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De acordo com a Constituição Federal de 1988, sem prejuízo de outras garantias, o dever do Estado com a educação será efetivado mediante a garantia de
 

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A Lei nº 8.112/1990 dispõe sobre o regime jurídico dos servidores públicos civis da União, das autarquias e das fundações públicas federais. No que se refere ao processo administrativo disciplinar, é correto afirmar que
 

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221044 Ano: 2018
Disciplina: Raciocínio Lógico
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

TEXTO I

Mapa dos sonhos


A guerra devastou nosso país. Os prédios ruíram, viraram pó. Perdemos tudo o que tínhamos e fugimos de mãos vazias.

Percorremos um longo caminho, rumo ao leste, e chegamos a um país de verões quentes e invernos gelados, a uma cidade cujas casas eram de barro, palha e estrume de camelo, rodeada por estepes poeirentas, abrasadas pelo sol.

Fomos morar num quartinho, com um casal que não conhecíamos. Dormíamos no chão de terra batida. Eu não tinha brinquedos nem livros. E o pior: a comida era pouca.

Um dia, meu pai foi ao mercado comprar pão. A tarde foi caindo, e ele não voltava. Minha mãe e eu o esperávamos, preocupados e famintos. Já estava escurecendo quando ele chegou, trazendo um rolo de papel embaixo do braço.

– Comprei um mapa – anunciou, triunfante.

– Onde está o pão? – minha mãe perguntou.

– Comprei um mapa – ele repetiu.

Mamãe e eu não dissemos nada.

– Meu dinheiro só dava para comprar um pedaço minúsculo de pão, que não mataria nossa fome – ele explicou, se desculpando.

– Não temos nada para comer – minha mãe disse, amargurada.

– Em compensação, temos um mapa.

Fiquei furioso. Achei que não ia conseguir perdoá-lo, e fui para a cama com fome, enquanto o casal que morava conosco comia seu jantar minguado.

O marido era escritor. Ele escrevia em silêncio, mas fazia um barulhão danado quando mastigava. Mastigava uma casquinha de pão com o maior entusiasmo, como se fosse a guloseima mais deliciosa do mundo. Senti inveja do pão dele. Quem dera eu pudesse mastigá-lo! Cobri a cabeça com o cobertor para não ouvi-lo estalar os lábios com aquela satisfação tão barulhenta.

No dia seguinte, meu pai pendurou o mapa. Ele ocupou a parede inteira! Nosso quartinho sem graça inundou-se de cores.

Fiquei fascinado pelo mapa e passei horas olhando para ele, examinando cada detalhe. E durante muitos dias eu o desenhei em cada pedacinho de papel que me aparecia pela frente.

Eu encontrava nomes desconhecidos naquele mapa. Lia-os em voz alta, me deliciando com seu som estranho e usando-os para compor quadrinhas rimadas:

Fukuoka Takaoka Omsk,

Fukuyama Nagayama Tomsk,

Okasaki Miyasaki Pinsk,

Pensilvânia Transilvânia Minsk!

Eu repetia esses versos como uma fórmula mágica, e, sem nunca sair do quarto, me transportava para longe.

Aterrissei em desertos abrasadores.

Percorri praias, sentindo a areia entre os dedos dos pés.

Escalei montanhas nevadas onde o vento gelado me lambia o rosto.

Vi templos maravilhosos com esculturas de pedra dançando nas paredes e pássaros de todas as cores cantando nos telhados.

Atravessei pomares cheios de frutas, comi mamões e mangas até me fartar.

Bebi água fresquinha e descansei à sombra de palmeiras.

Cheguei a uma cidade de arranha-céus e tentei contar suas janelas. Eram tantas que caí no sono antes de acabar.

E assim passei horas de encantamento longe da fome e da miséria.

E perdoei meu pai. Afinal, ele fez a coisa certa.

Nota do autor: Nasci em Varsóvia, na Polônia. O bombardeio de Varsóvia aconteceu em 1939, quando eu tinha 4 anos. Lembro-me das ruas afundando, dos edifícios queimados ou desmoronando, virando pó, e de uma bomba que caiu no vão da escada do nosso prédio. Pouco depois, fugi da Polônia com minha família. Durante seis anos moramos na União Soviética, a maior parte do tempo na Ásia Central, na cidade de Turquestão, onde hoje é o Casaquistão. Por fim chegamos a Paris, em 1947, e nos mudamos para Israel em 1949. Vim para os Estados Unidos em 1959. A história desse livro é de quando eu tinha quatro ou cinco anos, nos primeiros tempos de nossa permanência no Turquestão. O mapa original se perdeu há muito tempo.


SHULEVITZ, Uri. Mapa dos sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Observe esta linha do tempo, construída por uma turma de 5° ano com base em dados retirados do Texto I.
Enunciado 221044-1

Percebemos que Uri Schulevitz morou em diversos lugares do mundo. A distância percorrida por ele para ir de Israel para os Estados Unidos é 398 km maior que o dobro da distância que percorreu para ir de Paris a Israel. O resultado das duas distâncias somadas é 15.633 km.
A professora então solicitou aos estudantes que calculassem a distância percorrida no último deslocamento.
Assinale a estimativa correta para essa distância.
 

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Nos termos da Lei nº 9.394/1996, “A educação abrange os processos formativos que se desenvolvem na vida familiar, na convivência humana, no trabalho, nas instituições de ensino e pesquisa, nos movimentos sociais e organizações da sociedade civil e nas manifestações culturais”. No que se refere ao ensino médio, etapa final da educação básica, é INCORRETO afirmar que
 

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De acordo com o disposto na Lei nº 12.772/2012, a progressão na Carreira de Magistério do Ensino Básico, Técnico e Tecnológico ocorrerá com base nos critérios gerais estabelecidos nesta Lei e observará, cumulativamente,
 

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221002 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
O trabalho infantil é um dos mais graves problemas do país.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD 2015), mais de 2,7 milhões de crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, estão em situação de trabalho no Brasil – no mundo, são 152 milhões que estão no trabalho precoce.
Enunciado 221002-1

Disponível em: http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br. Acesso em: 30 jul. 2018
O número decimal que representa a quantidade de crianças e jovens envolvidos em atividades não agrícolas no Brasil, segundo o PNAD 2015, é:
 

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220983 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
O trabalho infantil é um dos mais graves problemas do país.
De acordo com a Pesquisa Nacional de Amostra por Domicílio (PNAD 2015), mais de 2,7 milhões de crianças e adolescentes, de 5 a 17 anos, estão em situação de trabalho no Brasil – no mundo, são 152 milhões que estão no trabalho precoce.
Enunciado 220983-1

Disponível em: http://www.chegadetrabalhoinfantil.org.br. Acesso em: 30 jul. 2018
De acordo com os dados apresentados, a fração que representa o número de meninas em situação de trabalho infantil no Brasil é:
 

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220982 Ano: 2018
Disciplina: Matemática
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II
Alguns estudos apontam para uma tendência de transformação dos jogos infantis e para o desaparecimento de brinquedos e brincadeiras. Considerados tradicionais, ciranda de roda, amarelinha, passa-anel, brinquedos, peteca, pião e barquinho de papel, dentre outros, estariam sendo substituídos, nos dias atuais, pelos jogos e aparelhos eletrônicos.
Leia o texto a seguir, que aborda essa mudança de comportamento:
Enunciado 220982-1
“Uma pesquisa divulgada pelo Comitê Gestor da Internet, em 2015, revelou que 82% dos jovens entram na rede por telefones móveis, enquanto 56% navegam em dispositivos fixos. Os dados foram coletados em 2014, com base em 2,1 mil entrevistas domiciliares com jovens de 9 a 17 anos. Segundo a pesquisa, o celular superou os computadores de mesa e passou a ser o aparelho mais usado por crianças e adolescentes para acessar a internet.
Em 2013, o percentual de crianças e adolescentes que acessavam a internet pelo celular era de 53% e pelo computador, 71%.”
Disponível em: http://agenciabrasil.ebc.com.br. Acesso em: 30 jul. 2018 (adaptado).
Supondo que o universo amostral das pesquisas de 2013 e de 2014 seja o mesmo, a diferença entre o número de crianças e adolescentes que acessavam a internet pelo celular nos anos considerados pelas pesquisas é
 

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220970 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

TEXTO I

Mapa dos sonhos


A guerra devastou nosso país. Os prédios ruíram, viraram pó. Perdemos tudo o que tínhamos e fugimos de mãos vazias.

Percorremos um longo caminho, rumo ao leste, e chegamos a um país de verões quentes e invernos gelados, a uma cidade cujas casas eram de barro, palha e estrume de camelo, rodeada por estepes poeirentas, abrasadas pelo sol.

Fomos morar num quartinho, com um casal que não conhecíamos. Dormíamos no chão de terra batida. Eu não tinha brinquedos nem livros. E o pior: a comida era pouca.

Um dia, meu pai foi ao mercado comprar pão. A tarde foi caindo, e ele não voltava. Minha mãe e eu o esperávamos, preocupados e famintos. Já estava escurecendo quando ele chegou, trazendo um rolo de papel embaixo do braço.

– Comprei um mapa – anunciou, triunfante.

– Onde está o pão? – minha mãe perguntou.

– Comprei um mapa – ele repetiu.

Mamãe e eu não dissemos nada.

– Meu dinheiro só dava para comprar um pedaço minúsculo de pão, que não mataria nossa fome – ele explicou, se desculpando.

– Não temos nada para comer – minha mãe disse, amargurada.

– Em compensação, temos um mapa.

Fiquei furioso. Achei que não ia conseguir perdoá-lo, e fui para a cama com fome, enquanto o casal que morava conosco comia seu jantar minguado.

O marido era escritor. Ele escrevia em silêncio, mas fazia um barulhão danado quando mastigava. Mastigava uma casquinha de pão com o maior entusiasmo, como se fosse a guloseima mais deliciosa do mundo. Senti inveja do pão dele. Quem dera eu pudesse mastigá-lo! Cobri a cabeça com o cobertor para não ouvi-lo estalar os lábios com aquela satisfação tão barulhenta.

No dia seguinte, meu pai pendurou o mapa. Ele ocupou a parede inteira! Nosso quartinho sem graça inundou-se de cores.

Fiquei fascinado pelo mapa e passei horas olhando para ele, examinando cada detalhe. E durante muitos dias eu o desenhei em cada pedacinho de papel que me aparecia pela frente.

Eu encontrava nomes desconhecidos naquele mapa. Lia-os em voz alta, me deliciando com seu som estranho e usando-os para compor quadrinhas rimadas:

Fukuoka Takaoka Omsk,

Fukuyama Nagayama Tomsk,

Okasaki Miyasaki Pinsk,

Pensilvânia Transilvânia Minsk!

Eu repetia esses versos como uma fórmula mágica, e, sem nunca sair do quarto, me transportava para longe.

Aterrissei em desertos abrasadores.

Percorri praias, sentindo a areia entre os dedos dos pés.

Escalei montanhas nevadas onde o vento gelado me lambia o rosto.

Vi templos maravilhosos com esculturas de pedra dançando nas paredes e pássaros de todas as cores cantando nos telhados.

Atravessei pomares cheios de frutas, comi mamões e mangas até me fartar.

Bebi água fresquinha e descansei à sombra de palmeiras.

Cheguei a uma cidade de arranha-céus e tentei contar suas janelas. Eram tantas que caí no sono antes de acabar.

E assim passei horas de encantamento longe da fome e da miséria.

E perdoei meu pai. Afinal, ele fez a coisa certa.

Nota do autor: Nasci em Varsóvia, na Polônia. O bombardeio de Varsóvia aconteceu em 1939, quando eu tinha 4 anos. Lembro-me das ruas afundando, dos edifícios queimados ou desmoronando, virando pó, e de uma bomba que caiu no vão da escada do nosso prédio. Pouco depois, fugi da Polônia com minha família. Durante seis anos moramos na União Soviética, a maior parte do tempo na Ásia Central, na cidade de Turquestão, onde hoje é o Casaquistão. Por fim chegamos a Paris, em 1947, e nos mudamos para Israel em 1949. Vim para os Estados Unidos em 1959. A história desse livro é de quando eu tinha quatro ou cinco anos, nos primeiros tempos de nossa permanência no Turquestão. O mapa original se perdeu há muito tempo.


SHULEVITZ, Uri. Mapa dos sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Releia a frase do Texto I:
“Minha mãe e eu o esperávamos, preocupados e famintos.”
Assinale a alternativa em que o pronome obliquo se refere ao mesmo termo que na frase destacada acima.
 

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220964 Ano: 2018
Disciplina: Português
Banca: Col. Pedro II
Orgão: Col. Pedro II

TEXTO I

Mapa dos sonhos


A guerra devastou nosso país. Os prédios ruíram, viraram pó. Perdemos tudo o que tínhamos e fugimos de mãos vazias.

Percorremos um longo caminho, rumo ao leste, e chegamos a um país de verões quentes e invernos gelados, a uma cidade cujas casas eram de barro, palha e estrume de camelo, rodeada por estepes poeirentas, abrasadas pelo sol.

Fomos morar num quartinho, com um casal que não conhecíamos. Dormíamos no chão de terra batida. Eu não tinha brinquedos nem livros. E o pior: a comida era pouca.

Um dia, meu pai foi ao mercado comprar pão. A tarde foi caindo, e ele não voltava. Minha mãe e eu o esperávamos, preocupados e famintos. Já estava escurecendo quando ele chegou, trazendo um rolo de papel embaixo do braço.

– Comprei um mapa – anunciou, triunfante.

– Onde está o pão? – minha mãe perguntou.

– Comprei um mapa – ele repetiu.

Mamãe e eu não dissemos nada.

– Meu dinheiro só dava para comprar um pedaço minúsculo de pão, que não mataria nossa fome – ele explicou, se desculpando.

– Não temos nada para comer – minha mãe disse, amargurada.

– Em compensação, temos um mapa.

Fiquei furioso. Achei que não ia conseguir perdoá-lo, e fui para a cama com fome, enquanto o casal que morava conosco comia seu jantar minguado.

O marido era escritor. Ele escrevia em silêncio, mas fazia um barulhão danado quando mastigava. Mastigava uma casquinha de pão com o maior entusiasmo, como se fosse a guloseima mais deliciosa do mundo. Senti inveja do pão dele. Quem dera eu pudesse mastigá-lo! Cobri a cabeça com o cobertor para não ouvi-lo estalar os lábios com aquela satisfação tão barulhenta.

No dia seguinte, meu pai pendurou o mapa. Ele ocupou a parede inteira! Nosso quartinho sem graça inundou-se de cores.

Fiquei fascinado pelo mapa e passei horas olhando para ele, examinando cada detalhe. E durante muitos dias eu o desenhei em cada pedacinho de papel que me aparecia pela frente.

Eu encontrava nomes desconhecidos naquele mapa. Lia-os em voz alta, me deliciando com seu som estranho e usando-os para compor quadrinhas rimadas:

Fukuoka Takaoka Omsk,

Fukuyama Nagayama Tomsk,

Okasaki Miyasaki Pinsk,

Pensilvânia Transilvânia Minsk!

Eu repetia esses versos como uma fórmula mágica, e, sem nunca sair do quarto, me transportava para longe.

Aterrissei em desertos abrasadores.

Percorri praias, sentindo a areia entre os dedos dos pés.

Escalei montanhas nevadas onde o vento gelado me lambia o rosto.

Vi templos maravilhosos com esculturas de pedra dançando nas paredes e pássaros de todas as cores cantando nos telhados.

Atravessei pomares cheios de frutas, comi mamões e mangas até me fartar.

Bebi água fresquinha e descansei à sombra de palmeiras.

Cheguei a uma cidade de arranha-céus e tentei contar suas janelas. Eram tantas que caí no sono antes de acabar.

E assim passei horas de encantamento longe da fome e da miséria.

E perdoei meu pai. Afinal, ele fez a coisa certa.

Nota do autor: Nasci em Varsóvia, na Polônia. O bombardeio de Varsóvia aconteceu em 1939, quando eu tinha 4 anos. Lembro-me das ruas afundando, dos edifícios queimados ou desmoronando, virando pó, e de uma bomba que caiu no vão da escada do nosso prédio. Pouco depois, fugi da Polônia com minha família. Durante seis anos moramos na União Soviética, a maior parte do tempo na Ásia Central, na cidade de Turquestão, onde hoje é o Casaquistão. Por fim chegamos a Paris, em 1947, e nos mudamos para Israel em 1949. Vim para os Estados Unidos em 1959. A história desse livro é de quando eu tinha quatro ou cinco anos, nos primeiros tempos de nossa permanência no Turquestão. O mapa original se perdeu há muito tempo.


SHULEVITZ, Uri. Mapa dos sonhos. São Paulo: Martins Fontes, 2009.
Liberdade, espontaneidade, afetividade e fantasia são elementos que fundam a infância. Tais substâncias são também pertinentes à construção literária. Daí, a literatura ser próxima da criança. Possibilitar aos mais jovens acesso ao texto literário é garantir a presença de tais elementos, que inauguram a vida, como essenciais para o seu crescimento. Nesse sentido é indispensável a presença da literatura em todos os espaços por onde circula a infância. Todas as atividades que têm a literatura como objeto central serão promovidas para fazer do País uma sociedade leitora. (QUEIRÓS, Bartolomeu Campos de. Manifesto por um Brasil literário. Parati, RJ, 2009. Disponível em: http://www.brasilliterario.org.br. Acesso em: 6 jul. 2018.)
Para Queirós, “Liberdade, espontaneidade, afetividade e fantasia são elementos que fundam a infância”. Assinale a alternativa que apresenta um trecho do Texto I contendo esses elementos.
 

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