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Foram encontradas 30 questões.

2479747 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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Assinale a alternativa que apresenta uma característica que NÃO contribui para um bom ambiente de trabalho e também NÃO melhora as relações humanas entre colegas:
 

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2479427 Ano: 2014
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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Assinale a alternativa que apresenta um princípio que deve ser observado pelos agentes públicos quando estiverem no desempenho das suas funções:
 

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2478989 Ano: 2014
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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A Lei de Licitações (8.666/1993) determina as regras gerais para compras realizadas por entes públicos com vistas à celebração do melhor contrato para a administração pública. Analise as afirmativas abaixo que tratam das normas de licitação pública:
I - O valor máximo para que a contratação de um serviço de engenharia seja realizada através da modalidade convite será de R$ 650.000,00.
II - Concurso é a modalidade de licitação entre quaisquer interessados para escolha de trabalho técnico, científico ou artístico, mediante a instituição de prêmios ou remuneração aos vencedores, conforme critérios constantes de edital publicado na imprensa oficial com antecedência mínima de 45 (quarenta e cinco) dias.
III - Nenhuma compra será feita sem a adequada caracterização de seu objeto e indicação dos recursos orçamentários para seu pagamento, sob pena de nulidade do ato e responsabilidade de quem lhe tiver dado causa.
Estão corretas:
 

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2478898 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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A arte de ser feliz
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e Às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que participava do auditório imaginava os assuntos e as peripécias – e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles, Escolha o seu sonho, Record, 1996.
Assinale a alternativa em que a substituição das palavras negritadas no texto (para, mas, para que e quando) alteraria o sentido do texto:
 

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2478561 Ano: 2014
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta uma modalidade de sessão prevista no Regimento Interno da Câmara Municipal dos Vereadores de Marumbi:
 

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2478173 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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A arte de ser feliz
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e Às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que participava do auditório imaginava os assuntos e as peripécias – e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles, Escolha o seu sonho, Record, 1996.
Considere as afirmativas sobre a formação das palavras do texto:
I - Idêntico processo de formação de palavra está presente em alargava (1º parágrafo) – esfarelada (2º parágrafo).
II - O sufixo de altura transforma adjetivo em substantivo.
III - “Morto” e “rega” são palavras formadas por derivação imprópria.
Quais afirmativas estão corretas?
 

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2478048 Ano: 2014
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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De acordo com o Censo 2.010, a população de Marumbi foi informada como sendo de:

 

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2478032 Ano: 2014
Disciplina: Administração Geral
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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Assinale a alternativa que NÃO apresenta um objetivo do atendimento ao público realizado pelos servidores públicos:
 

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2477632 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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A arte de ser feliz
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e Às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que participava do auditório imaginava os assuntos e as peripécias – e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles, Escolha o seu sonho, Record, 1996.
Analise as afirmativas referentes à acentuação gráfica e em seguida assinale a incorreta:
 

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2497248 Ano: 2014
Disciplina: Português
Banca: FAUEL
Orgão: Câm. Marumbi-PR
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A arte de ser feliz
Houve um tempo em que a minha janela se abria para um terreiro onde uma vasta mangueira alargava sua copa redonda. À sombra da árvore, numa esteira, passava quase todo o dia sentada uma mulher, cercada de crianças. E contava histórias. Eu não a podia ouvir, da altura da janela; e mesmo que a ouvisse, não a entenderia, porque isso foi muito longe, num idioma difícil. Mas as crianças tinham tal expressão no rosto, e Às vezes faziam com as mãos arabescos tão compreensíveis, que eu que participava do auditório imaginava os assuntos e as peripécias – e me sentia completamente feliz.
Houve um tempo em que a minha janela se abria sobre uma cidade que parecia feita de giz. Perto da janela havia um pequeno jardim quase seco. Era uma época de estiagem, de terra esfarelada, e o jardim parecia morto. Mas todas as manhãs vinha um pobre homem com um balde e, em silêncio, ia atirando com a mão umas gotas de água sobre as plantas. Não era uma rega: era uma espécie de aspersão ritual, para que o jardim não morresse. E eu olhava as plantas, para o homem, para as gotas de água que caíam de seus dedos magros, e meu coração ficava completamente feliz.
Mas, quando falo dessas pequenas felicidades certas, que estão diante de cada janela, uns dizem que essas coisas não existem diante das minhas janelas, e outros, finalmente, que é preciso aprender a olhar, para poder vê-las assim.
Cecília Meireles, Escolha o seu sonho, Record, 1996.
Assinale a alternativa em que as palavras sublinhadas no 2º parágrafo estão classificadas corretamente quanto à classe gramatical e função sintática que exercem no texto:
Questão Anulada

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