Foram encontradas 38 questões.
Maior escolaridade pode refletir positivamente no trânsito, segundo pesquisa
A pesquisa realizada pela Paraná Pesquisa para a Abeetrans (Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito) mostra que quanto maior o grau de instrução do entrevistado, maior tende a ser a sua percepção quanto à imprudência do motorista como principal causa de acidentes no trânsito. Os resultados revelam também que pessoas com ensino superior demonstram ser mais cientes sobre os limites de velocidade nas vias e sobre questões específicas relacionadas à aplicação de multas por radares.
Realizada em meados de 2019 no Distrito Federal e em sete capitais brasileiras – Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo –, a pesquisa englobou 3.227 motoristas e o mesmo número de pedestres, de ambos os sexos, com mais de 18 anos, que responderam a questões relacionadas ao trânsito, como as principais causas de acidentes, comportamento seguro e conhecimentos específicos quanto ao funcionamento dos equipamentos de fiscalização eletrônica e limites de velocidade, entre outros.
Causa de acidentes
Foi perguntado aos entrevistados quais as principais causas de acidentes de trânsito, podendo ser assinalado mais de um motivo. A pesquisa apontou a imprudência do motorista como principal fator, seja entre motoristas ou pedestres, em todas as cidades pesquisadas.
No entanto, foi constatado que essa percepção é maior de acordo com o grau de escolaridade. A imprudência foi apontada entre 55% dos entrevistados com ensino superior, 47,2% com ensino médio e 43,1% com ensino fundamental.
Limites de velocidade
Entre os motoristas das oito cidades pesquisadas, a maioria alegou estar ciente dos limites de velocidade nas vias públicas: 59,3% dizem conhecer e 37,5% dizem conhecer bem, contra 1,7% que alega não conhecer estes limites. 32,2% de todos os participantes com ensino superior afirmaram conhecer bem os limites de velocidades, contrastando com 23,8% com ensino médio e 16,2% com ensino fundamental.
Na pesquisa com os pedestres os números impressionam negativamente: 27,2% afirmaram desconhecer a velocidade máxima permitida nas vias de seus municípios. Quanto ao grau de escolaridade, os pedestres que desconhecem os limites de velocidade representam 17,7% dos que têm ensino superior, 25,3% com ensino médio e 35,1% com ensino fundamental.
Sobre multas
Os entrevistados com maior grau de instrução demostraram ser mais bem informados quanto às questões relacionadas a multas. Quando questionados se sabem quem determina os valores aplicados, 45% dos entrevistados com nível superior sabem ser uma determinação do Código Nacional de Trânsito. Esse conhecimento é de domínio de 40,5% dos entrevistados com ensino médio e 35,4% com ensino fundamental, na somatória das oito cidades.
Em outra pergunta procurou-se detectar se os entrevistados sabiam que o dinheiro das multas de trânsito não vai para as fabricantes de radares, e sim, que elas recebem pelo aluguel do equipamento. 35,3% dos entrevistados com ensino superior sabem disso, contra 27,7% com ensino médio e 23,2% com ensino fundamental.
“A grande questão é se de fato essas percepções se manifestam em um comportamento mais seguro. Há, em geral, certo distanciamento entre o que se declara e o que se faz na realidade das ruas. Mas é razoável afirmar que a maior escolaridade contribui para uma maior percepção sobre o trânsito”, comenta Jorge Tiago Bastos, professor de Segurança Viária do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
O professor observa uma carência de educação para o trânsito. “Apesar de estar prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a educação para o trânsito não é implementada nas escolas de ensino fundamental. Esta seria uma disciplina de grande importância, gerando impacto a médio e longo prazos, tanto para crianças quanto para adolescentes, que ao se tornarem condutores, teriam passado por esta formação, que é um processo”, ressalta.
Além disso, Bastos cita outros dois processos que se somam à educação para o trânsito: melhoria na formação de condutores e realização de campanhas de conscientização mais frequentes, com monitoramento dos seus efeitos, para que tenham resultados além do curto prazo.
“Todos esses processos teriam como impacto a formação de uma cultura de segurança viária”, afirma. Para o especialista em trânsito e diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, educar, conscientizar para os riscos e para a mobilidade segura é fundamental. “A educação está diretamente atrelada à segurança no trânsito e, independente do grau de instrução, o condutor precisa estar consciente de que respeitando as regras de trânsito, conhecendo seus direitos e deveres e pensando coletivamente estará contribuindo para uma sociedade mais gentil e cidadã”, conclui.
(Assessoria de Imprensa, 21/03/2020. Disponível em: https://www. portaldotransito.com.br/noticias/maior-escolaridade-pode-refletirpositivamente- no-transito-segundo-pesquisa-2/.)
“Em outra pergunta procurou-se detectar se os entrevistados sabiam que o dinheiro das multas de trânsito não vai para as fabricantes de radares, e sim, que elas recebem pelo aluguel do equipamento.” Considerando as relações de sintaxe que ocorrem no trecho destacado pode-se afirmar que, em sua composição, é possível reconhecer:
Provas
Para o código de seus produtos, uma certa empresa utiliza oito caracteres distintos, sendo os dois primeiros caracteres vogais. Os próximos quatro caracteres são algarismos distintos. Por fim, os dois últimos caracteres são as quatros primeiras consoantes do nosso alfabeto. Quantos códigos podem ser gerados por essa empresa?
Provas
Disciplina: Direito Constitucional
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
A Constituição de República de 1988 trata sobre o regime próprio de previdência social dos servidores titulares de cargos efetivos. Sobre o tema, assinale a afirmativa INCORRETA.
Provas
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Compete à Controladoria Geral do Estado – Control, EXCETO:
Provas
Disciplina: Direito Administrativo
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Nos termos da Lei nº 12.527/11 (Lei de Acesso à Informação), a informação em poder dos órgãos e entidades públicas recebe classificação e prazo de restrição de acesso, observado o seu teor e em razão de sua imprescindibilidade à segurança da sociedade ou do Estado. Assim, assinale a alternativa INCORRETA.
Provas
Disciplina: Auditoria Governamental e Controle
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Controle interno é um processo integrado e estruturado para enfrentar riscos e fornecer razoável segurança de que na consecução da missão da entidade os seguintes objetivos gerais serão alcançados, EXCETO:
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Os Estados Unidos estão em uma guerra comercial contra um país, não apenas contra a Huawei. O presidente Donald Trump já considerava a China uma “inimiga” desde 2011, bem antes de se candidatar à presidência. O capítulo mais recente da disputa aconteceu, quando os Estados Unidos elevaram as tarifas sobre US$ 200 bilhões em produtos importados chineses. Considerando a guerra comercial entre EUA e China o governo estadunidense acusa a China sobre os seguintes fatores, EXCETO:
Provas
Maior escolaridade pode refletir positivamente no trânsito, segundo pesquisa
A pesquisa realizada pela Paraná Pesquisa para a Abeetrans (Associação Brasileira das Empresas de Engenharia de Trânsito) mostra que quanto maior o grau de instrução do entrevistado, maior tende a ser a sua percepção quanto à imprudência do motorista como principal causa de acidentes no trânsito. Os resultados revelam também que pessoas com ensino superior demonstram ser mais cientes sobre os limites de velocidade nas vias e sobre questões específicas relacionadas à aplicação de multas por radares.
Realizada em meados de 2019 no Distrito Federal e em sete capitais brasileiras – Belo Horizonte, Curitiba, Florianópolis, Fortaleza, Porto Alegre, Rio de Janeiro e São Paulo –, a pesquisa englobou 3.227 motoristas e o mesmo número de pedestres, de ambos os sexos, com mais de 18 anos, que responderam a questões relacionadas ao trânsito, como as principais causas de acidentes, comportamento seguro e conhecimentos específicos quanto ao funcionamento dos equipamentos de fiscalização eletrônica e limites de velocidade, entre outros.
Causa de acidentes
Foi perguntado aos entrevistados quais as principais causas de acidentes de trânsito, podendo ser assinalado mais de um motivo. A pesquisa apontou a imprudência do motorista como principal fator, seja entre motoristas ou pedestres, em todas as cidades pesquisadas.
No entanto, foi constatado que essa percepção é maior de acordo com o grau de escolaridade. A imprudência foi apontada entre 55% dos entrevistados com ensino superior, 47,2% com ensino médio e 43,1% com ensino fundamental.
Limites de velocidade
Entre os motoristas das oito cidades pesquisadas, a maioria alegou estar ciente dos limites de velocidade nas vias públicas: 59,3% dizem conhecer e 37,5% dizem conhecer bem, contra 1,7% que alega não conhecer estes limites. 32,2% de todos os participantes com ensino superior afirmaram conhecer bem os limites de velocidades, contrastando com 23,8% com ensino médio e 16,2% com ensino fundamental.
Na pesquisa com os pedestres os números impressionam negativamente: 27,2% afirmaram desconhecer a velocidade máxima permitida nas vias de seus municípios. Quanto ao grau de escolaridade, os pedestres que desconhecem os limites de velocidade representam 17,7% dos que têm ensino superior, 25,3% com ensino médio e 35,1% com ensino fundamental.
Sobre multas
Os entrevistados com maior grau de instrução demostraram ser mais bem informados quanto às questões relacionadas a multas. Quando questionados se sabem quem determina os valores aplicados, 45% dos entrevistados com nível superior sabem ser uma determinação do Código Nacional de Trânsito. Esse conhecimento é de domínio de 40,5% dos entrevistados com ensino médio e 35,4% com ensino fundamental, na somatória das oito cidades.
Em outra pergunta procurou-se detectar se os entrevistados sabiam que o dinheiro das multas de trânsito não vai para as fabricantes de radares, e sim, que elas recebem pelo aluguel do equipamento. 35,3% dos entrevistados com ensino superior sabem disso, contra 27,7% com ensino médio e 23,2% com ensino fundamental.
“A grande questão é se de fato essas percepções se manifestam em um comportamento mais seguro. Há, em geral, certo distanciamento entre o que se declara e o que se faz na realidade das ruas. Mas é razoável afirmar que a maior escolaridade contribui para uma maior percepção sobre o trânsito”, comenta Jorge Tiago Bastos, professor de Segurança Viária do Departamento de Transportes da Universidade Federal do Paraná (UFPR).
O professor observa uma carência de educação para o trânsito. “Apesar de estar prevista no Código de Trânsito Brasileiro, a educação para o trânsito não é implementada nas escolas de ensino fundamental. Esta seria uma disciplina de grande importância, gerando impacto a médio e longo prazos, tanto para crianças quanto para adolescentes, que ao se tornarem condutores, teriam passado por esta formação, que é um processo”, ressalta.
Além disso, Bastos cita outros dois processos que se somam à educação para o trânsito: melhoria na formação de condutores e realização de campanhas de conscientização mais frequentes, com monitoramento dos seus efeitos, para que tenham resultados além do curto prazo.
“Todos esses processos teriam como impacto a formação de uma cultura de segurança viária”, afirma. Para o especialista em trânsito e diretor da Perkons, Luiz Gustavo Campos, educar, conscientizar para os riscos e para a mobilidade segura é fundamental. “A educação está diretamente atrelada à segurança no trânsito e, independente do grau de instrução, o condutor precisa estar consciente de que respeitando as regras de trânsito, conhecendo seus direitos e deveres e pensando coletivamente estará contribuindo para uma sociedade mais gentil e cidadã”, conclui.
(Assessoria de Imprensa, 21/03/2020. Disponível em: https://www. portaldotransito.com.br/noticias/maior-escolaridade-pode-refletirpositivamente- no-transito-segundo-pesquisa-2/.)
Respeitando-se a correção gramatical e semântica, assinale a reescrita possível para o trecho: “Há, em geral, certo distanciamento entre o que se declara e o que se faz na realidade das ruas”.
Provas
Nos termos da lei que dispõe sobre a criação da Autarquia Municipal de Trânsito e Transportes de Ji-Paraná – AMT, assinale a alternativa correta.
Provas
Disciplina: Atualidades e Conhecimentos Gerais
Banca: Consulplan
Orgão: AMTT Ji-Paraná
Sobre parques solares com usinas de painéis fotovoltaicos para geração elétrica que vêm sendo instalados no Brasil e no mundo, ocupando extensões de terra com boa incidência solar, analise as afirmativas a seguir.
I. A expansão das energias renováveis é uma resposta à demanda mundial pela redução da dependência de fontes energéticas fósseis e por uma política global expressa em metas de redução das emissões de Gases do Efeito Estufa (GEEs) por diversos países.
II. O Brasil goza de uma localização geográfica favorável para energia solar, pois apresenta regiões onde a radiação do sol é incidente, tem ótimas condições durante praticamente todo o ano, como é o caso da região Nordeste.
III. A inserção de energias renováveis eleva as emissões de GEE (Gases do Efeito Estufa). Outros impactos ambientais, como emissões de poluentes atmosféricos e aquáticos, impactos ambientais no ciclo de vida das tecnologias de geração de energia vêm sendo amplamente estudados.
IV. Quase todas as fontes de energia – hidráulica, biomassa, eólica, combustíveis fósseis e energia dos oceanos – são formas indiretas de energia solar. Além disso, a radiação solar pode ser utilizada diretamente como fonte de energia térmica, gerando potência mecânica ou elétrica.
Estão corretas apenas as afirmativas
Provas
Caderno Container