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Foram encontradas 120 questões.

75639 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

Infere-se do texto que o ser humano corre o risco de submeter-se ao domínio das coisas materiais.

 

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75638 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

De acordo com o texto, o poder social, em tese, não deve ser confundido com o poder sobre as coisas, embora a existência de um esteja, por vezes, vinculada à do outro.

 

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75637 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

O autor do texto, conforme se constata nos dois parágrafos finais, considera reducionistas as concepções de poder que remontam a Hobbes.

 

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75636 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

Identifica-se, no texto, uma contradição no poder social: a de o ser humano assumir, ao mesmo tempo, a função de sujeito e objeto de poder.

 

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75635 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

No texto, “mas” e “Todavia” diferenciam-se quanto à função sintático-semântica.

 

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Questão presente nas seguintes provas
75634 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

Na construção sintática do período que inicia o segundo parágrafo, emprega-se o pronome “o” em referência a um termo que o sucede.

 

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Questão presente nas seguintes provas
75633 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

Nas expressões “poder calorífico” e “poder de absorção”, ambas na linha 2, o termo “poder” poderia ser substituído, sem prejuízo do sentido do texto, pela palavra efeito.

 

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Questão presente nas seguintes provas
75632 Ano: 2006
Disciplina: Português
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF

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Em seu significado mais geral, 1 a palavra poder designa a capacidade ou a possibilidade de agir, de produzir efeitos. Tanto pode referir-se a indivíduos e a grupos humanos como a objetos ou a fenômenos naturais (como nas expressões “poder calorífico”, “poder de absorção”).

Se o entendermos em sentido especificamente social, ou seja, na sua relação com a vida do homem em sociedade, o poder torna-se mais preciso e seu espaço conceptual pode ir desde a capacidade geral de agir, até à capacidade do homem em determinar o comportamento do homem: poder do homem sobre o homem. O homem é não só o sujeito mas também o objeto do poder social. É poder social a capacidade que um pai tem para dar ordens a seus filhos ou a capacidade de um governo de dar ordens aos cidadãos. Por outro lado, não é poder social a capacidade de controle que o homem tem sobre a natureza nem a utilização que faz dos recursos naturais.

Naturalmente, existem relações significativas entre o poder sobre o homem e o poder sobre a natureza ou sobre as coisas inanimadas. Muitas vezes, o primeiro é condição do segundo e vice-versa. Vamos dar um exemplo: uma determinada empresa extrai petróleo de um pedaço do solo terrestre porque tem o poder de impedir que outros se apropriem ou usem aquele mesmo solo. Da mesma forma, um governo pode obter concessões de outro governo, porque tem em seu poder certos recursos materiais que se tornam instrumentos de pressão econômica ou militar. Todavia, em princípio, o poder sobre o homem é sempre distinto do poder sobre as coisas. E este último é relevante no estudo do poder social, na medida em que pode converter-se em um recurso para exercer-se o poder sobre o homem.

Por isso não se podem aceitar as definições que, inserindo-se em uma tradição que remonta a Hobbes, ignoram esse caráter relacional e identificam o poder social com a posse de instrumentos aptos à consecução de fins almejados.

O poder social não é uma coisa ou a sua posse: é uma relação entre pessoas.

Mario Stoppino. Poder. Apud Sônia Maria Ribeiro de Souza.

Um outro olhar: filosofia. São Paulo: FTD, 1995, p. 155 (com adaptações).

Com base nas idéias e nos aspectos morfossintáticos do texto, julgue o item seguinte.

O texto, em cujo parágrafo inicial identifica-se uma definição conceitual, caracteriza-se como dissertativoargumentativo.

 

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Questão presente nas seguintes provas
1090743 Ano: 2006
Disciplina: Legislação Estadual e Distrital
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Julgue os próximos itens, considerando a situação hipotética de que o governador do DF apresente proposta de emenda à LODF.
Uma vez recebida pelo presidente da CLDF, a referida proposta deverá ser enviada à Comissão de Constituição e Justiça, para que ela se pronuncie sobre a sua admissibilidade.
Questão Anulada

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1090792 Ano: 2006
Disciplina: Direito Penal
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: CL-DF
Em cada um dos próximos itens, referentes, respectivamente, a crimes contra a vida, a fé pública e a administração pública, é apresentada uma situação hipotética, seguida de uma assertiva a ser julgada.
Antônio instigou sua esposa Aída a se suicidar, a fim de que pudesse contrair novas núpcias. Aída disparou arma de fogo contra si, sendo que, embora não tenha falecido em razão dos disparos por ela realizados, sofreu lesão corporal de natureza grave, consistente na incapacidade para suas ocupações habituais por mais de 30 dias. Nessa situação, considerando que não houve a produção do evento morte, é correto afirmar que houve tentativa do crime de induzimento, instigação ou auxílio a suicídio.
Questão Desatualizada

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