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Analise o trecho da canção “Canto das três raças”, composta por Mauro Duarte e Paulo César Pinheiro e interpretada por Clara Nunes, e analise o excerto escrito pela filósofa Djamila Ribeiro.
Ninguém ouviu
Um soluçar de dor
No canto do Brasil
Um lamento triste
Sempre ecoou
Desde que o índio guerreiro
Foi pro cativeiro
E de lá cantou
Negro entoou
Um canto de revolta pelos ares
Do Quilombo dos Palmares
Onde se refugiou
(https://vagalume.com.br)
No Brasil há a ideia de que a escravidão aqui foi mais branda do que em outros lugares, o que nos impede de entender como o sistema escravocrata ainda impacta a forma como a sociedade se organiza. É necessário reconhecer as violências ocorridas durante o período escravista.
(Djamila Ribeiro. Pequeno manual antirracista, 2019.)
Em relação ao processo de formação da sociedade brasileira, o trecho da canção e o excerto
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Analise a postagem publicada no Twitter.

Em 2021, o termo cringe, entendido como “vergonha alheia”, ganhou força em discussões na internet e fora dela. Ainda que quase sempre vista de forma bem-humorada, a discussão faz parte de outros conflitos intergeracionais que têm se manifestado
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- Teorias Sociológicas e AutoresSociologia do TrabalhoGlobalização, reestruturação produtiva e mudanças recentes do trabalho
Essa precarização do trabalho deve ser entendida como:
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Considerando as construções teóricas afetas às três diretrizes argumentativas referidas na afirmação acima, é correto afirmar que:
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“Em nossa época, entretanto, devemos conceber o Estado contemporâneo como uma comunidade humana que, dentro dos limites de determinado território (...) reivindica o monopólio do uso legítimo da violência física. É, com efeito, próprio de nossa época não reconhecer, em relação a qualquer outro grupo ou aos indivíduos, o direito de fazer uso da violência, a não ser nos casos em que o Estado o tolere: o Estado se transforma, portanto, na única fonte do ‘direito’ à violência”.
WEBER, Max. Ciência e Política: duas vocações. São Paulo: Cultrix, 1970.
“Com a entrada das milícias na disputa por territórios no Rio de Janeiro, elas passaram a se digladiar pelo domínio geográfico das comunidades cariocas e fluminenses (...). Embora as milícias também comandem a comunidade com tirania e sua autoridade se mantenha à base de ameaças, como fazem os traficantes, e aqueles que contestam seu poder possam perder a vida e sofrer torturas, ao contrário do tráfico, os milicianos se vendem como fiadores de mercadorias valiosíssimas: ordem, estabilidade e possibilidade de planejar o futuro, aliança política com o Estado e a polícia. (...) O lado impopular desse modelo é que a maior parte das receitas para bancar o negócio vem da extorsão dos habitantes”.
PAES MANSO, Bruno. A república das milícias. São Paulo: Todavia, 2020.
A partir da definição de Estado proposta por Max Weber e de acordo com a citação de Paes Manso, como é possível analisar a atuação das milícias no Rio de Janeiro?
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Os papéis sociais mudaram muito nos últimos anos e com essas mudanças as estruturas, que antes funcionavam de uma determinada maneira, estão diferentes na atualidade, principalmente em relação ao papel feminino.
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O conceito de papel social é ultrapassado, visto que na sociedade atual, hiper acelerada e em processo de desconstrução, estruturas como essa já não funcionam mais.
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