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3756736 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

Diferenciar valores semântico-discursivos em orações do período composto é tarefa importante para o leitor competente, a fim de que este compreenda em sua totalidade os propósitos comunicativos dos textos. Nessa perspectiva, releia o trecho a seguir (texto III):

"É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido ( ... )"

O conector destacado acima inicia uma oração classificada corretamente como:

 

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3756735 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

Os textos I, II e III apresentam relevantes pontos de contato sobre a relação entre os jovens e a tecnologfv Dentre eles, aquele que melhor se coaduna com os objetivos do texto II é o texto

 

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3756734 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
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Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

Analise o emprego ou a ausência do acento grave indicativo de crase nos destaques a seguir (texto III) e assinale a alternativa correta:

"Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional antigo para ensinar o estagiário ª acessar ª internet por um navegador, por exemplo."

 

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3756733 Ano: 2023
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Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

O texto III possui seu encadeamento lógico construído a partir de períodos compostos sequenciados que, combinados, constroem diferentes funções sintáticas e significados diversos. Classifique corretamente as orações apresentadas, respectivamente, no fragmento a seguir:

Enunciado 4526061-1

 

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3756732 Ano: 2023
Disciplina: Português
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Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. A) Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. B) Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. C) Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. D) Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida? E)

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

Em relação aos jovens da Geração Z, os nascidos entre 1995 e 2010, o autor do texto III deixa explícita sua frustração. O fragmento que marca nitidamente sua opinião em relação a eles é mais bem identificado em:

 

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3756731 Ano: 2023
Disciplina: Português
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Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo smartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

Releia o trecho a sequir, extraído do texto III:

"Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, uma tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos."

No fragmento acima, há uma importante inadequação em relação ao uso da norma-padrão, constatada pelo uso de

 

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3756730 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto III

Os jovens NÃO SÃO TÃO tecnológicos

A experiência surgiu na contratação de estagiários para que cumprissem tarefas básicas como copiar arquivos, criar pastas, acessar a internet e fazer download de programas. Os atuais jovens, com faixa entre 15 e 18 anos, não são tão tecnologicamente íntimos como se falava alguns anos atrás. Não sabem operar um computador ou notebook, nem criar pastas e muito menos instalar drivers. Imagina, então, formatar um HD e instalar um sistema operacional como Windows? Nem pensar! E se for falar do Linux, então? Corre o risco de imaginarem ser uma nova rede social. Essa experiência foi vivenciada quando a lnfo Usado contratou estagiários para funções básicas na empresa e necessitava-se operar notebook. Até então, 5 jovens com idades de 16 ou 17 já haviam passado pela empresa. Apenas 1 conseguia trabalhar perfeitamente em um computador e, para o restante, foi necessário, às vezes, deslocar um profissional experiente para ensinar o estagiário a acessar a internet por um navegador, por exemplo. A dificuldade foi que era preciso repetir a instrução semanalmente de como baixar um programa e copiá-lo em uma pasta específica, mesmo em alguns casos quando esta mesma tarefa havia sido feita no dia anterior.

Esses jovens pertencem à Geração Z e são nascidos a partir de 1995 até 2010. Não é um desmerecimento deles, mas uma observação de que, quando a internet passou a se popularizar no Brasil em 2005 e 2006, a televisão comentava exponencialmente da Geração Z de uma forma que dominariam o mundo da tecnologia. Não é bem assim. Ser informatizado não é o mesmo que saber usar um Tik Tok ou um Instagram, esses são aplicativos para distração e são poucos os jovens que conseguem fazer das redes sociais a fonte de receita. ( ... )

Para quem vivenciou a época analógica que dependia, às vezes, de uma Barsa para fazer uma pesquisa ou trabalho de escola ou a dificuldade que era para obter programas, drivers, músicas e filmes, a internet se tornou revolucionária por facilitar a comunicação e conhecimento e não deveria ser usada exclusivamente para trocas de memes. Sem contar no sentido de empobrecimento, os efeitos do uso constante de redes sociais trazem prejuízos psicológicos e de comparação entre pessoas. Por ser uma vitrine em que cada um mostra a sua melhor versão, mesmo que enganosa, como ficam as pessoas que estão em momentos difíceis da sua vida?

Mesmo que o smartphone reuniu muitas tecnologias em um aparelho bastante portátil, urna tela de 4" não é confortável o bastante para leituras de textos ou aprendizado de cursos em vídeos. É incômodo fazer um curso pelo srnartphone porque é dificultoso fazer anotações ou fichamentos do conteúdo aprendido, principalmente quando os assuntos são teóricos e técnicos. Além disso, o computador é mais barato que um smartphone se for bem escolhido e não precisa ser novo, pode ser uma peça de segunda mão. Contudo, um smartphone ponta de linha não é apenas um aparelho no bolso, tornou-se um símbolo de status social. ( ... )

(Adaptado de: www.blog.infousado.eom.br/ acessado em: 26.06.2023)

O autor do texto III apresenta uma série de prejuízos sociais e psicológicos advindos do mau uso da tecnologia pela geração Z. Da lista desses danos, aquele que é elencado como de maior gravidade pelo autor, levando-se em conta as marcas discursivas empregadas, é a

 

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Questão presente nas seguintes provas
3756729 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto II

Enunciado 4526057-1

(Fonte: www.pinterest.com/ acessado em: 26.06.2023)

Se fôssemos conectar o 1º período da tirinha ao 2°, construindo assim um período composto, o melhor conector a ser empregado, mântendo-se a intencionalidade irônica do texto li e a sua linguagem não-verbal, seria:

 

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3756728 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto II

Enunciado 4526056-1

(Fonte: www.pinterest.com/ acessado em: 26.06.2023)

O texto II é uma tirinha cujo objetivo é o de promover reflexões informais acerca do impacto da tecnologia no contexto atual e, por isso, não segue adequadamente à norma-padrão. Com base nessas reflexões, é possível inferir que o analfabeto funcional digital é aquele que emprega seu tempo na internet para

 

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3756727 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Col.Mil. Rio de Janeiro
Orgão: Col.Mil. Rio Janeiro

Texto I

'Nativos digitais' não sabem buscar conhecimento na internet, diz OCDE

A familiaridade dos adolescentes atuais com a tecnologia, que faz deles nativos digitais, não os torna automaticamente habilitados para compreender, distinguir e usar de modo eficiente o conhecimento disponível na internet.

Pelo contrário, os dados sugerem que eles são, em grande parte, incapazes de compreender nuances ou ambiguidades em textos online, localizar materiais confiáveis em buscas de internet ou em conteúdo de e-mails e redes sociais, avaliar a credibilidade de fontes de informação ou mesmo distinguir fatos de opiniões.

As conclusões foram apresentadas pela OCDE (Organização para Cooperação e Desenvolvimento Econômico) em seminário virtual na última quarta-feira (26/05), com base no relatório Leitores do Século 21 - Desenvolvendo Habilidades de Alfabetização em um Mundo Digital. O relatório, divulgado no início do mês, mostra as habilidades de interpretação de texto dos alunos de 15 anos avaliados no Pisa, exame internacional aplicado pela OCDE em 2018 em estudantes de 79 países ou territórios, inclusive no Brasil.

Os dados são preocupantes: no Brasil, apenas um terço (33%) dos estudantes foi capaz de distinguir fatos de opiniões em uma das perguntas aplicadas no Pisa. Na média dos países da OCDE, esse índice era de 47%, o que mostra que, mesmo no grupo de países mais desenvolvidos, mais da metade dos estudantes de 15 anos não demonstrou, em média, capacidade de fazer distinção entre fato e opinião.

Segundo o estudo, apenas metade dos estudantes em países da OCDE disseram ser ensinados na escola para reconhecer se a informação que estão lendo é enviesada, e 40% dos alunos nesses países foram incapazes de reconhecer os perigos de se clicar em links de e-mails de phishing, por exemplo.

As habilidades de navegação foram consideradas altamente eficientes para 24% dos estudantes na média da OCDE, e para apenas 15% dos estudantes no Brasil. As consequências disso são profundas à inserção no mundo do trabalho e para o exercício da cidadania, uma vez que pessoas que não sejam capazes de compreender textos plenamente estarão, em teoria, menos aptas para ocupar empregos de alta complexidade - e, ao mesmo tempo, serão presas mais fáceis para o ambiente de desinformação que floresce na internet e nas redes sociais.

"Ter nascido na era digital e ser um nativo digital não significa que você vai ter habilidades digitais para usar a tecnologia de modo eficaz", afirmou no seminário Andreas Schleicher, diretor de educação da OCDE.

Mais tecnologia não equivale a mais alfabetização midiática

Os resultados também mostram que, apesar de sua crescente familiaridade com a tecnologia, os jovens não necessariamente aprendem instintivamente as habilidades necessárias para usar essa tecnologia para obter informações confiáveis.

De modo geral, o maior acesso à tecnologia entre os jovens nos últimos anos não se traduziu tanto em educação midiática, disse Schleicher no seminário: os índices de alfabetização digital dos jovens evoluíram pouco nas avaliações do Pisa feitas entre 2000 e 2018, apesar das enormes mudanças sociais e digitais vividas pela comunidade global nesse intervalo de tempo.

Mais do que contato constante com a tecnologia, Schleicher defendeu que são a "aprendizagem tradicional" e o engajamento de professores que farão a diferença em dar aos alunos a capacidade de entender diferentes perspectivas em um texto e serem capazes de identificar nuances e opiniões.

O relatório mostra que, em sistemas educacionais nos quais essas habilidades digitais são ativamente ensinadas, estudantes pareceram mais capazes de distinguir fatos de opiniões. Mas Schleicher destacou que é um problema que ultrapassa os muros da escola e exaltou o trabalho de países que já têm uma cultura mais enraizada de leitura e alfabetização, como Dinamarca, Finlândia, Estônia e Japão.

Ele ressalta, porém, que o tema exige muito mais estudos e discussões na sociedade. "Ainda não temos a resposta de por que alguns países se saem melhor" em alfabetização digital, afirmou.

O que se sabe é que o educador tem um papel central nisso, à medida que mudam as habilidades exigidas dos estudantes: no século XX, esperava-se que um aluno obtivesse conhecimento de fontes pré-curadas, como enciclopédias.

Hoje, ele precisa aprender a distinguir o que é relevante entre milhares de resultados de uma busca no Google; precisa ser capaz de construir conhecimento e validá-lo, opina a OCDE. "Os educadores precisarão ser grandes mentores, mobilizadores e guias" nesse processo, afirmou Schleicher.

O poder persistente dos livros Embora a leitura esteja mais fragmentada e migrando cada vez mais ao ambiente virtual, o relatório da OCDE mostra que o papel dos livros e de textos aprofundados continua sendo primordial.

Os estudantes que disseram ler livros com mais frequência em papel do que nos meios digitais tiveram melhores resultados em leitura em todos os países e territórios que participaram do Pisa 2018. Além disso, esses jovens também relataram ter mais prazer com a leitura. Na mesma linha, a leitura de livros de ficção e de textos longos também está positivamente associada a um melhor desempenho em leitura na maioria dos países avaliados.

O problema é que quase a metade dos estudantes (49%) nos países da OCDE disse, na pesquisa aplicada junto ao Pisa 2018, que só liam "se tivessem que ler". E cerca de um terço dos estudantes pesquisados disseram que raramente ou nunca lia livros.

Nesse contexto, o incentivo a leituras de profundidade, que permitam aos alunos treinar a observação de nuances no texto, é uma estratégia capaz de melhorar as habilidades de compreensão textual tão valiosas no século XXI. ( ... )

(Adaptado de: www.bbc.com/ acessado em: 26.06.2023)

Sobre as informações abordadas pelo último tópico do texto I - "O poder persistente dos livros" - é correto afirmar que a

 

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