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4137677
Ano: 2026
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Disciplina: Literatura Brasileira e Estrangeira
Banca: Legalle
Orgão: Pref. Arroio Grande-RS
Provas:
O Arcadismo brasileiro, também chamado de
Neoclassicismo, desenvolveu-se no século XVIII em
diálogo com valores estéticos de equilíbrio, simplicidade e
retomada de modelos clássicos. Sobre esse movimento
literário, assinale a alternativa INCORRETA.
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
I. Em A praça é o palco da vida pública, o termo o palco da vida pública exerce função de predicativo do sujeito.
II. Em Sócrates parava gente comum, o termo gente comum exerce função de objeto direto.
IIl. Em A praça também é feira, festa, anúncio de milagre, arte, os termos feira, festa, anúncio de milagre, arte exercem Íunção de sujeitos compostos.
IV. Em A dúvida durou poucos segundos, o termo poucos segundos exerce função de adjunto adverbial de tempo.
Estão CORRETAS:
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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A praça e o lixo
A praça é o palco da vida pública. Sobre as pedras da
Acrópole, Sócrates parava gente comum para perguntar o
que e justiça, beleza, verdade. A democracia, ou pelo menos
a sua ideia, nasceu no espaço mais plural possível, onde a
diferença não e defeito, é condição.
A praça também e feira, Íesta, anúncio de milagre, arte. É
concerto e é ruído. Há quem venda pomada para a dor e
quem venda profecia para a alma; há quem cante com
técnica e há quem nos emocione com um violão desafinado.
A praça funciona como moldura, um enquadramento para a
vida social. Essa moldura urbana tem a peculiaridade de
aceitar qualquer conteúdo. Cabe todo mundo. O colorido
das etnias, a musicalidade das vozes, as brincadeiras de todas
as tribos. A convivência no seu ponto mais avançado. E, por
isso mesmo, mais frágil.
Se existe uma viftude decisiva no domínio que nós,
sapiens, conquistamos, talvez seja a capacidade de conviver
e se misturar. As descobertas mais recentes sobre o destino
dos nossos "primos" neandertais desmontam a fantasia
heroica da chacina absoluta. Nós não apenas passamos por
eles; cruzamos com eles. Carregamos algo deles no corpo, no
sangue, no DNA, como uma memória inconsciente. A praça
celebra o potencial de estar com o outro radical e, mais que
isso, trocar, aprender, ser atravessado.
Mas não quero idealizar demais. É verdade que o nosso
país trata essa vocação como uma ideia perigosa. O medo da
violência urbana empurra parte de nós para fora da vida em
comum. A alternativa mais radical tem nome limpo e portaria
pesada: condomínio. Entrar em alguns parece exigir mais
protocolos do que entrar no caixa do Banco Central. O medo
não é invenção, mas o preço é alto. Não falo do custo que o
dinheiro paga, mas do custo da convivência. Viver só entre
iguais, além de não ser totalmente verdade, é
profundamente empobrecedor.
Isso acontece em qualquer bairro, em qualquer rua. Por
economia, gosto, historia pessoal, a gente tende a morar
perto de quem se parece mais ou menos conosco. E, ainda
assim, voltando para casa, eu olhei de longe e não soube
reconhecer a figura na esquina da minha rua. Era um vizinho
largando sacos de resíduos? Era alguém procurando "algo"?
A dúvida durou poucos segundos, mas ficou em mim como
uma acusação.
Pensei então que o contêiner de lixo e, muitas vezes, a
única ponte para fora da bolha. Uns deixam os restos. E
aquilo que é resto para uns é tudo para quem recolhe. No
lixo, revela-se uma verdade sem maquiagem: ali somos
menos que bicho. E volta, como um soco antigo, a frase de
Bandeira: "Esse bicho, meu Deus, era um homem."
Autor: Júlio César Kunz - GZH (adaptado).
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Questão presente nas seguintes provas
Conjunto de elementos e formas que, em
determinado momento, revelam as relações entre homem
e natureza em diferentes epocas.
O conceito supracitado trata de qual conceito geográfico?
O conceito supracitado trata de qual conceito geográfico?
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Questão presente nas seguintes provas
No contexto do ensino de Geografia, a
alfabetização cartográfica é um processo fundamental
para que o aluno compreenda a representação do espaço.
Ao planejar uma atividade de mapeamento da
comunidade escolar, o Professor deve garantir que a
prática pedagogica seja inclusiva e representativa.
Considerando a Cartografia Temática como ferramenta
para a análise socioespacial em sala de aula, analise as
assertivas a seguir, julgando-as V, se Verdadeiras, ou F, se
Fa lsas.
( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
( ) A escala cartográfica em um mapeamento da comunidade escolar deve ser obrigatoriamente pequena (ex: 1:1.000.000), pois quanto maior o denominador da fração, mais detalhes da infraestrutura podem ser representados.
( ) A produção de mapas táteis e maquetes funcionais é uma estratégia da cartografia temática que promove a inclusão.
( ) A utilização de variáveis visuais como forma, cor e tamanho é essencial na cartografia temática para diferenciar fenômenos qualitativos e quantitativos no espaço representado.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses acima?
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Questão presente nas seguintes provas
Em 2023, a imprensa noticiou amplamente
dois fatos importantes: o mundo atingiu 8 bilhões de
habitantes e o Censo demográfico finalizado em 2022
constatou que o Brasil tinha 203 milhões de pessoas. Essas
notícias vieram acompanhadas de análises sobre os
crescentes desafios relacionados às dinâmicas
populacionais. Com base nesse tema, assinale a alternativa
CORRETA.
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Questão presente nas seguintes provas
Os agentes modeladores do relevo terrestre
podem ser classificados em endógenos e exogenos, sendo
responsáveis pela constante transformação da superfície
terrestre ao longo do tempo geologico. O _____ é um
agente endógeno modelador do relevo.
Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
Qual alternativa preenche CORRETAIT/ENTE a lacuna?
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Questão presente nas seguintes provas
A água e uma das substâncias mais
abundantes em nosso planeta e pode ser encontrada em
três estados físicos: sólido, como nas grandes geleiras;
líquido, como nos oceanos e rios e gasoso, como o vapor
na atmosfera. Além de mantenedora da vida, a água
desempenha papel fundamental na criação e na
transformação das paisagens terrestres. Com base nos
conceitos associados à hidrogeografia, numere a Coluna 2
de acordo com a Coluna 1:
Coluna 1:
1. Ciclo hidrologico.
2. Percolação.
3. Precipitação.
4. Lixiviação.
5. Escoamento superficial.
Coluna 2:
( ) Movimentação da água abaixo da superfÍcie, recarregando lençois freáticos e mantendo rios durante secas. Solos argilosos limitam o processo, enquanto os arenosos o facilitam.
( ) Processo de retirada dos nutrientes do solo pela ação da água que penetra nas camadas superficiais do substrato.
( ) Também conhecido como ciclo das águas, e o fenômeno de renovação da água na hidrosfera, essencial para a natureza.
( ) Processo de liberação da água acumulada nas nuvens de volta à superfície terrestre. Isso pode ocorrer na forma de chuva, neve ou granizo.
( ) Processo que ocorre quando a intensidade da chuva excede a capacidade de infiltração do solo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses da Coluna 2?
Coluna 1:
1. Ciclo hidrologico.
2. Percolação.
3. Precipitação.
4. Lixiviação.
5. Escoamento superficial.
Coluna 2:
( ) Movimentação da água abaixo da superfÍcie, recarregando lençois freáticos e mantendo rios durante secas. Solos argilosos limitam o processo, enquanto os arenosos o facilitam.
( ) Processo de retirada dos nutrientes do solo pela ação da água que penetra nas camadas superficiais do substrato.
( ) Também conhecido como ciclo das águas, e o fenômeno de renovação da água na hidrosfera, essencial para a natureza.
( ) Processo de liberação da água acumulada nas nuvens de volta à superfície terrestre. Isso pode ocorrer na forma de chuva, neve ou granizo.
( ) Processo que ocorre quando a intensidade da chuva excede a capacidade de infiltração do solo.
Qual alternativa preenche, CORRETAMENTE, de cima para baixo, os parênteses da Coluna 2?
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