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Considerando que ortografia é a parte da gramática que trata do emprego correto de letras e palavras na língua escrita, assinale a alternativa em que todas as palavras estão corretamente grafadas:
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Colocação pronominal é a posição que os pronomes pessoais oblíquos átonos ocupam na frase em relação ao verbo a que se referem. Sendo assim, assinale a alternativa correta conforme as regras da gramática normativa.
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Conforme as regras da gramática normativa, as palavras contêm, intercâmbio e implícito, devem ser acentuadas, já que são respectivamente:
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Texto para responder a questão.
Livros e professores
Binômio para a excelência
Maria Beatriz Medina
Maria Beatriz Medina, nasceu na Venezuela, é formada em Letras, autora, pesquisadora na área de leitura e leitura infantil. Atualmente participa da Comissão Executiva do Bando do Livro, é presidente da filial venezuelana do IBBY e membro do conselho de sinergia, uma rede de associações da sociedade civil venezuelana.
Tradução Thais Albierei
Sem leitura não há educação possível
Antonio Basanta
Os livros contêm a memória da humanidade e constituem a engrenagem da formação leitora dentro e fora da escola. Contudo, a escola é um lugar de exceção, propicia a formação de leitores partindo de uma premissa: a leitura constitui ferramenta fundamental para o desenvolvimento do ser pessoal e social. Disso decorre que a relação do professor com os livros e a leitura se torne instrumento idôneo para redimensionar a ação educativa e o objetivo transversal do fazer docente.
O ato de ler se vincula ao desenvolvimento da linguagem que é a forma de expressão do ser humano, de seu pensamento e é o veículo de sua reflexão. Por isso é imprescindível a apropriação e a utilização competente da linguagem escrita e oral por parte dos professores e alunos.
Por outro lado, a escola é um espaço de interação da vida em sociedade fora do círculo familiar, onde o intercâmbio e o diálogo com o outro representa um ponto de inflexão. Cada um de nós tem na palavra a possibilidade de compartilhar experiências de vida e na leitura há um reservatório de possibilidades em que as propostas externas e estéticas se alinham para oferecer o caminho de encontro com o outro, com a diferença. Nesse sentido, a literatura congrega a construção de pontes que nos conduz à compreensão e à aceitação dos outros. Como afirma Michele Petit: “/.../ ainda que não se leve alguém a ser escritor, a leitura pode, mediante um mecanismo parecido, nos tornar um pouco mais aptos para enunciar nossas próprias palavras, nosso próprio texto, nos tornar um pouco mais autores de nossa vida”.
Embora nem os livros, nem a leitura, nem a literatura, por si mesmos, possam ajudar as pessoas a sair de situações opressoras ou a se libertar, contribuem para que as pessoas possam intervir ativamente na mudança da própria realidade. Se alguém necessita dessa possibilidade, são justamente as crianças e os adolescentes que precisam de um mapa que os oriente a entender, percorrer e encontrar no intricado e desconcertante mundo criado pelos adultos. Cabe ao professor delinear esse mapa e, para isso, deve ter desenvolvido a competência leitora necessária para fazê-lo. Não há dúvida de que a leitura proporciona, tanto a professores quanto a alunos, a oportunidade de desenvolver competências que facilitem – entre outras coisas – aprender (e ensinar) a escutar, dominar a negociação e trabalhar na aula para ensinar a pensar e a atuar.
Uma das chaves do trabalho de formação leitora dentro da sala de aula é propiciar – por parte dos professores – o diálogo entre o autor e o leitor, em que a ação deste o leve a reelaborar uma proposta textual. O objetivo é formar leitores críticos mediante uma aproximação efetiva da linguagem, uma leitura cuidadosa e a apropriação de termos diante da experiência, situações importantes ligadas ao fato de que a educação deve ser um processo criativo e autônomo. Um processo que deve afiançar qualquer ação de ensino dentro da aula e que deve partir de saberes dos professores dedicados a formar um sujeito leitor independente, crítico e um cidadão responsável. Isto é, ao mesmo tempo, o desiderátum implícito – ainda que seja discursivamente – em todos os espaços de promoção de leitura e, especialmente na escola.
(Revista Emília. Leitura e livros para crianças e jovens. Leitores. Março 2013) http://www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=293
“Disso decorre que a relação do professor com os livros e a leitura se torna instrumento idôneo para redimensionar a ação educativa(...)”. Essa frase não terá seu sentido alterado se a palavra idôneo for substituída por:
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Texto para responder a questão.
Livros e professores
Binômio para a excelência
Maria Beatriz Medina
Maria Beatriz Medina, nasceu na Venezuela, é formada em Letras, autora, pesquisadora na área de leitura e leitura infantil. Atualmente participa da Comissão Executiva do Bando do Livro, é presidente da filial venezuelana do IBBY e membro do conselho de sinergia, uma rede de associações da sociedade civil venezuelana.
Tradução Thais Albierei
Sem leitura não há educação possível
Antonio Basanta
Os livros contêm a memória da humanidade e constituem a engrenagem da formação leitora dentro e fora da escola. Contudo, a escola é um lugar de exceção, propicia a formação de leitores partindo de uma premissa: a leitura constitui ferramenta fundamental para o desenvolvimento do ser pessoal e social. Disso decorre que a relação do professor com os livros e a leitura se torne instrumento idôneo para redimensionar a ação educativa e o objetivo transversal do fazer docente.
O ato de ler se vincula ao desenvolvimento da linguagem que é a forma de expressão do ser humano, de seu pensamento e é o veículo de sua reflexão. Por isso é imprescindível a apropriação e a utilização competente da linguagem escrita e oral por parte dos professores e alunos.
Por outro lado, a escola é um espaço de interação da vida em sociedade fora do círculo familiar, onde o intercâmbio e o diálogo com o outro representa um ponto de inflexão. Cada um de nós tem na palavra a possibilidade de compartilhar experiências de vida e na leitura há um reservatório de possibilidades em que as propostas externas e estéticas se alinham para oferecer o caminho de encontro com o outro, com a diferença. Nesse sentido, a literatura congrega a construção de pontes que nos conduz à compreensão e à aceitação dos outros. Como afirma Michele Petit: “/.../ ainda que não se leve alguém a ser escritor, a leitura pode, mediante um mecanismo parecido, nos tornar um pouco mais aptos para enunciar nossas próprias palavras, nosso próprio texto, nos tornar um pouco mais autores de nossa vida”.
Embora nem os livros, nem a leitura, nem a literatura, por si mesmos, possam ajudar as pessoas a sair de situações opressoras ou a se libertar, contribuem para que as pessoas possam intervir ativamente na mudança da própria realidade. Se alguém necessita dessa possibilidade, são justamente as crianças e os adolescentes que precisam de um mapa que os oriente a entender, percorrer e encontrar no intricado e desconcertante mundo criado pelos adultos. Cabe ao professor delinear esse mapa e, para isso, deve ter desenvolvido a competência leitora necessária para fazê-lo. Não há dúvida de que a leitura proporciona, tanto a professores quanto a alunos, a oportunidade de desenvolver competências que facilitem – entre outras coisas – aprender (e ensinar) a escutar, dominar a negociação e trabalhar na aula para ensinar a pensar e a atuar.
Uma das chaves do trabalho de formação leitora dentro da sala de aula é propiciar – por parte dos professores – o diálogo entre o autor e o leitor, em que a ação deste o leve a reelaborar uma proposta textual. O objetivo é formar leitores críticos mediante uma aproximação efetiva da linguagem, uma leitura cuidadosa e a apropriação de termos diante da experiência, situações importantes ligadas ao fato de que a educação deve ser um processo criativo e autônomo. Um processo que deve afiançar qualquer ação de ensino dentro da aula e que deve partir de saberes dos professores dedicados a formar um sujeito leitor independente, crítico e um cidadão responsável. Isto é, ao mesmo tempo, o desiderátum implícito – ainda que seja discursivamente – em todos os espaços de promoção de leitura e, especialmente na escola.
(Revista Emília. Leitura e livros para crianças e jovens. Leitores. Março 2013) http://www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=293
A respeito do tema e o vocabulário do texto, marque a alternativa correta.
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Texto para responder a questão.
Livros e professores
Binômio para a excelência
Maria Beatriz Medina
Maria Beatriz Medina, nasceu na Venezuela, é formada em Letras, autora, pesquisadora na área de leitura e leitura infantil. Atualmente participa da Comissão Executiva do Bando do Livro, é presidente da filial venezuelana do IBBY e membro do conselho de sinergia, uma rede de associações da sociedade civil venezuelana.
Tradução Thais Albierei
Sem leitura não há educação possível
Antonio Basanta
Os livros contêm a memória da humanidade e constituem a engrenagem da formação leitora dentro e fora da escola. Contudo, a escola é um lugar de exceção, propicia a formação de leitores partindo de uma premissa: a leitura constitui ferramenta fundamental para o desenvolvimento do ser pessoal e social. Disso decorre que a relação do professor com os livros e a leitura se torne instrumento idôneo para redimensionar a ação educativa e o objetivo transversal do fazer docente.
O ato de ler se vincula ao desenvolvimento da linguagem que é a forma de expressão do ser humano, de seu pensamento e é o veículo de sua reflexão. Por isso é imprescindível a apropriação e a utilização competente da linguagem escrita e oral por parte dos professores e alunos.
Por outro lado, a escola é um espaço de interação da vida em sociedade fora do círculo familiar, onde o intercâmbio e o diálogo com o outro representa um ponto de inflexão. Cada um de nós tem na palavra a possibilidade de compartilhar experiências de vida e na leitura há um reservatório de possibilidades em que as propostas externas e estéticas se alinham para oferecer o caminho de encontro com o outro, com a diferença. Nesse sentido, a literatura congrega a construção de pontes que nos conduz à compreensão e à aceitação dos outros. Como afirma Michele Petit: “/.../ ainda que não se leve alguém a ser escritor, a leitura pode, mediante um mecanismo parecido, nos tornar um pouco mais aptos para enunciar nossas próprias palavras, nosso próprio texto, nos tornar um pouco mais autores de nossa vida”.
Embora nem os livros, nem a leitura, nem a literatura, por si mesmos, possam ajudar as pessoas a sair de situações opressoras ou a se libertar, contribuem para que as pessoas possam intervir ativamente na mudança da própria realidade. Se alguém necessita dessa possibilidade, são justamente as crianças e os adolescentes que precisam de um mapa que os oriente a entender, percorrer e encontrar no intricado e desconcertante mundo criado pelos adultos. Cabe ao professor delinear esse mapa e, para isso, deve ter desenvolvido a competência leitora necessária para fazê-lo. Não há dúvida de que a leitura proporciona, tanto a professores quanto a alunos, a oportunidade de desenvolver competências que facilitem – entre outras coisas – aprender (e ensinar) a escutar, dominar a negociação e trabalhar na aula para ensinar a pensar e a atuar.
Uma das chaves do trabalho de formação leitora dentro da sala de aula é propiciar – por parte dos professores – o diálogo entre o autor e o leitor, em que a ação deste o leve a reelaborar uma proposta textual. O objetivo é formar leitores críticos mediante uma aproximação efetiva da linguagem, uma leitura cuidadosa e a apropriação de termos diante da experiência, situações importantes ligadas ao fato de que a educação deve ser um processo criativo e autônomo. Um processo que deve afiançar qualquer ação de ensino dentro da aula e que deve partir de saberes dos professores dedicados a formar um sujeito leitor independente, crítico e um cidadão responsável. Isto é, ao mesmo tempo, o desiderátum implícito – ainda que seja discursivamente – em todos os espaços de promoção de leitura e, especialmente na escola.
(Revista Emília. Leitura e livros para crianças e jovens. Leitores. Março 2013) http://www.revistaemilia.com.br/mostra.php?id=293
Referente às ideias e aos aspectos gramaticais do texto, assinale a alternativa correta.
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Quando copiamos uma fórmula =A1*B1 para as linhas abaixo no Excel, entende-se que as fórmulas devem ser relativas, ou seja, mudam de acordo com as linhas. No exemplo dado =A1*B1 sendo relativas, mudam para =A2*B2, =A3*B3 e assim por diante. Mas, se determinarmos que no exemplo citado, a célula B1 permaneça absoluto, antes de copiar, a fórmula deve ser alterada para:
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Dentre as alternativas a seguir qual não está de acordo com a CF/88?
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Considere as seguintes informações em relação à Gestão em rede:
I - A gestão de redes difere, de forma significativa, da gestão das organizações hierárquicas, nas quais o administrador é um supervisor, que possui a responsabilidade de planejar, organizar, comandar, coordenar e controlar (Fayol, 1958). Nas redes, o administrador assume o papel de mediador, que deve propiciar as condições para a interação bem sucedida dos atores e a efetividade dos seus projetos. “Deixa de ser um fazedor e cumpridor de planos, para ser um negociador, aberto ao diálogo, capaz de incentivar e apreender as múltiplas leituras da realidade e as alternativas de ação”.
II - A ideia de redes surge da observação que a estrutura social é constituída pelas relações concretas criadas pelos governantes. Nessa perspectiva, é a partir das relações sociais que se torna possível compreender “o sentido das ações sociais”, enquanto que as características e atributos dos indivíduos dizem respeito apenas aos seus agentes.
III - Com o conceito de redes se pretendia mapear a cadeia de conexões que os indivíduos estabeleciam, desvelar as reciprocidades e as assimetrias nas suas relações, buscando com isso compreender as limitações e as oportunidades para a ação no comportamento psicológico, a partir do seu contexto relacional.
IV - A ideia das redes políticas surge das modernas abordagens que problematizam as relações Inter organizacionais e das teorias que analisam o pluralismo na esfera pública como característica fundante das sociedades democráticas e burocrática.
V - A rede, portanto, é uma construção coletiva que se define à medida que é armazenada. Assim, a transição campo-rede deve ser um processo gerenciado que busque a sinergia dos recursos e, principalmente, a coesão do grupo.
Está correto o que se afirma apenas em:
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Em relação à função y = sen x, julgue as afirmações a seguir:
I – O domínio e o contradomínio dessa função são iguais ao conjunto dos números reais.
II – O conjunto Imagem desta função é \( Im=\{x ∈ \mathbb{R} /-1 \le \, sem \, x \le 1\} \).
III – Os arcos do 1º e 2º quadrantes associam-se a valores negativos de senos.
Ao julgar as afirmações, podemos concluir que:
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