Foram encontradas 235 questões.
A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
conhecimento e a sua autorização.
Meucci, A. Dados públicos e ética na pesquisa:
um ensaio sobre a privacidade contextual.
Internet: <doi.org> (com adaptações).
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A evolução das tecnologias de informação, aliada
à crescente capacidade de coleta e armazenamento de
dados, intensificou os debates sobre a posse e o uso ético
dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
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dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
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dessas informações. A dicotomia entre as esferas pública e
privada mostra-se cada vez mais complexa e desafiadora,
especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
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local específico. Entretanto, o acesso público à informação
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especialmente no contexto digital. Entretanto, considerar
que dados de fácil acesso, como registros pessoais de
usuários nas redes sociais, são informações públicas que
podem ser utilizadas sem autorização e consentimento é
uma interpretação equivocada e descontextualizada.
A separação entre o público e o privado tornou-se
um dos principais debates éticos e políticos dos séculos XX
e XXI. A construção e a aplicação dessa dualidade foram
cruciais para as estruturas econômicas capitalistas e para
a consolidação do ideal liberal da democracia burguesa
nesse período. Todavia, na contemporaneidade, o rápido
desenvolvimento tecnológico, especialmente no que tange
à capacidade de registrar, armazenar e acessar informações,
originou novos desafios sociais relacionados à posse e ao
uso de dados. Com isso, o conflito entre o bem coletivo e
o individual tem ocupado lugar central nas discussões das
Ciências Humanas.
A filósofa Hannah Arendt, em sua obra A Condição
Humana, fez uma análise do conceito de público no
âmbito da política e da ética. Ela considerou o público
como um espaço compartilhado onde os humanos
se reúnem para interagir e construir uma realidade
social, sustentada na pluralidade de perspectivas e
pela busca de um entendimento mútuo. Nesse ínterim,
o público contrapõe-se ao privado, que pertence ao
espaço da necessidade (biológica, laboral e familiar) e
da intimidade (espaço seguro para o amadurecimento
emocional e das relações autênticas, garantidor da
privacidade e da liberdade).
Nos campos da Ética, o público é aquilo que
diz respeito ao interesse do coletivo em detrimento dos
interesses pessoais. Todavia, com o surgimento da Internet,
e em especial das redes sociais, passou-se a entender por
público aquilo que pode ser divulgado sobre uma pessoa.
Logo publicar textos, fotos, áudios e vídeos nas redes
sociais significa que qualquer pessoa, com acesso ao site
ou à rede social, pode visualizar essas informações em um
local específico. Entretanto, o acesso público à informação
não significa que o usuário as cede para usos alheios a seu
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A nova Lei de Licitações e Contratos
Administrativos – Lei nº 14.133/2021 – reorganizou as
modalidades de licitações, estabelecendo vedação à
criação de novas modalidades pela Administração ou
mesmo a combinação das modalidades existentes. Com
base nessa informação, assinale a opção que apresenta as
modalidades de licitação previstas em Lei.
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Um empregado de uma autarquia federal de fiscalização
de profissão regulamentada, valendo-se do cargo, recebeu
uma quantia em dinheiro do proprietário de uma empresa
de informática para facilitar a contratação da empresa
pela autarquia. A contratação, porém, acabou por não se
materializar, por falta de recursos orçamentários para a
efetivação da licitação.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta.
Com base nessa situação hipotética, assinale a opção correta.
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Questão presente nas seguintes provas
Acerca das prerrogativas da Administração em relação
à revisão, à convalidação e à anulação de seus próprios
atos, na forma definida pela Lei nº 9.784/1999, assinale a
opção correta.
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O departamento financeiro de um Conselho Regional
iniciou a digitalização de seus processos administrativos
com o objetivo de reduzir o uso de papel.
Com base nessa situação hipotética, a digitalização de documentos contribui principalmente para
Com base nessa situação hipotética, a digitalização de documentos contribui principalmente para
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Questão presente nas seguintes provas
Um Conselho Regional mantinha, em seus arquivos,
documentos que eram consultados apenas ocasionalmente,
mas que ainda precisam ser preservados em razão de
exigências legais.
Com base nessa situação hipotética, os documentos descritos devem ser mantidos, predominantemente, em um arquivo
Com base nessa situação hipotética, os documentos descritos devem ser mantidos, predominantemente, em um arquivo
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Cadernos
Caderno Container