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Conforme Lück (2006), a visão fragmentada da realidade tem produzido a geração de unidades de ação artificialmente independentes e autônomas que atuam isoladamente sem considerar o total de que fazem parte. Desse modo, por exemplo, numa escola, supervisor e orientador educacional separam territórios pedagógicos e até mesmo algumas vezes competem entre si. Existem organizações que constroem em conjunto uma realidade educacional proativa, empreendedora e orientada para a constituição da pedagogia do sucesso. Apresentam como característica a superação desse entendimento limitado e a formulação do entendimento de que cada um faz parte da organização e do sistema educacional como um todo, e de que a construção é realizada de modo interativo entre os vários elementos. Da optica fragmentada para a optica organizada pela visão de conjunto, o processo educacional é aquele que
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Segundo Grinspun (2008) são muitos os desafios que devem ser enfrentados pela escola na atualidade e isto se deve às próprias mudanças que vêem ocorrendo na sociedade. Frente a esta realidade, a autora destaca como maior desafio a ser enfrentado
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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
Da leitura global do texto, depreende-se que o objetivo principal da autora é
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Giacaglia e Penteaddo (2010) ao tratar das atribuições do Orientador Educacional chamam a atenção para a necessidade desse profissional conhecer as atribuições que não estão em sua alçada e destacam que é incompatível com o exercício da função de Orientação Educacional:
I. cuidar da disciplina em salas de aula, nos corredores ou nos recreios;
II. recolher, carimbar e/ou entregar cadernetas escolares ou de passes;
III. ajudar a direção em assuntos que perturbam o bom andamento dos trabalhos escolares;
IV. proceder à chamada de alunos.
II. recolher, carimbar e/ou entregar cadernetas escolares ou de passes;
III. ajudar a direção em assuntos que perturbam o bom andamento dos trabalhos escolares;
IV. proceder à chamada de alunos.
Estão corretas apenas as atribuições:
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A articulação entre a educação profissional técnica de nível médio e o ensino médio dar-se-á de forma integrada, concomitante e subsequente.
Na forma integrada a instituição de ensino deverá observar o Inciso I do Artigo. 24 da Lei nº 9.394/96 e as diretrizes curriculares nacionais para a educação profissional de nível médio assegurando que
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São objetivos do Programa Nacional de Assistência Estudantil-PNAES:
I. Democratizar as condições de permanência dos jovens na educação básica e superior.
II. Minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão da educação em todos os níveis.
III. Reduzir as taxas de retenção e evasão.
IV. Contribuir para a promoção da inclusão social pela educação.
II. Minimizar os efeitos das desigualdades sociais e regionais na permanência e conclusão da educação em todos os níveis.
III. Reduzir as taxas de retenção e evasão.
IV. Contribuir para a promoção da inclusão social pela educação.
Estão corretos os objetivos:
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Imbernón (2008) ao falar da educação para o futuro, situa alguns pontos importantes destacando que na pós-modernidade, como condição dos tempos que estamos vivendo, não há
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De acordo com Grinspun (2008) o campo da Orientação passou por um redimensionamento, considera que tanto a questão epistemológica quanto à questão filosófica, antropológica e social estão englobadas nesta concepção de orientação educacional.
A partir do entendimento da autora que alternativa diz respeito ao papel do Orientador Educacional.
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O termo gestão não corresponde a simples substituição terminológica, baseadas em considerações semânticas, trata-se, sim, da proposição de um novo entendimento de organização educacional e de seus processos. Como resultado, a óptica de gestão educacional:
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Segundo o Estatuto da Criança e do Adolescente, no seu Art. 131, o Conselho Tutelar é órgão permanente e autônomo, não jurisdicional, encarregado pela sociedade de zelar pelo cumprimento dos direitos da criança e do adolescente, definidos nesta Lei. Em cada município, haverá no mínimo
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