Magna Concursos

Foram encontradas 265 questões.

2452519 Ano: 2013
Disciplina: Pedagogia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
“A socialização do saber, função específica da escola, deve passar não somente pela transmissão pura e simples do conhecimento, mas também pela assimilação ativa por parte dos alunos e pela possibilidade de reavaliação crítica dos conteúdos trabalhados”. Essa é uma perspectiva adotada pela
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
Segundo o texto, “Mas agora a prosperidade é a vilã”, porque, com ela, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452263 Ano: 2013
Disciplina: Matemática
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
De um pacote de 20 kg de arroz foram retiradas e vendidas as seguintes quantidades: 2,5 kg; 5,4 kg; 7,3 kg; 1,6 kg. Que quantidade de arroz sobrou no pacote?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452247 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
A ameaça da canção de ninar
Betty Milan
Quem dorme aceita se retirar da realidade e ficar indefeso. Essa retirada, sem a qual nós não vivemos, pode ser angustiante e deve ser facilitada. Por isso, espera-se de uma canção de ninar que seja apaziguadora. No entanto, ainda hoje, no Brasil, ouve-se a canção aterradora com a qual eu fui criada.
Tive o desprazer de constatar isso ligando a Rede Globo e vendo um ator que a cantava, enquanto segurava um bebê nos braços: "Dorme, nenê, que a cuca vem pegar / Papai foi pra roça / Mamãe foi passear". O rosto do ator era bonito e o bebê, comovente — dois anjos. Mas, sem ter consciência do que fazia, o ator ameaçava a criança. Dizia-lhe que o pai e a mãe estavam ausentes, e, caso ela não dormisse, a cuca a levaria.
Popularmente, a cuca é uma velha feia parecida com um jacaré. Segundo o Aurélio, um bicho-papão, um papa-gente. E, de acordo com Monteiro Lobato, uma bruxa com as unhas compridas como as de um gavião.
Como explicar a vigência de uma canção de ninar tão assustadora, se não pelo sadismo dos adultos em relação às crianças? Um sadismo cujas consequências podem ser nefastas. A educação começa no berço, com as primeiras palavras, que tanto podem abrir quanto fechar os nossos caminhos. Isso significa que o educador — o pai, a mãe ou outra pessoa — precisa atentar para o que diz. Em vez de fazer menção à cuca, por que não escolher, por exemplo, uma canção de ninar como a dos Beatles, Good Night? "Hora de dizer boa-noite / Boa noite, durma bem / O sol agora apagou a sua luz / Boa noite, durma bem". Uma canção que associa o sono à desaparição do sol, fazendo dele um fenômeno natural.
Ninguém é obrigado a procriar. A obrigação está fora de moda. Mas quem tiver filho precisa se ocupar dele durante a infância com devoção e inteligência, contrariando os hábitos, se preciso for. A vida não é fácil e, para evitar dificuldades futuras, a prevenção é sempre melhor do que o tratamento. Nós só nos esquecemos disso porque não somos educados para ser felizes, e sim para repetir o que os outros fizeram sem se questionar.
Veja, 24 de agosto de 2011 – p. 120.
A escritora Betty Milan, autora desse texto, é psicanalista. Isso lhe confere
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452226 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
É um achado característico da síndrome da lise tumoral, EXCETO
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
Criatividade não é petróleo
O Mundo estava acabando em 1915. A população de cavalos nos EUA tinha chegado a um ponto insustentável. Eram 21 milhões de animais consumindo, cada um, 4 toneladas de comida por ano, entre grãos e alfafa. Um terço das terras agricultáveis dos EUA estava dedicado à alimentação deles. Mas não dava para viver sem cavalos. A agricultura dependia dos quadrúpedes. Sem cavalo para puxar arado, você não tem plantio de larga escala. E sem plantio de larga escala não dava para alimentar uma população mundial que já roçava a marca de 2 bilhões de habitantes!$ ^{A)} !$. Mas agora a conta ameaçava não fechar mais. Era a profecia do economista Thomas Malthus virando realidade: a Terra não teria condições de suportar bilhões de pessoas. Malthus tinha previsto isso lá atrás, em 1798. Os donos do dinheiro não deram ouvidos. E agora, em pleno 1915, era tarde demais. Mas não. Se você está lendo este texto agora é porque passamos bem pela crise da superpopulação equina. E o herói que salvou o mundo dessa tem nome: petróleo!$ ^{C)} !$.
O motor à combustão interna, na forma de tratores e carros, substituiu os cavalos. E o petróleo tomou o lugar dos grãos e da alfafa no papel de fonte de energia, liberando terras para o plantio de comida para humanos. De quebra, um subproduto da produção de petróleo, o gás natural, virou a base para a produção de fertilizantes – sem os quais não daria mesmo para alimentar bilhões de cabeças humanas. E hoje uma parte razoável do que você come passou por uma fábrica de fertilizantes antes de entrar na sua boca – carvão, gás e ar, a matéria-prima dos insumos agrícolas, entraram para o nosso cardápio. Ainda bem. O boom na produção de comida alimentou outro: o da produção de riqueza na forma de bens materiais. Essa sim, e não a população, cresceu de forma exponencial, como traduz o jornalista inglês Matt Ridley em seu livro O Otimista Racional “A classe média americana de 1955, luxuriante em seus carros, confortos e aparelhos elétricos, hoje seria descrita como ‘abaixo da linha da pobreza’ nos EUA. Hoje, dos americanos oficialmente designados como pobres, 99% têm energia elétrica e geladeira, 95% têm televisão” . No Brasil, o salto é até mais espantoso, já que nosso boom de produção de riqueza é bem mais recente. Em 1992, um quarto dos domicílios não tinha televisão. Em 2009, 95,6% tinham. A penetração das máquinas de lavar quase dobrou desde 1992 para cá: de 24% das casas para 44%. E tem os celulares. No ano 2000, a Finlândia chegava à marca de um celular por habitante. Em 2010, o Brasil ultrapassou. E hoje temos 247 milhões de linhas, ativas, contra 195 milhões de habitantes.
Mas agora a prosperidade é a vilã. O discurso comum é o de que, nesse ritmo, a Terra não aguenta. Haja lítio para tanto celular. Haja carvão para tanto consumo de energia. Haja fertilizante para os trabalhadores braçais que hoje se alimentam mais e melhor que o rei Henrique 8.º. A conta também não fecha mais para o motor de combustão interna. Nem para o carvão como fonte de energia – não dá mais para brincar com as emissões de CO2 e com o clima. E tem a água: a produção de 1 kg de carne demanda 15 mil litros de água. E com bilhões de Henriques 8.ºs por aí, o planeta chia: hoje 2,7 bilhões de pessoas sofrem com falta de água pelo menos durante um mês por ano!$ ^{D)} !$. Mas, de novo, nada disso significa que Thomas Maltus estava certo. A tecnologia que nos livrou do caos lá atrás agora nos leva a outro caos. Ok. Só que já começam a pipocar soluções!$ ^{B)} !$. Na ponta da energia, há o “carvão limpo” – termelétricas que eliminam o !$ CO_2 !$ da fumaça que emitem. Os gastos com essa filtragem seriam cobertos com um aumento de 30% na conta de luz – indigesto, mas viável. E a fusão nuclear, que não deixa resíduos radiativos e promete energia virtualmente infinita, continua no horizonte. Na ponta da água, a solução pode estar numa criação do inventor do Segway, Dean Kamen: um aparelho capaz de transformar água salgada (e de esgoto e de rios poluídos) em água potável. Cada unidade, do tamanho de um frigobar, produz mil litros de água por dia – havendo energia limpa e barata para que esses “frigobares” possam trabalhar, teremos água para tantos quantos cavalos ou Heriques !$ 8.º^s !$ existirem no mundo. Tudo isso é a salvação da lavoura?
Não. Temos muito a resolver antes de decretar a viabilidade de um mundo para 10,20 bilhões de pessoas. Mas iniciativas desse tipo mostram um ponto que Thomas Malthus e outros profetas do apocalipse não costumam levar em conta: o de que a inventividade humana não é petróleo. Não é um recurso finito.
(VERSIGNASSI, Alexande. Criatividade não é petróleo.
Revista Superinteressante. N.º 305. Junho/2012, p.17)
Marque a alternativa em que NÃO se fez uso de verbo em sentido figurado.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452169 Ano: 2013
Disciplina: Medicina
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
Na cetoacidose diabética, a correção excessivamente rápida da glicemia pode causar:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452078 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
SEGURANÇA E SAÚDE NO TRABALHO
Nossa turma aprendeu que realizar um trabalho é algo que deve ser feito com cuidado. Só assim os riscos à saúde podem ser evitados. Em toda atividade – até mesmo quando brincamos –, existem riscos de acidentes. Em vez de ignorar esses riscos, devemos ficar atentos para diminuí-los.
A prevenção de acidentes começa com educação. Quanto mais uma pessoa estiver informada sobre os riscos, mais ela poderá evitá-los. Na maioria das vezes, são informações bem simples. Até mesmo ações como abrir uma porta ou beber água podem ser mais seguras se estivermos informados. Também existem formas de trabalhar em equipe, de organizar o local de trabalho, e de lidar com os materiais e ferramentas que tornam o trabalho mais seguro.
Equipamentos de segurança são essenciais. Cada atividade tem os seus. Além disso, deve existir uma série de cuidados em relação aos colegas de trabalho. Se você visse um amigo mexendo com fósforos, avisaria do perigo, certo? Pois em um local de trabalho também é assim. Todos devem saber como agir corretamente e também ajudar uns aos outros.
É por essa razão que existe um campo de atividade conhecido como SST – Segurança e Saúde no Trabalho. Nela, atuam os profissionais que estudam para melhorar as condições de trabalho da indústria, para que os riscos de acidentes diminuam e as práticas não sejam prejudiciais à saúde.
O Brasil vem desenvolvendo bastante seus programas de Segurança e Saúde no Trabalho. 0 SESI tem várias iniciativas para ajudar, como material educativo, apostilas, cursos a distância e consultoria pela internet, avaliações das condições do ambiente de trabalho, monitoramento da saúde dos trabalhadores e muito mais. Se você ou sua família quiser saber mais, acesse as informações disponíveis na página de SST do SESI. 0 endereço é www.sesi.org.br/pro-sst.
Enunciado 2744918-1
EQUIPE DE SEGURANÇA E SAÚDE DO TRABALHO
Para uma área do conhecimento tão importante como a SST, são necessários profissionais capacitados. Eles avaliam uma empresa para ver se tudo lá é feito de forma segura e ensinam os trabalhadores a executarem sua tarefas com segurança. Também estudam os casos de acidentes para identificarem as causas e poder corrigi-las para que não aconteçam novamente. Profissionais como engenheiro e técnico de segurança, médico, enfermeiro, técnico de enfermagem, dentista, fonoaudiólogo, fisioterapeuta trabalham juntos para garantir um ambiente saudável e seguro para todos.
Revista do SESI, N° 122.
O texto cita características e ações de profissionais da SST. Qual das ações citadas abaixo NÃO se encontra no texto?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452056 Ano: 2013
Disciplina: Português
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Rio+20 é ponto de partida e não de chegada, diz Dilma
A presidente Dilma Rousseff disse em entrevista no Riocentro que a Rio+20 é "um ponto de partida e não ponto de chegada". Para ela, o documento final da conferência foi o possível, mas "é óbvio que não atende" à prática brasileira. "Somos, talvez, o país mais avançado no gasto ambiental, mas não posso medir todos os países com a medida do Brasil. O multilateralismo se respeita. Pode querer diferente, mas se não deu, não pode criticar [o consenso]".
A entrevista foi concedida pouco antes de a presidente discursar na sessão de encerramento da Conferência das Nações Unidas sobre Desenvolvimento Sustentável, a Rio+20, no Rio de Janeiro. Para Dilma, o que se fez no Rio foi construir "consensos históricos". A presidente disse que o documento "O futuro que queremos" não limita a ação dos países.
"A partir deste momento, as nações devem avançar. Ninguém pode ficar aquém, todos devem e podem ir além dessa posição. Isso significa que a próxima conferência tem que dar um passo à frente". A presidente disse que a Rio+20 teve "ampla participação" da sociedade civil como nunca antes em outras conferências da ONU. Confrontada com as críticas que recebeu do terceiro setor, disse: "Eu vejo com normalidade a reação da sociedade civil; o que está acontecendo aqui é uma conferência de países soberanos". E mais: "É óbvio que as ONGs podem fazer um documento delas”, mas "nós construímos um espaço para escutá-las".
Dilma lembrou que numa outra conferência sobre desenvolvimento sustentável, em 2010, em Copenhague, "não houve consenso nenhum". Daí a razão de ela achar a Rio+20 um avanço por ter um documento formal – ainda que seja apenas uma lista de declaração de intenções. Dilma fez uma crítica velada aos países desenvolvidos, Estados Unidos à frente, que rejeitaram a criação de um fundo verde para ajudar na transição de países emergentes e pobres para um modelo de desenvolvimento sustentável.
"Em Los Cabos, no México, os países Brics colocaram US$75 bilhões no FMI. Um país africano, a África do Sul, teve a generosidade de compreender a crise da Europa e contribuiu com US$2 bilhões. Por entender a gravidade da situação da Europa", disse Dilma, quando indagada sobre a razão de os países ricos terem rejeitado o fundo verde.
Mais adiante, Dilma matizou suas críticas. "Não acho que ninguém é responsável pelo atraso de nada", declarou. Para a presidente "muitos países estão enfrentando uma conjuntura difícil". Isso teria contribuído para a dificuldade em se firmar muitos compromissos objetivos no documento final da Rio+20. Indagada se o texto atendia às suas expectativas, Dilma disse: "Atende a nossa prática? É óbvio que não". Em seguida comparou a matriz energética do Brasil (47% de fontes renováveis) com a de outros países desenvolvidos, muito menor.
"Mas não posso medir os outros países pela medida do Brasil", declarou a presidente. Ela exaltou a "capacidade" do Brasil de fazer uma "conferência de porte" como a Rio+20 e oferecer uma "plataforma comum", no caso, o documento final. "Isso é uma grande conquista". E concluiu: "Minha expectativa está amplamente satisfeita".
O documento final servirá, a partir de agora, de base para cobrança dos países signatários sobre atitudes a serem seguidas: "A partir de agora vamos medir com esse metro".
Folha de São Paulo, Caderno de Ciência, 22/6/2012.
O objetivo primeiro da Rio+20 foi
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
2452051 Ano: 2013
Disciplina: Fisioterapia
Banca: COTEC
Orgão: Pref. Cônego Marinho-MG
Provas:
O fisioterapeuta é chamado para atender, na enfermaria, um paciente que apresenta o seguinte quadro clínico: febre, astenia, tosse inicialmente seca e depois com expectoração. Os sintomas descritos acima são correspondentes a
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas