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Texto II
A inteligibilidade
A imprensa, como veículo de interesses da coletividade,
participou e participa decisivamente da propagação do
futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país
fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa
indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à
difusão em massa.
[....] Em função do receptor (leitor de classes sociais
distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa
esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais
corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O
emissor, limitado a um código comum de um receptor de
nível social médio, procura muito mais repetir modelos
anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade
do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal
(novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular,
onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação
de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é
determinada por um receptor identificado com este código,
como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da
utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe
um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
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Texto II
A inteligibilidade
A imprensa, como veículo de interesses da coletividade,
participou e participa decisivamente da propagação do
futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país
fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa
indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à
difusão em massa.
[....] Em função do receptor (leitor de classes sociais
distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa
esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais
corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O
emissor, limitado a um código comum de um receptor de
nível social médio, procura muito mais repetir modelos
anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade
do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal
(novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular,
onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação
de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é
determinada por um receptor identificado com este código,
como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da
utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe
um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
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Texto I
Futebol-esporte
É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos,
ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou
representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
“O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as
situações mais difíceis em gol, era uma representação da
vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre
decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas
situações, transformando-as em favoráveis quando tudo
indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do
trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige
decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos
sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais
seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer:
resolve os seus problemas.
A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas,
ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos
riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é
definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e
derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com
a vida do homem e em especial com a vida em sociedade,
pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como
fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan
propagandista do Presidente Médici.
Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é
respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é
estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento
no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido
por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social,
ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de
autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem,
lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à
lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
[....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo
prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández)
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Texto I
A natureza remodelada
(Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)
A alternativa que mostra a substituição de um termo por um outro que altera o sentido original é:A natureza remodelada
A evolução não é só aquela força que dá origem aos mamutes e dinossauros ao longo de milhões de anos. Ela está agora aí ao seu lado - e, pelo que os cientistas estão descobrindo, de uma forma cada vez mais rápida. Basta alguma coisa dificultar a vida de uma espécie - o que os biólogos chamam de “pressão seletiva” - para que ela seja forçada a se adaptar ou desaparecer. Nas últimas duas décadas, os cientistas descobriram que essas mudanças nem sempre se dão de forma lenta e gradual - muito frequentemente elas acontecem em 10 ou 20 anos. Hoje, a atividade humana tem gerado pressões seletivas em várias espécies e, sem querer, estimulando os seres vivos a se adaptar a nós. “É importante perceber que o que estamos descrevendo são mudanças quantitativas nos organismos, como alterações de tamanho, na forma e na idade de maturidade”, diz o biólogo David Reznick, da Universidade da Califórnia, em Riverside. Para ele, essas pequenas alterações são o primeiro passo para as grandes mudanças evolutivas , como o desenvolvimento de asas nas aves. “Não sei quais serão os resultados de tudo isso, mas acho que serão muito maiores do que o esperado”, afirma o botânico Donald Waller, da Universidade de Wisconsin-Madison, EUA. Assim como o ser humano adaptou cavalos e cachorros ao seu modo de vida, é possível que ele sem querer domestique grande parte da natureza.
(Superinteressante, ed. 219, Nov. 2005)
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A inteligibilidade
A imprensa, como veículo de interesses da coletividade,
participou e participa decisivamente da propagação do
futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país
fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa
indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à
difusão em massa.
[....] Em função do receptor (leitor de classes sociais
distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa
esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais
corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O
emissor, limitado a um código comum de um receptor de
nível social médio, procura muito mais repetir modelos
anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade
do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal
(novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular,
onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação
de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é
determinada por um receptor identificado com este código,
como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da
utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe
um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
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Texto I
Futebol-esporte
É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos,
ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou
representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
“O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as
situações mais difíceis em gol, era uma representação da
vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre
decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas
situações, transformando-as em favoráveis quando tudo
indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do
trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige
decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos
sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais
seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer:
resolve os seus problemas.
A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas,
ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos
riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é
definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e
derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com
a vida do homem e em especial com a vida em sociedade,
pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como
fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan
propagandista do Presidente Médici.
Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é
respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é
estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento
no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido
por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social,
ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de
autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem,
lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à
lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
[....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo
prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández)
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Texto II
A inteligibilidade
A imprensa, como veículo de interesses da coletividade,
participou e participa decisivamente da propagação do
futebol. A aceitação crescente desse esporte em nosso país
fez com que os jornais, superando a fase inicial de certa
indiferença, o reconhecessem como um conteúdo próprio à
difusão em massa.
[....] Em função do receptor (leitor de classes sociais
distintas e de diferentes graus de escolarização), a narrativa
esportiva apresenta um vocabulário reduzido e o mais
corrente possível, para garantir a legibilidade do texto. O
emissor, limitado a um código comum de um receptor de
nível social médio, procura muito mais repetir modelos
anteriores do que tentar novas realizações na potencialidade
do sistema. Entre o normal (convencional) e o anormal
(novo), o primeiro é o mais frequente na seleção vocabular,
onde não se usa uma linguagem tão apurada. A sofisticação
de alguns termos é resultante do espírito da época. Não é
determinada por um receptor identificado com este código,
como é o caso do editorial nos jornais. Trata-se apenas da
utilização de um código que valorize o conteúdo, dando-lhe
um pretenso caráter de seriedade.
(Maria do Carmo Fernandez)
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Texto I
Futebol-esporte
É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos,
ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou
representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
“O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as
situações mais difíceis em gol, era uma representação da
vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre
decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas
situações, transformando-as em favoráveis quando tudo
indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do
trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige
decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos
sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais
seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer:
resolve os seus problemas.
A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas,
ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos
riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é
definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e
derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com
a vida do homem e em especial com a vida em sociedade,
pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como
fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan
propagandista do Presidente Médici.
Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é
respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é
estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento
no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido
por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social,
ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de
autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem,
lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à
lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
[....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo
prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández)
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Texto II
Destruição e construção
Os três períodos a seguir foram reescritos de modo a eliminar deles a negação, mas tentando-se preservar o sentido original do texto. Com relação às formas adequadas de reprodução, analise as afirmativas a seguir. Destruição e construção
A imprensa não deve nunca abandonar o papel de investigar e denunciar irregularidades, corrupções, erros e mentiras. Mas não pode abdicar de procurar os fatos estimulantes, positivos e construtivos. Não deve ser vista apenas como o anjo exterminador, vingadora, justiceira, destruidora. Deve ser uma força que ajuda a compreender, construir e defender a comunidade, o Estado e o país. Ou seja, é fundamental que a preocupação ética, o triunfo do princípio sobre a conveniência, a responsabilidade junto aos indivíduos, ao público, à nação (e até ao planeta) estejam sempre na balança.
(Roberto Civita) I. “A imprensa não deve nunca abandonar o papel de investigar e denunciar irregularidades, corrupções, erros e mentiras”. / A imprensa deve conservar sempre o papel de investigar e denunciar irregularidades, corrupções, erros e mentiras”.
II. “Mas não pode abdicar de procurar os fatos estimulantes, positivos e construtivos”. / Mas não deve deixar de procurar os fatos estimulantes, positivos e construtivos.
III. Não deve ser vista apenas como o anjo exterminador, vingadora, justiceira, destruidora.” / Deve apenas parecer com o anjo exterminador, vingadora, justiceira, destruidora.
Assinale:
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Texto I
Futebol-esporte
É aplicado o conceito de esporte aos exercícios físicos,
ao jogo. E o jogo é, antes de tudo, luta por algo ou
representação de algo.
No futebol isso não se evidencia:
“O jogador capaz de se virar para viver, de transformar as
situações mais difíceis em gol, era uma representação da
vida de cada um, na qual a sobrevivência é sempre
decorrente daquela capacidade de dar uma volta nas
situações, transformando-as em favoráveis quando tudo
indica o contrário”, como diz Artur da Távola.
Como na vida, no futebol luta-se pela vitória através do
trabalho, do esforço de cada um. Jogar, como viver, exige
decisão, energia, perseverança, já que na vida estamos
sempre tentando vencer obstáculos. O vencedor é mais
seguro de si, mais preparado, mais capaz para vencer:
resolve os seus problemas.
A tensão do futebol é igual à tensão da vida, compostas,
ambas, pela insegurança de um resultado positivo, pelos
riscos e pela incerteza. Na vida, como no futebol, nada é
definitivo: estamos sempre transitando entre vitórias e
derrotas. “O futebol constitui, portanto, perfeito paralelo com
a vida do homem e em especial com a vida em sociedade,
pois é um jogo que estimula a cooperação em grupo como
fator decisivo para a vitória”, como salientava um slogan
propagandista do Presidente Médici.
Na equipe, onde se configura uma mini-sociedade, é
respeitada a participação individual, ao mesmo tempo em que é
estimulado o sentido de conjunto, a integração e o ajustamento
no grupo. Nas suas relações com o grupo, ao qual está unido
por um objetivo comum, o jogador é visto como um ser social,
ficando enfatizada a sua eficiência pela sua capacidade de
autocontrole, abnegação, iniciativa, vitalidade, coragem,
lealdade, inteligência. Além disso, o futebol incentiva o respeito à
lei, às regras, à disciplina, à hierarquia.
[....] Talvez esta lição de vida seja responsável pelo
prestígio universal do futebol junto às massas.
(Maria do Carmo Fernández)
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