Foram encontradas 324 questões.
Uma TV é vendida à vista por R$ 1.500,00. A prazo
é vendida com R$ 450,00 de entrada mais uma parcela de
R$ 1.200,00 após 4 meses. Qual a taxa mensal de juros simples cobrada ao mês?
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Analise as frases abaixo:
I. No ano passado, ocorreram muitos transtornos no cenário político.
II. Faz dois anos que o aluno Pedro Alcântara tenta ingressar na Faculdade.
III. O pessoal perderam o horário do ônibus e tentaram pegar o trem.
IV. O ano mal começou e já foi noticiado muitos assassinatos.
Marque a alternativa correta quanto à concordância verbal na frase:
I. No ano passado, ocorreram muitos transtornos no cenário político.
II. Faz dois anos que o aluno Pedro Alcântara tenta ingressar na Faculdade.
III. O pessoal perderam o horário do ônibus e tentaram pegar o trem.
IV. O ano mal começou e já foi noticiado muitos assassinatos.
Marque a alternativa correta quanto à concordância verbal na frase:
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TEXTO 01
Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
Texto adaptado.)
Marque a alternativa que apresenta a regência do verbo “necessita” nesse contexto:
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TEXTO 01
Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
Texto adaptado.)
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Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
Texto adaptado.)
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
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que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
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Quanto tempo falta até
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Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
-tempo-falta-ate-as-ias-criarem-as-proximas-ias/Acesso em 03/02/26.
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Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
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Quanto tempo falta até
as IAs criarem as próximas IAs?
Na semana passada, o pesquisador de inteligência
artificial (IA) e atual CEO da Anthropic, Dario Amodei
publicou o ensaio “The Adolescence of Technology” em
que ele discorre sobre os riscos da atual fase de crescimento exponencial das capacidades dos algoritmos de IA. A
parte do ensaio que criou maior polêmica foi a menção da
proximidade que estamos do desenvolvimento de algoritmos recursivos, ou seja, de modelos que sejam capazes de
se autoprogramar. Segundo Amodei, estamos “1 a 2 anos
de um ponto em que a geração atual de IA construa a próxima de forma autônoma”.(...)
Mas para que as IAs, realmente, criem a sua próxima geração de forma autônoma, alguns desafios técnicos
precisam ser superados. A capacidade de aprimorar continuamente a sua própria arquitetura neural, não apenas
ajustar seus pesos, é um deles. Outro é desenvolver um
meta-aprendizado sobre a sua otimização, compreendendo de fato por que certas mudanças melhoram o seu
desempenho, em vez de apenas testá-las empiricamente.
Além disso, treinar modelos de IA necessita de uma infraestrutura computacional enorme, e a IA teria de orquestrar
esse processo de forma completamente autônoma.
O ensaio de Amodei, no entanto, não é otimista sem
ressalvas. Ele aponta preocupações legítimas sobre essa
transição. Uma delas é a perda de controle interpretativo, já que, se hoje não entendemos completamente como
uma IA funciona, isso tende a piorar quando for criada por
outra IA. Outra é a concentração de poder, já que quem
controlar as primeiras IAs recursivas pode obter vantagens
estratégicas sem precedentes históricos. É importante esclarecer que a previsão de Amodei não é uma unanimidade na comunidade científica. Alguns pioneiros da área (...)
argumentam que ainda faltam avanços fundamentais em
áreas como raciocínio abstrato e visão de mundo antes de
chegarmos a esse nível.
Independentemente do cronograma exato, a trajetória é inegável e aponta para um mundo onde o avanço
tecnológico será cada vez mais automatizado. Isso não
significa necessariamente o fim do trabalho humano em
ciência e tecnologia, mas uma transformação radical sobre
como ele é realizado.
(https://www.estadao.com.br/alexandre-chiavegatto-filho/quanto-
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