Foram encontradas 120 questões.
Disciplina: Engenharia Ambiental e Sanitária
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
Considere a árvore de falhas da figura a seguir. O “Evento D” ocorre com frequência de uma vez por ano e o “Evento B” ocorre em 10% do tempo.

Com referência à figura e às informações apresentadas, julgue o seguinte item.
Se o “Evento E” ocorrer com a frequência de 0,25/ano, o “Evento C” ocorrerá com a frequência de 1,25/ano.
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Julgue o item a seguir, com base na Política Nacional de Resíduos Sólidos, estabelecida na Lei n.º 12.305/2010 e na Série ISO (14.001, 14.031, 14.040 e 45.001), referente a sistema de gestão ambiental, avaliação de desempenho ambiental e de ciclo de vida do produto e gestão de saúde ocupacional.
A norma que dispõe sobre sistemas de gestão ambiental é aplicável especificamente a organizações de médio e grande portes, de modo a que elas possam controlar ou influenciar o ciclo de vida do produto e, com isso, contribuir para o pilar ambiental da sustentabilidade.
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Acerca do licenciamento ambiental, julgue o item a seguir.
As atividades de perfuração não podem ser licenciadas sob a forma de polígonos de perfuração, ainda que seja apresentado estudo prévio de impacto ambiental ou relatório de impacto ambiental relacionados a tais atividades.
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Acerca do licenciamento ambiental, julgue o item a seguir.
As audiências públicas, cujos objetivos se sobrepõem aos objetivos gerais da consulta pública, podem ser solicitadas por 50 ou mais cidadãos.
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Acerca do licenciamento ambiental, julgue o item a seguir.
O relatório de impacto ambiental de perfuração é um documento auxiliar ao estudo ambiental, elaborado para comunicar, em linguagem técnica, as principais conclusões desse estudo.
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A respeito dos crimes ambientais, das barragens, do saneamento básico, da proteção das áreas de preservação permanente e da prevenção, controle e fiscalização da poluição causada por lançamento de óleo e outras substâncias nocivas ou perigosas em águas sob jurisdição nacional, julgue o item que se segue.
Compete ao Conselho Nacional de Recursos Hídricos realizar a classificação das barragens destinadas à acumulação de água.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
No ano de 2021, além da ocorrência de eventos extremos e destrutivos influenciados pelo aumento das temperaturas, houve um engajamento político concernente às mudanças climáticas, que culminou na cúpula da COP26, em Glasgow, onde quase 200 países adotaram o Acordo Climático de Glasgow. A respeito do tema e de conceitos e componentes a ele associados, julgue o item a seguir.
O efeito estufa e a destruição da camada de ozônio são problemas ambientais correlacionados com a distribuição de energia solar na ecosfera.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
No ano de 2021, além da ocorrência de eventos extremos e destrutivos influenciados pelo aumento das temperaturas, houve um engajamento político concernente às mudanças climáticas, que culminou na cúpula da COP26, em Glasgow, onde quase 200 países adotaram o Acordo Climático de Glasgow. A respeito do tema e de conceitos e componentes a ele associados, julgue o item a seguir.
Anteriormente à COP26, foi instituída legalmente, no Brasil, a obrigação de fabricantes de motores, de veículos automotores e de combustíveis de reduzirem os níveis de emissão de monóxido de carbono.
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Petrobrás
No ano de 2021, além da ocorrência de eventos extremos e destrutivos influenciados pelo aumento das temperaturas, houve um engajamento político concernente às mudanças climáticas, que culminou na cúpula da COP26, em Glasgow, onde quase 200 países adotaram o Acordo Climático de Glasgow. A respeito do tema e de conceitos e componentes a ele associados, julgue o item a seguir.
O fortalecimento das remoções antrópicas por sumidouros de gases de efeito estufa, no território nacional, poderá ser efetivado mediante a consolidação, a preservação e a expansão das áreas legalmente protegidas.
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In a world where many of us are glued to our smartphones, Dulcie Cowling is something of an anomaly — she has ditched hers. The 36-year-old decided at the end of last year that getting rid of her handset would improve her mental health. So, over Christmas she told her family and friends that she was switching to an old Nokia phone that could only make and receive calls and text messages.
She recalls that one of the pivotal moments that led to her decision was a day at the park with her two boys, aged six and three: “I was on my mobile at a playground with the kids and I looked up and every single parent — there was up to 20 — were looking at their phones, just scrolling away,” she says.
“I thought ‘when did this happen?’. Everyone is missing out on real life. I don’t think you get to your death bed and think you should have spent more time on Twitter, or reading articles online.”
Ms Cowling, who is a creative director at London-based advertising agency Hell Yeah!, adds that the idea to abandon her smartphone had built up during the covid-19 lockdowns.
“I thought about how much of my life is spent looking at the phone and what else could I do. Being constantly connected to lots of services creates a lot of distractions, and is a lot for the brain to process.”
She plans to use the time gained from quitting her smartphone to read and sleep more.
About nine out of 10 people in the UK now own a smartphone, a figure broadly replicated across the developed world. And we are glued to them — one recent study found that the average person spends 4.8 hours a day on their handset.
Yet for a small, but growing number of people, enough is enough.
Alex Dunedin binned his smartphone two years ago. “Culturally we have become addicted to these tools,” says the educational researcher and technology expert. “They are blunting cognition and impeding productivity.”
He has become happier and more productive since he stopped using a smartphone, he says.
Mr Dunedin doesn’t even have an old-fashioned mobile phone or even a landline anymore. He is instead only electronically contactable via emails to his home computer.
“It has improved my life,” he says. “My thoughts are freed up from constantly being cognitively connected to a machine that I need to feed with energy and money. I think that the danger of technologies is that they are emptying our lives.”
Yet, while some worry about how much time they spend on their handset, for millions of others they are a godsend.
“More than ever, access to healthcare, education, social services and often to our friends and family is digital, and the smartphone is an essential lifeline for people,” says a spokesperson for UK mobile network Vodafone.
“We also create resources to help people get the most from their tech, as well as to stay safe when they’re online — that’s hugely important.”
Suzanne Bearne.
The people deciding to ditch their smartphones. Internet: <www.bbc.com> (adapted).
Considering the previous text, judge the following item.
Although there is a movement of people ditching their smartphones in order to have what they think is a better life quality, millions believe digital technology is essential to everyone’s lives.
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