Foram encontradas 25 questões.
A construção de Projetos nas escolas se remete ao planejamento que se tem intenção de
fazer, de realizar. É uma forma de antever um futuro diferente do presente. Gadotti (1994,
p.579) afirma que “todo projeto supõe rupturas com o presente e promessas para o futuro.
Projetar significa tentar quebrar um estado confortável para arriscar-se, atravessar um
período de instabilidade e buscar nova estabilidade em função da promessa que cada projeto
contém de estado melhor do que o presente. Um projeto educativo pode ser tomado como
promessa frente a determinadas rupturas. As promessas tornam visíveis os campos de ação
possível, comprometendo seus atores e autores.”
Nessa perspectiva, o Projeto Político-Pedagógico vai além de um simples agrupamento de
planos de ensino e de diversas atividades.
Ele é construído e vivenciado em todos os momentos, por todos os envolvidos com o
processo educativo da escola.
Diante do exposto, pode-se afirmar que o Projeto Político-Pedagógico é:
Diante do exposto, pode-se afirmar que o Projeto Político-Pedagógico é:
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Uma instituição de educação profissional, ao definir seu Projeto Pedagógico, fundamentou-se na construção de itinerários formativos compatíveis com o mundo do trabalho e as
expectativas do trabalhador. Com base no Decreto Federal nº 5154/2004 e na Resolução
MEC/CNE/CEB nº 06/2012, de 20/09/2012, é correto afirmar que os itinerários formativos:
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O padrão rítmico representado na partitura é típico do samba e comumente realizado por um instrumento musical percussivo denominado
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Na Idade Média a Igreja Católica proibiu o uso de um determinado intervalo por considerá-lo impróprio para a liturgia classificando-o como diabólico, este intervalo é justamente a metade da “oitava musical”, que compreende a escala cromática com seus 12 semitons de Dó a Dó, conforme representação gráfica na partitura acima. Se invertermos a nota aguda pela grave, e vice-versa, teremos sempre a mesma relação intervalar, destacada pelas semínimas no segundo compasso do gráfico, isto porque o intervalo é simétrico e daí seu nome indicar a quantidade de três tons. O texto refere-se ao intervalo e sua quantidade de semitons:
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“Chega de Saudade” é um dos clássicos do cancioneiro de Tom Jobim. Um trecho dessa música
se encontra na partitura a seguir, baseada nos Songbooks da Editora Lumiar dedicadas a esse
autor. A cifra indicada na versão 1 foi utilizada em edições mais antigas que a da versão 2, ou
seja, a editora, em ambas as épocas ainda coordenada por Almir Chediak, resolveu mudar a
harmonia desse compasso.
Sobre os aspectos harmônico-melódicos não apenas desse compasso, mas de todo o trecho, é correto afirmar que:
Sobre os aspectos harmônico-melódicos não apenas desse compasso, mas de todo o trecho, é correto afirmar que:
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Apesar de sempre citada como o exemplo perfeito da utilização do modomixolídio na música
brasileira; a famosa canção “Baião”, composta em 1946 por Luiz Gonzaga, encerra uma
complexidade harmônico-melódica bem maior, como se pode perceber pela observação da
partitura a seguir, que apresenta apenas a primeira estrofe do canto.
Não obstante a mencionada complexidade, a música se encontra claramente no tom de Mi. O que varia a todo o momento é o modo construído sobre esse Mi, configurando uma verdadeira mistura modal. Essa é uma interpretação que vai diretamente contra o pragmatismo propagado pela famosa instituição estadunidense Berklee College of Music, em que uma situação como a apresentada por esta canção seria analisada de modo a considerar cada acorde, tendo em vista que todos têm 7ª menor, como um caso de mixolídio ancorado em sua fundamental. Assumindo, ao contrário, que o Mi nunca para de exercer sua força como polo principal de atração, assinale a alternativa que mais precisamente lista os modos caracterizados por cada acorde e o trecho melódico que lhe corresponde.
Não obstante a mencionada complexidade, a música se encontra claramente no tom de Mi. O que varia a todo o momento é o modo construído sobre esse Mi, configurando uma verdadeira mistura modal. Essa é uma interpretação que vai diretamente contra o pragmatismo propagado pela famosa instituição estadunidense Berklee College of Music, em que uma situação como a apresentada por esta canção seria analisada de modo a considerar cada acorde, tendo em vista que todos têm 7ª menor, como um caso de mixolídio ancorado em sua fundamental. Assumindo, ao contrário, que o Mi nunca para de exercer sua força como polo principal de atração, assinale a alternativa que mais precisamente lista os modos caracterizados por cada acorde e o trecho melódico que lhe corresponde.
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Observe a introdução da “Sonata para Violão” do compositor britânico Peter Maxwell Davies,
nascido em 1934. Assim como em diversas outras obras contemporâneas, as barras de
compasso são indicadas, mas as fórmulas de compasso não. Esta prática se tornou comum em
peças em que o compasso sempre varia de tamanho e de subdivisões internas.
Indique a opção que representa respectiva e corretamente, os nove compassos iniciais da sonata:
Indique a opção que representa respectiva e corretamente, os nove compassos iniciais da sonata:
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Frère Jacques Frère Jacques Frère Jacques Dormez-vous? Dormez-vous? Sonnez le matines! Sonnez le matines! Ding, Ding, Dong! Ding, Ding, Dong!

A canção “Frère Jacques” apresenta no arranjo escrito da partitura uma textura:

A canção “Frère Jacques” apresenta no arranjo escrito da partitura uma textura:
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Voltando à questão do logos, pode-se ainda dizer que este – de maneira análoga à mousiké –
também é ouvido primeiramente como totalidade (ou sentido), como manifestação abrupta e
insistente, que não depende de interpretações para avalizá-lo. Daí o entrelaçamento dos
conceitos e seus respectivos atributos, colocando-os praticamente como sinônimos,
indiferenciados em sua generalidade.
Portanto, é essa singularidade que confere à mousiké sua equivalência com o logos. Não fora
mero acaso que a música se tornasse a base da cultura geral grega e, em certo sentido, o que
distinguisse o homem culto do inculto. Se não houvesse tal singularidade, ela não teria
alcançado esse patamar, tampouco seria uma das bases do paideuma grego.
Lia Tomás.
O texto aponta para uma relação entre logos e mousiké em que se coloca uma compertinência necessária entre ambas, porque:
O texto aponta para uma relação entre logos e mousiké em que se coloca uma compertinência necessária entre ambas, porque:
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“Existem algumas discussões a respeito da “escala blue” e sua harmonia. Sua melhor definição
é, provavelmente, a que a descreve como uma adaptação das escalas europeias às africanas,
ainda que muitos blues primitivos e a linha vocal de muitos clássicos sejam quase que
puramente africana; pois é mais fácil cantar tais canções como um quarto de tom do que tocá-la
em alguns instrumentos europeus. A maneira mais simples de reconhecer sua escala é através
do uso das blue notes, as terceiras e sétimas (aproximadamente) abemoladas na melodia, mas
não na harmonia, que é europeia. O conflito entre as duas coisas produz os efeitos
característicos do blues”.
HOBSBAWM. E. J. História social do jazz. Paz e Terra: São Paulo, 2009.
O uso da escala mixolídia na música brasileira é frequente, a sétima abaixada ou abemolada é comum nos gêneros típicos do nordeste, a síntese do conflito entre as matrizes africanas e europeias geraram um efeito similar à ocorrência das blue notes em:
O uso da escala mixolídia na música brasileira é frequente, a sétima abaixada ou abemolada é comum nos gêneros típicos do nordeste, a síntese do conflito entre as matrizes africanas e europeias geraram um efeito similar à ocorrência das blue notes em:
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