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A beleza, ao longo de sua história, esteve atrelada ao logos filosófico, à racionalidade como medida e regra. O feio, seu oposto e seu negativo, é aquilo que escapa a essa medida racionalmente forjada. Quando elevado ao nível de questão teórica, o feio sempre disse respeito ao que deveria ser devolvido às forças luminosas da beleza, à sua promessa de reconciliação com a vida, a sociedade, a verdade ou o divino.
O que ainda merece enfrentamento diz respeito à construção desse lugar como negativo: o ideal de beleza foi construído ao lado dos padrões da verdade e do bem, eles mesmos alcançados por meio de uma luminosidade da razão (nos períodos em que a filosofia esboça-se sob vozes iluministas — mesmo na Grécia antiga) e como tentativa de recondução das formas desarmônicas a um padrão.
Theodor Adorno defendeu no século XX a ideia de que a beleza toma forma na recusa do antigo objeto de temor e de que o feio vem a ser assim considerado apenas a partir do seu fim, daquilo para o que deveria destinar-se. Segundo a tese de Adorno, o feio é um retorno da violência arcaica, e a beleza é o que aparece como violência enquanto tentativa de dominação de um horror como que ancestral, o horror advindo daquilo que é o pré-cultural, o pré-linguístico, o anterior à racionalidade, e a ela não subsumível.
Marcia Tiburi. Toda beleza é difícil. Esboço de críticas sobre as relações entre metafísica, estética e mulheres na filosofia. In: Marcia Tiburi et al. As mulheres e a filosofia. São Leopoldo: Unisinos, 2002, p. 44-5 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue o seguinte item.
o emprego do sinal indicativo de crase em “a sociedade” e “a verdade” manteria as relações sintáticas e semânticas e a correção gramatical do texto.
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A beleza, ao longo de sua história, esteve atrelada ao logos filosófico, à racionalidade como medida e regra. O feio, seu oposto e seu negativo, é aquilo que escapa a essa medida racionalmente forjada. Quando elevado ao nível de questão teórica, o feio sempre disse respeito ao que deveria ser devolvido às forças luminosas da beleza, à sua promessa de reconciliação com a vida, a sociedade, a verdade ou o divino.
O que ainda merece enfrentamento diz respeito à construção desse lugar como negativo: o ideal de beleza foi construído ao lado dos padrões da verdade e do bem, eles mesmos alcançados por meio de uma luminosidade da razão (nos períodos em que a filosofia esboça-se sob vozes iluministas — mesmo na Grécia antiga) e como tentativa de recondução das formas desarmônicas a um padrão.
Theodor Adorno defendeu no século XX a ideia de que a beleza toma forma na recusa do antigo objeto de temor e de que o feio vem a ser assim considerado apenas a partir do seu fim, daquilo para o que deveria destinar-se. Segundo a tese de Adorno, o feio é um retorno da violência arcaica, e a beleza é o que aparece como violência enquanto tentativa de dominação de um horror como que ancestral, o horror advindo daquilo que é o pré-cultural, o pré-linguístico, o anterior à racionalidade, e a ela não subsumível.
Marcia Tiburi. Toda beleza é difícil. Esboço de críticas sobre as relações entre metafísica, estética e mulheres na filosofia. In: Marcia Tiburi et al. As mulheres e a filosofia. São Leopoldo: Unisinos, 2002, p. 44-5 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue o seguinte item.
A construção de conceitos ligados à beleza, ao bem e à verdade está alicerçada em noções associadas a princípios racionais já existentes na Antiguidade.
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A beleza, ao longo de sua história, esteve atrelada ao logos filosófico, à racionalidade como medida e regra. O feio, seu oposto e seu negativo, é aquilo que escapa a essa medida racionalmente forjada. Quando elevado ao nível de questão teórica, o feio sempre disse respeito ao que deveria ser devolvido às forças luminosas da beleza, à sua promessa de reconciliação com a vida, a sociedade, a verdade ou o divino.
O que ainda merece enfrentamento diz respeito à construção desse lugar como negativo: o ideal de beleza foi construído ao lado dos padrões da verdade e do bem, eles mesmos alcançados por meio de uma luminosidade da razão (nos períodos em que a filosofia esboça-se sob vozes iluministas — mesmo na Grécia antiga) e como tentativa de recondução das formas desarmônicas a um padrão.
Theodor Adorno defendeu no século XX a ideia de que a beleza toma forma na recusa do antigo objeto de temor e de que o feio vem a ser assim considerado apenas a partir do seu fim, daquilo para o que deveria destinar-se. Segundo a tese de Adorno, o feio é um retorno da violência arcaica, e a beleza é o que aparece como violência enquanto tentativa de dominação de um horror como que ancestral, o horror advindo daquilo que é o pré-cultural, o pré-linguístico, o anterior à racionalidade, e a ela não subsumível.
Marcia Tiburi. Toda beleza é difícil. Esboço de críticas sobre as relações entre metafísica, estética e mulheres na filosofia. In: Marcia Tiburi et al. As mulheres e a filosofia. São Leopoldo: Unisinos, 2002, p. 44-5 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue o seguinte item.
Segundo a autora, a definição do belo surge como consequência do medo que se tem do que não é familiar, ou seja, do que fica à margem de padrões sociais e incide na categoria de desconhecido.
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A beleza, ao longo de sua história, esteve atrelada ao logos filosófico, à racionalidade como medida e regra. O feio, seu oposto e seu negativo, é aquilo que escapa a essa medida racionalmente forjada. Quando elevado ao nível de questão teórica, o feio sempre disse respeito ao que deveria ser devolvido às forças luminosas da beleza, à sua promessa de reconciliação com a vida, a sociedade, a verdade ou o divino.
O que ainda merece enfrentamento diz respeito à construção desse lugar como negativo: o ideal de beleza foi construído ao lado dos padrões da verdade e do bem, eles mesmos alcançados por meio de uma luminosidade da razão (nos períodos em que a filosofia esboça-se sob vozes iluministas — mesmo na Grécia antiga) e como tentativa de recondução das formas desarmônicas a um padrão.
Theodor Adorno defendeu no século XX a ideia de que a beleza toma forma na recusa do antigo objeto de temor e de que o feio vem a ser assim considerado apenas a partir do seu fim, daquilo para o que deveria destinar-se. Segundo a tese de Adorno, o feio é um retorno da violência arcaica, e a beleza é o que aparece como violência enquanto tentativa de dominação de um horror como que ancestral, o horror advindo daquilo que é o pré-cultural, o pré-linguístico, o anterior à racionalidade, e a ela não subsumível.
Marcia Tiburi. Toda beleza é difícil. Esboço de críticas sobre as relações entre metafísica, estética e mulheres na filosofia. In: Marcia Tiburi et al. As mulheres e a filosofia. São Leopoldo: Unisinos, 2002, p. 44-5 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue o seguinte item.
A oração iniciada por “Quando” tem valor condicional e poderia ser reescrita como Caso discutido no nível teórico, sem que se alterassem a correção e o sentido original do texto.
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A beleza, ao longo de sua história, esteve atrelada ao logos filosófico, à racionalidade como medida e regra. O feio, seu oposto e seu negativo, é aquilo que escapa a essa medida racionalmente forjada. Quando elevado ao nível de questão teórica, o feio sempre disse respeito ao que deveria ser devolvido às forças luminosas da beleza, à sua promessa de reconciliação com a vida, a sociedade, a verdade ou o divino.
O que ainda merece enfrentamento diz respeito à construção desse lugar como negativo: o ideal de beleza foi construído ao lado dos padrões da verdade e do bem, eles mesmos alcançados por meio de uma luminosidade da razão (nos períodos em que a filosofia esboça-se sob vozes iluministas — mesmo na Grécia antiga) e como tentativa de recondução das formas desarmônicas a um padrão.
Theodor Adorno defendeu no século XX a ideia de que a beleza toma forma na recusa do antigo objeto de temor e de que o feio vem a ser assim considerado apenas a partir do seu fim, daquilo para o que deveria destinar-se. Segundo a tese de Adorno, o feio é um retorno da violência arcaica, e a beleza é o que aparece como violência enquanto tentativa de dominação de um horror como que ancestral, o horror advindo daquilo que é o pré-cultural, o pré-linguístico, o anterior à racionalidade, e a ela não subsumível.
Marcia Tiburi. Toda beleza é difícil. Esboço de críticas sobre as relações entre metafísica, estética e mulheres na filosofia. In: Marcia Tiburi et al. As mulheres e a filosofia. São Leopoldo: Unisinos, 2002, p. 44-5 (com adaptações).
Com referência ao texto acima, julgue o seguinte item.
O emprego de vírgula logo após “Adorno” é facultativo e justificado, no texto, pela intenção da autora de enfatizar a menção desse filósofo.
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Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
- Conceitos BásicosTerminologiaAtaque
- Ataques e Golpes e AmeaçasPhishing Scam
- Segurança LógicaSegurança em Correio Eletrônico
Acerca de noções de vírus de computador e técnicas de segurança da informação, julgue o item que se segue.
O termo Spam, consiste de emails não solicitados que são enviados, normalmente, apenas para uma única pessoa e têm sempre conteúdo comercial. Essa mensagem não transporta vírus de computador ou links na Internet.
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Disciplina: TI - Segurança da Informação
Banca: CESPE / CEBRASPE
Orgão: Câm. Deputados
Acerca de noções de vírus de computador e técnicas de segurança da informação, julgue o item que se segue.
A finalidade do uso de certificados digitais em páginas na Internet, por meio de HTTPS, é evitar que o conteúdo total dos dados de camada de aplicação, se capturados durante o tráfego, sejam identificados por quem o capturou.
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Julgue o próximo item, relativo ao Poder Judiciário.
O Conselho Nacional de Justiça integra a estrutura do Poder Judiciário.
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No que concerne à administração pública, julgue o item que se segue.
Se a prefeitura de determinado município, ao final de dois anos, prazo de validade do concurso público por ela realizado para preenchimento de vagas no cargo de professor, não tiver empossado todos os aprovados nesse certame, poderá prorrogá-lo uma vez por dois anos.
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No que concerne à administração pública, julgue o item que se segue.
Servidor público eleito para o cargo de vice-prefeito poderá continuar recebendo salário, vencimento e demais vantagens de seu cargo de servidor, além do vencimento do cargo para o qual foi eleito.
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