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Foram encontradas 40 questões.

2496606 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
As autoras Giacaglia e Penteaddo (2010) destacam que é papel do Orientador Educacional participar do processo de integração escola-família-comunidade. Salientam ainda que alguns temas são rotineiramente abordados por esses profissionais, entretanto há um assunto que não é comumente discutido de forma preventiva pelos Orientadores Educacionais com as famílias e com os alunos, mas que vem se tornando fator de dificuldade na escola, esse assunto refere-se
 

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2496406 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O Decreto Lei 72.846/73 regulamenta a relação da orientação educacional do país, quanto ao exercício da profissão, descrevendo atribuições privativas do Orientador Educacional, entre elas:
I. sistematizar o processo de acompanhamento dos alunos, encaminhando a outros especialistas aqueles que exigirem assistência especial.
II. prestar assistência ao educando individualmente ou em grupo no âmbito da instituição de ensino.
III. ministrar disciplinas de teoria e prática da Orientação Educacional, satisfeitas as exigências de legislação específica do ensino.
IV. coordenar o processo de informação educacional e profissional com vistas à orientação vocacional.
Estão Corretas apenas as afirmativas:
 

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Leia o texto abaixo e responda à questão.
A banalização da vida
Por Lya Luft
Este é talvez um dos fatos mais assustadores e tristes do nosso momento: falta de segurança generalizada, o medo, pois aqui se mata e se morre como quem come um pãozinho. Bala perdida, traficante, bandido graúdo ou pequeno, e o menor de idade, que é o mais complicado: pelas nossas leis absurdas, sendo menor, ele não é de verdade punido. É 4 levado para um estabelecimento hipoteticamente educativo e socializador, de onde deveria sair regenerado, com profissão, com vergonha na cara, sair gente. Não sai. Não, salvo raríssimas exceções, e todo mundo sabe disso.
Todo mundo sabe que é urgente e essencial reduzir para menos de 18 anos a idade em que se pode prender, julgar, condenar um assassino feroz, reincidente, cruel e confesso. Mas aí vem quem defenda, quem tenha pena, ah! os direitos humanos, ah! são crianças. São assassinos apavorantes: torturam e matam com frieza de animais, tantas vezes, e vão para a reeducação ou a ressocialização certamente achando graça: logo, logo estarão de volta. Basta ver os casos em que, checando-se a ficha do “menino”, ele é reincidente contumaz.
Outro ponto dessa nossa insegurança é a rala presença de policiais em muitas cidades brasileiras. Posso rodar quarteirões intermináveis de carro, e não vejo um só policial. Culpa deles? Certamente não. Os policiais ganham mal, arriscam suas vidas, são mortos frequentemente, são mais heróis do que vilões, embora muitos os queiram enxergar assim. Onde não temos policiamento, mais insegurança.
Na verdade, a violência é tão alta e tão geral no país que mesmo porteiros treinados de bons edifícios ou condomínios pouco adiantam: facilmente são rendidos ou mortos, e estamos à mercê da bandidagem.
Banalizamos a vida também nessas manifestações de toda sorte, em que paus, barras de ferro, bombas caseiras, até armas de fogo, não apenas assustam, não só ameaçam, mas aqui e ali matam alguém. Incendeiam-se ônibus não apenas em protesto, mas por pura maldade, com gente dentro, mesmo crianças: que civilização estamos nos tornando? Morrer assassinado, mesmo sem estar no circuito perigoso dos bandidos, dos marginais, começa a se tornar, não ainda banal, mas já frequente: nas ruas, às 10 da manhã, matam-se pais de família ou jovens estudantes ou operários. Não falo em becos onde a violência impera e a mortandade é comum, mas em ruas abertas de bairros de classe média. Não se passa semana sem que se noticie criança morta por bala perdida.
Nada, quase nada mais nos espanta: estamos ficando calejados, não nas mãos por trabalho duro, mas na alma pelo horror que nos assola tanto que a cada vez nos horrorizamos menos.
Quero escrever uma coluna otimista. Quero escrever poemas delicados, romances intensos, crônicas de amor pela cidade, pelas pessoas, pela natureza, quero tudo isso. Mas se tenho voz, e vez, não posso falar de flores enquanto o asfalto mostra manchas de sangue, famílias são destroçadas, ruas acossadas, casas ameaçadas, seres humanos feito coelhos amedrontados sem ter para onde correr, nem a quem recorrer, e não se vê nem uma luz no fim desse túnel.
Pouca esperança real temos. Nós nos desinteressamos para sobreviver emocionalmente diante da horrenda banalização da vida representada não só pela quantidade e violência dos crimes cometidos e impunes como pela punição incrivelmente pequena para quem mata com seu automóvel por correr demais ou dirigir bêbado, por exemplo. O descaso, ou a incompetência, com que tudo isso é administrado nos faz temer outra ameaça ainda: a banalização da vida é o outro lado da banalização da morte.
Fonte : Revista Veja, 26 de março de 2014
São feitas, a seguir, algumas afirmativas sobre o texto.
I. As manifestações de rua, segundo o texto, representam um perigo à sociedade, já que propiciam ambiente no qual os bandidos externam principalmente sua revolta frente às desigualdades sociais.
II. A cronista demonstra reconhecer no texto seu papel singular e responsável de porta-voz dos problemas sociais que atingem o país, entre eles, o da banalização da vida.
III. A autora argumenta em favor de um policiamento ostensivo, isto é, de um número maior de policiais nas ruas, em especial, naquelas em que trafegam estudantes, famílias e operários.
IV. A forma descomprometida ou inábil com que as autoridades vêm gerenciando a criminalidade no país está fazendo com que nos acostumemos com a barbárie e, consequentemente, está alterando nossa forma de conceber a vida e a morte.
Estão corretas as afirmativas
 

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2495079 Ano: 2014
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O Código de Ética dos Orientadores Educacionais do Brasil tem por finalidade estabelecer normas de conduta a esses profissionais de educação.
Entre as opções a seguir, qual alternativa aponta um dos deveres fundamentais atribuídos ao Orientador Educacional
 

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2494154 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
“O Orientador Educacional valoriza a dinâmica das relações e nesse sentido estão presentes conflitos, tensões, divergências; [...] os saberes e as emoções; estão presentes as diferenças, as igualdades, os limites e as possibilidades” (GRINSPUN, 2008).
Considerando esta reflexão a autora aponta o caráter dinamizador e mediador na ação do Orientador Educacional resumindo seu trabalho em quatro pontos principais. São eles:
I. Incentivo/estímulo à aquisição de saberes/conhecimentos/emoções;
II. Construção de uma relação de confiança, administrando os diferentes pontos de vista;
III. Discussão e análise do imaginário/das representações da realidade percebida;
IV. Identificação e valorização de meios, propostas e estratégias para superar as dificuldades e criar novas perspectivas de ação.
Estão corretas as afirmativas
 

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2492471 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A fim de desincumbir-se do seu papel, o diretor assume uma série de funções, tanto de natureza administrativa, quanto pedagógica. Do ponto de vista pedagógico, compete-lhe as atividades de
 

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2491807 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Segundo Grinspun (2008), o princípio da contextualização possibilita uma articulação entre supervisão pedagógica, orientação educacional, alunos, professores e famílias. Nessa perspectiva, supervisores e orientadores liderariam estudos e práticas do cotidiano escolar. Ainda, segundo a autora, o contexto atual traz à escola e suas lideranças questões que, para além dos conteúdos específicos do currículo, requerem um trabalho de formação/ação educativa
 

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2491782 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
Projetar perspectivas é o que propõe Grisnpun (2012). Para ela o trabalho do Orientador não pode mais ocorrer de modo desvinculado, desarticulado nos planejamentos pedagógicos. “Busco, como bandeirante, encontrar não nas grandes vias, mas nos pequenos atalhos, as grandes pedras preciosas da construção de um novo tempo, marcado pelo avanço da ciência e da tecnologia, dos novos interesses do homem, com seus desejos, emoções e paixões.”
A autora lista algumas pistas para percorrer, com segurança, na cumplicidade da Orientação Educacional trabalharia:
I. na construção de um homem que se quer mais critico, mais participativo e mais consciente de seus direitos e deveres.
II. a questão da totalidade como uma tecelã que se compromete com todos os fios que ajudam a formar o homem para o tempo de amanhã.
III. em busca de uma cultura escolar.
IV. as características individuais/pessoais de cada sujeito, priorizando os aspectos sociais e psicológicos.
Estão corretas apenas as alternativas:
 

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2490788 Ano: 2014
Disciplina: Pedagogia
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
A ideia de formação integrada sugere superar o ser humano dividido historicamente pela divisão social do trabalho entre a ação de executar e a ação de pensar, dirigir ou planejar. Como formação humana, o que se busca é garantir ao adolescente, ao jovem e ao adulto trabalhador o direito de uma formação completa. O termo formação integrada, formação politécnica e educação tecnológica buscam responder também
 

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2490210 Ano: 2014
Disciplina: Direito Educacional e Tecnológico
Banca: IF-SUL
Orgão: IF-SUL
O Art. 49 da Lei 9.394/96 estabelece que as instituições de educação superior aceitarão a transferência de alunos regulares, para cursos afins, na hipótese de existência de vagas, e mediante processo seletivo. Em seu parágrafo único, especifica que as transferências ex offício, dar-se-ão na forma da Lei 9.536/97, que regulamenta este parágrafo.
Cury ( 2006, p.48), em nota de rodapé, cita a referida Lei regulamentadora. Este tipo de transferência ocorre quando se tratar de aluno
 

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