Foram encontradas 125 questões.
- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeConcordância
- MorfologiaVerbosConjugaçãoFlexão Verbal de Número
Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- SintaxeTermos Acessórios e Independentes
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração Intercalada
Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
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4242308
Ano: 2026
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Gama
Orgão: Pref. Aspásia-SP
Disciplina: TI - Gestão e Governança de TI
Banca: Gama
Orgão: Pref. Aspásia-SP
Provas:
O registro das informações coletadas durante a visita
domiciliar é etapa essencial do processo de trabalho
do ACS, garantindo a continuidade do cuidado e
subsidiando o planejamento da equipe de saúde. O
sistema de informação oficial do Ministério da Saúde utilizado pelo ACS para registro das fichas de cadastro
domiciliar, cadastro individual e visita domiciliar, que
alimenta a base de dados da Atenção Básica nacional,
é denominado:
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A visita domiciliar é o principal instrumento de
trabalho do ACS e deve ser planejada previamente
com base nas informações do cadastro familiar, nas
prioridades de acompanhamento e nos ciclos de vida
das famílias do território. A frequência mínima de
visitas domiciliares a cada família cadastrada,
preconizada pela Política Nacional de Atenção Básica,
é de:
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O mapeamento da área de atuação é instrumento
fundamental para o planejamento das ações do ACS,
permitindo a identificação dos territórios de
responsabilidade, os grupos prioritários e as situações
de vulnerabilidade. O instrumento cartográfico
utilizado pelo ACS para registro das famílias, dos
equipamentos sociais e das situações de risco no
território, elaborado de forma participativa com a
comunidade e atualizado periodicamente, é
denominado:
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No aleitamento materno, identifique o sinal que mais
sugere pega inadequada durante a mamada:
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Nos indicadores de saúde, indique o coeficiente mais
usado para avaliar o risco de morte de menores de 1
ano em determinada população:
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