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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
O Município ampliará, anualmente, na manutenção e desenvolvimento de ensino público, no mínimo, 25% da receita resultante dos impostos, inclusive dos recursos provenientes de transferências. (Artigo 130 – Lei Orgânica do Município de Cachoeira Paulista). É vedada a utilização dos recursos referidos no “caput” deste artigo para:
I- Financiar ou manter programas suplementares de alimentação.
II- Financiar ou manter programas de transporte.
III- Assistência à saúde.
IV- Assistir instituições de ensino filantrópicas, comunitárias ou confessionais.
São corretas:
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Disciplina: Legislação Municipal
Banca: AGIRH
Orgão: Pref. Cachoeira Paulista-SP
Segundo o artigo 19 da Lei Orgânica de Cachoeira Paulista, a iniciativa popular poderá ser exercida pela apresentação à Câmara Municipal de Projetos de Lei de interesse específico do Município, da cidade ou de bairros, subscrito por, no mínimo de:
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“Não existe nada suficientemente conhecido. Todo o contato com o objeto a conhecer envolve uma readmiração e uma transformação da realidade. Se o conhecimento fosse absoluto a educação poderia constituir-se numa mera transmissão e memorização de conteúdos, mas, como é dinâmico, há necessidade da crítica, do diálogo, da comunicação, da interdisciplinaridade”.
A década de 60 inaugura o início dos estudos sobre interdisciplinaridade. Surgem entre os teólogos e fenomenológicos na busca de um sentido mais humano para a Educação.
“Falou-se em interdisciplinaridade como uma nova pedagogia capaz de identificar o vivido e o estudado; capaz de construir conhecimento a partir da relação de múltiplas e variadas experiências. Falávamos em inter como uma forma de construir um novo perfil profissional um profissional aberto a novos campos do conhecimento e novas descobertas. Falávamos em inter como possibilidade do incentivo à formação de pesquisadores e pesquisas numa direção diferenciada, a que pressupusesse a unidade dos objetivos que a fragmentação dos métodos separou. Falávamos em inter como condição para uma educação permanente”. A interdisciplinaridade como categoria em ação é um pressuposto defendido por:
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O Projeto Político e Pedagógico nasce da necessidade de organização do trabalho pedagógico para os alunos, a escola é o lugar de concepção, realização e avaliação dessa ação. É um elo entre a escola e a comunidade escolar, bem como com o sistema de ensino que a compõe. Essa construção faz emergir a necessidade de responsabilização de diversos atores na prática social. Paulo Roberto Padilha em sua obra: Planejamento Dialógico: como construir o projeto político-pedagógico da escola enfatiza que a construção do projeto da escola exige a definição de princípios, estratégias concretas e, principalmente, muito trabalho coletivo. Apresenta algumas características para a operacionalização do Projeto Político Pedagógico:
I - Todas as ações do projeto político pedagógico da escola deverão nortear-se aos princípios do planejamento dialógico, ou seja, essa nova maneira de entender o planejamento da escola, que visa garantir a participação efetiva dos vários segmentos escolares.
II- A maior preocupação da escola deve ser o melhor atendimento ao aluno, o projeto político-pedagógico deve partir da avaliação objetiva das necessidades e expectativas de todos os segmentos escolares. Deve ser considerado como um processo sempre inconcluso, portanto, suscetível às mudanças necessárias durante sua concretização.
III – O projeto deve proporcionar a melhoria da organização administrativa, pedagógica e financeira da escola e também a modificação da coordenação dos serviços, sua própria estrutura formal e o estabelecimento de novas relações pessoais, interpessoais e institucionais.
IV - A maior preocupação da escola deve ser o melhor atendimento ao aluno, o projeto político-pedagógico deve partir da avaliação objetiva das necessidades e expectativas de todos os segmentos escolares. Deve ser considerado como um processo concluso, portanto, inflexível.
V – A reflexão sobre a prática pedagógica dos professores e as teorias que as embasam deve ser prática contínua na unidade escolar.
Assinale a preposição FALSA
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“Existe escola verdadeiramente pública no Brasil”? A partir dessa indagação o autor Vítor Paro, constrói todo seu texto Gestão Democrática na escola pública. Para ele a escola é um espaço social que celebra a aprendizagem, vive o encanto da construção da emancipação humana, consolida relações, contribui para a humanidade. E pela gestão que se garante uma prática de construção emancipatória da existência das pessoas e da humanidade.
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Heloísa Lück , em sua obra, Liderança em Gestão Escolar, ressalta que o diretor de escola, o diretor assistente ou adjunto, o supervisor pedagógico e o orientador educacional, assim como os demais membros da equipe de gestão escolar e seus professores, desempenham um papel no desenvolvimento da liderança na escola. A autora define liderança e gestão
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Terezinha Azeredo Rios em sua obra: Compreender e ensinar -Por uma docência de melhor qualidade, nos traz uma definição de competência apresentando uma totalidade, ou seja, uma pluralidade de propriedades (conjunto de qualidades de caráter positivo) mostrando suas dimensões: técnica, política, ética, estética e a estreita relação entre ela. Portanto:
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Segundo o autor Paulo Freire, na obra: Pedagogia da autonomia, Capítulo 1- Não Há docência sem Discência. Há um processo a ser considerado na experiência permanente do educador. No dia-a-dia ele recebe os conhecimentos- conteúdos acumulados pelo sujeito, o aluno, que sabe e lhe transmite. Nesse sentido ensinar não é transferir conhecimentos, conteúdos, nem formar é ação pela qual um sujeito criador dá forma, alma a um corpo indeciso e acomodado. Quem ensina aprende ao ensinar e quem aprende ensina ao aprender. Sé existe ensino quando este resulta num aprendizado em que o aprendiz se tornou capaz de recriar ou refazer o ensinado. Nós somos seres programados para aprender. O processo de aprender pode deflagrar no aprendiz uma curiosidade crescente que pode torná-lo mais e mais criador, quanto mais se exerce a capacidade de aprender tanto mais se constrói e desenvolve a “curiosidade epistemológica”, sem a qual não alcançamos o conhecimento total do objeto. Assim ensinar:
I – Exige rigorosidade metodológica. O educador democrático, crítico, em sua prática docente deve forçar a capacidade de crítica do educando, sua curiosidade, sua insubmissão. Trabalhar com os educandos a rigorosidade metódica com que devem se “aproximar” dos objetos cognoscíveis, é uma de suas tarefas primordiais. Por isso, ele precisa ser um educador criador, instigador, inquieto, rigorosamente curioso, humilde e persistente.
II – não exige pesquisa. O ensino não está vinculado à pesquisa. O ensino, o saber está pronto e acabado, não precisa buscar. Todo conhecimento está determinado nos currículos escolares, pronto a ser implementado sem necessidade de pesquisa.
III- Exige criticidade. Entre o saber feito de pura experiência e o resultante dos procedimentos metodologicamente rigorosos, não há ruptura, mas uma superação que se dá na medida em que a curiosidade ingênua, associada ao saber do senso comum, vai sendo substituída pela curiosidade crítica ou epistemológica que rigoriza metodologicamente.
IV – Exige não aceitar o novo, rejeitar qualquer forma de inovação. Precisamos valoriza o que é velho, pois este encontra se preservado em sua validade e eficiência metodológica. O pensar certo na prática educativa é valoriza apenas o “velho”, testado e comprovado com rigor de eficiência.
V – Exige humildade, tolerância e luta em defesa dos direitos dos educadores. A luta dos professores em defesa de seus direitos e dignidade, deve ser entendida como um momento importante de sua prática docente, enquanto prática ética. Necessito cultivar a humildade e a tolerância afim de manter meu respeito de professor ao educando.
Assinale a(s) preposição(ões) FALSA(S):
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Paulo Reglus Neves Freire (1921-1997), foi pedagogo, brasileiro, nascido em Recife. Desenvolveu um método de ensino baseado na aprendizagem de palavras que são conhecidas pelo aluno, sendo divididas em sílabas que podem ser recombinadas, originando a escrita de outras palavras. Para ele a Educação é libertadora desde que o seu sujeito seja o povo oprimido, sendo a finalidade da educação a libertação. Em sua obra: Pedagogia da Esperança: um reencontro com a pedagogia do oprimido, aponta:
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A avaliação vem se tornando a cada dia um tema mais polêmico. Não se pode pensar no debate educativo sem considerar a avaliação nos marcos das políticas públicas e em sua realização no cotidiano escolar, portanto, fortemente vinculada às questões curriculares. A autora Maria Teresa Esteban, em seu livro Escola, currículo, avaliação insere um movimento de reflexão sobre a democratização das práticas escolares de modo a articulá-las a um amplo movimento de emancipação social. Segundo a autora:
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