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Foram encontradas 60 questões.

1079767 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Dentre as teorias contemporâneas da Psicologia Vocacional, destacam-se as teorias positivistas, construtivistas e construcionistas. Com base nesta taxonomia, relacione e numere a segunda coluna de acordo com a primeira:
(1) Enfoque positivista
(2) Enfoque construtivista
(3) Enfoque construcionista
( ) Enfoque contextualista de Young, Valach e Collin.
( ) Enfoque do Caos (Pryor & Bright).
( ) Enfoque desenvolvimentista-contextual de Vondracek, Lerner e Schulenberg.
( ) Construção da Vida (Life Designing) de Savickas e colaboradores.
A sequência numérica correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é
 

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1078211 Ano: 2012
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
Conforme a Lei n.º 8.112/1990 (Regime Jurídico dos Servidores Públicos Civis da União, das Autarquias e das Fundações Públicas Federais), é proibido ao servidor público
I - promover manifestação de apreço ou desapreço no recinto da repartição.
II - recusar-se a atualizar seus dados cadastrais quando solicitado.
III - descumprir as ordens superiores, ainda quando manifestamente ilegais.
Quais são corretas?
 

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1078110 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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A teoria combinatória de John Holland pressupõe que a escolha de uma profissão é uma expressão da personalidade, e que inventários de interesse constituem- se, então, em inventários de personalidade. O seu modelo hexagonal pressupõe a existência de seis tipos de personalidade, baseados nos interesses, e de seis tipos de ambientes ocupacionais. Com base nestas informações, assinale a alternativa correta.
 

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1075272 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Dentre os teóricos do desenvolvimento da identidade na adolescência destacam-se Erikson, Elkind e Marcia. Analise as afirmações abaixo relativamente ao pensamento dos referidos teóricos.
I - Erik Erikson descreveu a crise psicossocial da adolescência como o conflito de identidade versus confusão de identidade, sendo a fidelidade a "virtude" resultante dessa crise.
II - Para David Elkind, o desenvolvimento saudável e estável da identidade ocorre através de um lento processo de diferenciação e integração e, quando estes processos falham, observa-se uma identidade de colcha de retalhos, vulnerável ao estresse e à influência externa.
III - James Marcia, em pesquisa com base nas ideias de Erikson, descreveu três estados de identidade, com diferentes combinações de crise e comprometimento: conquista da identidade, moratória e difusão de identidade.
Quais estão corretas?
 

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1075257 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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Um determinado estabelecimento de ensino pretende contratar um(a) novo(a) secretário(a), que deverá assessorar diretamente tanto professores, quanto coordenadores e membros da diretoria. Assinale a alternativa que apresenta a bateria de instrumentos psicológicos que poderia ser utilizada na seleção desse profissional.
 

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1070519 Ano: 2012
Disciplina: TI - Redes de Computadores
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A arquitetura de rede onde cada computador tem funcionalidades e responsabilidades equivalentes e que permite conectar o computador de um usuário ao de outro para transferir dados, como arquivos MP3 ou jogos, chama-se
 

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1019280 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes, ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Considere as sugestões de alteração da frase abaixo, adaptada do texto.
mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática.
I - A capa da Time seria bastante problemática apesar de Michael Schennum não estar ali.
II - Não estando Michael Schennum ali, a capa da Time seria bastante problemática.
III - Independentemente de Michael Schennum estar ali, a capa da Time seria bastante problemática.
Quais mantêm a correção e o significado da frase original?
 

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999060 Ano: 2012
Disciplina: Português
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
A capa da última edição da Time provocou um bom debate: em 20 fotografias enfileiradas, retratou rostos de americanos de origem latina. São homens e mulheres, de várias idades, mas todos, sem exceção, morenos, de olhos sutilmente puxados. Ao centro, uma chamada em espanhol: Yo Decido. Ao lado, um pequeno texto explicativo: "Por que os latinos decidirão a escolha do próximo presidente".
Numa das fotos, está alguém que não nasceu nem no México nem na Guatemala. Embora nenhuma das personagens da capa esteja identificada, logo se soube que aquela pessoa, fisicamente parecida com as outras que lhe fazem companhia na capa, era Michael Schennum, um tipo simpático de chinesa. Ele não é o que a revista Time chama de latino, mas está lá para provar que os latinos existem.
Foi o que bastou para que se armasse uma grita na internet. Duramente questionada pela multidão, a revista não teve outra saída: precisou pedir desculpas em seu site pelo que chamou de " ". O episódio, que já rendeu polêmicas pertinentes(I), ainda vai ser muito comentado na imprensa e nas escolas de Jornalismo. Uns dirão que a Time cometeu um ético. Outros, mais técnicos, afirmarão que houve pressa e descuido na seleção das fotos. ainda os que falarão da força crescente das redes sociais para fiscalizar e denunciar os desvios da mídia. Todos estarão , como de costume, mas o que essa história tem de mais interessante não tem que ver apenas com a ética ou com a técnica da atividade jornalística, assim como não se restringe ao poder dos internautas de desmentir a famigerada(II) "grande imprensa". O melhor do episódio está num campo mais vasto, mais crítico, mais fascinante e mais incerto: ele nos leva a refletir sobre o limite da fotografia como registro da realidade no jornalismo.
Comecemos pelo óbvio: há fenômenos que a fotografia é incapaz de registrar. Parece uma aleivosia(III) dizer isso nestes tempos de culto das imagens, mas há notícias, há fatos, há personagens que os olhos não podem ver, mas o pensamento pode saber que de verdade. O jornalismo pode dar conta deles, sem dúvida, mas, aí, as câmeras fotográficas não apenas não ajudam, como, às vezes, atrapalham. Foi o que aconteceu agora com a Time, que tentou fabricar um fenótipo quase individualizado para uma demografia difusa.
O equívoco da Time não veio de um preconceito racial ou de más intenções inconfessas, mas da tentativa de fotografar o que não tem face própria, nem pode ter. A revista quis dar rosto a algo que não tem um rosto uniforme e, nesse artifício gráfico, distorceu a face da América. Pior: contribuiu para estigmatizar, pela cor da pele, pelo formato dos olhos, pela textura dos cabelos, pessoas que são tão americanas quanto Kim Basinger, Muhammad Ali ou Louis Armstrong. A Time apontou sua objetiva para uma demografia e captou apenas um erro de informação. Atenção para isso: mesmo que Michael Schennum não estivesse ali, a capa da Time seria bastante problemática. Ou mesmo errada.
Para que se entenda melhor a invisibilidade de que estamos falando aqui, pensemos no conceito de América Latina. Alguém consegue demarcar no mapa, com exatidão, onde começa e onde termina esse território? Aliás, a América Latina é território? Ou é um conceito cultural? Será que a América Latina acaba na cerca mortal que separa o México dos Estados Unidos? Ou ela continua para dentro do Estado do Texas, chegando mesmo à periferia de Nova York? Será que a América Latina não está, hoje, dentro da própria alma do eleitorado americano? A revista Time, a seu modo, diz que sim, mostrando que 9% dos eleitores americanos são latinos. São eles, segundo a revista, que decidirão a disputa. Por isso ela quis mostrar o rosto deles, e errou.
Os latinos não um rosto homogêneo. Assim como o conceito de América Latina não tem fronteiras nítidas na geografia, o aspecto físico dos latinos não é único, distinto de todos os demais, pois nascem bebês de olhos azuis no Peru e em El Salvador. Há latinos loiros e negros despejando suas escolhas nas urnas americanas, mas eles não são um tipo físico. Os latinos da Time são reais, eles existem, mas, para quem enxergar um a um, no meio das massas humanas que trafegam nas cidades americanas, eles são invisíveis. Podemos ter deles muitas imagens, mas não podemos ter um retrato. A não ser que estigmatizá-los, segregá-los, isolá-los, separá-los do povo – e, se for esse o caso, teremos de inventar um tipo físico e, com base nele, traçar a linha de corte, o que poderia dar em tragédia.
Adaptado de: BUCCI, E. A imagem invisível - O Estado de São Paulo, 08/03/2012.
Considere as seguintes propostas de substituição de palavras do texto.
I - pertinentes por concernentes
II - famigerada por insigne
III - aleivosia por trivialidade
Quais estão corretas e são contextualmente adequadas?
 

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997502 Ano: 2012
Disciplina: Ética e Regulação Profissional
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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A resolução CFP nº 010/2010 institui a regulamentação da Escuta Psicológica de Crianças e Adolescentes envolvidos em situação de violência, na Rede de Proteção. De acordo com essa resolução,
 

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996163 Ano: 2012
Disciplina: Psicologia
Banca: UFRGS
Orgão: IF-RS
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A perspectiva cognitiva do desenvolvimento humano preocupa-se com os processos de pensamento e com o comportamento que reflete tais processos. Essa perspectiva abrange tanto as teorias organísmicas, como as de influência mecanicista, incluindo a teoria de Jean Piaget, a abordagem de processamento deinformações e as teorias neopiagetianas. Com base nessas afirmações, assinale a alternativa correta:
 

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