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Foram encontradas 120 questões.

998251 Ano: 2017
Disciplina: Informática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

Julgue o item subsequente, acerca do sítio de busca Google; dos conceitos de organização e de gerenciamento de arquivos; e dos aplicativos para segurança da informação.

No sistema operacional Windows 8, todo arquivo tem de possuir um nome, e, em uma pasta com arquivos produzidos nesse sistema, cada arquivo deve ter um nome exclusivo.

 

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998246 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL
enunciado 2050682-1
Quino. Toda a Mafalda. São Paulo: Martins Fontes, 1993, p. 384
Com relação aos sentidos do texto, em que aparecem as personagens Mafalda (presente apenas no primeiro quadrinho) e Susanita, julgue o seguinte item.
No último quadrinho, a personagem Susanita percebe que seus argumentos estavam equivocados.
 

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998021 Ano: 2017
Disciplina: Direito Processual Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

Julgue o próximo item, relativo à ação penal prevista no Código de Processo Penal brasileiro.

As fundações legalmente constituídas podem exercer a ação penal.

 

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997997 Ano: 2017
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

No que concerne à defesa do Estado e das instituições democráticas, julgue o item que se segue.

A decretação do estado de defesa, medida que visa preservar ou restabelecer a ordem pública e a paz social, exige consulta prévia ao Conselho da República e ao Conselho de Defesa Nacional, os quais se manifestam em caráter meramente opinativo.

 

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996058 Ano: 2017
Disciplina: Matemática
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

De um grupo formado por 10 soldados veteranos e 15 soldados novatos serão escolhidos, aleatoriamente, 3 soldados para compor a guarda do quartel durante uma noite. A respeito dessa guarda, julgue o próximo item.

A probabilidade de a guarda ser composta somente por soldados veteranos é superior a 6%.

 

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995319 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

A palavra violência frequentemente nos remete a crimes como assassinato, estupro, roubo e lesão corporal, ou mesmo a guerras e terrorismo. Pensamos que violência e crime violento são a mesma coisa e não levamos em conta que nem toda violência é considerada crime.

A sociedade, para reafirmar seus valores e se manter, pune as transgressões, com a intenção de que a punição aplicada ao transgressor seja útil para que os demais indivíduos não sigam o mau exemplo, tendo em vista as consequências. Nesse caso, considera-se crime a transgressão de regras socialmente preestabelecidas, que variam de acordo com a sociedade e o contexto histórico.

Lançadas(1) com o intuito de encontrar respostas para as possíveis causas da violência(2), hipóteses clássicas na sociologia do crime acabaram por defender a tese de associação entre o aumento nos índices de criminalidade e a pobreza. Essa associação sustenta a premissa de que o crime seja combatido e punido com maior rigor e frequência nas classes economicamente mais desfavorecidas, em contraposição à tolerância e à impunidade de crimes cometidos tipicamente ou ocasionalmente por indivíduos detentores de poder.

O mito da criminalidade associada à pobreza cria estereótipos, marginaliza e criminaliza a pobreza — que, em si, é uma violência. Rotula os que são tidos como pobres e faz uma proporção extremamente grande da população ser prejulgada por atos ilícitos praticados por uma minoria.

A violência nas cidades deve ser vista sob duas vias. Um tipo de violência é a dos crimes praticados nas ruas, principalmente nas grandes cidades, que pode atingir qualquer pessoa. O segundo tipo é a violência praticada pela própria cidade, que massacra os pobres, marginalizando e criminalizando esses cidadãos. Enquanto se diz que os pobres da cidade são violentos, a atenção da violência que eles sofrem é invertida. A violência contra quem mora próximo de condomínios de luxo e mansões fortificadas, sem ter acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida, é esquecida.

Geélison Ferreira da Silva. Considerações sobre criminalidade: marginalização, medo e mitos no Brasil. In: Revista Brasileira de Segurança Pública. ano 5, 8.ª ed. São Paulo, fev. – mar./2011, p. 91-102 (com adaptações)

No que se refere aos sentidos e às propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir.

O adjetivo “Lançadas” (1) refere-se a “possíveis causas da violência” (2).

 

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995304 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL
A palavra violência frequentemente nos remete a crimes como assassinato, estupro, roubo e lesão corporal, ou mesmo a guerras e terrorismo. Pensamos que violência e crime violento são a mesma coisa e não levamos em conta que nem toda violência é considerada crime.
A sociedade, para reafirmar seus valores e se manter, pune as transgressões, com a intenção de que a punição aplicada ao transgressor seja útil para que os demais indivíduos não sigam o mau exemplo, tendo em vista as consequências. Nesse caso, considera-se crime a transgressão de regras socialmente preestabelecidas, que variam de acordo com a sociedade e o contexto histórico.
Lançadas com o intuito de encontrar respostas(2) para as possíveis(1) causas da violência, hipóteses clássicas na sociologia do crime acabaram por defender a tese de associação entre o aumento nos índices de criminalidade e a pobreza. Essa associação sustenta a premissa de que o crime seja combatido e punido com maior rigor e frequência nas classes economicamente mais desfavorecidas, em contraposição à tolerância e à impunidade de crimes cometidos tipicamente ou ocasionalmente por indivíduos detentores de poder.
O mito da criminalidade associada à pobreza cria estereótipos, marginaliza e criminaliza a pobreza — que, em si, é uma violência. Rotula os que são tidos como pobres e faz uma proporção extremamente grande da população ser prejulgada por atos ilícitos praticados por uma minoria.
A violência nas cidades deve ser vista sob duas vias. Um tipo de violência é a dos crimes praticados nas ruas, principalmente nas grandes cidades, que pode atingir qualquer pessoa. O segundo tipo é a violência praticada pela própria cidade, que massacra os pobres, marginalizando e criminalizando esses cidadãos. Enquanto se diz que os pobres da cidade são violentos, a atenção da violência que eles sofrem é invertida. A violência contra quem mora próximo de condomínios de luxo e mansões fortificadas, sem ter acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida, é esquecida.
Geélison Ferreira da Silva. Considerações sobre criminalidade: marginalização, medo e mitos no Brasil. In: Revista Brasileira de Segurança Pública. ano 5, 8.ª ed. São Paulo, fev. – mar./2011, p. 91-102 (com adaptações)
No que se refere aos sentidos e às propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
Os sentidos do texto seriam preservados caso a palavra “possíveis” (1) fosse deslocada para imediatamente após a palavra “respostas” (2).
 

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995303 Ano: 2017
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL

As chuvas das últimas semanas em Alagoas trouxeram esperança aos agricultores e animaram quem vive nas áreas afetadas pela estiagem prolongada. Entretanto, a Secretaria de Meio Ambiente e Recursos Hídricos (SEMARH) avalia que isso não deve ser suficiente para resolver o problema de falta de água nos reservatórios. Neste mês, choveu cerca de 100 mm a mais do que o esperado. O meteorologista Vinícius Pinho, da SEMARH, explicou que as chuvas que caem vão amenizar a situação, mas não serão suficientes para tirar os municípios do estado de emergência. “Mesmo com essa chuva, ainda estamos com uma situação crítica de seca. Melhorou, mas não foi suficiente para acabar com os problemas. Vai amenizar bastante a situação, principalmente na Zona da Mata, mas, por exemplo, na região do Sertão, que está com um déficit muito grande, essa chuva não está sendo suficiente para resolver o problema”, afirmou.

Internet: <g1.globo.com> (com adaptações).

Considerando o texto apresentado, publicado em junho deste ano, e os múltiplos aspectos a ele relacionados, julgue o seguinte item.

Não seria possível evitar a falta de água observada em diversas regiões do Brasil, a exemplo de São Paulo, em 2016, e do Distrito Federal, em 2017, pois esse problema decorre exclusivamente da seca prolongada, um fenômeno natural.

 

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995191 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL
A palavra violência frequentemente nos remete a crimes como assassinato, estupro, roubo e lesão corporal, ou mesmo a guerras e terrorismo. Pensamos que violência e crime violento são a mesma coisa e não levamos em conta que nem toda violência é considerada crime.
A sociedade, para reafirmar seus valores e se manter, pune as transgressões, com a intenção de que a punição aplicada ao transgressor seja útil para que os demais indivíduos não sigam o mau exemplo, tendo em vista as consequências. Nesse caso, considera-se crime a transgressão de regras socialmente preestabelecidas, que variam de acordo com a sociedade e o contexto histórico.
Lançadas com o intuito de encontrar respostas para as possíveis causas da violência, hipóteses clássicas na sociologia do crime acabaram por defender a tese de associação entre o aumento nos índices de criminalidade e a pobreza. Essa associação sustenta a premissa de que o crime seja combatido e punido com maior rigor e frequência nas classes economicamente mais desfavorecidas, em contraposição à tolerância e à impunidade de crimes cometidos tipicamente ou ocasionalmente por indivíduos detentores de poder.
O mito da criminalidade associada à pobreza cria estereótipos, marginaliza e criminaliza a pobreza — que, em si, é uma violência. Rotula os que são tidos como pobres e faz uma proporção extremamente grande da população ser prejulgada por atos ilícitos praticados por uma minoria.
A violência nas cidades deve ser vista sob duas vias. Um tipo de violência é a dos crimes praticados nas ruas, principalmente nas grandes cidades, que pode atingir qualquer pessoa. O segundo tipo é a violência praticada pela própria cidade, que massacra os pobres, marginalizando e criminalizando esses cidadãos. Enquanto se diz que os pobres da cidade são violentos, a atenção da violência que eles sofrem é invertida. A violência contra quem mora próximo de condomínios de luxo e mansões fortificadas, sem ter acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida, é esquecida.
Geélison Ferreira da Silva. Considerações sobre criminalidade: marginalização, medo e mitos no Brasil. In: Revista Brasileira de Segurança Pública. ano 5, 8.ª ed. São Paulo, fev. – mar./2011, p. 91-102 (com adaptações)
No que se refere aos sentidos e às propriedades linguísticas do texto, julgue o item a seguir.
No texto, as palavras “violência” e “crime” foram empregadas como antônimas, porque a intenção do autor é explicitar que o sentido de uma é contrário ao da outra.
 

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995184 Ano: 2017
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: PM-AL
A palavra violência frequentemente nos remete a crimes como assassinato, estupro, roubo e lesão corporal, ou mesmo a guerras e terrorismo. Pensamos que violência e crime violento são a mesma coisa e não levamos em conta que nem toda violência é considerada crime.
A sociedade, para reafirmar seus valores e se manter, pune as transgressões, com a intenção de que a punição aplicada ao transgressor seja útil para que os demais indivíduos não sigam o mau exemplo, tendo em vista as consequências. Nesse caso, considera-se crime a transgressão de regras socialmente preestabelecidas, que variam de acordo com a sociedade e o contexto histórico.
Lançadas com o intuito de encontrar respostas para as possíveis causas da violência, hipóteses clássicas na sociologia do crime acabaram por defender a tese de associação entre o aumento nos índices de criminalidade e a pobreza. Essa associação sustenta a premissa de que o crime seja combatido e punido com maior rigor e frequência nas classes economicamente mais desfavorecidas, em contraposição à tolerância e à impunidade de crimes cometidos tipicamente ou ocasionalmente por indivíduos detentores de poder.
O mito da criminalidade associada à pobreza cria estereótipos, marginaliza e criminaliza a pobreza — que, em si, é uma violência. Rotula os que são tidos como pobres e faz uma proporção extremamente grande da população ser prejulgada por atos ilícitos praticados por uma minoria.
A violência nas cidades deve ser vista sob duas vias. Um tipo de violência é a dos crimes praticados nas ruas, principalmente nas grandes cidades, que pode atingir qualquer pessoa. O segundo tipo é a violência praticada pela própria cidade, que massacra os pobres, marginalizando e criminalizando esses cidadãos. Enquanto se diz que os pobres da cidade são violentos, a atenção da violência que eles sofrem é invertida. A violência contra quem mora próximo de condomínios de luxo e mansões fortificadas, sem ter acesso a bens básicos para garantir razoáveis condições de vida, é esquecida.
Geélison Ferreira da Silva. Considerações sobre criminalidade: marginalização, medo e mitos no Brasil. In: Revista Brasileira de Segurança Pública. ano 5, 8.ª ed. São Paulo, fev. – mar./2011, p. 91-102 (com adaptações)
Com relação às ideias do texto, julgue o item que se segue.
No texto, o autor faz referência a um tipo de violência que é caracterizada pelos crimes praticados nas ruas e que podem atingir qualquer cidadão, e a um tipo de violência simbólica, caracterizada pela marginalização e pela criminalização de pessoas pobres.
 

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