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Assinale a alternativa em que todas as palavras são acentuadas pela mesma regra das oxítonas.
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Analise as assertivas a seguir sobre os encontros vocálicos presentes nas palavras.
I. Na palavra "caixa", ocorre um ditongo.
II. Na palavra "saída", ocorre um hiato.
III. Na palavra "juiz", ocorre um tritongo.
IV. Há hiato na palavra "peixe".
Está CORRETO o que se afirma em:
I. Na palavra "caixa", ocorre um ditongo.
II. Na palavra "saída", ocorre um hiato.
III. Na palavra "juiz", ocorre um tritongo.
IV. Há hiato na palavra "peixe".
Está CORRETO o que se afirma em:
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Assinale a alternativa em que a concordância nominal está de acordo com a norma-padrão da língua
portuguesa.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Injuriado (Chico Buarque)
-
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
-
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Por que anda agora falando de mim
"Talvez fosse um vício a mais"
"Agora não há francamente motivo"
"Por isso, meu bem, não entendo"
Os termos "talvez", "francamente" e "não" classificam-se, respectivamente, como:
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- SintaxeTermos Essenciais da Oração
- SintaxeTermos Integrantes da Oração
- MorfologiaPronomesPronomes PessoaisPronomes Pessoais Oblíquos
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Injuriado (Chico Buarque)
-
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
-
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Por que anda agora falando de mim
"Dinheiro não lhe emprestei."
Assinale a alternativa CORRETA quanto à análise sintática dos termos da oração.
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Injuriado (Chico Buarque)
-
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
-
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Por que anda agora falando de mim
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- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração CoordenadaOrações Coordenadas Sindéticas
- SintaxeConectivos
- Interpretação de TextosCoesão e Coerência
O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Injuriado (Chico Buarque)
-
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
-
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Por que anda agora falando de mim
"Porém não fui tão imprudente",
o vocábulo destacado estabelece, em relação aos versos anteriores, uma relação de:
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O texto seguinte servirá de base para responder às questões de 1 a 5.
Injuriado (Chico Buarque)
-
Se eu só lhe fizesse o bem
Talvez fosse um vício a mais
Você me teria desprezo por fim
Porém não fui tão imprudente
E agora não há francamente
Motivo pra você me injuriar assim
-
Dinheiro não lhe emprestei
Favores nunca lhe fiz
Não alimentei o seu gênio ruim
Você nada está me devendo
Por isso, meu bem, não entendo
Por que anda agora falando de mim
I. O eu lírico demonstra surpresa diante das críticas que recebe, pois acredita não ter dado motivos para elas.
II. O texto sugere que o eu lírico praticou ações que prejudicaram diretamente a pessoa a quem se dirige.
III. A repetição de estruturas negativas reforça a ideia de afastamento e neutralidade do eu lírico.
Está CORRETO o que se afirma em:
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4207156
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. São Leopoldo-RS
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. São Leopoldo-RS
Provas:
A questão refere-se ao texto abaixo.
Cão Orelha: psicóloga explica o que leva alguém a maltratar animais
A morte do cachorrinho Orelha, em Florianópolis, comoveu o país. Conhecido e cuidado por moradores
da região, o cão comunitário tinha cerca de 10 anos e fazia parte da rotina da vizinhança. No início de janeiro,
entretanto, sua história teve um desfecho doloroso: Orelha foi atacado por um grupo de quatro _ _ _ _ _ _ _ _ e
sofreu ferimentos graves.
Socorrido e levado a uma clínica veterinária, o animal teve de ser _ _ _ _ _ _ à eutanásia em razão da
gravidade dos ferimentos. A notícia provocou _ _ _ _ _ _, tristeza e uma onda de manifestações nas redes
sociais.
Para além da comoção, o episódio chama a atenção para as origens psicológicas da violência contra
animais, como lidar com o luto após a morte dos pets e onde denunciar maus-tratos.
Segundo a psicóloga Juliana Sato, especializada em luto pet e comportamento humano, ... agressão
contra animais é um comportamento grave que, do ponto de vista psicológico, pode indicar dificuldades
na regulação emocional, na empatia e no reconhecimento de limites éticos.
Esse tipo de conduta, explica ... especialista, pode surgir em contextos de vulnerabilidade psicossocial,
como exposição ... violência, negligência, dinâmicas familiares disfuncionais, dificuldades persistentes no
manejo da frustração e prejuízos no controle de impulsos.
Ainda assim, não é possível reduzir o fenômeno a uma única causa. “Mas é importante reconhecer que
esse tipo de comportamento pode funcionar como marcador de risco e exige atenção, responsabilização e
encaminhamentos adequados”, completa.
Esse tipo de ação está associado a adoecimento psicológico?
Do ponto de vista científico, a resposta é cautelosa. Embora a agressividade contra animais possa ser
um dos comportamentos associados a determinados transtornos psicológicos, não é possível estabelecer
diagnósticos com base em episódios isolados.
Em termos clínicos, esse comportamento pode aparecer em transtornos disruptivos e de conduta —
sobretudo na adolescência —, no uso de substâncias, em quadros de impulsividade acentuada ou em situações
em que há prejuízo no julgamento, no autocontrole e na empatia.
Aliás, há estudos que apontam que dados policiais mostram que pessoas envolvidas em crueldade
animal têm probabilidade maior de cometer crimes contra pessoas, como agressões e até homicídio.
Por outro lado, é importante ter cuidado para evitar tanto a patologização automática quanto
a minimização do comportamento. “[Por isso,] do ponto de vista ético e técnico, diante de uma conduta dessa
gravidade, esse tipo de comportamento deve motivar avaliação psicológica especializada e, quando indicado,
psiquiátrica”, narra Juliana.
Como lidar com o luto após a morte violenta de um animal?
Casos como o de Orelha costumam gerar um luto complexo, marcado pela perda, mas também pelo
choque e pela sensação de insegurança. Nesses casos, o cuidado psicológico envolve tanto a elaboração do
vínculo rompido quanto o enfrentamento do componente traumático.
A psicoterapia pode ajudar a organizar a narrativa do ocorrido, lidar com sentimentos de culpa,
impotência e ansiedade e construir rituais de despedida que preservem a memória sem reforçar a revivência do
trauma.
“Também é relevante reconhecer que o luto por um animal ainda é, com frequência, socialmente
invalidado, e a validação do sofrimento é parte do cuidado”, destaca Juliana.
Casos de maus-tratos podem ser denunciados em delegacias comuns ou em unidades especializadas
em meio ambiente ou proteção animal. Também é possível acionar o Ministério Público ou o IBAMA.
A Constituição Federal estabelece que a proteção da fauna é dever do poder público e da coletividade,
determinando que práticas que submetam animais à crueldade sejam vedadas por lei.
Centros de Controle de Zoonoses, Vigilância Sanitária, Promotorias de Justiça do Meio Ambiente e
órgãos ambientais também podem atuar, de acordo com a situação. Em casos de flagrante, uma orientação
é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
Especialistas recomendam ainda verificar se o município possui canais específicos de denúncia. Além
disso, instituições como a World Animal Protection orientam que o denunciante leve por escrito o artigo 32 da
Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605, de 1998), já que nem todos os agentes públicos conhecem o
detalhamento da legislação.
A lei estabelece que os animais são tutelados pelo Estado, e o denunciante não se torna parte do
processo judicial. Após a apuração, cabe ao poder público dar andamento à ação penal.
Texto Adaptado.
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4207155
Ano: 2026
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. São Leopoldo-RS
Disciplina: Português
Banca: Fundação La Salle
Orgão: Pref. São Leopoldo-RS
Provas:
- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeFrase, Oração e PeríodoOração SubordinadaSubordinada Adjetiva
A questão refere-se ao texto abaixo.
Cão Orelha: psicóloga explica o que leva alguém a maltratar animais
A morte do cachorrinho Orelha, em Florianópolis, comoveu o país. Conhecido e cuidado por moradores
da região, o cão comunitário tinha cerca de 10 anos e fazia parte da rotina da vizinhança. No início de janeiro,
entretanto, sua história teve um desfecho doloroso: Orelha foi atacado por um grupo de quatro _ _ _ _ _ _ _ _ e
sofreu ferimentos graves.
Socorrido e levado a uma clínica veterinária, o animal teve de ser _ _ _ _ _ _ à eutanásia em razão da
gravidade dos ferimentos. A notícia provocou _ _ _ _ _ _, tristeza e uma onda de manifestações nas redes
sociais.
Para além da comoção, o episódio chama a atenção para as origens psicológicas da violência contra
animais, como lidar com o luto após a morte dos pets e onde denunciar maus-tratos.
Segundo a psicóloga Juliana Sato, especializada em luto pet e comportamento humano, ... agressão
contra animais é um comportamento grave que, do ponto de vista psicológico, pode indicar dificuldades
na regulação emocional, na empatia e no reconhecimento de limites éticos.
Esse tipo de conduta, explica ... especialista, pode surgir em contextos de vulnerabilidade psicossocial,
como exposição ... violência, negligência, dinâmicas familiares disfuncionais, dificuldades persistentes no
manejo da frustração e prejuízos no controle de impulsos.
Ainda assim, não é possível reduzir o fenômeno a uma única causa. “Mas é importante reconhecer que
esse tipo de comportamento pode funcionar como marcador de risco e exige atenção, responsabilização e
encaminhamentos adequados”, completa.
Esse tipo de ação está associado a adoecimento psicológico?
Do ponto de vista científico, a resposta é cautelosa. Embora a agressividade contra animais possa ser
um dos comportamentos associados a determinados transtornos psicológicos, não é possível estabelecer
diagnósticos com base em episódios isolados.
Em termos clínicos, esse comportamento pode aparecer em transtornos disruptivos e de conduta —
sobretudo na adolescência —, no uso de substâncias, em quadros de impulsividade acentuada ou em situações
em que há prejuízo no julgamento, no autocontrole e na empatia.
Aliás, há estudos que apontam que dados policiais mostram que pessoas envolvidas em crueldade
animal têm probabilidade maior de cometer crimes contra pessoas, como agressões e até homicídio.
Por outro lado, é importante ter cuidado para evitar tanto a patologização automática quanto
a minimização do comportamento. “[Por isso,] do ponto de vista ético e técnico, diante de uma conduta dessa
gravidade, esse tipo de comportamento deve motivar avaliação psicológica especializada e, quando indicado,
psiquiátrica”, narra Juliana.
Como lidar com o luto após a morte violenta de um animal?
Casos como o de Orelha costumam gerar um luto complexo, marcado pela perda, mas também pelo
choque e pela sensação de insegurança. Nesses casos, o cuidado psicológico envolve tanto a elaboração do
vínculo rompido quanto o enfrentamento do componente traumático.
A psicoterapia pode ajudar a organizar a narrativa do ocorrido, lidar com sentimentos de culpa,
impotência e ansiedade e construir rituais de despedida que preservem a memória sem reforçar a revivência do
trauma.
“Também é relevante reconhecer que o luto por um animal ainda é, com frequência, socialmente
invalidado, e a validação do sofrimento é parte do cuidado”, destaca Juliana.
Casos de maus-tratos podem ser denunciados em delegacias comuns ou em unidades especializadas
em meio ambiente ou proteção animal. Também é possível acionar o Ministério Público ou o IBAMA.
A Constituição Federal estabelece que a proteção da fauna é dever do poder público e da coletividade,
determinando que práticas que submetam animais à crueldade sejam vedadas por lei.
Centros de Controle de Zoonoses, Vigilância Sanitária, Promotorias de Justiça do Meio Ambiente e
órgãos ambientais também podem atuar, de acordo com a situação. Em casos de flagrante, uma orientação
é acionar a Polícia Militar pelo telefone 190.
Especialistas recomendam ainda verificar se o município possui canais específicos de denúncia. Além
disso, instituições como a World Animal Protection orientam que o denunciante leve por escrito o artigo 32 da
Lei de Crimes Ambientais (Lei Federal nº 9.605, de 1998), já que nem todos os agentes públicos conhecem o
detalhamento da legislação.
A lei estabelece que os animais são tutelados pelo Estado, e o denunciante não se torna parte do
processo judicial. Após a apuração, cabe ao poder público dar andamento à ação penal.
Texto Adaptado.
"A psicoterapia pode ajudar a organizar a narrativa do ocorrido, lidar com sentimentos de culpa, impotência e ansiedade e construir rituais de despedida que preservem a memória sem reforçar a revivência do trauma."
A oração iniciada pelo “que”
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