Foram encontradas 40 questões.

2531618 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Dentre os determinantes sociais de saúde que incidem sobre o processo saúde-doença, analise as afirmativas.
I. Os determinantes proximais são aqueles vinculados ao indivíduo, por exemplo: idade, sexo, fatores hereditários.
II. Os determinantes intermediários são aqueles relacionados às condições de vida e ao trabalho, por exemplo: estilo de vida e redes sociais e comunitárias.
III. Os determinantes distais são aqueles referentes à macroestrutura econômica, social e cultura, por exemplo: saneamento, serviços de saúde, educação e ambiente de trabalho.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2530757 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Sobre o conceito de Vigilância Sanitária, é CORRETO afirmar que:
 

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2527353 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Sobre os níveis de prevenção e ações de saúde, assinale a afirmativa CORRETA.
 

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Leia o fragmento a seguir e responda a questão.
Era 1942 quando um médico escocês decidiu desbravar uma pequena e isolada mata do leste africano, Alexander Hadoow, especialista em doenças tropicais e também em insetos, comandava uma equipe de pesquisadores para entender como a febre amarela se propagava. Eles construíram uma plataforma de 40 metros de altura na copa das árvores da floresta Zica, que margeia o Lago Vitória, em Uganda.
Ali, numa gaiola, o macaco Rhesus que fazia parte do experimento adoeceu. O termômetro marcava 39,7°C. Era 18 de abril de 1947. Três dias depois, uma amostra de sangue do Rhesus 766, como foi batizado, foi injetado em ratos albinos suíços – que também ficaram doentes. A expectativa era conseguir isolar o vírus da febre amarela, mas ali estava um novo agente, causador de uma doença que nunca antes havia sido registrada.
Zica, como foi chamado o vírus, em alusão à floresta onde foi encontrado, significa “aquilo que cresceu demais” em luganda, língua tradicional ugandense. Os cientistas do Instituto de Pesquisa Viral de Uganda foram os primeiros a ter contato com aquele vírus – e fizeram testes com ele incessantemente: em porquinhos-da-índia, macacos, coelhos, camundongos. Nos últimos, o vírus causou danos cerebrais.
[…]
Não é à toa que o médico Alexander Haddow escolheu a floresta Zica para ser seu campo de estudo. Seus 170 mil metros quadrados, equivalentes a 20 campos de futebol, são uma rave de patógenos e vírus. É extremamente raro encontrar tantas espécies daninhas em uma área tão pequena, o que torna o lugar ideal para uma investigação. Suas árvores são abrigo para mais de 70 espécies de mosquito, que carregam consigo dezenas de agentes possivelmente letais se transferidos para o homem.
Fonte: adaptado de: ALMEIDA, Verônica. Superinteressante, abril de 2016.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a interpretação do texto.
 

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Leia o fragmento a seguir e responda a questão.
O fruto de cada pé
O tal do cafezinho do dia a dia está diferente. Desde que grandes cadeias de cafeterias se tornaram comuns em cada esquina e os equipamentos para ter em casa (de máquinas de cápsulas a coadores modernos) ficaram mais acessíveis, a forma como a gente consome o café tem mudado bastante: na xícara servida nos restaurantes, nos cafés, nos shoppings e até nas prateleiras dos supermercados – uma diversidade de marcas e grãos à venda, e não mais só os de saco de plástico metalizado. Há uma nova geração de bebedores mais exigentes de preparações rigorosas e de qualidade. “Nos últimos anos surgiu uma necessidade de bebedores mais fanáticos, que quiseram acabar de uma vez com o hábito insconsciente, irreflexivo e automático de tomar café ruim e convertê-lo em um prazer hedonista”, afirma o jornalista argentino Nicolas Artusi, que se autointitula sommelier de café e é autor do livro Café – De Etiopía a Starbucks: La Historía Secreta de la Bebida más Amada u más Odiada del Mundo (Café – Da Etiópia ao Starbucks: A História Secreta da Bebida mais Amada e mais Odiada do Mundo, ainda sem edição no Brasil).
Fonte: adaptado de: TONON, Rafael. Vida Simples, abril de 2016.
Em: “Nos últimos anos surgiu uma necessidade de bebedores mais fanáticos, que quiseram acabar de uma vez com o hábito insconsciente, irreflexivo e automático de tomar café ruim e convertê-lo em um prazer hedonista”. O elemento em destaque pode ser substituído, sem prejuízo ao sentido do enunciado por:
 

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Leia o fragmento a seguir e responda a questão.
Era 1942 quando um médico escocês decidiu desbravar uma pequena e isolada mata do leste africano, Alexander Hadoow, especialista em doenças tropicais e também em insetos, comandava uma equipe de pesquisadores para entender como a febre amarela se propagava. Eles construíram uma plataforma de 40 metros de altura na copa das árvores da floresta Zica, que margeia o Lago Vitória, em Uganda.
Ali, numa gaiola, o macaco Rhesus que fazia parte do experimento adoeceu. O termômetro marcava 39,7°C. Era 18 de abril de 1947. Três dias depois, uma amostra de sangue do Rhesus 766, como foi batizado, foi injetado em ratos albinos suíços – que também ficaram doentes. A expectativa era conseguir isolar o vírus da febre amarela, mas ali estava um novo agente, causador de uma doença que nunca antes havia sido registrada.
Zica, como foi chamado o vírus, em alusão à floresta onde foi encontrado, significa “aquilo que cresceu demais” em luganda, língua tradicional ugandense. Os cientistas do Instituto de Pesquisa Viral de Uganda foram os primeiros a ter contato com aquele vírus – e fizeram testes com ele incessantemente: em porquinhos-da-índia, macacos, coelhos, camundongos. Nos últimos, o vírus causou danos cerebrais.
[…]
Não é à toa que o médico Alexander Haddow escolheu a floresta Zica para ser seu campo de estudo. Seus 170 mil metros quadrados, equivalentes a 20 campos de futebol, são uma rave de patógenos e vírus. É extremamente raro encontrar tantas espécies daninhas em uma área tão pequena, o que torna o lugar ideal para uma investigação. Suas árvores são abrigo para mais de 70 espécies de mosquito, que carregam consigo dezenas de agentes possivelmente letais se transferidos para o homem.
Fonte: adaptado de: ALMEIDA, Verônica. Superinteressante, abril de 2016.
Os elementos em destaque no texto, “eles”, primeiro parágrafo, “ali” e “que”, segundo parágrafo, e “que”, quarto parágrafo, referem-se, respectivamente, a:
 

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2522374 Ano: 2016
Disciplina: Direito Sanitário
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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O Decreto Federal Nº 3.029/1999 aprova o regulamento da Agência Nacional da Vigilância Sanitária e dá outras providências. São competências da Agência, EXCETO:
 

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2518781 Ano: 2016
Disciplina: Farmácia
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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Analise as afirmativas sobre a Portaria Nº 344 de 12 de maio de 1998 que aprova o Regulamento Técnico sobre substâncias e medicamentos sujeitos a controle especial.
I. Certificado de Autorização Especial é o documento, expedido pela Secretaria de Vigilância Sanitária do Ministério da Saúde (SVS/MS), que consubstancia a concessão da Autorização Especial.
II. Livro de Registro Específico é o livro destinado à anotação, em ordem cronológica, de estoques, de entradas (por aquisição ou produção), de saídas (por venda, processamento, uso) e de perdas de medicamentos sujeitos ao controle especial.
III. Notificação de Receita é o documento padronizado, destinado à notificação da prescrição de medicamentos: a) entorpecentes (cor amarela), b) psicotrópicos (cor azul) e c) retinóides de uso sistêmico e imunossupressores (cor branca). A Notificação, concernente aos dois primeiros grupos (a e b), deverá ser firmada por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina, no Conselho Regional de Medicina Veterinária ou no Conselho Regional de Odontologia; a concernente ao terceiro grupo (c), exclusivamente por profissional devidamente inscrito no Conselho Regional de Medicina.
IV. Substância Proscrita é a substância cujo uso está proibido no Brasil.
Marque a alternativa CORRETA.
 

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2518613 Ano: 2016
Disciplina: Saúde Pública
Banca: UFT
Orgão: Pref. Guaraí-TO
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A história da saúde pública no Brasil retrata o surgimento de diversas propostas inovadoras para integrar ações que contribuíssem para a proteção da saúde em caráter coletivo e que, por sua vez, também cooperaram na área da proteção da saúde pública, através da Vigilância Sanitária.
Analise as afirmativas sobre alguns fatos históricos que resultaram no desenho de Vigilância Sanitária brasileira do século XXI.
I. Em 1820, foi criada a Inspetoria de Saúde Pública do Porto do Rio de Janeiro e logo foram estabelecidas normas para organizar a vida nas cidades. Diversos aspectos da vida urbana da época foram contemplados: cemitérios, gêneros alimentícios, açougues, matadouros, casas de saúde, medicamentos, dentre outros.
II. A década de 1950 apresentou mudanças importantes, como a criação do Ministério da Saúde, em 1953, e, no ano seguinte, a criação do Laboratório Central de Controle de Drogas e Medicamentos (LCCDM).
III. Na década de 1980, a vigilância sanitária aproximou-se do Movimento de Reforma Sanitária e das organizações dos consumidores.
IV. Como desdobramento da VIII Conferência Nacional de Saúde, em 1988, foi realizada a Conferência Nacional de Saúde do Consumidor, que subsidiou a Lei Nº 8.078/90 (Código de Defesa do Consumidor).
Marque a alternativa CORRETA.
 

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Leia o fragmento a seguir e responda a questão.
O fruto de cada pé
O tal do cafezinho do dia a dia está diferente. Desde que grandes cadeias de cafeterias se tornaram comuns em cada esquina e os equipamentos para ter em casa (de máquinas de cápsulas a coadores modernos) ficaram mais acessíveis, a forma como a gente consome o café tem mudado bastante: na xícara servida nos restaurantes, nos cafés, nos shoppings e até nas prateleiras dos supermercados – uma diversidade de marcas e grãos à venda, e não mais só os de saco de plástico metalizado. Há uma nova geração de bebedores mais exigentes de preparações rigorosas e de qualidade. “Nos últimos anos surgiu uma necessidade de bebedores mais fanáticos, que quiseram acabar de uma vez com o hábito insconsciente, irreflexivo e automático de tomar café ruim e convertê-lo em um prazer hedonista”, afirma o jornalista argentino Nicolas Artusi, que se autointitula sommelier de café e é autor do livro Café – De Etiopía a Starbucks: La Historía Secreta de la Bebida más Amada u más Odiada del Mundo (Café – Da Etiópia ao Starbucks: A História Secreta da Bebida mais Amada e mais Odiada do Mundo, ainda sem edição no Brasil).
Fonte: adaptado de: TONON, Rafael. Vida Simples, abril de 2016.
Assinale a alternativa CORRETA de acordo com a interpretação do texto.
 

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