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Foram encontradas 60 questões.

729129 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros(I)), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato(II) frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary(III) fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas(IV) e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise as expressões abaixo retiradas do texto:
I. de seguros.
II. do ato.
III. de Mary.
IV. de respostas.
Quais são classificadas como adjunto adnominal, de acordo com o contexto de ocorrência?
 

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729103 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Qual é o volume, em m³, de uma caixa em formato de paralelepípedo cujas medidas são 80 cm de comprimento, 70 cm de largura e 50 cm de altura?
 

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729094 Ano: 2015
Disciplina: Administração de Recursos Materiais
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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De acordo com Chiavenato (2005), existem três tipos de inventários, quais sejam:
I. Inventários macros.
II. Inventários finais.
III. Inventários rotativos.
Quais estão corretos?
 

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729061 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Dentre as gratificações existentes, segundo o Art. 13 da referida Lei, estão:
I. Gratificação por exercício de Função de Pregoeiro (GP).
II. Gratificação por exercício de Função de Pregoeiro Auxiliar (GPAux).
III. Gratificação por Participação em Comissão de Patrimônio (GPCP).
Quais estão corretas?
 

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726696 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós(I) reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente(II) levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas(III). Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise as seguintes palavras retiradas do texto:
I. ‘nós’.
II.frequentemente’.
III. ‘honestas’ .
Quais podem ser suprimidas sem provocar qualquer alteração de sentido no texto?
 

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724663 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Sobre as ideias presentes no texto, analise as assertivas a seguir:
I. De acordo com todos os cientistas que estudam a mentira, mentir é um ato feito por todos os animais que são mamíferos.
II. Segundo Dan Ariely, os seres humanos mentem uma em cada cem vezes.
III. Os dados de uma pesquisa mostram que, independentemente do tempo que temos para mentir, a mentira nunca ocorre.
Quais NÃO encontram respaldo no texto?
 

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1469951 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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O Art. 116 do referido Estatuto estabelece que, por __________ de efetivo serviço, ao funcionário que requerer, será concedida licença-prêmio de ______ meses, com retribuição pecuniária.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
Questão Anulada

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1469708 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Considere a frase a seguir e analise as propostas de alteração de palavras nesse período.
“Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.”
I. A alteração de ‘dois experimentos’ por ‘experimento’ causaria apenas uma outra mudança no período.
II. Caso ‘pessoas’ fosse substituído por ‘a humanidade’, apenas as duas ocorrências do verbo ‘ter’ sofreriam necessidade de ajustes.
III. Se inseríssemos a expressão ‘e enganam’ imediatamente após ‘mentem’ e antes de ‘quando’, nenhuma alteração seria necessária para manter a correção do período.
Quais estão corretas?
Questão Anulada

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1478918 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Com base na referida disposição legal, nos casos de Câmaras Municipais, para a celebração de contratos de pequeno valor, para outros serviços e compras, que não sejam obras e serviços de engenharia, desde que não se refiram a parcelas de um mesmo serviço ou compra de maior vulto que possa ser realizada de uma só vez, o valor limite é de até:

Questão Desatualizada

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1477228 Ano: 2015
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
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Com base na referida disposição legal, nos casos de Câmaras Municipais, para a celebração de contratos de pequeno valor, para obras e serviços de engenharia, desde que não se refiram a parcelas de uma mesma obra ou serviço, ou ainda para obras e serviços da mesma natureza e no mesmo local que possam ser realizados conjunta e concomitantemente, o valor limite é de até:

Questão Desatualizada

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