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N.N., 28 anos, sem comorbidades, com história de acidente de parapente com politrauma grave. Ao exame, Glasgow 5, anisocoria com midríase à esquerda, PA 85x40 mmHg, FC 128 bpm, FR 25 ipm, T 37,2 ºC e !$ SpO_2 !$ 87%. A proposta terapêutica inicial adequada ao caso é:
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U.M., 55 anos, nega comorbidades prévias, refere apresentar diarreia há 3 dias, com 3 evacuações líquidas por dia, sem sangue ou muco. Apresenta queixa de palpitação, tontura e dor em aperto retrosternal, sem irradiação. ECG de emergência apresenta taquiarritmia atrioventricular com QRS apresentando 100 ms e FC regular de 150 bpm. Ao exame clínico, apresenta perfusão distal normal e PAM normal e !$ SpO_2 !$ de 91% em ar ambiente. A proposta terapêutica inicial adequada ao caso é:
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Entre os diagnósticos listados abaixo, a causa mais provável de uma hipoxemia com diferença alvéolo-arterial de oxigênio normal é:
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Sobre a síndrome de realimentação (re-feeding), considere as seguintes afirmativas:
1. Essa síndrome se caracteriza pela presença de hipofosfatemia e outros distúrbios eletrolíticos nas primeiras 72 h após o início da terapia nutricional.
2. A demora da terapia nutricional em atingir meta calórico-proteica constitui um importante gatilho para o início dos sintomas.
3. O re-feeding é mais frequente com a rota parenteral (NPT) de suporte nutricional do que com o suporte enteral.
4. Idade > 70 anos, IMC baixo, jejum prolongado, etilismo e dosagem já baixa de eletrólitos antes do início da terapia nutricional são fatores de risco para a síndrome.
Assinale a alternativa correta.
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M.N., 62 anos, hipertenso, diabético e tabagista, com história de perda de força muscular à direita e confusão mental de início súbito há 5 horas. Agora, familiares referem que o paciente está mais calmo e com retorno dos movimentos do braço direito. Ao exame, Glasgow 14, PA 160/100 mmHg, FC 70 bpm, FR 15 ipm, T 36,2C, !$ SaO_2 !$ 95% em ar ambiente, pares cranianos normais, exceto pela assimetria facial, hemianopsia homônima direita, FM grau IV em dimídio direito, grau V em dimídio esquerdo, tônus e reflexos diminuídos em dimídio direito e normais à esquerda, sensibilidade aparentemente preservada, mas com afasia mista. NIHSS 12. TAC de crânio de emergência sem contraste, apresenta sinais de perda da transição córtico medular em território ACM esquerda. ASPECTS 8. Ainda não está disponível a rotina laboratorial de triagem e familiares negam uso de anticoagulante ou disfunção renal prévia. De acordo com o caso, a proposta terapêutica inicial é:
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Sobre investigação diagnóstica e tratamento de infecções em terapia intensiva, assinale a alternativa correta.
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I.K., 68 anos, CEO de uma multinacional, tabagista e hipertenso controlado, com história de dor retroesternal em aperto sem irradiação há 90 minutos, com início enquanto tomava café nesta manhã e resolução espontânea após 30 minutos. No momento, encontra-se assintomático, embora um pouco ansioso pelo ocorrido. Refere quadro semelhante há dois dias e informa que seu pai faleceu aos 58 anos por IAM nesse mesmo hospital. Encaminhado ao ECG 15 min após sua chegada, que apresentava P positiva em DII, DIII e AVL, com intervalos regulares e precedendo todos os QRS, eixo elétrico há 75 graus, QRS com 100 ms de duração, segmento ST com supradesnivelamento de 1 mm apenas em V1, ondas T assimétricas e positivas em todas as derivações. Dosagem sérica da troponina-I ultrassensível, 30 minutos após o ECG, apresenta valor de 0,3 ng/dL (0,05ng/dL corresponde ao 99º percentil). Na estratificação de risco, TIMI risk score = 4, TIMI risk index = 35, GRACE risk score = 117 pontos (probabilidade de óbito em 6 meses de 7%). A hemodinâmica está em manutenção e o serviço mais próximo fica a 6 horas de ambulância. Nesse contexto, a estratégia terapêutica é:
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A.F., 25 anos, com história de asma grave, está em acompanhamento com pneumologista há 3 anos. Ao exame, sedada, com extremidades frias e reenchimento capilar > 3s, PA 90x50 mmHg, FC 120 bpm (arrítmico), T 37,1 ºC, !$ SpO_2 !$ 90%, ausculta pulmonar com MV reduzido em todo o tórax e sibilos discretos. ECG com extrassístoles supraventriculares. Sob VM invasiva, modo VCV controlado, volume corrente 7 mL/kg de peso ideal, FR 22 ipm, PEEP 6 cm!$ H_2O !$, !$ FiO_2 !$ 70% gerando uma relação I:E 1:1, pressão de pico inspiratório 45 cm!$ H_2O !$ e pressão de platô 30 cm!$ H_2O !$. Capnografia com !$ etCO_2 !$ de 42 mmHg. Gasometria arterial com !$ pH !$ 7,25, !$ pO_2 !$ 56 mmHg, !$ pO_2 !$ 70 mmHg, BIC 27 mEq/L, !$ SaO_2 !$ 89% e lactato 4,5 mmol/L. A proposta terapêutica inicial adequada para o caso é:
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A respeito do diagnóstico e manejo de via aérea na emergência, considere as seguintes afirmativas:
1. O correto posicionamento do coxim atrás do pescoço e não no dorso ou na região occipital permite uma melhor visualização da via aérea e facilita a intubação.
2. Mallampati III e IV, diabetes e gestação próxima ao termo são importantes indicadores de risco de via aérea difícil.
3. Cormack-Lehane IV, distância tireomentoniana > 6 cm e palato ogival são indicadores de via aérea sem dificuldade na laringoscopia.
4. Traqueostomia é uma estratégia eficiente de manejo da via aérea na emergência.
Assinale a alternativa correta.
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Quanto ao tratamento da hemorragia digestiva alta por varizes de esôfago em pacientes com hipertensão portal, assinale a alternativa correta.
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