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Foram encontradas 50 questões.

2524943 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Considerando as noções de apoio administrativo, destacadas por Rodrigues (1999), relacione os diferentes tipos de documentos às suas respectivas descrições:
1. Recibo
2. Ata e relatório
3. Correspondência
4. Ordem de serviço
5. Relatório gerencial
( ) Destaca o valor ganho pela prestação de serviço.
( ) Contém dados e informações sobre produtos encomendados.
( ) Expressa fatos resumidos que auxiliam na tomada de decisões.
( ) Representa a troca de informações entre organizações e clientes.
( ) Registra os fatos mais significativos ocorridos ou discutidos em reuniões.
A sequência correta é
 

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2524747 Ano: 2016
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Os recursos patrimoniais representam elementos essenciais na operação e na produção de produtos e serviços que atenderão às demandas internas e externas à organização (POZO, 2010). A atividade ligada à administração patrimonial que tem como finalidade facilitar, simplificar, especificar e padronizar os bens materiais e patrimoniais, denomina-se

 

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2524560 Ano: 2016
Disciplina: Matemática
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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No lançamento de três dados, dois cubos numerados de 1 a 6 e um tetraedro numerado de 0 a 3, a probabilidade da soma dos valores encontrados ser maior do que 6 e menor do que 13 é

 

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2523848 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Na elaboração de relatórios, observam-se alguns aspectos básicos (OLIVEIRA, 1998). Analise as asserções a seguir:
Um aspecto de grande valia para os relatórios gerenciais são os gráficos
PORQUE
têm finalidade de facilitar o entendimento do assunto através de melhor visualização dos níveis de tomada de decisão, por exemplo.
É correto afirmar que
 

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2521130 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Em relação às espécies de atos administrativos e suas formas de exteriorização, apresentadas por Carvalho Filho (2014), a regulamentação de uma lei é feita por meio de
 

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2521000 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”(D). Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal(C), estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas(B), mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?(A)
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
O uso de próclise só NÃO é obrigatório em
 

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2520941 Ano: 2016
Disciplina: Português
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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Texto 1
Consumismo da linguagem: sobre o rebaixamento dos discursos
Márcia Tiburi
No processo de rebaixamento dos discursos, do debate e do diálogo que presenciamos em escala nacional, surgem maledicências e mal-entendidos que se entrelaçam, formando o processo que venho chamando de “consumismo da linguagem”. Meios de comunicação em geral, inclusas as redes sociais e grande parte da imprensa, onde ideologias e indivíduos podem se expressar livremente sem limites de responsabilidade ética e legal, estabelecem compreensões gerais sobre fatos que passam a circular como verdades apenas porque são repetidas. Quem sabe manipular o círculo vicioso e tortuoso da linguagem ganha em termos de poder.
O processo que venho chamando de “consumismo da linguagem” é a eliminação do elemento político da linguagem pelo incremento do seu potencial demagógico. O esvaziamento político é, muitas vezes, mascarado de expressão particular, de direito à livre expressão. A histeria, a gritaria, as falácias e falsos argumentos fazem muito sucesso, são livremente imitados e soam como absurdos apenas a quem se nega a comprar a lógica da distorção em alta no mercado da linguagem.
A lógica da distorção é própria ao consumismo da linguagem. Como em todo consumismo, o consumismo da linguagem produz vítimas, mas produz também o aproveitador da vítima e o aproveitador da suposta vantagem de ser vítima. “Vantagem” que ele inventa a partir da lógica da distorção à qual serve. Vítimas estão aí. Uma reflexão sobre o tema talvez nos permita pensar em nossas posturas e imposturas quando atacamos e somos atacados ao nível da linguagem.
Penso em como as pessoas e as instituições se tornam ora vítimas, ora algozes de discursos criados com fins específicos de produzir violência e destruição. Não me refiro a nenhum tipo de violência essencial própria ao discurso enquanto contrário ao diálogo, nem à violência casual de falas esporádicas, mas aquela projetada e usada como estratégia em acusações gratuitas, campanhas difamatórias, xingamentos em geral e também na criação de um contexto violento que seja capaz de fomentar um imaginário destrutivo. O jogo de linguagem midiático inclui toda forma de violência, inclusive a propaganda que, mesmo sendo mais sutil que programas de sanguinolência e humilhação, tem sempre algo de enganoso. O processo das brigas entre partidários, candidatos, ou desafetos em geral, é inútil do ponto de vista de avanços políticos e sociais, mas não é inútil a quem deseja apenas o envenenamento e a destruição social. [...]
Os discursos podem fazer muita coisa por nós, mas podem também atuar contra nós. Ora, usamos discursos, mas também somos usados por eles (penso na subjetividade dos jornalistas e apresentadores de televisão que discursam pela mentira e pela maledicência). Aqueles que usam discursos sempre podem ocupar a posição de algozes: usam seu discurso contra o outro, mas também podem ser usados por discursos que julgam ser autenticamente seus. O que chamamos de discurso, diferente do diálogo, sempre tem algo de pronto. Na verdade, quem pensa que faz um discurso sempre é feito por ele.
Somos construídos pelo que dizemos. E pelo que pensamos que estamos dizendo. A diferença talvez esteja entre quem somos e quem pensamos que somos. Há sempre algum grau de objetividade nessas definições.
Uma pergunta que podemos nos colocar é: o que pode significar ser vítima de discursos na era do consumismo da linguagem? Por que aderimos, por que os repetimos? [...]
A violência verbal é distributiva e não estamos sabendo contê-la. Mas, de fato, gostaríamos de contê-la? Não há entre nós uma satisfação profunda com a violência fácil das palavras que os meios de comunicação sabem manipular tão bem? Não há quem, querendo brigar, goze com a disputa vazia assim como se satisfaz com as falas estúpidas dos agentes da televisão? Por que, afinal de contas, não contemos a violência da linguagem em nossas vidas? Grandes interesses estão sempre em jogo, mas o que os pequenos interesses de cidadãos têm a ver com eles? [...] Por que as pessoas são tão suscetíveis? [...] Se a linguagem foi o que nos tornou seres políticos, a sua destruição nos tornará o quê?
Fonte: Revista Cult, disponível em:<http://revistacult.uol.com.br
/home/2015/08/consumismo- da-linguagem-sobre-o-rebaixamento-dos-discursos/21/08/2015> Acesso em 18 jan.2016 (fragmento de texto adaptado)
NÃO se constitui uma estratégia argumentativa utilizada no texto 1:
 

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2520724 Ano: 2016
Disciplina: Administração Geral
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
A terminologia mais adequada para análises e aplicações referentes aos princípios de percepção, diversidade, previsão e influência, relacionadas ao pensar e agir humano dentro das organizações, conforme Limongi-França (2006), é
 

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2520721 Ano: 2016
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
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O processo destinado à garantia de isonomia, eficiência administrativa e desenvolvimento sustentável, realizado em conformidade com os princípios básicos da legalidade, da impessoalidade, da moralidade, da igualdade, da publicidade, da probidade administrativa, da vinculação ao instrumento convocatório, do julgamento objetivo e dos que lhes são correlatos, segundo a Lei 8.666, denomina-se
 

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2520400 Ano: 2016
Disciplina: Redação Oficial
Banca: FCM
Orgão: Pref. Barbacena-MG
Provas:
Analise as afirmativas abaixo em relação ao emprego das características fundamentais da Redação Oficial e assinale (V) para verdadeiro ou (F) para falso:
( ) A padronização implica a imediata compreensão com o mínimo de palavras.
( ) A concisão e clareza referem-se ao uso de papéis e à correta diagramação do texto.
( ) A compreensão de atos e comunicações oficiais é dificultada com o uso de jargão técnico.
( ) O tratamento impessoal decorre da ausência de impressões individuais de quem comunica.
A sequência correta é
 

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