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Um plano horizontal !$ \alpha !$ contém determinado ponto O sobre o equador (geográfico), num local onde o campo magnético terrestre tem componente horizontal !$ \vec{B}_h !$. Sob a ação única desse campo, a agulha magnetizada AA' de uma bússola de eixo vertical se alinhou ao meridiano magnético que passa por O, como mostra a figura. Considere que as propriedades magnéticas do planeta são as de uma barra cilíndrica imantada com polos magnéticos M e M', ambos pontos da superfície terrestre. Já o eixo de rotação da Terra passa pelos polos geográficos G e G'. Se esses quatro polos têm suas projeções verticais em !$ \alpha !$ !$ (M _{\alpha}, ... , G' _{\alpha}) !$ alinhadas com a agulha, um navegante, partindo de O no sentido sul indicado inicialmente pela bússola, e que se desloque sem desviar sua direção, primeiramente passará próximo ao polo

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Um projétil é lançado contra um anteparo vertical situado a 20 m do ponto de lançamento. Despreze a resistência do ar. Se esse lançamento é feito com uma velocidade inicial de 20 m/s numa direção que faz um ângulo de 60° com a horizontal, a altura aproximada do ponto onde o projétil se choca com o anteparo, em metros, é
Dados: !$ tg60° ≈ 1,7 ; g = 10 m/s^2 !$.

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Which sequence best completes the text below?
Apple (1)____ over 15 million iPads just in the final three months of 2011. Now the popular tablet Computer (2)____ in its third generation. But as Apple prepared (3)____ a new iPad on March 7th, it (4)____ legal challenges in China over rights to the name of the device.
(Extracted from http://www.manythings.org/ipad/e/v.php?v=4GmNlCqctLU)
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In which two sentences the verbs are NOT followed by the correct preposition?
(1) They had to leave to the party right after work.
(2) He's always dreaming with his ex-girlfriend.
(3) She strongly disagreed with him.
(4) They had to apologize for being rude.
The correct answer is
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Vivemos um tesarac. A palavra está no vocabulário básico dos publicitários. Tesarac quer dizer mudança profunda. Daquelas tão profundas que nos tiram o norte. E, se hoje o termo vai ficando comum nas apresentações de consultores, quase um lugar-comum dos iniciados, sua origem é um bocado triste.
Tesarac, o neologismo, foi criado pelo poeta americano Shel Silverstein. Era um bom sujeito de talentos múltiplos, talvez um quê excêntrico, que teve a boa sorte de chegar ao auge da criatividade nos anos 1960, quando excentricidades iam sendo mais toleradas.
Silverstein teve uma filha, Shoshanna. A mãe de Shanna morreu quando a menina tinha cinco anos. E ela se foi com 11, vitima de um aneurisma cerebral, em 1982.
Tesarac, para o poeta que cunhou a palavra, era isso: um vácuo. Um evento tão brutal e aterrador que transforma a vida. A única coisa que um pai sabe, nessa hora, é que tudo será muito diferente.
Na etimologia, a palavra perdeu sua origem trágica mas manteve o sentido de transformação brusca. Durante um tesarac, sabemos que o mundo antigo já passou, mas o novo ainda não existe. As regras se perdem. Em algumas décadas, a sociedade se reorganizará. Haverá novas instituições, novas ideias políticas, outra estrutura social.
Vivemos um tesarac. O mundo está mudando profundamente e sabemos disso. Sabemos também que o causador da mudança é a tecnologia de comunicação. Só o que não sabemos é em que o mundo se transformará.
0 último tesarac teve inicio em 1449. Foi a invenção europeia da imprensa por Johannes Gutenberg. A tecnologia, num único golpe, j ogou para baixo os preços da reprodução e da distribuição de informação. As mudanças causadas foram profundas, porém lentas e, no inicio, discretas. No primeiro momento, uma nova classe social teve acesso a livros. Era a burguesia. Depois, livros começaram a ser publicados na lingua que as pessoas falavam na rua: italiano, francês, alemão, não mais grego clássico ou latim. Dai mudaram os assuntos. Se antes religião era predominante, pós Gutenberg vieram engenharia, agricultura, classificação dos seres vivos, leis.
A primeira vitima da imprensa foi a Igreja, que na Idade Média tinha o monopólio da informação. Mas demorou quase 70 anos entre Gutenberg e Lutero. O Antigo Regime também não resistiu ao fluxo continuado de informação. As revoluções Americana e Francesa, e com elas a democracia, são filhas do texto impresso.
Informação digital jogou no chão, repentinamente, o preço da reprodução e distribuição de informação. Se distribuir j ornai era caro no interior da África, a previsão do tempo para agricultores agora chega por texto no celular. Se acesso a cinema era difícil nas cidadezinhas do mundo em que o filme não chega, via banda larga ele aparece, tanto legal quanto ilegalmente. Todo lugar em que sinal de satélite chega, hoje, é potencialmente um lugar em que existe uma biblioteca daquelas que vinte anos atrás só encontrávamos nos grandes centros urbanos.
Informação antes restrita por dificuldades econômicas, legais ou políticas agora é potencialmente acessível.
No meio da transformação, há desafios. Como sustentar a produção de informação de qualidade? Como lidar com crimes reais praticados no mundo virtual? Como aguentar o tranco, nos mantermos atualizados quando tudo muda a cada ano?
(DORIA, Pedro. Bem-vindos ao tesarac. O Globo, 12 abr. 2011, p. 26, Texto adaptado)
Que afirmativa está correta em relação ao texto?
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Uma onda se propagando em uma corda de comprimento L = 100 cm e massa m = 2, 00 kg é descrita pela função de onda y(x, t) = 0, 100 cos (2, 00x - 10, 0t) m, onde x está em metros e t em segundos. A tração na corda, em newtons, vale
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What is the best sequence to complete the paragraph?
This place looks like a thousand other hotel bars up and down the country ... until (1)____ take into account (2)____ location: reached via a half-hidden lift in the lobby of St George1s hotel. Perched 15 floors above Oxford Circus, the bar offers some of the best views of central London through (3) "wall of Windows". (4) also lies next door to the BBC1 s Broadcasting House, so you1re almost guaranteed to see a minor celebrity or two.
{Adapted from http://www.guardian.co.uk/travel/2011)
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Vivemos um tesarac. A palavra está no vocabulário básico dos publicitários. Tesarac quer dizer mudança profunda. Daquelas tão profundas que nos tiram o norte. E, se hoje o termo vai ficando comum nas apresentações de consultores, quase um lugar-comum dos iniciados, sua origem é um bocado triste.
Tesarac, o neologismo, foi criado pelo poeta americano Shel Silverstein. Era um bom sujeito de talentos múltiplos, talvez um quê excêntrico, que teve a boa sorte de chegar ao auge da criatividade nos anos 1960, quando excentricidades iam sendo mais toleradas.
Silverstein teve uma filha, Shoshanna. A mãe de Shanna morreu quando a menina tinha cinco anos. E ela se foi com 11, vitima de um aneurisma cerebral, em 1982.
Tesarac, para o poeta que cunhou a palavra, era isso: um vácuo. Um evento tão brutal e aterrador que transforma a vida. A única coisa que um pai sabe, nessa hora, é que tudo será muito diferente.
Na etimologia, a palavra perdeu sua origem trágica mas manteve o sentido de transformação brusca. Durante um tesarac, sabemos que o mundo antigo já passou, mas o novo ainda não existe. As regras se perdem. Em algumas décadas, a sociedade se reorganizará. Haverá novas instituições, novas ideias políticas, outra estrutura social.
Vivemos um tesarac. O mundo está mudando profundamente e sabemos disso. Sabemos também que o causador da mudança é a tecnologia de comunicação. Só o que não sabemos é em que o mundo se transformará.
0 último tesarac teve inicio em 1449. Foi a invenção europeia da imprensa por Johannes Gutenberg. A tecnologia, num único golpe, j ogou para baixo os preços da reprodução e da distribuição de informação. As mudanças causadas foram profundas, porém lentas e, no inicio, discretas. No primeiro momento, uma nova classe social teve acesso a livros. Era a burguesia. Depois, livros começaram a ser publicados na lingua que as pessoas falavam na rua: italiano, francês, alemão, não mais grego clássico ou latim. Dai mudaram os assuntos. Se antes religião era predominante, pós Gutenberg vieram engenharia, agricultura, classificação dos seres vivos, leis.
A primeira vitima da imprensa foi a Igreja, que na Idade Média tinha o monopólio da informação. Mas demorou quase 70 anos entre Gutenberg e Lutero. O Antigo Regime também não resistiu ao fluxo continuado de informação. As revoluções Americana e Francesa, e com elas a democracia, são filhas do texto impresso.
Informação digital jogou no chão, repentinamente, o preço da reprodução e distribuição de informação. Se distribuir j ornai era caro no interior da África, a previsão do tempo para agricultores agora chega por texto no celular. Se acesso a cinema era difícil nas cidadezinhas do mundo em que o filme não chega, via banda larga ele aparece, tanto legal quanto ilegalmente. Todo lugar em que sinal de satélite chega, hoje, é potencialmente um lugar em que existe uma biblioteca daquelas que vinte anos atrás só encontrávamos nos grandes centros urbanos.
Informação antes restrita por dificuldades econômicas, legais ou políticas agora é potencialmente acessível.
No meio da transformação, há desafios. Como sustentar a produção de informação de qualidade? Como lidar com crimes reais praticados no mundo virtual? Como aguentar o tranco, nos mantermos atualizados quando tudo muda a cada ano?
(DORIA, Pedro. Bem-vindos ao tesarac. O Globo, 12 abr. 2011, p. 26, Texto adaptado)
Que afirmativa está correta em relação aos aspectos morfossintáticos do texto?
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Which sequence best completes the text below?
Months and years passed, and I grew more distant (1)___ each (2)____ my friends. Various people flew {3) and (4) of my life. I lost some friends to distance, some to circumstance. Mostly, they just drifted away (5)____ me, toward their own lives. A few of these people are still in my life, and I'm very lucky, because not everyone still has a friend who knew them when they were seventeen.
(Adapted from http://www.notmyshoes.net/monologues/rachei.html)
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Navy preps submarines for lst female officers
HARTFORD, Conn. — For Ensign Peggy LeGrand, the biggest concern about serving on a submarine is not spending weeks at a time in tight quarters with an entirely male crew. What worries her is the scrutiny that comes with breaking one of the last gender barriers in the military.
"I have a feeling more people will be focused on us. Our mistakes and successes will be magnified more than they deserve", said LeGrand, a 25-year-old Naval Academy graduate from Amarillo, Texas.
LeGrand is among a small group of female officers who are training at sites including Groton, Connecticut, to join the elite submarine force beginning later this year. While the Navy says it is not treating them any differently from their male counterparts, officials have been working to prepare the submarine crews — and the sailors1 wives — for one of the most dramatic changes in the 111-year history of the Navy’s "silent Service."
The change is a source of anxiety for others, including the wives of submariners, who worry the close contact at sea could lead to sailors' cheating. The issue really has to do with the creation of a relationship that becomes very close and then results in further relations ashore. That is, of course, what bothers the wives. "They know the kind of relationships that happens between the shipmates", said retired Navy Rear Adm. W. J. Holland Jr., a former submarine commander.
The initial class of 24 women will be divided among four submarines, where they will be outnumbered by men by a ratio of roughly 1 to 25. The enlisted ranks, which make up about 90 percent of a sub's 160-sailor crew, are not open to women although the Navy is exploring modifications to create separate bunks for men and women.
The female officers, many of them engineering graduates from Annapolis, are accustomed to being in the minority, and so far they say they hardly feel like outsiders. The nuclear power school that is part of their training, for example, has been open to women for years because the Navy in 1994 reversed a ban on females serving on its surface ships, including nuclear-powered vesseis.
(Adapted from http://www.militarytimes.com)
Considering the text, what does the word "magnified" mean in this extract?
"I have a feeling more people will be focused on us. Our mistakes and successes will be magnified more than they deserve."
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