Foram encontradas 30 questões.
Disciplina: Administração Financeira e Orçamentária
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Salto Itararé-PR
A execução da despesa orçamentária pública transcorre em três estágios conforme previsto na Lei nº 4.320/1964. Em relação a execução da despesa pública, assinale a alternativa que indica o estágio em que o governo reserva o dinheiro que será pago quando o bem for entregue ou o serviço concluído. Isso ajuda o governo a organizar os gastos pelas diferentes áreas do governo, evitando que se gaste mais do que foi planejado.
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Em uma empresa de contabilidade, 20 pessoas trabalham com questões tributárias, 30 trabalham com questões fiscais, 9 trabalham com questões tributárias e com questões fiscais e 4 trabalham com outros tipos de serviços. Quantos funcionários trabalham nessa empresa de contabilidade?
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Três contadores lançam 300 notas fiscais no sistema em 3 semanas. Trabalhando no mesmo ritmo, quantas semanas 5 contadores levarão para lançar 500 notas?
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Assinale o número racional que representa uma dízima periódica.
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Fragmento da entrevista de Daniel Munduruku para a BBC News Brasil sobre o 19 de abril:
— Qual o problema da palavra “índio”?
— Do meu ponto de vista, a palavra índio perdeu o seu sentido. É uma palavra que só desqualifica, remonta a preconceitos. É uma palavra genérica. Esse generalismo esconde toda a diversidade, riqueza, humanidade dos povos indígenas.
Quando a gente usa a palavra índio, estamos nos reportando a duas ideias.
Uma é a ideia romântica, folclórica. É isso que se comemora no dia 19 de abril. Aquela figura do desenho animado, com duas pinturas no rosto e uma pena na cabeça, que mora em uma oca em forma de triângulo. Há a percepção de que essa é uma figura que precisamos preservar, um ser do passado. Mas os indígenas não são seres do passado, são do presente.
A segunda ideia é ideologizada. A palavra índio está quase sempre ligada a preguiça, selvageria, atraso tecnológico, a uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela. A ideia de que o índio acabou virando um empecilho para o desenvolvimento brasileiro.
— Então, deveríamos abandonar a palavra “índio” e usar “indígena”?
— Uma palavra muda tudo? Sim, uma palavra muda muito. Nos meus vídeos e palestras, eu tenho sempre feito uma separação fundamental entre “índio” e “indígena”. As pessoas ainda pensam que índio e indígena é a mesma coisa. Não é. O próprio dicionário diz isso.
A palavra indígena diz muito mais a nosso respeito do que a palavra índio. A palavra índio gera uma imagem distorcida. Já indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros.
Ah, então eu nasci em São Paulo, eu sou indígena? Não, você é nativo. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral. O antônimo (contrário) de indígena é alienígena, aquele que vem de fora. Então, eu uso indígena para reforçar o fato de que somos originários.
Além disso, eu não sou um indígena qualquer. Eu tenho um lugar de pertencimento: Munduruku. É importante reforçar a identidade dos povos.
(Fragmento. Amanda Rossi. Folha de São Paulo, 19/04/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/dia-do-indio-e-data-folclorica-e-preconceituosa-diz-escritor-indigena-daniel-munduruku.shtml).
Assinale a alternativa em que a classificação sintática do termo destacado está CORRETA.
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Fragmento da entrevista de Daniel Munduruku para a BBC News Brasil sobre o 19 de abril:
— Qual o problema da palavra “índio”?
— Do meu ponto de vista, a palavra índio perdeu o seu sentido. É uma palavra que só desqualifica, remonta a preconceitos. É uma palavra genérica. Esse generalismo esconde toda a diversidade, riqueza, humanidade dos povos indígenas.
Quando a gente usa a palavra índio, estamos nos reportando a duas ideias.
Uma é a ideia romântica, folclórica. É isso que se comemora no dia 19 de abril. Aquela figura do desenho animado, com duas pinturas no rosto e uma pena na cabeça, que mora em uma oca em forma de triângulo. Há a percepção de que essa é uma figura que precisamos preservar, um ser do passado. Mas os indígenas não são seres do passado, são do presente.
A segunda ideia é ideologizada. A palavra índio está quase sempre ligada a preguiça, selvageria, atraso tecnológico, a uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela. A ideia de que o índio acabou virando um empecilho para o desenvolvimento brasileiro.
— Então, deveríamos abandonar a palavra “índio” e usar “indígena”?
— Uma palavra muda tudo? Sim, uma palavra muda muito. Nos meus vídeos e palestras, eu tenho sempre feito uma separação fundamental entre “índio” e “indígena”. As pessoas ainda pensam que índio e indígena é a mesma coisa. Não é. O próprio dicionário diz isso.
A palavra indígena diz muito mais a nosso respeito do que a palavra índio. A palavra índio gera uma imagem distorcida. Já indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros.
Ah, então eu nasci em São Paulo, eu sou indígena? Não, você é nativo. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral. O antônimo (contrário) de indígena é alienígena, aquele que vem de fora. Então, eu uso indígena para reforçar o fato de que somos originários.
Além disso, eu não sou um indígena qualquer. Eu tenho um lugar de pertencimento: Munduruku. É importante reforçar a identidade dos povos.
(Fragmento. Amanda Rossi. Folha de São Paulo, 19/04/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/dia-do-indio-e-data-folclorica-e-preconceituosa-diz-escritor-indigena-daniel-munduruku.shtml).
“A palavra índio está quase sempre ligada “A” preguiça, selvageria, atraso tecnológico, “A” uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela.”
No trecho acima está destacada a preposição “a” exigida pela regência do termo nominal “ligada”, e não ocorreu a crase pela ausência de artigo definido feminino. Assinale a alternativa em que ocorre a mesma situação, em que o “a” destacado é preposição.
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Fragmento da entrevista de Daniel Munduruku para a BBC News Brasil sobre o 19 de abril:
— Qual o problema da palavra “índio”?
— Do meu ponto de vista, a palavra índio perdeu o seu sentido. É uma palavra que só desqualifica, remonta a preconceitos. É uma palavra genérica. Esse generalismo esconde toda a diversidade, riqueza, humanidade dos povos indígenas.
Quando a gente usa a palavra índio, estamos nos reportando a duas ideias.
Uma é a ideia romântica, folclórica. É isso que se comemora no dia 19 de abril. Aquela figura do desenho animado, com duas pinturas no rosto e uma pena na cabeça, que mora em uma oca em forma de triângulo. Há a percepção de que essa é uma figura que precisamos preservar, um ser do passado. Mas os indígenas não são seres do passado, são do presente.
A segunda ideia é ideologizada. A palavra índio está quase sempre ligada a preguiça, selvageria, atraso tecnológico, a uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela. A ideia de que o índio acabou virando um empecilho para o desenvolvimento brasileiro.
— Então, deveríamos abandonar a palavra “índio” e usar “indígena”?
— Uma palavra muda tudo? Sim, uma palavra muda muito. Nos meus vídeos e palestras, eu tenho sempre feito uma separação fundamental entre “índio” e “indígena”. As pessoas ainda pensam que índio e indígena é a mesma coisa. Não é. O próprio dicionário diz isso.
A palavra indígena diz muito mais a nosso respeito do que a palavra índio. A palavra índio gera uma imagem distorcida. Já indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros.
Ah, então eu nasci em São Paulo, eu sou indígena? Não, você é nativo. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral. O antônimo (contrário) de indígena é alienígena, aquele que vem de fora. Então, eu uso indígena para reforçar o fato de que somos originários.
Além disso, eu não sou um indígena qualquer. Eu tenho um lugar de pertencimento: Munduruku. É importante reforçar a identidade dos povos.
(Fragmento. Amanda Rossi. Folha de São Paulo, 19/04/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/dia-do-indio-e-data-folclorica-e-preconceituosa-diz-escritor-indigena-daniel-munduruku.shtml).
Assinale a alternativa em que a segunda palavra é um sinônimo da primeira.
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Fragmento da entrevista de Daniel Munduruku para a BBC News Brasil sobre o 19 de abril:
— Qual o problema da palavra “índio”?
— Do meu ponto de vista, a palavra índio perdeu o seu sentido. É uma palavra que só desqualifica, remonta a preconceitos. É uma palavra genérica. Esse generalismo esconde toda a diversidade, riqueza, humanidade dos povos indígenas.
Quando a gente usa a palavra índio, estamos nos reportando a duas ideias.
Uma é a ideia romântica, folclórica. É isso que se comemora no dia 19 de abril. Aquela figura do desenho animado, com duas pinturas no rosto e uma pena na cabeça, que mora em uma oca em forma de triângulo. Há a percepção de que essa é uma figura que precisamos preservar, um ser do passado. Mas os indígenas não são seres do passado, são do presente.
A segunda ideia é ideologizada. A palavra índio está quase sempre ligada a preguiça, selvageria, atraso tecnológico, a uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela. A ideia de que o índio acabou virando um empecilho para o desenvolvimento brasileiro.
— Então, deveríamos abandonar a palavra “índio” e usar “indígena”?
— Uma palavra muda tudo? Sim, uma palavra muda muito. Nos meus vídeos e palestras, eu tenho sempre feito uma separação fundamental entre “índio” e “indígena”. As pessoas ainda pensam que índio e indígena é a mesma coisa. Não é. O próprio dicionário diz isso.
A palavra indígena diz muito mais a nosso respeito do que a palavra índio. A palavra índio gera uma imagem distorcida. Já indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros.
Ah, então eu nasci em São Paulo, eu sou indígena? Não, você é nativo. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral. O antônimo (contrário) de indígena é alienígena, aquele que vem de fora. Então, eu uso indígena para reforçar o fato de que somos originários.
Além disso, eu não sou um indígena qualquer. Eu tenho um lugar de pertencimento: Munduruku. É importante reforçar a identidade dos povos.
(Fragmento. Amanda Rossi. Folha de São Paulo, 19/04/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/dia-do-indio-e-data-folclorica-e-preconceituosa-diz-escritor-indigena-daniel-munduruku.shtml).
Leia as seguintes afirmações a respeito das ideias apresentadas na entrevista a respeito da linguagem.
I - A palavra “índio” possui dois sentidos no dicionário de língua portuguesa.
II - A palavra “indígena” possui sentido relativo à ancestralidade do indivíduo.
III - A palavra “índio” tornou-se inadequada devido às associações culturais indevidas que ela representa.
IV - A palavra “índio” deve ser usada somente associada ao povo a que o índio pertence.
De acordo com as afirmativas, assinale a alternativa CORRETA.
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Fragmento da entrevista de Daniel Munduruku para a BBC News Brasil sobre o 19 de abril:
— Qual o problema da palavra “índio”?
— Do meu ponto de vista, a palavra índio perdeu o seu sentido. É uma palavra que só desqualifica, remonta a preconceitos. É uma palavra genérica. Esse generalismo esconde toda a diversidade, riqueza, humanidade dos povos indígenas.
Quando a gente usa a palavra índio, estamos nos reportando a duas ideias.
Uma é a ideia romântica, folclórica. É isso que se comemora no dia 19 de abril. Aquela figura do desenho animado, com duas pinturas no rosto e uma pena na cabeça, que mora em uma oca em forma de triângulo. Há a percepção de que essa é uma figura que precisamos preservar, um ser do passado. Mas os indígenas não são seres do passado, são do presente.
A segunda ideia é ideologizada. A palavra índio está quase sempre ligada a preguiça, selvageria, atraso tecnológico, a uma visão de que o índio tem muita terra e não sabe o que fazer com ela. A ideia de que o índio acabou virando um empecilho para o desenvolvimento brasileiro.
— Então, deveríamos abandonar a palavra “índio” e usar “indígena”?
— Uma palavra muda tudo? Sim, uma palavra muda muito. Nos meus vídeos e palestras, eu tenho sempre feito uma separação fundamental entre “índio” e “indígena”. As pessoas ainda pensam que índio e indígena é a mesma coisa. Não é. O próprio dicionário diz isso.
A palavra indígena diz muito mais a nosso respeito do que a palavra índio. A palavra índio gera uma imagem distorcida. Já indígena quer dizer originário, aquele que está ali antes dos outros.
Ah, então eu nasci em São Paulo, eu sou indígena? Não, você é nativo. Para ser originário precisa ter um pertencimento a um povo ancestral. O antônimo (contrário) de indígena é alienígena, aquele que vem de fora. Então, eu uso indígena para reforçar o fato de que somos originários.
Além disso, eu não sou um indígena qualquer. Eu tenho um lugar de pertencimento: Munduruku. É importante reforçar a identidade dos povos.
(Fragmento. Amanda Rossi. Folha de São Paulo, 19/04/2022. Disponível em: https://www1.folha.uol.com.br/cotidiano/2022/04/dia-do-indio-e-data-folclorica-e-preconceituosa-diz-escritor-indigena-daniel-munduruku.shtml).
Na entrevista, as respostas de Daniel Munduruku, indicam:
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Disciplina: Matemática Financeira
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Salto Itararé-PR
Um empréstimo de R$ 250.000,00, feito a uma taxa de juros compostos de 1% a.m, foi pago após 30 meses. Tomando 1,0130 =1,35, calcule o juros desse empréstimo.
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