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Foram encontradas 60 questões.

2412919 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Associe as colunas relacionando os tipos de planos com suas respectivas características.
Tipos de planos Características básicas
1. Estratégico.
2. Tático.
3. Operacional.
( ) Foco em tarefas rotineiras.
( ) Orientação de médio prazo.
( ) Objetivos gerais e planos genéricos.
( ) Define procedimentos e processos específicos.
( ) Orientação de longo prazo.
( ) Foco em unidades ou departamentos da organização.
( ) Define as principais ações a empreender para cada unidade.
( ) Objetivos especificam os resultados esperados de grupos ou indivíduos.
A sequência está correta em
 

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2412801 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Quando ocorrem tragédias como as provocadas pelo tsunami no Japão, dois fenômenos acontecem quase que simultaneamente. O primeiro é o da solidariedade, que surge de onde menos se espera e se espalha entre pessoas, cidades e continentes. O segundo fenômeno é o da colaboração. Trata-se de um tipo de ação solidária que une pessoas em busca de objetivos comuns. O ideal, porém, seria que esse espírito de união e colaboração estivesse sempre presente no enfrentamento de todas as dificuldades que uma pessoa encontrasse. As organizações buscam incessantemente o trabalho em equipe para melhorar seu desempenho.
(Revista Você S.A – abril/2011)
Diante do exposto, pode-se afirmar que
I. os administradores e as equipes determinam e planejam em conjunto o trabalho.
II. as pessoas trabalham sozinhas.
III. a maioria da informação é livremente partilhada em todos os níveis.
IV. as recompensas baseiam-se no desempenho individual e em contribuições para o desempenho da equipe.
V. a disposição a tomar risco é desencorajada e punida.
Os resultados do trabalho em equipe são caracterizados apenas nas alternativas
 

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2412729 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

A ideia principal do texto é

 

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2412574 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Após a implantação do Plano Real, em 1994, a inflação brasileira presenciou sucessivas quedas ao ponto de, em 1998, alcançar números observados em países desenvolvidos. Dentre os fatores importantes para explicar essa queda drástica da taxa de inflação no Brasil, pode-se citar os expostos a seguir, EXCETO:
 

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2412536 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

Analise as frases quanto ao emprego do acento indicador da crase.

1. Os Cieps ofereciam educação de qualidade às crianças das classes mais desfavorecidas.

2. O autor faz referência à existência de preconceito racial no Brasil.

3. Os militantes estão à espera de dias melhores para a classe social pobre.

4. As elites têm posição contrária às políticas públicas de inclusão da classe pobre.

Estão corretas apenas as afirmativas

 

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2412394 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Analise as afirmativas.
I. O Produto Interno Líquido a preço de mercado é obtido subtraindo a Depreciação do Produto Interno Bruto a custo de fator.
II. O Produto Nacional Bruto a custo de fator é obtido subtraindo a Renda Líquida Enviada ao Exterior do Produto Interno Bruto a preço de mercado.
III. Uma desvalorização da moeda brasileira tende a afetar positivamente as exportações líquidas brasileiras, tudo mais constante.
IV. O cálculo do produto feito pela ótica da despesa, considera a soma de todos os bens e serviços finais, produzidos em um período, mais o que foi gerado de estoque.
Estão corretas apenas as afirmativas
 

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2411910 Ano: 2011
Disciplina: Economia
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
O Plano Real e toda a política econômica colocada em prática pelos dois governos do presidente Fernando Henrique Cardoso foram condicionados pelo chamado Consenso de Washington. A respeito do Consenso de Washington, pode-se afirmar que
I. são regras de conduta de como uma economia deve agir para manter a confiança do sistema financeiro internacional.
II. disciplina fiscal e reorientação dos gastos públicos são algumas das regras impostas pelo mesmo.
III. a reforma tributária não faz parte dessas regras, já que a economia brasileira possui uma carga tributária elevada e suficiente para a obtenção de receitas públicas.
IV. a abertura para o investimento estrangeiro direto é primordial para o desenvolvimento de novas tecnologias.
Está(ão) correta(s) apenas a(s) afirmativa(s)
 

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2411613 Ano: 2011
Disciplina: Português
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE

O legado da servidão

Político, advogado, diplomata, literato e militante abolicionista, Joaquim Nabuco tinha lá sua veia de cientista social. Logo após a assinatura da Lei Áurea, pondo fim à escravidão, ele vaticinou que o estigma do regime ainda perduraria por dois séculos na sociedade brasileira. Filho de senhor de engenho e monarquista, Nabuco conhecia como poucos a visão de mundo das elites da nossa terra. E a História lhe daria inteira razão. A herança cultural da escravidão, oficialmente abolida em 13 de maio de 1888, permanece ainda hoje assustadoramente viva no Brasil.

O debate sobre a existência, ou não, de racismo entre nós, embora válido, apenas tangencia o problema relacionado à cultura de resistência à inclusão e ao progresso das pessoas oriundas das classes situadas na base da pirâmide social. Pois esta discriminação logo superaria a simples questão da cor da pele para se fixar na população pobre de um modo geral. Negra, mestiça, ou mesmo branca. O rancor dos antigos donos de escravos com a vitória abolicionista seria transmitido a seus descendentes na forma de arraigado desprezo contra todos que viessem a exercer o mesmo trabalho daqueles, fossem eles negros ou não. Esse desdém pela ralé seria responsável pela cunhagem de inúmeras expressões pejorativas para designar “a gente mal nascida”, tais como zé-povinho, patuleia, gentinha, gentalha, choldra, escumalha, negrada, criouléu e tantas outras. E também pelo mito da indolência do brasileiro.

Mas como nem só de epítetos depreciativos e mitos vive o preconceito, o ranço ideológico da escravidão deitaria raízes bem mais profundas na mentalidade das elites brasileiras, sob a forma de um olhar dicotômico sobre a própria condição humana, reclassificada de acordo com a condição social do aspirante à cidadania. Esta deformação está na origem da hostilidade de boa parte de nossa burguesia aos reclamos de ascensão social das classes mais desfavorecidas. É comum a objeção: estão ganhando pouco? Ah, mas pra cervejinha do final de semana, eles têm dinheiro; como se o uísque com os amigos fosse sagrado, mas o lazer do pobre algo imoral. O projeto dos Cieps de Darcy Ribeiro, destinado a oferecer educação de qualidade às crianças de famílias de baixa renda, foi impiedosamente sabotado pela reação conservadora, entre outros pretextos, sob a alegação de que as construções “eram caras demais”. “E favelado lá precisa de quadra poliesportiva e piscina?”, questionava-se.

Não é exatamente por sovinice que, de um modo geral, as elites se opõem às recentes e inéditas políticas públicas de redistribuição de renda. Afinal, cumprindo-se os desígnios da macroeconomia, mesmo obrigados a pagar mais impostos para financiar programas sociais e a oferecer salários melhores a seus empregados, os ricos ficaram ainda mais ricos quando tantos pobres deixaram de ser tão pobres. O problema está no inconformismo dos herdeiros ideológicos do sistema escravocrata, não necessariamente ricos, com o progressivo desaparecimento das marcas da servidão humana no cenário social brasileiro. Como dizia uma conhecida socialite há alguns anos, para espanto de suas amigas francesas: “Adoro o Brasil, pois lá meus empregados contentam-se em comer banana com farinha...”

(Com adaptações, José Carlos Tórtima, “O Globo”, 26/07/2011)

Há sujeito indeterminado em

 

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2411431 Ano: 2011
Disciplina: Administração Geral
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
O Benchmarking interno é aquele que consiste na comparação
 

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2411354 Ano: 2011
Disciplina: Informática
Banca: Consulplan
Orgão: IBGE
Enunciado 2789978-1
Em relação ao Microsoft Office Word 2003 (configuração padrão), analise a figura e marque a alternativa correspondente.
 

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