Foram encontradas 40 questões.
Observe as proposições abaixo referentes à comunicação.
I. A comunicação compreende todos os meios e formas de transmissão de informação.
II. A comunicação é a transferência de informação entre duas ou várias pessoas.
III. A comunicação é todo sinal ou símbolo que pode ser empregado por uma ou várias pessoas para modificar o comportamento das mesmas.
II. A comunicação é a transferência de informação entre duas ou várias pessoas.
III. A comunicação é todo sinal ou símbolo que pode ser empregado por uma ou várias pessoas para modificar o comportamento das mesmas.
Está(ão) correta(s), apenas:
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TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias(A).
Deonísio da Silva*
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer(B). “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor(C).
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado(D) que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels(E), teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Abaixo, encontram-se fragmentos retirados do texto 1. Observe o valor semântico atribuído ao conectivo em destaque e marque a alternativa que estabelece a relação correta.
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Além do tradicional conceito de lide, o jornalismo brasileiro tem a peculiaridade do sublide. Como se define essa criação nacional?
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- Linguagens e Suportes MidiáticosProdução AudiovisualRoteiro, Produção e Edição de Conteúdo Audiovisual e Cinematográfico
No que se refere a roteiro, plot é
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O jornalismo científico exige, além do domínio de técnicas de redação, outras habilidades e conhecimentos do jornalista. A respeito disso, analise as proposições abaixo:
I. Familiaridade com os procedimentos da pesquisa científica.
II. Conhecimentos de história da ciência, de política científica e tecnológica.
III. Contato eventual com a comunidade científica.
IV. Atualidade sobre os avanços da ciência.
II. Conhecimentos de história da ciência, de política científica e tecnológica.
III. Contato eventual com a comunidade científica.
IV. Atualidade sobre os avanços da ciência.
Estão corretas, apenas:
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TEXTO 1
O trabalho histórico
A origem do termo que já esteve associado ao suplício, mas que também pode ser fonte de alegrias.
Deonísio da Silva*
Deonísio da Silva*
A palavra “trabalho” veio do latim tripalium, tripálio, uma técnica de sofrimento obtida com três paus fincados no chão, aos quais era afixado o condenado, quando não empalado num deles até morrer. “Empalar” é espetar pelo ânus, algo comum na Antiguidade, ante o qual (1) a crucifixão romana foi um avanço.
A etimologia latina formou-se a partir do prefixo tri-, três, e palus, pau, estaca, poste, mourão. No plano mítico, este étimo foi abandonado, porém na Vulgata, como é conhecida a tradução da Bíblia, do hebraico para o latim, feita pela equipe de São Jerônimo, que (2) serviu de base às traduções portuguesas durante séculos até que tivéssemos acesso a traduções vindas diretamente dos originais hebraico e grego.
Quem (3) trouxe a condenação de Adão e Eva ao trabalho, do latim para o português, traduziu labor por trabalho, um de seus sinônimos. São Jerônimo descartou tripalium e optou por labor. Traduzir é escolher. Sua escolha evitou os vínculos de tortura, implícitos no étimo descartado, mas manteve os de sofrimento no étimo escolhido.
A ideia do trabalho como sofrimento não estava presente na etimologia latina, uma vez que o verbo trabalhar era laborare; e trabalho, labor.
No italiano predominou este (4) sentido, de que são amostras as palavras lavorare e lavoro. No francês travail, ao contrário, a vertente é a mesma do português. Mas para trabalhador a língua francesa preferiu ouvrier, do étimo latino operarius, do verbo operare, formado a partir de operis, genitivo de opus, obra, cujo plural é ópera.
No latim vulgar, porém, operare transformou-se em operire. Em inglês, trabalho é work, e no alemão, Werk, procedendo ambos do grego érgon, ação, presente no português em outras palavras, como em ergoterapia, tratamento pelo trabalho.
Felizmente, a etimologia ensina de onde vieram as palavras, mas não determina que elas tenham hoje o significado que tiveram no passado. O trabalho pode ser inesgotável fonte de alegrias! Segundo Friedrich Engels, teve papel fundamental na transformação do macaco em homem, mas aí(5) os erros de tradução do filósofo alemão são igualmente numerosos.
*Escritor e doutor em Letras pela USP
(Texto adaptado. Disponível em: <www.revistalinguaportuguesa.com.br>. Acesso em: 26. Dez. 2011)
Cada ato de fala é uma forma de se posicionar perante o mundo, o que torna a argumentação inerente a todos os textos. A respeito dos tipos de argumentos utilizados no texto 1, analise as proposições abaixo.
I. O significado etimológico da palavra “trabalho” reforça o argumento do senso comum, que o associa à fadiga e ao desgaste físico-mental.
II. As acepções etimológicas dos termos vinculados ao campo do trabalho reforçam uma posição negativa acerca dessa atividade.
III. Os termos de outros idiomas, destacados em itálico no texto, constroem a argumentação por competência linguística, o que dá credibilidade ao autor.
IV. A recorrência à etimologia da palavra é um argumento por prova concreta da tese defendida ao final do texto de que o trabalho pode ser alegre.
V. O autor faz uma citação de autoridade (terceira e quarta linhas do último parágrafo) e, em seguida, põe em xeque esse argumento.
Estão corretas, apenas:
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Assessores de comunicação costumam produzir matérias para house organs com temas que não têm qualquer ligação com a empresa. Isso é feito para conceder mais leveza ao veículo. Afinal, a matéria pode não ter nada a ver com a organização, mas é de interesse do target, e isso justifica a sua inclusão no veículo de comunicação empresarial. Este tipo de matéria não deve abranger um espaço significativo no house organ e é denominada de
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A auditoria de imagem na mídia é um trabalho de monitoramento e mensuração da presença de uma empresa, entidade, pessoa, partido político etc. na mídia. Pode, ainda, englobar o acompanhamento dos concorrentes, de forma a garantir um processo de comparação que seja legítimo. Com base no que foi exposto, analise as proposições a seguir e assinale V para as verdadeiras e F para as falsas.
( ) Não é razoável, na auditoria de imagem na mídia, comparar espaço editorial com espaço publicitário, tendo em vista o fato de que são instâncias completamente distintas no processo de produção jornalística.
( ) A auditoria de imagem na mídia leva em conta inúmeros parâmetros, relacionados seja com o esforço de divulgação da empresa (entidade, pessoa, partido político etc.), seja com o processo de produção jornalística.
( ) A auditoria de imagem na mídia integra um conjunto amplo de instrumentos, incluídos no processo de inteligência empresarial.
( ) Do ponto de vista da confiabilidade e da reputação, estar presente, de forma positiva, na área editorial vale mais do que o espaço equivalente em propaganda nos mesmos veículos.
( ) A imagem – ou as imagens, mais apropriadamente – de uma organização não está efetivamente na mídia, mas na cabeça da audiência. O jornal, a TV, a Internet ajudam a construir imagem, mas ela está verdadeiramente na cabeça dos públicos e da sociedade.
A sequência correta, de cima para baixo, é:
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Nas organizações, há dois tipos de comunicação: a informal e a formal. Esta última é a que procede da estrutura empresarial propriamente dita, de onde emanam informações por vários tipos de veículos (impressos, visuais, auditivos, eletrônicos etc.). É uma comunicação administrativa, que, segundo Margarida Kunsch (Planejamento de relações públicas na comunicação integrada, 2003), “se relaciona com o sistema expresso de normas que regem o comportamento, os objetivos, as estratégias e conduzem as responsabilidades dos integrantes das organizações”. Tudo isso se dá por meio dos fluxos comunicativos, que conduzem as mais diferentes comunicações dentro de uma organização. De acordo com o conceito de fluxos comunicativos, a pesquisa de clima organizacional é uma ferramenta de fluxo
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TEXTO 2
Absorver mudança ortográfica não será difícil, diz linguista
Luisa Alcântara e Silva
De acordo com o Ministério da Educação, só 0,5% do vocabulário brasileiro será alterado com o novo Acordo. Em Portugal e nos países que adotam a sua grafia - Angola, Moçambique, Guiné-Bissau, Cabo Verde, Timor-Leste e São Tomé e Príncipe -, a reforma será maior: abrange 1,5% das palavras usadas. Por isso, quando começar a valer, o Acordo - que ainda não foi regulamentado em Portugal - terá um período de cinco anos de transição.
Para Carlos Alberto Faraco, doutor em linguística e professor da Universidade Federal do Paraná, os brasileiros não terão tanta dificuldade para absorver as novas regras. "Se você observar o comportamento das pessoas hoje, você vai ver que elas nem usam mais boa parte dessas coisas que vão desaparecer", afirma.
Norberto Lourenço Nogueira Junior, professor de português do ensino médio, complementa, comparando a reforma atual com a última, da década de 70: "A adaptação vai ser mais fácil. Na de 1971, houve muito mais mudanças". Ele acredita que a mudança na forma como o hífen é utilizado gerará muitas dúvidas. "O jeito é comprar um dicionário novo e conferir sempre como a palavra ficou."
De acordo com Faraco, unificando a ortografia, os brasileiros terão uma preocupação a menos. "Se você for à esquina agora e comprar um romance do Saramago, você vai ver que ele está escrito na grafia lusitana. Nós aceitamos isso. Quando um brasileiro vai fazer pós-graduação em Portugal, ele tem que produzir a sua tese de acordo com a ortografia lusitana. Os portugueses são inflexíveis", afirma.
Sobre as críticas de que o Acordo não unifica a língua portuguesa, pois existem palavras com significados diferentes nos países lusófonos - "putos" em Portugal, por exemplo, significa rapazes -, José Carlos de Azeredo, doutor em letras e professor da Universidade Estadual do Rio de Janeiro, afirma que isso não é argumento. "O Acordo diz respeito à ortografia, não ao vocabulário de cada país", diz ele. Para Azeredo, "é impossível unificar o vocabulário".
(Texto publicado na Folha de São Paulo em 01 de janeiro
de 2009. Disponível em: <http://www1.folha.uol.com.br/folha/educacao/ult305u485116.shtml> Acesso em: 30 dez. 2011)
Em relação à distribuição das ideias no texto 2, leia as assertivas abaixo.
I. O primeiro parágrafo apresenta o tema central do texto, o qual pode ser sintetizado na seguinte fórmula: a adaptação dos falantes à nova ortografia.
II. O segundo parágrafo revela a tese defendida explicitamente pela autora de que a nova ortografia não traz grandes dificuldades para os falantes.
III. O terceiro parágrafo ratifica o ponto de vista apresentado no segundo parágrafo, estabelecendo uma analogia com a reforma ortográfica de 1971.
IV. O quarto parágrafo explica que o novo acordo ortográfico terá maior impacto no cotidiano dos brasileiros que no dos portugueses.
V. O quinto parágrafo corrobora com o argumento de que o acordo ortográfico é uma unificação da escrita, e não uma uniformização da língua.
Estão corretas, apenas:
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