Foram encontradas 125 questões.
Uma construtora atrasou o pagamento de uma
duplicata de R$84.000,00, sujeitando-se a uma multa
contratual fixa de 2% sobre o valor original, além de
juros simples de 0,15% ao dia de atraso. O setor
financeiro quitou a dívida transferindo R$89.208,00.
Identifique a quantidade de dias transcorridos entre o
vencimento e a efetivação do pagamento.
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O setor de engenharia de dados precisa migrar um
banco de arquivos de 150 Terabytes para a nuvem,
volume que sofre uma compressão automática
redutora de 20% antes do envio. O link principal de
fibra óptica transmitiu 3 Terabytes por hora durante
25 horas contínuas, momento em que apresentou
falha estrutural irrecuperável. Para concluir a
migração, restando apenas 9 horas para o fim da
janela operacional, um link de contingência foi
ativado. Estipule a taxa de transmissão contínua
exigida, em Terabytes por hora, para esse link
secundário cumprir o prazo.
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O setor de TI de uma corporação exige a criação de
senhas de acesso formadas por exatamente 4
algarismos distintos, escolhidos do sistema decimal.
Para aumentar a segurança, o servidor rejeita senhas
que iniciem com o dígito zero ou que terminem com
um número ímpar. Calcule o total de senhas válidas
que podem ser cadastradas sob essas restrições
operacionais.
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Uma transportadora possui uma frota composta
exclusivamente por vans e caminhões, totalizando 45
veículos operacionais. O custo diário de manutenção
preventiva de cada van é de R$120,00, enquanto o de
cada caminhão é de R$250,00, gerando uma despesa
total diária de R$7.740,00. Indique em quantas
unidades o número de vans supera o número de
caminhões nessa frota.
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Um silo metálico é formado por um cilindro reto
acoplado a um cone reto sobreposto, ambos com raio
da base medindo 3 metros. A altura da parte cilíndrica
é de 10 metros e a geratriz do cone mede 5 metros.
Determine o volume total de grãos, em metros
cúbicos, que preenche completamente o interior
desse silo, adotando π = 3.


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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
2024
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Eu completava 11 anos esquecida bem no meio de
janeiro – o que quer dizer que talvez eu faça doze anos
enquanto escrevo esse livro [01] –, ajudando minha
mãe na loja de velhos. Gosto de chamar de Loja de
Velhos porque parece que vendemos velhos.
Com o tempo, comecei a acreditar que isso é verdade,
porque os velhinhos precisam de uma porção de
coisas que já fazem parte do nosso corpo, e parece
que, peça por peça, estamos vendendo velhinhos
inteiros. As pessoas vão lá e pedem coisas que eu nem
imaginava que alguém poderia precisar, e eu vou
procurar lá em cima, em caixas com etiquetas mais ou
menos em ordem alfabética. Às vezes volto para
confirmar, peço para soletrarem, e acontece de
simplesmente não ter, e minha mãe fica com um
pouco de raiva do cliente, como se fosse culpa dele
que um parente precisasse de uma coisa tão absurda.
Meu aniversário caiu na terceira segunda-feira do ano.
Eu li na internet que esse é o dia mais triste do ano.
Todos sérios nas ruas lamentando o calor, a semana,
o ano que começa, já sem qualquer esperança de
Natal, ou promessa de ano-novo, e ainda longe do
carnaval.
Minha mãe passou o dia sentada na frente do
ventilador, abrindo e fechando um livro que eu
emprestei e ela adiava desde o ano anterior, e
mexendo num cacho do cabelo da frente que ela gosta
de enfiar por dentro do brinco gigante de argola.
Quase nenhum cliente veio, e os poucos que
apareceram buscaram coisas que não tínhamos, ou
não gostaram da minha explicação sobre o andador
dobrável – nosso funcionário sempre tira férias em
janeiro, já que eu posso ficar pra ajudar.
CARRARA, Mariana Salomão. Se deus me chamar não vou. 2ª ed. São Paulo: Editora Nós,
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