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Leia o texto a seguir para responder à questão:
O direito do paciente
O Estatuto do Paciente, em vigor no Brasil desde abril
passado, traz uma série de direitos e garantias a quem
necessita de cuidados médicos. Entre as novidades da recente
legislação está a chamada “diretiva antecipada de vontade”,
ou DAV. Trata-se de um documento que assegura ao paciente
a realização de seus desejos previamente manifestados por
escrito, numa bem-vinda valorização de sua liberdade de
escolha.
O paciente poderá decidir sobre o tipo de tratamento a
que aceita ser submetido, ou não, no caso de uma doença
grave, irreversível ou em estágio terminal que o deixe incapaz de manifestar sua vontade. Agora o desejo prévio do
paciente deverá ser respeitado pela família e pelos profissionais de saúde.
Além disso, ao assegurar a autonomia da vontade do
paciente, o Estatuto contribui para acabar com o drama
da família e atenuar os conflitos éticos dos profissionais
de saúde. Agora a família não precisará mais carregar o
peso de uma tomada de decisão, seja escolhendo um tratamento inútil que apenas prolonga a vida do ente querido,
seja descartando-o. E, se for da vontade do paciente, o
médico poderá deixar de fazer manobras de ressuscitação,
de mantê-lo ligado a um respirador ou de alimentá-lo por
via venosa.
A diretiva antecipada de vontade não é um instrumento
obrigatório. O paciente que não manifestar previamente sua
vontade em relação aos cuidados médicos que gostaria de
receber estará sujeito às decisões de sua família e do profissional de saúde responsável por seu tratamento médico.
(O Estado de S. Paulo. www.estadao.com.br, 19.05.2026. Adaptado)
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O direito do paciente
O Estatuto do Paciente, em vigor no Brasil desde abril
passado, traz uma série de direitos e garantias a quem
necessita de cuidados médicos. Entre as novidades da recente
legislação está a chamada “diretiva antecipada de vontade”,
ou DAV. Trata-se de um documento que assegura ao paciente
a realização de seus desejos previamente manifestados por
escrito, numa bem-vinda valorização de sua liberdade de
escolha.
O paciente poderá decidir sobre o tipo de tratamento a
que aceita ser submetido, ou não, no caso de uma doença
grave, irreversível ou em estágio terminal que o deixe incapaz de manifestar sua vontade. Agora o desejo prévio do
paciente deverá ser respeitado pela família e pelos profissionais de saúde.
Além disso, ao assegurar a autonomia da vontade do
paciente, o Estatuto contribui para acabar com o drama
da família e atenuar os conflitos éticos dos profissionais
de saúde. Agora a família não precisará mais carregar o
peso de uma tomada de decisão, seja escolhendo um tratamento inútil que apenas prolonga a vida do ente querido,
seja descartando-o. E, se for da vontade do paciente, o
médico poderá deixar de fazer manobras de ressuscitação,
de mantê-lo ligado a um respirador ou de alimentá-lo por
via venosa.
A diretiva antecipada de vontade não é um instrumento
obrigatório. O paciente que não manifestar previamente sua
vontade em relação aos cuidados médicos que gostaria de
receber estará sujeito às decisões de sua família e do profissional de saúde responsável por seu tratamento médico.
(O Estado de S. Paulo. www.estadao.com.br, 19.05.2026. Adaptado)
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O Estatuto do Paciente, em vigor no Brasil desde abril
passado, traz uma série de direitos e garantias a quem
necessita de cuidados médicos. Entre as novidades da recente
legislação está a chamada “diretiva antecipada de vontade”,
ou DAV. Trata-se de um documento que assegura ao paciente
a realização de seus desejos previamente manifestados por
escrito, numa bem-vinda valorização de sua liberdade de
escolha.
O paciente poderá decidir sobre o tipo de tratamento a
que aceita ser submetido, ou não, no caso de uma doença
grave, irreversível ou em estágio terminal que o deixe incapaz de manifestar sua vontade. Agora o desejo prévio do
paciente deverá ser respeitado pela família e pelos profissionais de saúde.
Além disso, ao assegurar a autonomia da vontade do
paciente, o Estatuto contribui para acabar com o drama
da família e atenuar os conflitos éticos dos profissionais
de saúde. Agora a família não precisará mais carregar o
peso de uma tomada de decisão, seja escolhendo um tratamento inútil que apenas prolonga a vida do ente querido,
seja descartando-o. E, se for da vontade do paciente, o
médico poderá deixar de fazer manobras de ressuscitação,
de mantê-lo ligado a um respirador ou de alimentá-lo por
via venosa.
A diretiva antecipada de vontade não é um instrumento
obrigatório. O paciente que não manifestar previamente sua
vontade em relação aos cuidados médicos que gostaria de
receber estará sujeito às decisões de sua família e do profissional de saúde responsável por seu tratamento médico.
(O Estado de S. Paulo. www.estadao.com.br, 19.05.2026. Adaptado)
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O Estatuto do Paciente, em vigor no Brasil desde abril
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necessita de cuidados médicos. Entre as novidades da recente
legislação está a chamada “diretiva antecipada de vontade”,
ou DAV. Trata-se de um documento que assegura ao paciente
a realização de seus desejos previamente manifestados por
escrito, numa bem-vinda valorização de sua liberdade de
escolha.
O paciente poderá decidir sobre o tipo de tratamento a
que aceita ser submetido, ou não, no caso de uma doença
grave, irreversível ou em estágio terminal que o deixe incapaz de manifestar sua vontade. Agora o desejo prévio do
paciente deverá ser respeitado pela família e pelos profissionais de saúde.
Além disso, ao assegurar a autonomia da vontade do
paciente, o Estatuto contribui para acabar com o drama
da família e atenuar os conflitos éticos dos profissionais
de saúde. Agora a família não precisará mais carregar o
peso de uma tomada de decisão, seja escolhendo um tratamento inútil que apenas prolonga a vida do ente querido,
seja descartando-o. E, se for da vontade do paciente, o
médico poderá deixar de fazer manobras de ressuscitação,
de mantê-lo ligado a um respirador ou de alimentá-lo por
via venosa.
A diretiva antecipada de vontade não é um instrumento
obrigatório. O paciente que não manifestar previamente sua
vontade em relação aos cuidados médicos que gostaria de
receber estará sujeito às decisões de sua família e do profissional de saúde responsável por seu tratamento médico.
(O Estado de S. Paulo. www.estadao.com.br, 19.05.2026. Adaptado)
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O direito do paciente
O Estatuto do Paciente, em vigor no Brasil desde abril
passado, traz uma série de direitos e garantias a quem
necessita de cuidados médicos. Entre as novidades da recente
legislação está a chamada “diretiva antecipada de vontade”,
ou DAV. Trata-se de um documento que assegura ao paciente
a realização de seus desejos previamente manifestados por
escrito, numa bem-vinda valorização de sua liberdade de
escolha.
O paciente poderá decidir sobre o tipo de tratamento a
que aceita ser submetido, ou não, no caso de uma doença
grave, irreversível ou em estágio terminal que o deixe incapaz de manifestar sua vontade. Agora o desejo prévio do
paciente deverá ser respeitado pela família e pelos profissionais de saúde.
Além disso, ao assegurar a autonomia da vontade do
paciente, o Estatuto contribui para acabar com o drama
da família e atenuar os conflitos éticos dos profissionais
de saúde. Agora a família não precisará mais carregar o
peso de uma tomada de decisão, seja escolhendo um tratamento inútil que apenas prolonga a vida do ente querido,
seja descartando-o. E, se for da vontade do paciente, o
médico poderá deixar de fazer manobras de ressuscitação,
de mantê-lo ligado a um respirador ou de alimentá-lo por
via venosa.
A diretiva antecipada de vontade não é um instrumento
obrigatório. O paciente que não manifestar previamente sua
vontade em relação aos cuidados médicos que gostaria de
receber estará sujeito às decisões de sua família e do profissional de saúde responsável por seu tratamento médico.
(O Estado de S. Paulo. www.estadao.com.br, 19.05.2026. Adaptado)
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Assinale a alternativa em que a palavra em destaque, escrita no feminino, não sofre alteração.
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Assinale a alternativa em que a frase está redigida
corretamente.
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O Velho Carpinteiro
Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o
serviço de carpintaria e de construção de casas e
viver uma vida mais calma com sua família.
Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal,
mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da
empresa sentiu em saber que perderia um de seus
melhores empregados e pediu a ele que construísse
uma última casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era
fácil ver que seus pensamentos e seu coração não
estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas
de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de
encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da
porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse,
“meu presente a você.”
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que
estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão descuidado.
Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer
maneira.
(Autor desconhecido. Disponível em: portaldafamilia.org/
artigos/texto081.shtml. Adaptado)
“O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era fácil ver que seus pensamentos e seu coração não estavam no trabalho.” (3º parágrafo)
A palavra em destaque tem, no contexto em que se encontra, o seguinte significado:
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Leia o texto a seguir para responder à questão.
O Velho Carpinteiro
Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o
serviço de carpintaria e de construção de casas e
viver uma vida mais calma com sua família.
Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal,
mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da
empresa sentiu em saber que perderia um de seus
melhores empregados e pediu a ele que construísse
uma última casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era
fácil ver que seus pensamentos e seu coração não
estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas
de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de
encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da
porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse,
“meu presente a você.”
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que
estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão descuidado.
Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer
maneira.
(Autor desconhecido. Disponível em: portaldafamilia.org/
artigos/texto081.shtml. Adaptado)
Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
A chave da porta da casa foi entregue ao carpinteiro.
Os planos do carpinteiro eram de largar o serviço.
As matérias primas eram de qualidade inferior.
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O Velho Carpinteiro
Um velho carpinteiro estava para se aposentar.
Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o
serviço de carpintaria e de construção de casas e
viver uma vida mais calma com sua família.
Claro que ele sentiria falta do pagamento mensal,
mas ele necessitava da aposentadoria. O dono da
empresa sentiu em saber que perderia um de seus
melhores empregados e pediu a ele que construísse
uma última casa como um favor especial.
O carpinteiro consentiu, mas com o tempo, era
fácil ver que seus pensamentos e seu coração não
estavam no trabalho. Ele não se empenhou no serviço e se utilizou de mão de obra e matérias primas
de qualidade inferior. Foi uma maneira lamentável de
encerrar sua carreira.
Quando o carpinteiro terminou seu trabalho, o construtor veio inspecionar a casa e entregou a chave da
porta ao carpinteiro. “Esta é a sua casa”, ele disse,
“meu presente a você.”
Que choque! Que vergonha! Se ele soubesse que
estava construindo sua própria casa, teria feito completamente diferente, não teria sido tão descuidado.
Agora ele teria de morar numa casa feita de qualquer
maneira.
(Autor desconhecido. Disponível em: portaldafamilia.org/
artigos/texto081.shtml. Adaptado)
“Ele contou a seu chefe os seus planos de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com sua família.”
Agora, leia as frases a seguir, que substituem as expressões em destaque por outras, e assinale a alternativa que preenche corretamente os espaços.
“Ele contou a ________ mãe as ____________intenções de largar o serviço de carpintaria e de construção de casas e viver uma vida mais calma com _______ amigos.”
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