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4155892 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PC-RS

A finalidade da sociedade e o bem comum

Por Gazeta do Povo

As pessoas, convivendo em sociedade, desejam alcançar metas comuns, desenvolver-se,

melhorar. Ninguém se conforma em ver seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país estagnado,

apenas subsistindo ou se mantendo igual. E apenas uma _________ abrangente de bem comum,

de desenvolvimento humano e social – e que tem também uma inescapável _________ ética

– dá conta dessas expectativas. A expressão “bem comum” e algumas de suas variantes estão

na letra da lei e na boca dos políticos; mais complicado é saber exatamente no que consiste esse

bem comum.

Um equívoco frequente é o de associá-lo apenas .... prosperidade material, com base na

mera soma dos bens disponíveis que _________ uma sociedade – quase como se fôssemos

usar o PIB per capita como critério para avaliar o bem comum. Como veremos, os bens materiais

constituem, sim, o bem comum, mas são apenas uma parte dele – e nem mesmo a parte mais

importante. Outro engano consiste em acreditar que o bem comum é “a felicidade do maior

número de indivíduos”, como defendem os utilitaristas: essa mentalidade justificaria até

desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior. Isso

talvez fosse o “bem da maioria”, mas não o “bem comum”. Este é um projeto coletivo que inclui

a todos.

Quando se excluem algumas possibilidades, fica mais fácil definir o que é o bem comum.

Ele é uma situação, um estado de coisas que facilita – ou pelo menos não dificulta – a cada

indivíduo a possibilidade de perseguir, se assim o desejar, o próprio desenvolvimento integral

(isto é, do caráter, profissional, econômico, social etc.) e sua realização por meio da busca da

excelência.

E, infelizmente, são muitas as circunstâncias que dificultam o desenvolvimento integral de

cada pessoa. Pensemos na ausência de referências morais e estéticas, no ____ normativo e

institucional, na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair ... rua,

na indigência intelectual e científica, na desconfiança generalizada, na miséria que impede suas

vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa que não seja sua sobrevivência. A preocupação com

o bem comum exige um combate sem trégua a essas situações.

Como o sentido da vida em sociedade deve ser o de proporcionar a cada um maiores

chances de realização, o bem comum pressupõe uma série de valores imateriais – a presença

de valores culturais e artísticos, um ambiente de paz e justiça, conhecimentos científicos e

tecnológicos e um clima geral de estímulo pela busca da excelência – assim como bens materiais

que tornam possível o desenvolvimento ancorado nesse clima e nesses valores.

Nesse sentido, os primeiros têm uma evidente precedência. São mais importantes e são os

que tornam realmente bem estruturada uma sociedade. Facilitam, por sua vez, o aumento

paulatino e equilibrado da prosperidade material. E, dentre aqueles componentes imateriais do

bem comum, parece-nos que o mais decisivo, o que teria maior impacto no bem-estar geral,

seria a existência, na sociedade, de uma convicção amplamente difundida de que há uma

excelência moral que deve ser perseguida; mais, que merece ser perseguida. Convicção

amplamente difundida e, pelo menos, concretizada na vida de muitos cidadãos. A convicção de

que as virtudes são o que .... de mais valioso na vida humana é o melhor alicerce para se

construir uma sociedade promissora.

O alcance de um elevado nível de bem comum não é, ao contrário do que poderia parecer

a muitos, uma incumbência fundamentalmente do governo. O Estado tem um papel importante

– sem ele, por exemplo, seria impossível construir o ambiente de paz e justiça que elencamos

como valor importante para o bem comum –, mas as pessoas e as organizações da sociedade

civil, no seu conjunto, têm um impacto maior nesta tarefa. Se pensarmos na influência da família,

das escolas, dos meios de comunicação, das artes; se pensarmos no valor que um exemplo de

heroísmo no cotidiano de pessoas comuns pode ter, perceberemos facilmente a responsabilidade

imensa que todos _____ na construção do bem comum.

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Analise as seguintes assertivas sobre o preenchimento das lacunas pontilhadas em trechos retirados do texto:

I. Em “Um equívoco frequente é o de associá-lo apenas .... prosperidade material”, a lacuna deve ser preenchida por “à”.
II. No trecho “na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair .... rua”, a lacuna deve ser preenchida por “a”.
III. Em “A convicção de que as virtudes são o que .... de mais valioso na vida humana”, a lacuna deve ser preenchida pela forma verbal “há”.

Quais estão corretas?
 

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4155891 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PC-RS

A finalidade da sociedade e o bem comum

Por Gazeta do Povo

As pessoas, convivendo em sociedade, desejam alcançar metas comuns, desenvolver-se,

melhorar. Ninguém se conforma em ver seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país estagnado,

apenas subsistindo ou se mantendo igual. E apenas uma _________ abrangente de bem comum,

de desenvolvimento humano e social – e que tem também uma inescapável _________ ética

– dá conta dessas expectativas. A expressão “bem comum” e algumas de suas variantes estão

na letra da lei e na boca dos políticos; mais complicado é saber exatamente no que consiste esse

bem comum.

Um equívoco frequente é o de associá-lo apenas .... prosperidade material, com base na

mera soma dos bens disponíveis que _________ uma sociedade – quase como se fôssemos

usar o PIB per capita como critério para avaliar o bem comum. Como veremos, os bens materiais

constituem, sim, o bem comum, mas são apenas uma parte dele – e nem mesmo a parte mais

importante. Outro engano consiste em acreditar que o bem comum é “a felicidade do maior

número de indivíduos”, como defendem os utilitaristas: essa mentalidade justificaria até

desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior. Isso

talvez fosse o “bem da maioria”, mas não o “bem comum”. Este é um projeto coletivo que inclui

a todos.

Quando se excluem algumas possibilidades, fica mais fácil definir o que é o bem comum.

Ele é uma situação, um estado de coisas que facilita – ou pelo menos não dificulta – a cada

indivíduo a possibilidade de perseguir, se assim o desejar, o próprio desenvolvimento integral

(isto é, do caráter, profissional, econômico, social etc.) e sua realização por meio da busca da

excelência.

E, infelizmente, são muitas as circunstâncias que dificultam o desenvolvimento integral de

cada pessoa. Pensemos na ausência de referências morais e estéticas, no ____ normativo e

institucional, na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair ... rua,

na indigência intelectual e científica, na desconfiança generalizada, na miséria que impede suas

vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa que não seja sua sobrevivência. A preocupação com

o bem comum exige um combate sem trégua a essas situações.

Como o sentido da vida em sociedade deve ser o de proporcionar a cada um maiores

chances de realização, o bem comum pressupõe uma série de valores imateriais – a presença

de valores culturais e artísticos, um ambiente de paz e justiça, conhecimentos científicos e

tecnológicos e um clima geral de estímulo pela busca da excelência – assim como bens materiais

que tornam possível o desenvolvimento ancorado nesse clima e nesses valores.

Nesse sentido, os primeiros têm uma evidente precedência. São mais importantes e são os

que tornam realmente bem estruturada uma sociedade. Facilitam, por sua vez, o aumento

paulatino e equilibrado da prosperidade material. E, dentre aqueles componentes imateriais do

bem comum, parece-nos que o mais decisivo, o que teria maior impacto no bem-estar geral,

seria a existência, na sociedade, de uma convicção amplamente difundida de que há uma

excelência moral que deve ser perseguida; mais, que merece ser perseguida. Convicção

amplamente difundida e, pelo menos, concretizada na vida de muitos cidadãos. A convicção de

que as virtudes são o que .... de mais valioso na vida humana é o melhor alicerce para se

construir uma sociedade promissora.

O alcance de um elevado nível de bem comum não é, ao contrário do que poderia parecer

a muitos, uma incumbência fundamentalmente do governo. O Estado tem um papel importante

– sem ele, por exemplo, seria impossível construir o ambiente de paz e justiça que elencamos

como valor importante para o bem comum –, mas as pessoas e as organizações da sociedade

civil, no seu conjunto, têm um impacto maior nesta tarefa. Se pensarmos na influência da família,

das escolas, dos meios de comunicação, das artes; se pensarmos no valor que um exemplo de

heroísmo no cotidiano de pessoas comuns pode ter, perceberemos facilmente a responsabilidade

imensa que todos _____ na construção do bem comum.

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Sobre a flexão de determinadas palavras do texto, analise as assertivas a seguir, assinalando V, se verdadeiras, ou F, se falsas.

( ) Em “com base na mera soma dos bens disponíveis que ___________ uma sociedade” (l. 08-09), a lacuna tracejada deve ser preenchida pela forma flexionada do verbo “compor” no presente do indicativo que, no trecho, assume a forma “compõem”.
( ) Se na frase “que deixa o cidadão temeroso” o vocábulo “cidadão” fosse flexionado no plural, assumiria a forma “cidadões”.
( ) Em “responsabilidade imensa que todos _____ na construção do bem comum” (l. 48-49), a lacuna tracejada deve ser preenchida pela forma flexionada do verbo “ter” no presente do indicativo que, no trecho, assume a forma “tem”.

A ordem correta de preenchimento dos parênteses, de cima para baixo, é:
 

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4155890 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PC-RS

A finalidade da sociedade e o bem comum

Por Gazeta do Povo

As pessoas, convivendo em sociedade, desejam alcançar metas comuns, desenvolver-se,

melhorar. Ninguém se conforma em ver seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país estagnado,

apenas subsistindo ou se mantendo igual. E apenas uma _________ abrangente de bem comum,

de desenvolvimento humano e social – e que tem também uma inescapável _________ ética

– dá conta dessas expectativas. A expressão “bem comum” e algumas de suas variantes estão

na letra da lei e na boca dos políticos; mais complicado é saber exatamente no que consiste esse

bem comum.

Um equívoco frequente é o de associá-lo apenas .... prosperidade material, com base na

mera soma dos bens disponíveis que _________ uma sociedade – quase como se fôssemos

usar o PIB per capita como critério para avaliar o bem comum. Como veremos, os bens materiais

constituem, sim, o bem comum, mas são apenas uma parte dele – e nem mesmo a parte mais

importante. Outro engano consiste em acreditar que o bem comum é “a felicidade do maior

número de indivíduos”, como defendem os utilitaristas: essa mentalidade justificaria até

desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior. Isso

talvez fosse o “bem da maioria”, mas não o “bem comum”. Este é um projeto coletivo que inclui

a todos.

Quando se excluem algumas possibilidades, fica mais fácil definir o que é o bem comum.

Ele é uma situação, um estado de coisas que facilita – ou pelo menos não dificulta – a cada

indivíduo a possibilidade de perseguir, se assim o desejar, o próprio desenvolvimento integral

(isto é, do caráter, profissional, econômico, social etc.) e sua realização por meio da busca da

excelência.

E, infelizmente, são muitas as circunstâncias que dificultam o desenvolvimento integral de

cada pessoa. Pensemos na ausência de referências morais e estéticas, no ____ normativo e

institucional, na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair ... rua,

na indigência intelectual e científica, na desconfiança generalizada, na miséria que impede suas

vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa que não seja sua sobrevivência. A preocupação com

o bem comum exige um combate sem trégua a essas situações.

Como o sentido da vida em sociedade deve ser o de proporcionar a cada um maiores

chances de realização, o bem comum pressupõe uma série de valores imateriais – a presença

de valores culturais e artísticos, um ambiente de paz e justiça, conhecimentos científicos e

tecnológicos e um clima geral de estímulo pela busca da excelência – assim como bens materiais

que tornam possível o desenvolvimento ancorado nesse clima e nesses valores.

Nesse sentido, os primeiros têm uma evidente precedência. São mais importantes e são os

que tornam realmente bem estruturada uma sociedade. Facilitam, por sua vez, o aumento

paulatino e equilibrado da prosperidade material. E, dentre aqueles componentes imateriais do

bem comum, parece-nos que o mais decisivo, o que teria maior impacto no bem-estar geral,

seria a existência, na sociedade, de uma convicção amplamente difundida de que há uma

excelência moral que deve ser perseguida; mais, que merece ser perseguida. Convicção

amplamente difundida e, pelo menos, concretizada na vida de muitos cidadãos. A convicção de

que as virtudes são o que .... de mais valioso na vida humana é o melhor alicerce para se

construir uma sociedade promissora.

O alcance de um elevado nível de bem comum não é, ao contrário do que poderia parecer

a muitos, uma incumbência fundamentalmente do governo. O Estado tem um papel importante

– sem ele, por exemplo, seria impossível construir o ambiente de paz e justiça que elencamos

como valor importante para o bem comum –, mas as pessoas e as organizações da sociedade

civil, no seu conjunto, têm um impacto maior nesta tarefa. Se pensarmos na influência da família,

das escolas, dos meios de comunicação, das artes; se pensarmos no valor que um exemplo de

heroísmo no cotidiano de pessoas comuns pode ter, perceberemos facilmente a responsabilidade

imensa que todos _____ na construção do bem comum.

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

Considerando o sentido do texto, assinale a alternativa que preenche, correta e respectivamente, as lacunas tracejadas das linhas 03, 04 e 23.
 

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4155889 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: FUNDATEC
Orgão: PC-RS

A finalidade da sociedade e o bem comum

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As pessoas, convivendo em sociedade, desejam alcançar metas comuns, desenvolver-se,

melhorar. Ninguém se conforma em ver seu bairro, sua cidade, seu estado, seu país estagnado,

apenas subsistindo ou se mantendo igual. E apenas uma _________ abrangente de bem comum,

de desenvolvimento humano e social – e que tem também uma inescapável _________ ética

– dá conta dessas expectativas. A expressão “bem comum” e algumas de suas variantes estão

na letra da lei e na boca dos políticos; mais complicado é saber exatamente no que consiste esse

bem comum.

Um equívoco frequente é o de associá-lo apenas .... prosperidade material, com base na

mera soma dos bens disponíveis que _________ uma sociedade – quase como se fôssemos

usar o PIB per capita como critério para avaliar o bem comum. Como veremos, os bens materiais

constituem, sim, o bem comum, mas são apenas uma parte dele – e nem mesmo a parte mais

importante. Outro engano consiste em acreditar que o bem comum é “a felicidade do maior

número de indivíduos”, como defendem os utilitaristas: essa mentalidade justificaria até

desrespeitos aos direitos básicos de alguns, se isso viesse a beneficiar um grupo maior. Isso

talvez fosse o “bem da maioria”, mas não o “bem comum”. Este é um projeto coletivo que inclui

a todos.

Quando se excluem algumas possibilidades, fica mais fácil definir o que é o bem comum.

Ele é uma situação, um estado de coisas que facilita – ou pelo menos não dificulta – a cada

indivíduo a possibilidade de perseguir, se assim o desejar, o próprio desenvolvimento integral

(isto é, do caráter, profissional, econômico, social etc.) e sua realização por meio da busca da

excelência.

E, infelizmente, são muitas as circunstâncias que dificultam o desenvolvimento integral de

cada pessoa. Pensemos na ausência de referências morais e estéticas, no ____ normativo e

institucional, na insegurança jurídica ou naquela que deixa o cidadão temeroso de sair ... rua,

na indigência intelectual e científica, na desconfiança generalizada, na miséria que impede suas

vítimas de se dedicar a qualquer outra coisa que não seja sua sobrevivência. A preocupação com

o bem comum exige um combate sem trégua a essas situações.

Como o sentido da vida em sociedade deve ser o de proporcionar a cada um maiores

chances de realização, o bem comum pressupõe uma série de valores imateriais – a presença

de valores culturais e artísticos, um ambiente de paz e justiça, conhecimentos científicos e

tecnológicos e um clima geral de estímulo pela busca da excelência – assim como bens materiais

que tornam possível o desenvolvimento ancorado nesse clima e nesses valores.

Nesse sentido, os primeiros têm uma evidente precedência. São mais importantes e são os

que tornam realmente bem estruturada uma sociedade. Facilitam, por sua vez, o aumento

paulatino e equilibrado da prosperidade material. E, dentre aqueles componentes imateriais do

bem comum, parece-nos que o mais decisivo, o que teria maior impacto no bem-estar geral,

seria a existência, na sociedade, de uma convicção amplamente difundida de que há uma

excelência moral que deve ser perseguida; mais, que merece ser perseguida. Convicção

amplamente difundida e, pelo menos, concretizada na vida de muitos cidadãos. A convicção de

que as virtudes são o que .... de mais valioso na vida humana é o melhor alicerce para se

construir uma sociedade promissora.

O alcance de um elevado nível de bem comum não é, ao contrário do que poderia parecer

a muitos, uma incumbência fundamentalmente do governo. O Estado tem um papel importante

– sem ele, por exemplo, seria impossível construir o ambiente de paz e justiça que elencamos

como valor importante para o bem comum –, mas as pessoas e as organizações da sociedade

civil, no seu conjunto, têm um impacto maior nesta tarefa. Se pensarmos na influência da família,

das escolas, dos meios de comunicação, das artes; se pensarmos no valor que um exemplo de

heroísmo no cotidiano de pessoas comuns pode ter, perceberemos facilmente a responsabilidade

imensa que todos _____ na construção do bem comum.

(Disponível em: https://www.gazetadopovo.com.br/opiniao – texto adaptado especialmente para esta prova).

É correto afirmar que a principal finalidade do texto é:
 

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4155737 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

No trecho “é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido”, a substituição de “fluido” por fluído prejudicaria a correção gramatical do texto.
 

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4155736 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

No excerto “A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho”, é facultativa a flexão do trecho “é fundamental” no plural, da seguinte forma: são fundamentais.
 

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4155735 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

Na frase “O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.”, a forma verbal “dependendo” poderia ser substituída, sem prejuízo para a correção gramatical e para coerência entre as ideias do texto, por e depende. 
 

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4155734 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

No período “O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo.”, a conjunção “mas” exprime ideia de adversidade.
 

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4155733 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

No período “O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo.”, a substituição da primeira vírgula por ponto, com a consequente alteração de “o que” para O que, manteria a coerência entre as ideias, assim como a correção gramatical: O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico. O que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo.
 

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4155732 Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: QUADRIX
Orgão: CRECI-24
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O capital, entendido como riqueza acumulada em forma de dinheiro, propriedades imobiliárias ou ativos financeiros, é visto como o resultado de um processo no qual o trabalho gera o valor adicionado. Quando o trabalhador recebe salários (digitais ou não) pelo seu esforço produtivo, esses salários representam a recompensa pelo trabalho realizado.

O dinheiro digitalizado representa uma forma de acumulação de valor criada pelo trabalho. Mesmo na economia digital, o trabalho – seja físico, seja intelectual, seja criativo – gera um retorno financeiro. Esse retorno, se não for imediatamente gasto, é acumulado e investido, tornando-se capital crescente com o tempo, por meio de juros compostos ou investimentos.

Quando o capital é investido, os juros compostos funcionam como multiplicadores de capital, porque aumentam a quantidade de riqueza acumulada ao longo do tempo. Nesse sentido, o dinheiro digital gerado pelo trabalho deve ser visto como uma forma de trabalho cujo valor se expande por meio dos mecanismos financeiros da economia digital. Assim como o aluguel é o pagamento pelo usufruto de propriedade imobiliário por um locador, os juros remuneram o custo de oportunidade pelo fato de o próprio possuidor não usufruir diretamente de seu uso.

Em uma economia sem papel moeda, a distinção entre trabalho e capital não muda essencialmente, mas a forma como o capital é gerido e acumulado sim. O capital continua a ser visto como a materialização de trabalho passado, porém agora ele existe predominantemente em forma digital. Isso cria outras dinâmicas.

O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico, o que acelera o processo de acumulação e investimento, mas também de consumo. O acesso ao capital se torna ampliado ou restrito, dependendo de fatores como inclusão financeira digital.

Portanto, em uma economia digital, o capital pode ser entendido como uma extensão do trabalho acumulado, medido, transacionado e multiplicado por meio de sistemas de escrituração digital. A confiança nesse sistema de moeda digital e nas plataformas de transação e investimento é fundamental para o capital continuar a representar a riqueza criada pelo trabalho e, ao mesmo tempo, se tornar um ativo (forma de manutenção de riqueza) fluido, disponível para reinvestimento, consumo ou acumulação de reserva financeira a qualquer momento.

No trecho “O dinheiro digital circula mais rapidamente em comparação com o dinheiro físico”, a palavra “rapidamente” tem o mesmo sentido e pertence à mesma classe gramatical que a palavra “rápido”.
 

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