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3415237 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Assinale a alternativa que apresenta a palavra correta ortograficamente.

 

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3415236 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere o excerto “esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás”. Em relação às classes gramaticais, neste contexto, as palavras “criptobiose”, “cerca”, “de” e “atrás” são, respectivamente:

 

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3415235 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere a seguinte sentença, título da reportagem: “Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento”. A palavra “descongelamento” apresenta marcas que indicam processos de derivação. Assinale a alternativa que apresenta o(s) afixo(s) incorporado(s) à palavra primitiva.

 

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3415234 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere as seguintes sentenças, retiradas do texto:

I. “Criptobiose é um estado de latência”

II. “Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados”

Em relação à regência, os verbos “é” e “estudar”, nas sentenças dadas, são, respectivamente:

 

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3415233 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere o seguinte excerto “Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA”. Os pronomes “eles”, “esse” e “seu” são, respectivamente:

 

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3415232 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere o trecho “Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides”. O verbo ‘reviver’, na sentença dada, apresenta o(s) seguinte(s) tipo(s) de flexão:

 

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3415231 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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Considere o seguinte excerto: “Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma.” Neste contexto, os pronomes possessivos retomam:

 

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3415230 Ano: 2023
Disciplina: Português
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP
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Vermes de 46 mil anos voltam à vida após processo de descongelamento

Os seres vivos passaram por processos de criptobiose que os preservaram durante os milhares de anos. Cientistas acreditam que estudar os vermes pode ajudar a entender como proteger outros seres vivos.

Cientistas na Alemanha descobriram que nematoides, que são um tipo de verme, de 46 mil anos, encontrados no permafrost da Sibéria e trazidos de volta à vida após um descongelamento, pertencem a uma espécie que ainda não havia sido descrita anteriormente, a Panagrolaimus kolymaensis. O estudo foi publicado na revista PLOS Genetics e contou com pesquisadores do Instituto de Zoologia da Universidade de Colônia, do Instituto Max Planck de Biologia Celular e Genética Molecular (MPI-CBG) em Dresden e do Centro de Biologia de Sistemas de Dresden (CSBD).

Em 2018, pesquisadores russos reviveram os dois nematoides, que foram congelados em uma toca fossilizada em depósitos de lodo no permafrost, uma camada de subsolo congelado. A datação por radiocarbono - um método utilizado para estimar a idade de alguns materiais de até 60 mil anos - revelou que esses nematoides estavam em criptobiose desde cerca de 46 mil anos atrás, durante o final do período geológico Pleistoceno.

Criptobiose é um estado de latência em que a atividade metabólica de alguns seres vivos para, por conta de condições ambientais adversas, até que essas condições voltem à normalidade e permitam uma “volta à vida”. “Finalmente, é superfascinante ver de repente a vida, animais vivos rastejando para fora de um pedaço de solo que está congelado há 46 mil anos”, disse o Dr. Philipp Schiffer, da Universidade de Colônia.

Schiffer e seus colegas foram convidados a estudar os vermes recém-descongelados para determinar as espécies e analisar seu genoma. Ele e sua equipe conseguiram definir a lombriga como uma nova espécie.

Os pesquisadores descobriram que a desidratação leve antes do congelamento melhorou a preparação do verme para a criptobiose e aumentou a sobrevivência a -80 graus Celsius. E, como outras espécies de nematoides, produziu o açúcar trealose em nível bioquímico quando levemente desidratado em laboratório, potencialmente permitindo que resistissem ao congelamento e à desidratação intensa.

“Eles construíram esse açúcar, trealose, que de alguma forma os ajuda a proteger seu DNA e proteínas enquanto estão nesse estágio de repouso”, disse Schiffer. Estudar essas criaturas, segundo o pesquisador, poderia um dia informar os esforços de conservação à medida que o clima da Terra muda. “Podemos aprender coisas que podem nos informar para talvez salvar espécies ameaçadas e pensar em medidas de proteção e todas essas coisas”.

No entanto, Schiffer não viu nenhum perigo imediato de que organismos antigos descongelados pudessem abrigar patógenos perigosos. “É algo possível. E com o Covid, todos nós vimos o que pode acontecer de repente. Mas eu não diria que há um perigo iminente dessas formas trazerem algumas bactérias que de repente começam a matar humanos”, disse ele.

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De acordo com o texto, o estudo dos nematoides pode contribuir para:

 

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3415229 Ano: 2023
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP

Com base na Lei Orgânica do Município de Embu-Guaçu; Resolução nº 1/1991. Art. 25, responda. Recebida a denúncia, quantos vereadores serão sorteados dentre os desimpedidos, para compor a Comissão Processante?

 

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3415228 Ano: 2023
Disciplina: Legislação Municipal
Banca: Avança SP
Orgão: Câm. Embu-Guaçu-SP

De acordo com a Lei nº 584/87 (Dispõe sobre o Regime Jurídico dos Funcionários Públicos do Município de Embu-Guaçu); Os cargos públicos serão providos por: EXCETO:

 

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