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Priscila é uma mãe pouco tolerante com condutas indisciplinadas da filha Isabela, de 4 anos. Nessas ocasiões,
ameaça sair de casa e abandonar a família. Na visão de
John Bowlby (2015), tal conduta materna favorece a formação, em Isabela, de
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Durante seu desenvolvimento cognitivo, a criança via de
regra confia nos adultos e nas interpretações da realidade que eles lhe apresentam, o que limita sua capacidade de compreender o real significado de uma situação
de vitimização sexual. A criança começará a ter alguma
capacidade de diferenciar entre o que é e o que não é
apropriado a partir do estágio
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Clara, mãe de Pedro, de 10 anos de idade, recorre a uma
psicóloga para obter orientação quanto à exposição de
seu filho a conteúdo sexual e erótico, nos meios de comunicação e nas redes sociais, e ao impacto decorrente
em sua conduta. A psicóloga, com base em Sanderson
(2005), aponta que, nessa faixa etária, um comportamento sexual atípico que poderia despertar preocupação seria a criança
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Wesley é um garoto de 10 anos que passou por experiências traumáticas em seus primeiros anos de vida, a ponto
de seus pais biológicos terem sido destituídos do poder
familiar. Diante da possibilidade de Wesley ser adotado,
a avaliação de seu potencial para a adoção deve
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Uma psicóloga avalia a qualificação do casal Joana, de
43 anos, e Luís, de 50 anos, para ingresso no Cadastro
Nacional de Adoção (CNA). Nessas circunstâncias, segundo Chaves, Silva e Frizzo (em Hutz, 2020), a psicóloga deverá
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Na visão de Michel Foucault, o exame psicológico, no
contexto jurídico,
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Carl Rogers (1902-1987) segue uma
abordagem humanista, muito diferenciada
das anteriores, pois seu objetivo centra-se
no/a _______________________________
Marque a alternativa com a expressão que completa coerentemente o enunciado.
(HALL, Calvin S. et al. Teorias da Personalidade. Editora ARTMED. Porto Alegre. Cap.11. P. 363/4/5/6/7/8)48/60.)
Marque a alternativa com a expressão que completa coerentemente o enunciado.
(HALL, Calvin S. et al. Teorias da Personalidade. Editora ARTMED. Porto Alegre. Cap.11. P. 363/4/5/6/7/8)48/60.)
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A Teoria da Aprendizagem Social explica
o comportamento humano em termos de
uma Internação recíproca contínua entre
determinantes cognitivos,
comportamentais e ambientais. No
processo de determinismo recíproco, está
a oportunidade de as pessoas
influenciarem seu destino e os limites da
autodireção. Essa concepção do
funcionamento humano, então, não lança
as pessoas ao papel de objetos
impotentes controlados por forças
ambientais, nem ao papel de agentes
livres que se podem tornar o que
quiserem. A pessoa e o seu ambiente são
determinantes recíprocos (um do outro).
(HALL, Calvin S. et al. Teorias da Personalidade. Editora ARTMED. Porto Alegre. Cap.14. P.460.)
O texto contém característica do trabalho teórico defendido por:
(HALL, Calvin S. et al. Teorias da Personalidade. Editora ARTMED. Porto Alegre. Cap.14. P.460.)
O texto contém característica do trabalho teórico defendido por:
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Sobre as “Norma Operacional Básica do
Sistema Único de Saúde – NOB/SUS de
1996”, analise as assertivas com o código
V(Verdadeiro) ou Falso). Após análise,
marque a alternativa com a série correta.
(Norma+Operacional+Básica+do+SUS+NOB%2FSUS+de+1996)
I – A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde – NOB/SUS de 1996 é um instrumento de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS).
II – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) foi um marco no processo de descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.
III – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) criou novas condições de gestão para os municípios e estados, caracterizando as responsabilidades sanitárias do município pela saúde de seus cidadãos e redefinindo competências de Estados e Municípios.
(Norma+Operacional+Básica+do+SUS+NOB%2FSUS+de+1996)
I – A Norma Operacional Básica do Sistema Único de Saúde – NOB/SUS de 1996 é um instrumento de regulação do Sistema Único de Saúde (SUS).
II – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) foi um marco no processo de descentralização do Sistema Único de Saúde (SUS) no Brasil.
III – A Norma Operacional Básica 01/96 (NOB 01/96) criou novas condições de gestão para os municípios e estados, caracterizando as responsabilidades sanitárias do município pela saúde de seus cidadãos e redefinindo competências de Estados e Municípios.
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Atualmente, a AIDS é considerada um
assunto social e cultural. E os
profissionais de saúde não escapam
desta problemática, uma vez que também
estão sujeitos aos preconceitos de suas
sociedades e culturas. No entanto, de
acordo com profissionais da área, talvez a
maior diferença observada na evolução do
tratamento psicológico do portador de
HIV/AIDS seja justamente a sua não
discriminação em relação a qualquer outro paciente. (...) Um conjunto de
aspectos são característicos do paciente
com HIV/AIDS, mas nem um deles é
exclusivo, define o psicólogo, (USAID,
Fernando Falabella Tavares de Lima, do
Núcleo de Estudos e Temas em Psicologia
- Netpsi.)
(https://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3650/-1/tratamento-psicoterapico-de-portadores-de-hivaids.html)
Sobre “Tratamento Psicoterápico de Portadores de HIV/AIDS”, analise os relatos enviados por alguns portadores de HIV/AIDS.
I – “É o paciente que delimita a importância do HIV na sua vida, e o papel do terapeuta / psicólogo é justamente ampliar as suas perspectivas, de modo que ele perceba que há muito mais do que apenas a AIDS para ser vivido”, o paciente explica, acrescentando que “nem por isso, esta é uma característica diferencial do tratamento do paciente com HIV, mas parte da terapia em si, com todas as pessoas, tendo em vista que o atendimento psicológico sempre pretende ampliar as consciências para os múltiplos aspectos de suas vidas”.
II – Na prática, disse um paciente: “o paciente de HIV não traz a questão da morte para a terapia,” porque. “O paciente HIV focaliza sua terapia na forma como vai viver a sua vida, não na doença”, ressalta, lembrando que apenas no primeiro momento da terapia, ou no momento em que o paciente descobre que tem o vírus, que o assunto é tratado, mas é importante que haja o acompanhamento do psicólogo.
III – “A negação e o isolamento, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação, são fases comuns a todos os pacientes de doenças terminais, seja do câncer, seja da AIDS ou de qualquer outra, daí a importância da intervenção do psicólogo”.
IV – “A perda de alguém próximo, como um companheiro(a), pode levar a uma identificação com a situação, fazendo com que o paciente pense na sua própria finitude, na sua doença, nas suas negações, temores e angústias, provocando uma intensificação da dor e do sofrimento, por isso é preciso um acompanhamento com um psicólogo”.
Entre os relatos apresentados, marque a série que está coerente com a expectativa deles / pacientes para obterem o atendimento psicológico.
(https://www.boasaude.com.br/artigos-de-saude/3650/-1/tratamento-psicoterapico-de-portadores-de-hivaids.html)
Sobre “Tratamento Psicoterápico de Portadores de HIV/AIDS”, analise os relatos enviados por alguns portadores de HIV/AIDS.
I – “É o paciente que delimita a importância do HIV na sua vida, e o papel do terapeuta / psicólogo é justamente ampliar as suas perspectivas, de modo que ele perceba que há muito mais do que apenas a AIDS para ser vivido”, o paciente explica, acrescentando que “nem por isso, esta é uma característica diferencial do tratamento do paciente com HIV, mas parte da terapia em si, com todas as pessoas, tendo em vista que o atendimento psicológico sempre pretende ampliar as consciências para os múltiplos aspectos de suas vidas”.
II – Na prática, disse um paciente: “o paciente de HIV não traz a questão da morte para a terapia,” porque. “O paciente HIV focaliza sua terapia na forma como vai viver a sua vida, não na doença”, ressalta, lembrando que apenas no primeiro momento da terapia, ou no momento em que o paciente descobre que tem o vírus, que o assunto é tratado, mas é importante que haja o acompanhamento do psicólogo.
III – “A negação e o isolamento, a raiva, a barganha, a depressão e, por fim, a aceitação, são fases comuns a todos os pacientes de doenças terminais, seja do câncer, seja da AIDS ou de qualquer outra, daí a importância da intervenção do psicólogo”.
IV – “A perda de alguém próximo, como um companheiro(a), pode levar a uma identificação com a situação, fazendo com que o paciente pense na sua própria finitude, na sua doença, nas suas negações, temores e angústias, provocando uma intensificação da dor e do sofrimento, por isso é preciso um acompanhamento com um psicólogo”.
Entre os relatos apresentados, marque a série que está coerente com a expectativa deles / pacientes para obterem o atendimento psicológico.
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