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Foram encontradas 75 questões.

262401 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Ao se analisar Porto Alegre, é possível discutir a qualidade do ar e, consequentemente, a qualidade de vida de sua população.

(VERDUM et al, 2004)

Pode-se apontar como principal responsável pela poluição atmosférica em Porto Alegre,

 

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262161 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Considerando que as células A1, B1, C1, A2, B2 e C2 possuem, respectivamente, os valores 20, 10, 13, 5, 12 e 45, a fórmula, no BrOffice Calc, cujo resultado corresponde a 100, é
 

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261386 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Acerca dos direitos e das garantias fundamentais previstos na Constituição da República Federativa do Brasil, é INCORRETO afirmar que

 

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261384 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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O confinamento espacial, em distintos momentos históricos, tem sido a forma encontrada, ao longo do tempo, para lidar com questões de difícil solução nos diferentes territórios.
NÃO são exemplos desse contexto no território brasileiro somente os
 

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259130 Ano: 2010
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Conforme a Constituição da República Federativa do Brasil, a lei regulará a individualização da pena e a adotará.

Qual, dentre outras, NÃO é permitida pela Constituição Federal?

 

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245308 Ano: 2010
Disciplina: Português
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
O Português em Debate
Jerônimo Teixeira e Daniela Macedo
Será a língua portuguesa tão complexa a ponto de enredar aqueles que se propõem a dominá-la? Diante do fiasco de alguns homens públicos, profissionais em oratória, as pessoas comuns têm alguma esperança de expressar-se com maior clareza e eficiência? As respostas a essas duas perguntas são, pela ordem, não e sim. Para quem está empenhado em aperfeiçoar o manejo do idioma e não será necessário lembrar que seu domínio, na fala ou na escrita, é crucial para o desenvolvimento profissional –, as oportunidades e as ferramentas são cada vez mais numerosas. Livrarias, bibliotecas e dicionários estão acessíveis pela internet, e a oferta de instrumentos auxiliares vem crescendo em volume e qualidade.
Mal amparado por escolas que se evadem a qualquer menção à análise sintática, o brasileiro nem sempre sabe onde buscar régua e compasso para disciplinar a língua que fala. O português é uma entidade dinâmica, continuamente alterada e enriquecida por novas gírias, expressões, palavras importadas, mas essa fluidez não faz dela um território sem leis. As gramáticas devem cumprir o papel do esclarecimento do que é correto ou não na escrita, a exemplo da obra de Evanildo Bechara. A fala, porém, admite muitas construções que seriam aberrantes na página impressa. "Vou no médico" é a forma mais comum, em conversas informais, ainda que o correto seja "vou ao médico". O que é preciso é achar o equilíbrio, mesmo nas diferenças de registro: um adolescente não pode empregar com os avós os mesmos termos que utiliza nas baladas com sua turma.
No Brasil, a gramática da língua oral foi alvo de um estudo pioneiro em 1969, quando o linguista Nelson Rosso, da Universidade Federal da Bahia, desenvolveu o projeto Norma Urbana Culta (Nurc). O trabalho, feito em São Paulo, Rio de Janeiro, Porto Alegre, Salvador e Recife, resultou em 1500 horas de gravações de discursos formais, entrevistas e diálogos envolvendo profissionais graduados de diversas áreas. As transcrições servem, ainda hoje, como base de estudo para teses e artigos. Recentemente, o linguista Ataliba de Castilho, um dos coordenadores do Nurc, lançou uma obra de fôlego, baseada nesse material de análise. Sua Nova Gramática do Português Brasileiro apresenta um recurso inovador em relação aos similares tradicionais: a análise sintática é feita sobre frases presentes no cotidiano do leitor. Essa aproximação com a realidade estimula a observação dos recursos da língua no dia a dia – nas conversas, nas novelas, nos noticiários. Ou seja, seu livro é uma ferramenta excelente não apenas para aprender a língua, mas também sobre ela.
Nas últimas décadas, por força da urbanização, o fosso que separava a fala culta da "popular" tem se estreitado. Em meados do século passado, por exemplo, "a gente" não era aceito como um equivalente de "nós". Hoje, é uma forma perfeitamente apropriada. "Nós" ganhou certo ar formal. "De terno e gravata, a reunião é conosco. De bermuda e chinelo, pode falar com a gente mesmo", brinca o professor de português Sérgio Nogueira. "A gente fomos", é claro, continua sendo o que sempre foi: um solecismo.
É saudável manter distância de modismos linguísticos, que logo viram vícios, como o do chamado "gerundismo". Não é que "vou estar enviando" seja errado do ponto de vista gramatical. Mas o transbordamento de verbos ofende a frase, que diria a mesma coisa com um "enviarei" ou "vou enviar".
O "gerundismo" pegou porque alguns creem que essa é uma forma sofisticada de falar. Outros, com o mesmo propósito, recorrem ao bacharelismo, confundindo afetação com riqueza vocabular. Dizer mais com menos é o ideal. E "falar difícil" é andar na contramão do bom-senso. No século XVII, o padre Antônio Vieira (que hoje, é verdade, soa rebuscado) já pregava a simplicidade: "O estilo há de ser muito fácil e muito natural", recomendava ele no Sermão da Sexagésima.
E aí se chega a uma recomendação que todo cidadão vem ouvindo desde que se sentou pela primeira vez nos bancos da escola: ler é indispensável para quem quer se expressar bem. E ler inclui de Machado de Assis e Graciliano Ramos até um blog decente na internet (mas atenção: é preciso ler de tudo – não uma coisa ou outra). Ler mostra as infinitas possibilidades de expressão da língua, enriquece o vocabulário (e o bom vocabulário é o melhor amigo da precisão), ensina o leitor a organizar seu pensamento e ainda oferece a ele algo de valor inestimável: conteúdo. Ter coisas interessantes e pertinentes a dizer é o primeiro passo para falar ou escrever bem.
(Texto adaptado da Revista Veja, 11 de agosto de 2010.)
A forma verbal empregada para indicar o transporte mental a uma época passada e a descrição do que era então presente é
 

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243852 Ano: 2010
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Analise as afirmações abaixo sobre as migrações no Brasil.

I – Os migrantes gaúchos provocaram transformações relevantes no espaço rural do interior do Brasil na segunda metade do século XX.

II – Os gaúchos levaram consigo para outros estados uma nova dinâmica econômica, por meio da moderna indústria, associada à produção de soja.

III – A migração dos gaúchos caracterizou-se pela implantação de um modo de vida cultural e político, além de econômico.

IV – Os migrantes gaúchos oriundos das áreas de campos instalaram-se em grandes propriedades onde implantaram a criação de gado bovino.

Quais estão corretas?

 

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242060 Ano: 2010
Disciplina: Informática
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Analise as afirmativas abaixo sobre o Windows Explorer e assinale a INCORRETA.
 

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242002 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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Assinale a afirmativa correta quanto aos crimes contra a Administração Pública.
 

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241468 Ano: 2010
Disciplina: Direito Penal
Banca: FDRH
Orgão: PC-RS
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À luz da Lei "Maria da Penha", analise as afirmações abaixo.
I – Não se aplicam aos crimes com violência doméstica contra a mulher os dispositivos da Lei dos Juizados Especiais Criminais.
II – O juiz, somente após a instrução criminal, poderá determinar ao agressor que não se aproxime da ofendida.
III – O julgamento dos crimes de violência doméstica contra a mulher terão prioridade de julgamento e serão realizados perante os Juizados Especiais Criminais.
Quais estão corretas?
 

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