Foram encontradas 40 questões.
1814305
Ano: 2016
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Matemática Financeira
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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Uma geladeira vendida à vista por R$ 3 500,00 pode ser vendida com uma entrada de R$ 500,00 e em mais 3 parcelas mensais com juros simples de 10% ao mês. O montante a ser despendido nessa hipótese de venda X parcelada estará numa faixa
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1814128
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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A Presidência da Câmara Municipal de Santana de Parnaíba deve deixar de receber qualquer proposição que
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A construção de uma ponte está utilizando 150 pessoas já há 6 meses, mas essa equipe concluiu apenas 25 % da obra estimada para ser entregue em um ano . . Sabendo-se que a produção é diretamente proporcional à quantidade de trabalhadores e que a produtividade esperada será a mesma da atual, pode-se concluir que a quantidade de pessoas a serem agregadas às existentes para entregar a obra no prazo estará numa faixa
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
- Aí, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, ~dos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?
- Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
- E fala certo - disse a professora. - Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão certos. Os dois são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
- O pai atravessou a sinaleira e pechou_
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
- O que foi que ele disse, tia?- quis saber o gordo Jorge.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.
"Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que era? Bater claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.
-Aí, Pechada!
- Fala, Pechada!
- Fala, Pechada!
Luis Fernando Veríssimo, Revista Nova Escola.
Assinale a alternativa correta cujo termo destacado seja um exemplo de conjunção explicativa.
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O volume de uma esfera pode ser calculado pela fórmula 4/3. x .!$ \pi !$ x R3 onde Ré o raio da mesma. Uma esfera com raio 20% inferior a outra terá um volume inferior em relação primeira numa faixa
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1742805
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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NÃO se considera incompatível com o decoro parlamentar
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Uma quadra de vôlei deve ter 18 m de comprimento por 9 m de largura, mas, para oferecer mais segurança aos jogadores,o administrador do ginásio a ser construído decidiu oferecer um espaço de 4 metros em cada um dos lados da quadra e de 6 metros em cada fundo da quadra de forma que o terreno· necessário aumentou em relação ao estritamente necessário para a quadra oficial numa faixa
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Um mapa estelar usa uma escala em que cada centímetro corresponde a 100 anos-luz. Dessa forma, um corpo . celeste que no mapa está a 38 cm da Terra deverá estar, na realidade, a uma distância da Terra,em anos-luz, numa faixa
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1709216
Ano: 2016
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: IMAIS
Orgão: Câm. Santana Parnaíba-SP
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Conforme dispõe o Regimento Interno da Câmara Municipal de Santana de Parnaíba, extingue-se o mandato do Prefeito e, será declarado pelo Presidente da Câmara Municipal, quando
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Pechada
O apelido foi instantâneo. No primeiro dia de aula, o aluno novo já estava sendo chamado de "Gaúcho". Porque era gaúcho. Recém-chegado do Rio Grande do Sul, com um sotaque carregado.
- Aí, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
- Fala, Gaúcho!
Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente. A professora explicou que cada região tinha seu idioma, mas que as diferenças não eram tão grandes assim. Afinal, ~dos falavam português. Variava a pronúncia, mas a língua era uma só. E os alunos não achavam formidável que num país do tamanho do Brasil todos falassem a mesma língua, só com pequenas variações?
- Mas o Gaúcho fala "tu"! - disse o gordo Jorge, que era quem mais implicava com o novato.
- E fala certo - disse a professora. - Pode-se dizer "tu" e pode-se dizer "você". Os dois estão certos. Os dois são português.
O gordo Jorge fez cara de quem não se entregara.
Um dia o Gaúcho chegou tarde na aula e explicou para a professora o que acontecera.
- O pai atravessou a sinaleira e pechou_
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
-O que?
- O pai. Atravessou a sinaleira e pechou.
A professora sorriu. Depois achou que não era caso para sorrir. Afinal, o pai do menino atravessara uma sinaleira e pechara. Podia estar, naquele momento, em algum hospital. Gravemente pechado. Com pedaços de sinaleira sendo retirados do seu corpo.
- O que foi que ele disse, tia?- quis saber o gordo Jorge.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
- Que o pai dele atravessou uma sinaleira e pechou.
- E o que é isso?
- Gaúcho ... Quer dizer, Rodrigo: explique para a classe o que aconteceu.
- Nós vinha ...
- Nós vínhamos.
- Nós vínhamos de auto, o pai não viu a sinaleira fechada, passou no vermelho e deu uma pechada noutro auto.
A professora varreu a classe com seu sorriso. Estava claro o que acontecera? Ao mesmo tempo, procurava uma tradução para o relato do gaúcho. Não podia admitir que não o entendera. Não com o gordo Jorge rindo daquele jeito.
"Sinaleira", obviamente, era sinal, semáforo. "Auto" era automóvel, carro. Mas "pechar" o que era? Bater claro. Mas de onde viera aquela estranha palavra? Só muitos dias depois a professora descobriu que "pechar" vinha do espanhol e queria dizer bater com o peito, e até lá teve que se esforçar para convencer o gordo Jorge de que era mesmo brasileiro o que falava o novato. Que já ganhara outro apelido: Pechada.
-Aí, Pechada!
- Fala, Pechada!
- Fala, Pechada!
Luis Fernando Veríssimo, Revista Nova Escola.
Na frase: "Perguntaram para a professora por que o Gaúcho falava diferente", usa-se o "porquê" de forma separada, pois
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