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Foram encontradas 40 questões.

2245089 Ano: 2015
Disciplina: Arquivologia
Banca: FUNDATEC
Orgão: Câm. Bagé-RS

Para Medeiros (2010), a opinião de que os arquivos são simples depósitos de papéis ou documentos velhos e inúteis, arquivados por mera tradição, apoia-se no fato de que a maioria dos arquivos é mal organizado, mal administrado, dificultando a localização imediata das informações desejadas. Com base nisso, o referido autor classifica os arquivos em três sistemas. Relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando os sistemas de arquivamento com seus respectivos conceitos.

Coluna 1

SAD: Sistema de arquivamento direto.

SAI: Sistema de arquivamento indireto.

SASI: Sistema de arquivamento semi-indireto.

Coluna 2

( ) O arquivo pode ser consultado diretamente, sem necessidade de recorrer a um índice. Nesse sistema, inclui-se, principalmente, o método alfabético de arquivamento e suas variações.

( ) O arquivo, nesse caso, depende de um índice para ser consultado. O sistema inclui, em especial, o método numérico de arquivamento e suas variações.

( ) O arquivo pode ser consultado sem o auxílio de índices, mas com a utilização de tabelas em forma de cartão. Nesse sistema, há, por exemplo, o método automático, variedade do método alfanumérico.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:

 

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Para Moura (2004), o Supply Chain Management (Gerenciamento da Cadeia de Suprimento) é a ciência que visa unir todas as fases do processo da cadeia de suprimentos.

Essa ciência é baseada no conceito de que:

 

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Conforme descrito no Regimento Interno da Câmara Municipal de Vereadores de Bagé, a Câmara tem funções legislativas, atribuições para fiscalizar e assessorar o Executivo e competência para organizar seus serviços internos. Assim, relacione a Coluna 1 à Coluna 2, associando cada função à sua descrição.
Coluna 1
1. Função legislativa.
2. Função de fiscalização e controle.
3. Função de assessoramento.
4. Função administrativa.
Coluna 2
( ) De caráter político-administrativo, se exerce sobre a administração direta e indireta do Município.
( ) Consiste em sugerir medidas de interesse público ao Executivo, mediante indicações, solicitando providências.
( ) Restrita à sua organização interna, regulamentação de seu funcionalismo e estruturação e direção de seus serviços auxiliares.
( ) Consiste em elaborar leis sobre todas as matérias de competência do Município.
A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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De acordo com a Lei Orgânica, Art. 88, os atos de improbidade administrativa importarão em dos direitos políticos, a da função pública, a dos bens e o ressarcimento ao erário Municipal na forma e gradação prevista na legislação federal, sem prejuízo da ação penal cabível.

Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas do trecho acima.

 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Observe os grupos de palavras abaixo, retiradas do texto:
Grupo 1: pesquisa – também – descobriu.
Grupo 2: telefone – quando – conversa.
Grupo 3: filhos – ocorram – irreparáveis.
Considerando os grupos de palavras acima, analise as alternativas a seguir e assinale a correta.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Se a palavra ‘ pais’ fosse passada para o singular, quantas outras alterações deveriam ser feitas para fins de concordância do parágrafo?
 

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Conforme o Estatuto dos Funcionários Públicos do Município de Bagé, o funcionário gozará, obrigatoriamente, por ano, 30 (trinta) dias de férias, de acordo com a escala que for organizada. Assinale a alternativa correta em relação ao regramento para concessão/gozo de férias.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 24, 28 e 29.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o .............. intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento ............., é quando os pequenos a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ............. por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas pontilhadas das linhas 05, 24 e 29.
 

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Instrução: A questão refere-se ao texto abaixo.
Gerações conectadas
Os pais geralmente são culpados, direta ou indiretamente, quando os filhos, sejam crianças ou adolescentes, tornam-se viciados em eletrônicos. Vários especialistas sugerem aos pais maneiras de evitar ou corrigir o problema antes que ocorram danos irreparáveis, depois de terem constatado que o excesso digital pode prejudicar o crescimento social, emocional e intelectual dos jovens.
— Quase tudo pode ser revertido e, quanto mais cedo, melhor — afirma Catherine Steiner - Adair, psicóloga afiliada à Universidade de Harvard. A terapeuta familiar, Susan Stiffelman, escreveu: "Os pais de hoje não estão preparados para lidar com o fascínio intenso e a natureza altamente viciante do mundo online. Assim, temos de aproveitar a oportunidade para lhes ensinar hábitos que os ajudem a usar o mundo digital, e não ser engolido por ele".
Catherine Steiner-Adair, autora de “A Desconexão Vital: Como Proteger a Infância e as Relações Familiares na Era Digital”, cita dois comportamentos comuns aos pais que podem influenciar, e muito, na tendência do filho a abusar da tecnologia: o fato de eles próprios estarem perpetuamente atentos, respondendo a cada toque do celular ou tablet, recebendo e enviando mensagens em situações que beiram a grosseria e falta de modos e a incapacidade de estabelecerem e policiarem regras de uso adequado para os filhos.
As crianças pequenas aprendem por meio de exemplos, geralmente copiando o comportamento dos adultos. Para Catherine, os pais deveriam pensar duas vezes antes de usarem o telefone quando estiverem com os filhos — e sugere que chequem suas mensagens antes de as crianças levantarem ou quando estiverem na escola.
Uma garota, entre as mil que ela entrevistou enquanto preparava seu livro, disse:
"Eu tenho a impressão de ser um estorvo, de não ser interessante porque meu pai faz questão de ler todas as mensagens e atender todos os telefonemas, o tempo todo, até no teleférico". Outra, de quatro anos, chamou o smartphone do pai de "telefone idiota".
Jenny S. Radesky, pediatra do Centro Médico de Boston que, com dois colegas analisou 55 grupos de pais e filhos em restaurantes de fast-food, notou que, em 40 deles, os adultos sacaram o celular assim que se sentaram. Na verdade, geralmente prestavam mais atenção nele do que nas crianças.
A pesquisa também descobriu que, enquanto os pais estão absorvidos com os próprios aparelhos, a probabilidade de as crianças não se comportarem é maior, aparentemente na tentativa de chamar a atenção. Jenny comenta: "É especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia, como no caminho da escola, por exemplo. A hora da saída do colégio é um momento crucial, é quando os pequenos têm a chance de fazer um balanço do dia".
E nem os pais, nem os filhos deveriam ficar ligados no telefone quando a família sai para comer fora: "A arte de fazer a conexão entre um prato saboroso e uma conversa leve e interessante está se perdendo, não só nos restaurantes, mas em casa também".
Para Susan Stiffelman, autora de “Ser Pai Presente”, as tentativas de mudança do comportamento digital podem encontrar resistência: "Reconheça que seu filho está chateado sem fazer sermão nem justificar o porquê de não poder ter/fazer o que quer. Para se transformar num adulto equilibrado, a criança tem de enfrentar decepções. É perfeitamente normal ela ficar furiosa, entediada ou ansiosa por não poder trocar ideias com os amigos online o tempo todo".
Susan recomenda: "Os pais devem bolar atividades para fazer com que os filhos saibam que são dignos de atenção e dedicação. Fazer coisas juntos reforça os laços familiares".
(Fonte: http://zh.clicrbs.com.br/rs/vida-e-estilo/vida/bem-estar/noticia/2015/08/o-que-fazer-quando-pais-sao-mau-exemplo-no-excesso-de-uso-de-eletronicos-4830247.html- Texto adaptado)
Para responder à questão, analise a seguinte frase retirada do texto:
especialmente preocupante a falta de atenção dos pais nos filhos em momentos extremamente importantes do dia...”
Assinale a alternativa que apresenta, correta e respectivamente, a classificação gramatical das palavras destacadas acima.
 

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