Foram encontradas 40 questões.
Quanto às formas de provimento previstas no Regime Jurídico Único dos servidores públicos municipais de Alenquer, considere:
I. Remoção é o deslocamento do servidor, a pedido ou de ofício, no âmbito do mesmo quadro.
II. O retorno de servidor aposentado por invalidez, quando, por junta médica, for declarado insubsistente o pedido de aposentadoria, denomina-se readaptação.
III. A recondução consiste no retorno do servidor estável ao cargo anteriormente ocupado decorrente de inabilitação em estágio probatório relativo a outro cargo.
IV. Reintegração é a reinvestidura do servidor estável no cargo anteriormente ocupado, ou no cargo resultante de sua transformação, quando invalidada a sua demissão por decisão administrativa ou judicial.
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No Microsoft Office Word 2007, para selecionar um bloco vertical de texto é necessário clicar no local de início da seleção, manter o botão esquerdo do mouse, pressionar e manter pressionada a tecla e arrastar até o ponto onde se dará o término da seleção.
A tecla que preenche a lacuna acima é a
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2398283
Ano: 2010
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
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Dentre os periféricos, o é um digitalizador de imagens que lê os pontos que formam uma imagem, transferido-a para o computador.
O periférico que preenche corretamente a lacuna acima é o
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Para cadastrar 2.550 contribuintes, a Prefeitura mobilizou 15 servidores. Para atender 3.570 contribuintes, com as mesmas condições e agilidade anterior, seriam necessários
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2397992
Ano: 2010
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
Disciplina: TI - Organização e Arquitetura dos Computadores
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
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O local de encaixe do processador na placa-mãe de um computador é o
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Millôr Fernandes
Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.
No princípio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e Jó Saldanha tomaram para elas próprias..."].
Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do livro:
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Leia os enunciados abaixo:
I. Para Millôr Fernandes, a língua é um bem coletivo.
II. O autor concorda com a ideia de que se deve proibir o povo de falar errado.
III. Millôr Fernandes reconhece a importância dos dicionários na preservação do significado das línguas.
IV. Ao afirmar que “Por quê? É filosofia. Porque é pretensão”, o autor dá a entender que prefere os questionamentos às respostas definitivas.
Em relação às idéias desenvolvidas no texto, está correto o que se afirma em
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2397155
Ano: 2010
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
Disciplina: Legislação das Casas Legislativas
Banca: FADESP
Orgão: Câm. Alenquer-PA
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Sobre os órgãos da Câmara Municipal de Alenquer, considere:
I. O órgão de direção dos trabalhos da Câmara é o Plenário.
II. O órgão representativo da Câmara é a Mesa Diretora.
III. O órgão permanente de investigação da Câmara é a Comissão Parlamentar de Inquérito – CPI.
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Um software adquirido mediante pagamento ao fabricante ou revendedor é denominado
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O Município de Alenquer tem !$ 1,77 hab/km^2 !$. Quando esse índice de densidade demográfica foi obtido, considerou-se que havia 43.394 habitantes no município. A área de Alenquer, então, é de aproximadamente
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Millôr Fernandes
Quando os eruditos descobriram a língua, ela já estava completamente pronta pelo povo. Os eruditos tiveram apenas que proibir o povo de falar errado.
No princípio era o verbo. Defectivo, naturalmente.
Como não é machista, sempre que a frase tem maioria de mulheres o autor usa o pronome feminino [comentando a frase: "Ivan Pinheiro Machado, com as editoras Fernanda Veríssimo e Jó Saldanha tomaram para elas próprias..."].
Entre o porque e o por quê há mais bobagem gramatical do que sabedoria semântica.
Por quê? É filosofia. Porque é pretensão.
Está bem, lingüista, se dois é ambos, por que três não é trampos?
As palavras nascem saudáveis e livres, crescem vagabundas e elásticas, vivem informes, informais e dinâmicas. Morrem quando contraem o câncer do significado definitivo e são recolhidas ao CTI dos dicionários.
Devemos ser gratos aos portugueses. Se não fossem eles estaríamos até hoje falando tupi-guarani, uma língua que não entendemos.
É evidente que no princípio foi a interjeição, insopitável pelo espanto diante do fogo, do raio. Depois foi o substantivo para designar a pedra e a chuva. E logo o adjetivo, que fazia tanta falta para ofensas. Mas eles continuam insistindo em que no princípio era o verbo.
Que língua, a nossa!
A palavra oxítona é proparoxítona.
Extraído do livro:
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Millôr definitivo: a bíblia do caos.
Porto Alegre: LP&M, 2000. 524 p.
Disponível em: <http://revistalingua.uol.com.br/textos.asp?codigo=10877>.
Há metáfora em
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