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Leia o texto abaixo e responda à questão proposta.
Encantos e ilusões do namoro virtual
Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos(e). Os mais exibidos também usam a internet(a), muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.
O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas(d). Mas o efeito surpresa persiste.
Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.
Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades(c) “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço(b) por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.
(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)
Uma opção apresenta ERRO quanto à classificação gramatical do termoemdestaque.Assinale-a:
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A lei é redigida segundo normas próprias, diferentes das utilizadas na redação de outros documentos oficiais. Um texto legal pode conter os seguintes elementos: preâmbulo, títulos, capítulos, seções, artigos, parágrafos, itens, alíneas, incisos etc. Na redação de uma lei, denomina-se “preâmbulo”:
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- PODC: Processo OrganizacionalProcesso Administrativo: OrganizaçãoRelações entre Indivíduo e Organização
De acordo com Fela Moscovici, as relações interpessoais desenvolvem-se em decorrência do processo de interação. Em situações de trabalho em grupo, há atividades a serem executadas, e interações e sentimentos serão despertados. À medida que as atividades e interações prosseguem, inevitavelmente os sentimentos as influenciarão. Esses sentimentos devem ser de comunicação, cooperação, respeito, amizade. Mas outros sentimentos, diferentes dos esperados, podem ser despertados e influenciarão as próprias atividades. Com base nessa afirmação, a única afirmativa NÃO aceitável é:
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Desde o momento em que são produzidos até a sua destinação final, os documentos de arquivo cumprem um ciclo de vida em que a passagem de uma etapa ou condição para outra:
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Os documentos cuja revelação não autorizada de dados ou informações pode comprometer planos, operações ou objetivos neles previstos ou referidos são classificados como:
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Considere a afirmação P:
“A ou B” onde A e B, por sua vez, são as seguintes afirmações:
A: “Cláudio é professor”
B: “Se Elton é engenheiro, então João é armador”.
Ora, sabe-se que a afirmação Pé falsa, logo:
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O Presidente da Câmara Municipal encaminhou correspondência ao Prefeito Municipal, usando, corretamente, o seguinte pronome de tratamento:
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“Autorizar consulta plebiscitária e referendum popular”. Segundo a Lei Orgânica Municipal de Linhares, tal competência é exclusiva:
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Encantos e ilusões do namoro virtual
Esqueça o olho no olho ou as paixões à primeira vista. O futuro do sexo e do amor pode estar na frente da tela de um computador ou de um celular. Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais. E não são apenas os tímidos. Os mais exibidos também usam a internet, muitas vezes de forma arriscada, para iniciar contatos. As redes sociais são o ponto de encontro preferencial. Vasculhando o perfil de amigos e conhecidos, é possível localizar alguém que desperte o interesse e, melhor, com algum tipo de referência (mesmo que mínima). Galanteios virtuais e mensagens cifradas podem iniciar a paquera. Com aplicativos de celulares, que usam ferramentas de localização e mapeiam quem está por perto, é possível enxergar os alvos em potencial e iniciar a corte.
O encontro pode ser às cegas. As salas de bate-papo dos principais provedores de acesso e sites especializados estão lotadas. Ali o risco é maior, pela falta de referências. É claro que, do total desconhecimento ao encontro real, pode haver algumas etapas. Uma espiada numa rede social, a troca de fotos, o contato por câmera e uma conversa por voz podem dar algumas pistas. Mas o efeito surpresa persiste.
Um fator que alimenta as relações virtuais é a economia de tempo (cada vez mais escasso na vida urbana). Tem gente que passa muito mais tempo na rede do que no mundo real, um sintoma revelador de certa dificuldade de se relacionar com o outro. À distância, pela internet, as pessoas parecem mais desinibidas para expressar emoções e desejos que demorariam mais para aparecer em outras circunstâncias. Num mundo em que a evasão da privacidade virou quase uma regra, exibir sentimentos e imagens pode parecer uma conduta apropriada.
Mas os namoros virtuais levantam várias questões. A primeira envolve a fidelidade. Da mesma forma que as duas almas se encontraram no vasto espaço virtual, será que amanhã não vão facilmente teclar em busca de outros contatos? Os relacionamentos têm acabado quando um dos envolvidos encontra provas cabais de atividades “extraoficiais” em e-mails, mensagens instantâneas ou recados em redes sociais. Além disso, como avaliar as intenções da pessoa? São frequentes os relatos de problemas (inclusive violência) nos encontros nascidos de contatos virtuais. E aonde vão parar fotos e vídeos que, no calor do momento, revelam muito mais do que seria adequado? Como apagar da internet as memórias que podem atrapalhar e comprometer o futuro afetivo e até profissional? Se a internet facilita tanto os encontros, também é importante repensar esse grande espaço por onde hoje podemos levar nosso coração para passear.
(BOUER, Jairo.Revista Época. São Paulo: editora Globo. nº 715, de 30.01.2012. p.27)
Assinale a opção cuja alteração da redação do trecho entre parênteses mantém o mesmo sentido da frase: “Hoje, boa parcela dos jovens (não apenas eles) busca seu par pelos meios virtuais.”
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Na cessação das atividades de uma instituição pública, os documentos por ela produzidos devem ser:
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