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Assinale a alternativa que apresenta o valor da soma das raízes da seguinte equação: x² + 11x – 12 = 0.
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Assinale a alternativa que traz exclusivamente as funções da Comissão de Licitação, permanente ou Especial, de acordo com a Lei nº 8.666/1993.
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Em relação aos cargos, empregos e funções dos agentes administrativos, assinale a alternativa INCORRETA.
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Mulheres com deficiência revelam o que esperam de um futuro inclusivo
Isabella D’Ercolle
Mariana Torquato nunca foi apenas Mariana. Desde pequena, sempre que seu nome era citado, ele vinha acompanhado de um comentário cruel relacionado com a sua deficiência. “Via as pessoas apontando para mim; algumas perguntavam o que tinha acontecido”, conta a criadora do Vai uma Mãozinha Aí?, o maior canal sobre deficiência do YouTube no Brasil. A catarinense de 27 anos nasceu sem o antebraço esquerdo e cresceu sabendo que a sociedade não estava preparada para conviver com pessoas com deficiência (PcDs). Mariana faz parte dos mais de 25 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do elevado índice, as iniciativas governamentais voltadas tal parcela da população ainda são escassas. E mesmo as principais legislações em vigor – a Lei de Inclusão, de 2015, que assegura o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, e a Lei de Cotas, de 1991, que exige que empresas com mais de 100 funcionários tenham vagas destinadas a essas pessoas – muitas vezes são desrespeitadas. “Há quem ache as cotas um absurdo, mas elas se mostram extremamente necessárias em um país como o nosso, que ainda não inseriu socialmente as PcDs. É o único modo de garantir que as empresas percebam que nós existimos”, afirma Carolina Ignarra, sócia-fundadora da Talento Incluir, consultoria especializada em inclusão no mercado de trabalho. Ela abriu o negócio depois de, em 2001, sofrer um acidente, que a deixou paraplégica. Na época, mesmo com um currículo excelente, Carolina só era convocada para vagas que não tinham relação com sua formação acadêmica, de educadora física. Percebeu, então, que, para as corporações, tratava-se apenas de uma tentativa de preencher vagas obrigatórias; elas não estavam preocupadas com as pessoas. “As mulheres são vistas ainda como mais incapazes, e existe a questão da maternidade, que, para algumas companhias, é uma pedra no sapato”, revela Rosemeire Andrade, gerente de inclusão do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, que capacita grupos minoritários para o retorno ao mercado de trabalho em São Paulo.
Em parte, a dificuldade de conseguir um emprego é resultado do pouco acesso ao sistema de ensino. As estatísticas entregam: 60% das PcDs brasileiras não completaram o ensino fundamental e apenas 0,5% delas está no mercado de trabalho. As barreiras incluem falta de acessibilidade física e também intelectual, já que boa parte das instituições de ensino não oferece auxílio e monitorias especializadas a pessoas com deficiência. E não é um problema exclusivo do sistema público. A estudante paulista de jornalismo Ana Clara Moniz, 21 anos, que tem atrofia muscular espinhal tipo 2, enfrentou obstáculos mesmo tendo frequentado escolas particulares durante toda a vida. “Só depois que entrei no colégio percebi, de fato, o que significava ter uma deficiência. As escolas não queriam me aceitar quando descobriam que eu era PcD”, lembra. Após uma longa busca dos pais, Ana Clara finalmente ingressou na educação infantil e, apesar da falta de experiência da instituição, nunca teve problemas. “Mas sei que sou privilegiada. Isso não é a realidade para a maioria”, completa. Na faculdade, a história é outra. Ela enfrenta certa resistência nos pedidos de mudanças do espaço. “É complicado conseguir chegar salas em cadeira de rodas, e alguns professores não são muito compreensivos. Quando está chovendo, é difícil passar pelas rampas descobertas. Uma vez reclamei que estava tomando chuva e ouvi: ‘Pelo menos em Campinas não chove muito’”, revela. Após o diagnóstico de AME, os médicos acreditavam que Ana Clara Moniz não viveria mais do que dois anos. Hoje, ela cursa jornalismo.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Assinale a alternativa que apresenta a correta classificação do sujeito da oração a seguir: “Há quem ache as cotas um absurdo”, retirada do texto.
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Mulheres com deficiência revelam o que esperam de um futuro inclusivo
Isabella D’Ercolle
Mariana Torquato nunca foi apenas Mariana. Desde pequena, sempre que seu nome era citado, ele vinha acompanhado de um comentário cruel relacionado com a sua deficiência. “Via as pessoas apontando para mim; algumas perguntavam o que tinha acontecido”, conta a criadora do Vai uma Mãozinha Aí?, o maior canal sobre deficiência do YouTube no Brasil. A catarinense de 27 anos nasceu sem o antebraço esquerdo e cresceu sabendo que a sociedade não estava preparada para conviver com pessoas com deficiência (PcDs). Mariana faz parte dos mais de 25 milhões de brasileiros que possuem algum tipo de deficiência, seja física ou intelectual, segundo o Censo de 2010 do Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE).
Apesar do elevado índice, as iniciativas governamentais voltadas tal parcela da população ainda são escassas. E mesmo as principais legislações em vigor – a Lei de Inclusão, de 2015, que assegura o exercício dos direitos das pessoas com deficiência, e a Lei de Cotas, de 1991, que exige que empresas com mais de 100 funcionários tenham vagas destinadas a essas pessoas – muitas vezes são desrespeitadas. “Há quem ache as cotas um absurdo, mas elas se mostram extremamente necessárias em um país como o nosso, que ainda não inseriu socialmente as PcDs. É o único modo de garantir que as empresas percebam que nós existimos”, afirma Carolina Ignarra, sócia-fundadora da Talento Incluir, consultoria especializada em inclusão no mercado de trabalho. Ela abriu o negócio depois de, em 2001, sofrer um acidente, que a deixou paraplégica. Na época, mesmo com um currículo excelente, Carolina só era convocada para vagas que não tinham relação com sua formação acadêmica, de educadora física. Percebeu, então, que, para as corporações, tratava-se apenas de uma tentativa de preencher vagas obrigatórias; elas não estavam preocupadas com as pessoas. “As mulheres são vistas ainda como mais incapazes, e existe a questão da maternidade, que, para algumas companhias, é uma pedra no sapato”, revela Rosemeire Andrade, gerente de inclusão do Núcleo de Aprendizagem Profissional e Assistência Social, que capacita grupos minoritários para o retorno ao mercado de trabalho em São Paulo.
Em parte, a dificuldade de conseguir um emprego é resultado do pouco acesso ao sistema de ensino. As estatísticas entregam: 60% das PcDs brasileiras não completaram o ensino fundamental e apenas 0,5% delas está no mercado de trabalho. As barreiras incluem falta de acessibilidade física e também intelectual, já que boa parte das instituições de ensino não oferece auxílio e monitorias especializadas a pessoas com deficiência. E não é um problema exclusivo do sistema público. A estudante paulista de jornalismo Ana Clara Moniz, 21 anos, que tem atrofia muscular espinhal tipo 2, enfrentou obstáculos mesmo tendo frequentado escolas particulares durante toda a vida. “Só depois que entrei no colégio percebi, de fato, o que significava ter uma deficiência. As escolas não queriam me aceitar quando descobriam que eu era PcD”, lembra. Após uma longa busca dos pais, Ana Clara finalmente ingressou na educação infantil e, apesar da falta de experiência da instituição, nunca teve problemas. “Mas sei que sou privilegiada. Isso não é a realidade para a maioria”, completa. Na faculdade, a história é outra. Ela enfrenta certa resistência nos pedidos de mudanças do espaço. “É complicado conseguir chegar salas em cadeira de rodas, e alguns professores não são muito compreensivos. Quando está chovendo, é difícil passar pelas rampas descobertas. Uma vez reclamei que estava tomando chuva e ouvi: ‘Pelo menos em Campinas não chove muito’”, revela. Após o diagnóstico de AME, os médicos acreditavam que Ana Clara Moniz não viveria mais do que dois anos. Hoje, ela cursa jornalismo.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando os processos de formação de palavras, assinale a alternativa que apresenta palavra que tenha sido formada pelo mesmo processo que a palavra “incapazes”, retirada do texto.
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As mulheres que estão desafiando a antiga ideia de velhice
Por Isabella Marinelli
Não é uma tendência para o futuro, mas realidade. Em outubro do ano passado, o Rio Grande do Sul viu o número de idosos ultrapassar o de crianças e jovens até 14 anos. Esse marco é sintomático. Seguindo o panorama mundial, o Brasil está envelhecendo a passos largos e com contornos ainda mais acelerados. Segundo cálculos do IBGE, em 11 anos o acontecimento do estado sulista terá se repetido por todo o território nacional. E, em 2050, os seniores serão mais de 68,1 milhões, enquanto crianças e adolescentes até 14 anos somarão 18,8 milhões, segundo as expectativas mais moderadas da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Um movimento populacional tão expressivo não ficaria sem nome. Essa é a onda prateada, que promete mexer com a sociedade, as famílias e todas as mulheres, independentemente da idade.
“As mulheres que chegam hoje aos 60 anos assistiram segunda onda feminista, que foi ruas para reivindicar direitos na década de 1960. É claro que esse contexto determinaria o jeito como se comportam, querem viver e encaram a velhice”, explica Layla Vallias, mercadóloga e cofundadora da Hype60+, agência de consultoria de marketing especializada no consumidor sênior. Em parceria com a Pipe Social, plataforma vitrine que conecta negócios a investidores, a agência elaborou o estudo Tsunami60+. É o primeiro dossiê do tipo no Brasil, uma análise nacional que levou em conta as aflições, os desejos e as expectativas de pessoas com mais de 55 anos de todas as classes sociais.
Os dois sexos foram analisados, o que revelou uma grande diferença no modo como homens e mulheres reagem passagem do tempo. Enquanto eles entram em uma lógica de tristeza pós-aposentadoria, em razão do desmantelamento da figura do provedor, elas adotam a “fase da borboleta”, em que finalmente se libertam e passam a viver como sempre desejaram, longe das obrigações domésticas e profissionais. “A depressão do homem maduro é um problema sério, que deve ser encarado. Na outra ponta estão elas, capitaneando a revolução dos cabelos prateados, se exercitando, armando eventos em casa com as amigas”, explica Layla. Ao se verem com os filhos criados e sem a rotina de trabalho, podem partir para descobertas. Muitas se separam, como provam os dados. Segundo o IBGE, os divórcios dobraram na última década entre pessoas de mais de 50 anos. Isso demonstra que está caindo por terra o medo paralisante da solidão. Estar sozinha significa, então, abrir espaço para novas experiências – afetivas ou na própria companhia.
“O meu ponto de virada foi em 1997. Terminei um casamento de 24 anos porque ele já não representava a união que eu desejava. Desde então, virei outra pessoa e vivi muitas coisas. O sentimento de liberdade foi tão expressivo que quem convivia comigo notou e comentou a diferença. Eu era conservadora, uma chatonilda. Teria 48 anos de casamento hoje, mas graças a Deus não chegamos a isso. O que tivemos foi de bom tamanho”, diverte-se a professora aposentada Rita de Cássia Tavares Rodrigues, 70 anos.
Nascida no Rio de Janeiro, trabalhou em três empregos ao mesmo tempo. Descreve-se como alguém que sempre foi ativa, daquele tipo que, quando pega um problema para resolver, faz dar certo. Com uma carga tão pesada, considerava sagradas as férias de janeiro e julho com as filhas pequenas. Mas foi só recentemente, depois de parar de trabalhar, que resolveu se jogar no mundo. Em 2013, partiu para um mochilão pela Europa. “Fico nos hostels porque é mais fácil de pagar só para mim. Chegando lá, faço amizades, mesmo com quem não fala a minha língua. A gente se entende na hora e eu não fico sozinha. Isso é que é legal”, conta.
Para celebrar os 70, armou uma roda de samba com muita cerveja. “Durante a festa, perguntei pra um convidado impressionado se ele achava que seria chá com bolo. Ouvi dos jovens que eles nunca tinham bebido e se divertido tanto. Eu sei que cada minuto precisa ser vivido com intensidade. Posso dizer que é a melhor fase da minha vida, porque curto demais”, garante.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando a palavra “desmantelamento” (l. 21), analise as assertivas a seguir:
I. A palavra foi formada pelo processo de derivação parassintética.
II. Trata-se de palavra polissílaba e oxítona.
III. Um sinônimo possível seria “desmoronamento”.
Quais estão corretas?
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As mulheres que estão desafiando a antiga ideia de velhice
Por Isabella Marinelli
Não é uma tendência para o futuro, mas realidade. Em outubro do ano passado, o Rio Grande do Sul viu o número de idosos ultrapassar o de crianças e jovens até 14 anos. Esse marco é sintomático. Seguindo o panorama mundial, o Brasil está envelhecendo a passos largos e com contornos ainda mais acelerados. Segundo cálculos do IBGE, em 11 anos o acontecimento do estado sulista terá se repetido por todo o território nacional. E, em 2050, os seniores serão mais de 68,1 milhões, enquanto crianças e adolescentes até 14 anos somarão 18,8 milhões, segundo as expectativas mais moderadas da Secretaria Nacional de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos. Um movimento populacional tão expressivo não ficaria sem nome. Essa é a onda prateada, que promete mexer com a sociedade, as famílias e todas as mulheres, independentemente da idade.
“As mulheres que chegam hoje aos 60 anos assistiram segunda onda feminista, que foi ruas para reivindicar direitos na década de 1960. É claro que esse contexto determinaria o jeito como se comportam, querem viver e encaram a velhice”, explica Layla Vallias, mercadóloga e cofundadora da Hype60+, agência de consultoria de marketing especializada no consumidor sênior. Em parceria com a Pipe Social, plataforma vitrine que conecta negócios a investidores, a agência elaborou o estudo Tsunami60+. É o primeiro dossiê do tipo no Brasil, uma análise nacional que levou em conta as aflições, os desejos e as expectativas de pessoas com mais de 55 anos de todas as classes sociais.
Os dois sexos foram analisados, o que revelou uma grande diferença no modo como homens e mulheres reagem passagem do tempo. Enquanto eles entram em uma lógica de tristeza pós-aposentadoria, em razão do desmantelamento da figura do provedor, elas adotam a “fase da borboleta”, em que finalmente se libertam e passam a viver como sempre desejaram, longe das obrigações domésticas e profissionais. “A depressão do homem maduro é um problema sério, que deve ser encarado. Na outra ponta estão elas, capitaneando a revolução dos cabelos prateados, se exercitando, armando eventos em casa com as amigas”, explica Layla. Ao se verem com os filhos criados e sem a rotina de trabalho, podem partir para descobertas. Muitas se separam, como provam os dados. Segundo o IBGE, os divórcios dobraram na última década entre pessoas de mais de 50 anos. Isso demonstra que está caindo por terra o medo paralisante da solidão. Estar sozinha significa, então, abrir espaço para novas experiências – afetivas ou na própria companhia.
“O meu ponto de virada foi em 1997. Terminei um casamento de 24 anos porque ele já não representava a união que eu desejava. Desde então, virei outra pessoa e vivi muitas coisas. O sentimento de liberdade foi tão expressivo que quem convivia comigo notou e comentou a diferença. Eu era conservadora, uma chatonilda. Teria 48 anos de casamento hoje, mas graças a Deus não chegamos a isso. O que tivemos foi de bom tamanho”, diverte-se a professora aposentada Rita de Cássia Tavares Rodrigues, 70 anos.
Nascida no Rio de Janeiro, trabalhou em três empregos ao mesmo tempo. Descreve-se como alguém que sempre foi ativa, daquele tipo que, quando pega um problema para resolver, faz dar certo. Com uma carga tão pesada, considerava sagradas as férias de janeiro e julho com as filhas pequenas. Mas foi só recentemente, depois de parar de trabalhar, que resolveu se jogar no mundo. Em 2013, partiu para um mochilão pela Europa. “Fico nos hostels porque é mais fácil de pagar só para mim. Chegando lá, faço amizades, mesmo com quem não fala a minha língua. A gente se entende na hora e eu não fico sozinha. Isso é que é legal”, conta.
Para celebrar os 70, armou uma roda de samba com muita cerveja. “Durante a festa, perguntei pra um convidado impressionado se ele achava que seria chá com bolo. Ouvi dos jovens que eles nunca tinham bebido e se divertido tanto. Eu sei que cada minuto precisa ser vivido com intensidade. Posso dizer que é a melhor fase da minha vida, porque curto demais”, garante.
(Disponível em: https://claudia.abril.com.br/ – texto adaptado especialmente para esta prova.)
Considerando o emprego dos nexos linguísticos, na linha 12, o termo “para” indica noção de , podendo ser substituído por , desde que alterações no período.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
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Disciplina: Legislação Tributária Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Pref. Ametista Sul-RS
Determinada empresa prestadora de serviços deixou de recolher o Imposto sobre Serviços relativo a fato gerador ocorrido no mês de agosto de 2019. O preço do serviço apurado pelo Auditor-Fiscal foi de R$ 100.000,00, valor este utilizado como base de cálculo do imposto devido. Suponha que, à época do fato gerador, a alíquota do imposto sobre aquele serviço era de 5% e a multa pelo inadimplemento era de 20% sobre o valor do imposto devido. O lançamento ocorreu em janeiro de 2020, quando os percentuais vigentes já eram outros, já que, nessa hipotética situação, a partir de dezembro de 2019, a alíquota do imposto passou a ser de 3% e a multa de inadimplemento passou a ser de 10% sobre o imposto devido. Qual o montante (imposto + multa) devido pelo contribuinte em janeiro de 2020, sabendo-se que o prazo para o recolhimento do tributo era e ainda é o último dia útil do mês seguinte ao do fato gerador?
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Considerando o disposto na Lei Orgânica Municipal e suas alterações, analise as assertivas a seguir acerca do Poder Executivo Municipal e assinale a alternativa correta.
I. O Prefeito não poderá, sem licença da Câmara, ausentar-se do Município por mais de quinze dias e do Estado por mais de dez dias, sob pena de perda de mandato.
II. Os Secretários do Município, de livre nomeação e demissão do Prefeito, são escolhidos entre brasileiros, maiores de 21 (vinte e um) anos, no gozo dos direitos políticos.
III. Até sessenta dias antes da transmissão de cargo, o Prefeito Municipal deverá preparar, para a entrega ao sucessor e para publicação imediata, relatório da situação da Administração Municipal.
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No Windows 10, as informações de contas do usuário ficam na parte superior do menu iniciar e são, na verdade, o rótulo de um botão. Clicar no botão conta de usuário exibe uma lista de opções, que são:
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