Foram encontradas 35 questões.
Em relação à Lei Orçamentária Anual
( ) Todas as despesas relativas à dívida pública mobiliária ou contratual e as receitas que as atenderão constarão da lei orçamentária anual.
( ) será consignado na lei orçamentária crédito com finalidade imprecisa ou com dotação ilimitada.
( ) A lei orçamentária consignará dotação para investimento com duração superior a um exercício financeiro que não esteja previsto no plano plurianual ou em lei que autorize a sua inclusão.
( ) A atualização monetária do principal da dívida mobiliária refinanciada não poderá superar a variação do indice de preços previsto na lei de diretrizes orçamentárias ou em legislação específica.
Sabendo que (V) significa Verdadeiro e (F) significa Falso, assinale
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Foram elementos do Governo Juscelino Kubitschek (1956-1961), EXCETO:
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Texto para a questão.
Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.
A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.
O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.
Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.
O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.
O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.
Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.
(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes/)
Pode-se interpretar do texto que:
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Disciplina: Contabilidade Pública
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
No que tange às despesas públicas e sua classificação
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Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: ATAME
Orgão: Câm. Campos Júlio-MT
Em um determinado país da Oceania "[ ... ] pássaros mortos caem do céu, que mudou de cor e ficou vermelho e cinza. Restos de árvores e casas carbonizadas compõem uma paisagem apocalíptica. Nuvens pretas de fumaça são levadas até a Nova Zelândia, a 2.000 quilômetros de distância. Lá, cobrem as geleiras com uma camada preta de cinzas."
(Disponível em: <ehttps://www.dw.com/pt-bro-. Acesso em: 31 jan. 2020.)
O país que registra a crise ambiental destacada no fragmento é a:
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Considere a informação.
"Em uma cerimônia simples, que durou apenas 11 minutos, o presidente Geisel sancionou ontem em Brasília a lei complementar que cria o Estado de Mato Grosso do Sul. Em Campo Grande, a capital do novo Estado, a divisão de Mato Grosso foi comemorada com uma passeata e um desfile carnavalesco pelas principais ruas da cidade. Já em Cuiabá, capital de Mato Grosso do Norte, criação do novo Estado foi recebida com indiferença pela população e só provocou a movimentação das autoridades, que tiveram que se deslocar para Brasília."
(O ESTADO DE s. PAULO, 12 out. 1977, p. 1.)
Sobre o fato destacado, analise as afirmações.
I - Refere-se à cerimônia de assinatura da Lei Complementar número 31 que criou o Estado de Mato Grosso do Sul por desmembramento de área do Estado de Mato Grosso.
lI - A divisão do Estado de Maio Grosso foi uma decisão tomada pela Presidência da República, realização de plebiscito ou referendo, muito embora a população de Mato Grosso do Sul tenha aderido entusiasticamente à criação do novo Estado.
IlI - O fragmento jornalístico apresenta um erro de informação, já que o Estado remanescente não teve o vocábulo "do Norte• acrescido ao seu topônimo.
Quais estão corretas?
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Examine a tabela sobre o desempenho do Produto Interno Bruto (PIB) e da renda per capita do Brasil entre os anos de 1968 e 1973.
| Ano | PIB (em %) | Renda per capita (em %) |
| 1968 | 9,8% | 6,7% |
| 1970 | 9,5% | 6,4% |
| 1971 | 10,4% | 6,8% |
| 1972 | 11,3% | 8,6% |
| 1973 | 11,9% | 9,2% |
| 1973 | 14,0% | 11,2% |
| Média | 11 ,2% | 8,2% |
Fonte: DEZORDI, Lucas Lautert. Fundamentos de economia. Curitiba: IESDE, 2010, p. 112.
Esse período da história brasileira ficou conhecido como:
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Texto para a questão.
Amor e sexo (Arnaldo Jabor)
Amor é um livro
Sexo é esporte
Sexo é escolha
Amor é sorte
Amor é pensamento, teorema
Amor é novela
Sexo é cinema
Sexo é imaginação, fantasia
Amor é prosa
Sexo é poesia
O amor nos torna patéticos
Sexo é uma selva de epiléticos ...
A figura de linguagem contida em "Amor é um livro, sexo é esporte" é:
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Texto para a questão.
Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.
A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.
O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.
Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.
O evento que aconteceu em Durban na África do Sul,(A) foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.
O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei(C). Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.
Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública(D) e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.
(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes
Assinale a alternativa que contenha um verbo bitransitivo.
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Texto para a questão.
Cotas raciais no Brasil: história e reflexões.
A história do Brasil em momento algum reconheceu a importância dos negros para a estruturação do país e nem o sofrimento negro ao longo dos anos. O processo de abolição da escravatura não garantiu uma vida paritária entre as raças, visto que as diferenças políticas, sociais e econômicas permanecem presentes.
O pedido de políticas públicas que priorizem a inserção do negro na universidade é antigo, o MNU (Movimento Negro Unificado) pauta as cotas raciais desde sua fundação em 1978, já baseado em movimentos mais antigos que faziam o mesmo pedido.
Um marco para a aprovação das cotas raciais em universidades públicas foi a IlI Conferência Mundial Contra o Racismo, convocada pela ONU em 1997. O evento ocorreu nos anos 2000, e cada país deveria levar propostas concretas para o progresso da equidade racial, a proposta brasileira chamou atenção da mídia, levantando o tema das cotas raciais nas universidades.
O evento que aconteceu em Durban na África do Sul, foi importante para escancarar o racismo no Brasil e fomentar o debate sobre o progresso na paridade racial, onde também foi possível perceber que políticas de inclusão e diversidade seriam mais efetivas do que punição dos racistas.
O estado do Rio de Janeiro foi o primeiro a colocar a reserva de vagas para alunos oriundos de escolas públicas e pretos, pardos e indígenas na lei. Em 2003, a Universidade Estadual do Rio de Janeiro (UERJ) foi a primeira no país a estabelecer cotas em seu vestibular, seguida pela Universidade de Brasília (UNB), primeira federal a fazer isso.
Em agosto de 2012 foi aprovada a lei de cotas no Brasil, a medida obriga as universidades, institutos e centros federais reservem metade de suas vagas para alunos de escola pública e uma porcentagem para pretos, pardos e indígenas. A aprovação da política pública veio depois de muitos anos de discussão e pressão de diversos lados.
(Disponível em: https://midianinja.org/estudantesninja/cotas-raciais-no-brasil-historia-e-reflexoes
A função da linguagem que predomina no texto é:
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