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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Nesse contexto, a inauguração do museu representa
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base na análise sintática do período acima, é correto afirmar que
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Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
Com base nas regras de uso do acento indicativo de crase, é correto afirmar que o emprego do sinal nas expressões destacadas ocorre
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Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
De acordo com a estrutura sintática da oração apresentada, é correto afirmar que
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Tumba do faraó Tutancâmon é exibida por inteiro
pela primeira vez em novo museu egípcio
Próximo à Grande Pirâmide de Quéops, o Egito inaugura
o Grande Museu Egípcio (GEM), considerado o maior
museu arqueológico do mundo. O complexo reúne cerca
de cem mil artefatos que abrangem sete milênios de
história, desde o período pré-dinástico até as eras grega
e romana, consolidando-se como um novo marco
cultural.
Egiptólogos veem o GEM como símbolo da reivindicação
pela devolução de antiguidades egípcias mantidas no
exterior, como a Pedra de Roseta, do Museu Britânico.
Entre as atrações principais está a exposição completa
do túmulo de Tutancâmon, apresentada integralmente
pela primeira vez desde sua descoberta por Howard
Carter em 1922, com todos os mais de cinco mil objetos
originais, incluindo a icônica máscara de ouro, o trono e
as carruagens do jovem faraó.
Segundo Tarek Tawfik, ex-diretor do GEM, o objetivo foi
oferecer ao público a mesma experiência vivida por
Carter, exibindo o túmulo em sua totalidade, sem peças
armazenadas ou dispersas em outros museus.
Com investimento de cerca de um bilhão de dólares, o
museu espera receber até oito milhões de visitantes por
ano, impulsionando o turismo egípcio. Para o egiptólogo
Ahmed Seddik, o GEM inaugura uma nova era de ouro
para a egiptologia, abrigando também o barco funerário
de Khufu, com quatro mil e quinhentos anos, uma das
embarcações mais remotas e bem preservadas do
mundo antigo.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros
quadrados — equivalente a setenta campos de futebol
—, exibe fachada revestida por hieróglifos e alabastro
translúcido, com entrada em forma de pirâmide. Entre
seus destaques estão um obelisco de três mil e duzentos
anos, uma estátua de onze metros de Ramsés II e uma
escadaria ladeada por reis e rainhas do Egito, que
conduz a uma janela com vista direta para as pirâmides
de Gizé.
Idealizado em 1992 e iniciado em 2005, o projeto
enfrentou atrasos por crises financeiras, pela Primavera
Árabe, pela pandemia e por conflitos regionais. Sua
conclusão representa o orgulho nacional do Egito
moderno e sua capacidade de se equiparar aos grandes
centros de arqueologia do mundo.
O arqueólogo Zahi Hawass afirma que o museu fortalece
o pedido de repatriação de peças como a Pedra de
Roseta, o Zodíaco de Dendera e o Busto de Nefertiti,
retirados sob pretextos colonialistas. Ele lidera
campanhas por sua devolução, apoiadas por centenas
de milhares de assinaturas. A egiptóloga Monica Hanna
reforça que o GEM comprova a excelência egípcia na
preservação e legitima a solicitação de retorno dos artefatos.
O entusiasmo da comunidade científica é evidente:
restauradores egípcios recuperaram meticulosamente
peças de Tutancâmon, como sua armadura de tecidos e
couro, em trabalhos elogiados internacionalmente. Para
Tawfik, o museu é um tributo à história antiga e à força
do Egito contemporâneo, que reafirma seu papel como
guardião e protagonista de sua própria herança.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cjw99yx83n7o.adaptado.
O edifício monumental, de quinhentos mil metros quadrados, "exibe" fachada revestida por hieróglifos e alabastro translúcido, com entrada em forma de pirâmide.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
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Por que seguros residenciais contra desastres
climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos
acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando
mais de cem mil residências sem energia. Segundo a
Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de
quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o
debate sobre a falta de seguros residenciais contra
desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres
climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em
relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo
assim, a América Latina é a segunda região do mundo
com maior diferença entre prejuízos e cobertura de
seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o
seguro residencial, opcional e personalizável; o
habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o
condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A
procura tem aumentado: residências seguradas
passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul
lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros
contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos,
culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a
terremotos e furacões, mantém certa despreocupação
com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é
caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800
anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade
habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis
não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse
cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no
Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças
climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os
eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das
Seguradoras propõe criar um seguro social contra
catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e
indenização automática às famílias atingidas.
Pesquisadores da FGV sugerem que municípios
contratem seguros privados com financiamento climático
e pagamento automático quando parâmetros
pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de
prevenção e a participação do poder público é essencial
para transformar o seguro contra desastres climáticos
em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
O Brasil, menos sujeito a terremotos e furacões, mantém "certa despreocupação" "com riscos".
Sintaticamente, os termos destacados no trecho são, respectivamente,
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Por que seguros residenciais contra desastres
climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos
acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando
mais de cem mil residências sem energia. Segundo a
Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de
quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o
debate sobre a falta de seguros residenciais contra
desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres
climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em
relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo
assim, a América Latina é a segunda região do mundo
com maior diferença entre prejuízos e cobertura de
seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o
seguro residencial, opcional e personalizável; o
habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o
condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A
procura tem aumentado: residências seguradas
passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul
lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros
contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos,
culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a
terremotos e furacões, mantém certa despreocupação
com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é
caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800
anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade
habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis
não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse
cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no
Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças
climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os
eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das
Seguradoras propõe criar um seguro social contra
catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e
indenização automática às famílias atingidas.
Pesquisadores da FGV sugerem que municípios
contratem seguros privados com financiamento climático
e pagamento automático quando parâmetros
pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de
prevenção e a participação do poder público é essencial
para transformar o seguro contra desastres climáticos
em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Com base nas regras do uso da crase, é correto afirmar que o acento indicativo ocorre porque
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Por que seguros residenciais contra desastres
climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos
acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando
mais de cem mil residências sem energia. Segundo a
Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de
quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o
debate sobre a falta de seguros residenciais contra
desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres
climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em
relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo
assim, a América Latina é a segunda região do mundo
com maior diferença entre prejuízos e cobertura de
seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o
seguro residencial, opcional e personalizável; o
habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o
condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A
procura tem aumentado: residências seguradas
passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul
lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros
contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos,
culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a
terremotos e furacões, mantém certa despreocupação
com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é
caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800
anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade
habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis
não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse
cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no
Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças
climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os
eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das
Seguradoras propõe criar um seguro social contra
catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e
indenização automática às famílias atingidas.
Pesquisadores da FGV sugerem que municípios
contratem seguros privados com financiamento climático
e pagamento automático quando parâmetros
pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de
prevenção e a participação do poder público é essencial
para transformar o seguro contra desastres climáticos
em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Assinale a alternativa que contenha substantivo seguido de adjetivo:
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Por que seguros residenciais contra desastres
climáticos ainda são tão incomuns no Brasil
O temporal que atingiu o Paraná, com granizo e ventos
acima de 90 km/h, destruiu casas e lavouras, deixando
mais de cem mil residências sem energia. Segundo a
Defesa Civil, quinze municípios foram afetados e mais de
quatro mil imóveis danificados. O caso reacendeu o
debate sobre a falta de seguros residenciais contra
desastres naturais no país.
Entre 2020 e 2023, o Brasil registrou 7.539 desastres
climáticos ligados à chuva — aumento de 223% em
relação à década de 1990, segundo a Unifesp. Mesmo
assim, a América Latina é a segunda região do mundo
com maior diferença entre prejuízos e cobertura de
seguros (81%), atrás apenas da Ásia.
No país, existem três principais tipos de apólices: o
seguro residencial, opcional e personalizável; o
habitacional, obrigatório em imóveis financiados; e o
condomínio, exigido ao menos para risco de incêndio. A
procura tem aumentado: residências seguradas
passaram de 13,6% em 2017 para 17% em 2021. O Sul
lidera, com 30% dos imóveis cobertos, mas seguros
contra desmoronamento e alagamento seguem raros.
A baixa adesão é explicada por fatores geográficos,
culturais e econômicos. O Brasil, menos sujeito a
terremotos e furacões, mantém certa despreocupação
com riscos. Muitos acreditam que o seguro residencial é
caro, embora custe, em média, entre R$ 600 e R$ 800
anuais — bem menos que o automotivo. A informalidade
habitacional também é um entrave, já que muitos imóveis
não possuem documentação.
Mesmo assim, após grandes tragédias, o interesse
cresce: a cobertura contra alagamentos subiu 158% no
Sul depois das enchentes de 2024. As mudanças
climáticas, no entanto, dificultam a precificação, pois os
eventos são cada vez mais imprevisíveis.
Para enfrentar o problema, a Confederação Nacional das
Seguradoras propõe criar um seguro social contra
catástrofes, com custo simbólico na conta de luz e
indenização automática às famílias atingidas.
Pesquisadores da FGV sugerem que municípios
contratem seguros privados com financiamento climático
e pagamento automático quando parâmetros
pré-definidos forem atingidos.
Diante do aumento dos desastres, fortalecer a cultura de
prevenção e a participação do poder público é essencial
para transformar o seguro contra desastres climáticos
em uma ferramenta real de proteção social no Brasil.
https://www.bbc.com/portuguese/articles/cz7r80000y4o.adaptado.
Com base nas regras de regência verbal, é correto afirmar que o verbo destacado é
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O texto seguinte servirá de base para responder à questão.
As mudanças climáticas e o saneamento básico
As mudanças climáticas têm gerado crescente
apreensão em todo o mundo devido às adversidades já
observadas e às que ainda podem ocorrer. Entre os
setores mais impactados está o saneamento básico, que
vem sofrendo com ondas de calor, secas prolongadas e
tempestades cada vez mais intensas, exigindo respostas
estruturais urgentes.
Os serviços de abastecimento de água, coleta e
tratamento de esgoto e drenagem urbana tornam-se
mais sobrecarregados diante desses eventos extremos.
Enchentes comprometem sistemas de esgoto e
contaminam mananciais, enquanto as secas reduzem a
disponibilidade de água potável e forçam o uso de fontes
de menor qualidade.
O aumento da temperatura afeta diretamente os corpos
d'água, favorecendo a proliferação de algas, bactérias e
outros agentes patogênicos, além de intensificar
processos como a eutrofização. A elevação do nível do
mar também ameaça regiões litorâneas, com a
salinização de fontes de água doce e impactos diretos na
operação dos sistemas de saneamento.
Diante desse cenário, torna-se indispensável planejar
políticas públicas voltadas à adaptação climática, com
investimentos em infraestrutura resiliente e gestão
integrada dos recursos hídricos. A relação entre
mudanças climáticas e saneamento básico exige ações
coordenadas, sustentáveis e educativas, sob pena de
agravamento dos riscos ambientais e à saúde pública.
Texto Adaptado
OLIVER, Francisco Carlos. As mudanças climáticas e o saneamento
básico. Folha BV, [s.l.], [s.d.]. Disponível em:
https://www.folhabv.com.br/opiniao/as-mudancas-climaticas-e-o-saneamento-basico/ . Acesso em: 18 jan. 2026.
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