Magna Concursos

Foram encontradas 60 questões.

767283 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Sobre a segurança de documentos no Microsoft Word 2010, considerando sua configuração padrão, para permitir alterações somente a certos trechos de um documento, é possível marcar o documento como __________ e selecionar os trechos desejados, permitindo as alterações. É possível disponibilizar esses trechos ________ a _______________ que abra o documento, ou pode-se conceder permissão a determinadas pessoas, para que somente elas possam alterar os trechos ________ do documento.
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
762279 Ano: 2015
Disciplina: Matemática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Um equipamento de um parque de diversões dispara uma bola que descreve uma trajetória descrita por y = - x² + 4, onde y é a altura em metros. Qual é a altura máxima atingida por essa bola?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
760760 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise a frase abaixo, retirada do texto, e as afirmações que seguem.
“Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações.”.
I. No período acima, há oito orações.
II. A oração principal é 'Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade'.
III. A oração ‘que poderiam ter sido resolvidos com base em boas afirmações’ pode ser classificada como subordinada adjetiva restritiva.
Quais estão corretas?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
760679 Ano: 2015
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:

O Art. 45, da referida Lei Orgânica, assegura que o pagamento da remuneração mensal dos servidores públicos municipais e das autarquias seja realizado

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
757593 Ano: 2015
Disciplina: Informática
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
No Internet Explorer 9, o comando que executa a mesma função que o botão Atualizar é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
751090 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição em português), publicado em 2013 pelo neurocientista Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Analise as afirmações abaixo sobre a seguinte frase retirada do texto: “a maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas”.
I. Apenas uma pessoa pode mentir como Hitler.
II. Todas as pessoas podem mentir como Hitler.
III. Algumas pessoas podem mentir como Hitler.
Quais inferências são possíveis?
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
750364 Ano: 2015
Disciplina: Comunicação Social
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Mazulo e Liendo (2010) definem que, de acordo com cada área de interesse, existe uma tipologia de eventos diferentes. Assim, conforme as referidas autoras, o evento que é uma cerimônia aberta ou fechada, divulgada anteriormente por meio do envio de convites, e, que em linhas gerais, possui discursos e pronunciamento do termo de compromisso, que varia de acordo com a organização, se denomina:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
750356 Ano: 2015
Disciplina: Contabilidade Geral
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Com base em Berti e Berti (2011), relacione os termos contábeis indicados na Coluna 1 com as respectivas definições arroladas na Coluna 2.
Coluna 1
1. Conta Razão.
2. Contas Patrimoniais.
3. Escrituração Contábil.
4. Patrimônio Líquido.
5. Contas de Resultados.
Coluna 2
( ) É a técnica de efetuar os registros dos fatos contábeis que afetam o patrimônio da entidade, passíveis de valorização monetária.
( ) É o local onde se registram todos os fatos contábeis de mesma natureza.
( ) É a diferença entre os valores do ativo (bens e direitos) e do passivo (obrigações) de uma entidade, em determinado momento.
( ) São aquelas que representam o ativo e o passivo da entidade.
( ) Fenômenos que modificam a situação líquida da empresa (receita e despesa).
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
750172 Ano: 2015
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:

Dentre os requisitos que serão apurados durante o estágio probatório de dois anos a que fica sujeito o funcionário nomeado em caráter efetivo, NÃO está a:

 

Provas

Questão presente nas seguintes provas
750090 Ano: 2015
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Uruguaiana-RS
Provas:
Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
A ciência da mentira
“Mudando para a Geico (empresa americana de seguros), você realmente economiza 15% ou mais em seguros automotivos? Abraham Lincoln foi sincero?”. Assim pergunta o comercial da Geico, seguido por uma gravação em falso vintage de Mary Lincoln perguntando a seu marido: “Esse vestido deixa meus quadris grandes?”. O sincero Abraham examina(a) o vestido, então exitam e, com seu indicador e polegar separados por um centímetro, finalmente murmura “Talvez um pouquinho”, fazendo sua mulher sair da sala, furiosa.
O humor funciona porque nós reconhecemos a pergunta de Mary como um pedido de elogio desfarçado, ou como um teste de nosso amor e fidelidade. De acordo com o livro Lying (Four Elephants Press, sem edição(b) em português), publicado em 2013 pelo neurocientista(c) Sam Harris, nós deveríamos dizer a verdade mesmo nessa situação: “Ao mentir, nós negamos a nossos amigos o acesso à realidade – e a ignorância resultante do ato frequentemente pode prejudicá-los de maneiras que não previmos.”
Nossos amigos podem agir com base em nossa(e) falsidade ou fracassar em problemas que poderiam ter sido resolvidos com base em boas informações. Talvez o alfaiate de Mary fosse incompetente, ou talvez Mary realmente precisasse perder peso, o que a tornaria mais saudável e feliz. Além disso, de acordo com Harris, mentiras inocentes frequentemente levam a mentiras perigosas: “Em pouco tempo você poderá se comportar como a maioria das pessoas faz, sem muito esforço: obscurecendo a verdade, ou até mentindo diretamente, sem sequer pensar sobre isso. O preço é muito alto”. Uma solução prática é pensar em uma maneira de dizer a verdade com sensibilidade. Como Harris aponta, pesquisas mostram que “todas as formas de mentira – incluindo mentiras inocentes(d) para poupar os sentimentos alheios – são associadas com relacionamentos de baixa qualidade”.
A maioria das pessoas não conta mentiras hitlerianas, mas quase todos nós obscurecemos a verdade apenas o suficiente para fazer os outros, ou nós mesmos, se sentirem melhor. Quanto nós mentimos? Cerca de 10%, de acordo com o economista comportamental Dan Ariely em seu livro A Mais Pura Verdade Sobre a Desonestidade (Campus Elsevier, 2012). Em um experimento em que os participantes resolvem quantas matrizes conseguirem em um período limitado de tempo, e são pagos por cada resposta correta, os que entregaram seus resultados ao experimentador na sala obtiveram uma média de quatro em 20. Na segunda condição, em que participantes contavam suas respostas corretas, destruíam a folha de respostas e diziam ao experimentador em outra sala quantas tinham acertado, a média foi de seis em 20 – um aumento de 10%. E o efeito persistiu mesmo quando a quantia paga por resposta correta foi aumentada de 25 centavos para 50, e depois para US$1, US$2 e até US$5. De maneira reveladora, quando o valor atingiu US$10 por resposta correta, a quantidade de mentiras diminuiu. A mentira, de acordo com Ariely, não é resultado de uma análise de custo-benefício. Ao contrário, é uma forma de auto-ilusão em que pequenas mentiras nos permitem melhorar nossa auto-imagem e ainda manter a percepção de sermos pessoas honestas. Mentiras grandes não são assim.
Os psicólogos Shaul Shalvi, Ori Eldar e Yoella Bereby-Meyer testaram a hipótese de que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando podem justificar a mentira para si mesmas. O resultado foi um artigo intitulado “Honesty Requires Time (and Lack of Justifications)” [A Sinceridade Exige Tempo (E Falta de Desculpas)], publicado em 2013 em Psychological Science. Os participantes rolaram um dado três vezes em uma situação que impedia o experimentador de ver o resultado, e foram instruídos a relatar o número obtido na primeira rolagem (Quanto maior o número, mais dinheiro eles recebiam). Ver o resultado do segundo e do terceiro rolamento dava aos participantes a oportunidade de justificar o relato de apenas o maior dos três números; como aquele número realmente tinha aparecido, era uma mentira justificada.
Alguns participantes tiveram que relatar sua resposta em 20 segundos, enquanto outros não tinham limite de tempo. Ainda que os dois grupos tenham mentido, os participantes que receberam menos tempo tinham uma tendência maior a fazê-lo. Em outro experimento, participantes rolaram o dado uma vez e relataram o resultado. Os que tinham pouco tempo, mentiam; os que tinham tempo para pensar, diziam a verdade. Os dois experimentos sugerem que pessoas têm uma tendência maior a mentir quando o tempo é curto, mas, quando o tempo não é problema, elas só mentem quando têm justificativa para fazê-lo.
Talvez Mary não devesse ter dado tanto tempo para Abraham ponderar sua resposta.
Fonte: Texto adaptado – http://www2.uol.com.br/sciam/artigos/a_ciencia_da_mentira.html
Assinale a alternativa cuja letra sublinhada NÃO possui o mesmo fonema representado pela letra ‘x’, em ‘experimento’ (l.26).
 

Provas

Questão presente nas seguintes provas