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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé
Por Juliana Bublitz
Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o
corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as
camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.
O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual
e tecnológico no mercado têxtil.
A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as
camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um
jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas
camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o
corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu
no fim da década de 1990.
No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos
plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de
dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.
A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma
tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras
hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para
fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também
entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,
entre outras coisas.
Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas
vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é
interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre
trouxeram as principais inovações.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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“Pesava três quilos com o suor”: o que mudou na camisa da Seleção Brasileira desde Pelé
Por Juliana Bublitz
Já imaginou correr 90 minutos em um jogo de futebol com três quilos a mais sobre o
corpo? Era o que acontecia com os jogadores da Seleção Brasileira na época em que as
camisetas oficiais eram feitas de algodão – tecido conhecido por absorver o suor. Isso mudou.
O manto oficial do time de Ancelotti na Copa do Mundo 2026 representa o que há de mais atual
e tecnológico no mercado têxtil.
A tecnologia nas camisetas oficiais da Seleção Brasileira mudou bastante. No passado, as
camisetas eram feitas de algodão, um tecido hidrófilo, altamente absorvente. Em média, um
jogador corre 10 quilômetros por jogo e perde em torno de três litros de suor. As antigas
camisas absorviam tudo. Era como se os jogadores corressem com três quilos a mais sobre o
corpo. A camiseta não dissipava o suor. O poliéster, que seria a virada de chave, só apareceu
no fim da década de 1990.
No início, as camisetas de poliéster também não eram como hoje, pareciam sacos
plásticos. Não absorviam o suor como o algodão, mas também tinham dificuldade de
dissipá-lo, o que acabava abafando o corpo dos jogadores. Hoje é diferente.
A camisa de uma seleção é basicamente um laboratório vestível. O grande segredo é uma
tecnologia de transporte de umidade que trabalha a física e a química dos tecidos, com fibras
hidrofóbicas, que não absorvem água, e que têm microcanais que ajudam a drenar o suor para
fora da camiseta. É como se tivesse uma espécie de ar-condicionado embutido. Também
entraram inovações químicas para prevenir o aparecimento de bactérias e evitar o mau cheiro,
entre outras coisas.
Em termos de sustentabilidade, o tecido também evoluiu bastante. Antes, as camisas
vinham de garrafa PET, agora são feitas de resíduos, a partir da reciclagem de tecidos. E é
interessante observar que, ao longo da história, eventos como a Copa e as Olimpíadas sempre
trouxeram as principais inovações.
(Disponível em: https://gauchazh.clicrbs.com.br/colunistas/juliana-bublitz/noticia/2026/06/pesava-tres-quilos-com-o-suor-o-que-mudou-na-camisa-da-selecao-brasileira-desde-pele-cmqawxtx90203016tlf1ty6l6.html – texto adaptado especialmente para esta prova).
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- OrtografiaPontuaçãoTravessão
- OrtografiaPontuaçãoVírgula
- Interpretação de TextosTipos de Discurso: Direto, Indireto e Indireto Livre
I. Os travessões em "— declarou Leon Hermanson, principal autor do relatório." são utilizados para introduzir uma fala ou declaração.
II. A vírgula em "2027, seja o próximo ano recorde" separa elementos de mesma função sintática em uma enumeração.
III. As vírgulas em "O último episódio, entre 2023 e 2024, esteve associado..." isolam uma expressão explicativa.
Está CORRETO o que se afirma em:
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o vocábulo "preocupante" pode ser substituído, sem prejuízo significativo do sentido, por:
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- SintaxePalavras com Múltiplas FunçõesFunções da Palavra “que”
- SintaxeConectivos
- MorfologiaPreposições
"O boletim anual e decenal sobre o clima global, elaborado pelo Serviço Meteorológico do Reino Unido com dados de 13 institutos internacionais, também considera 'provável' — em 86% — que ao menos um ano entre 2026 e 2030 supere o recorde atual de calor, registrado em 2024."
Analise as assertivas a seguir.
I. No trecho "com dados de 13 institutos internacionais", o vocábulo destacado é uma conjunção conclusiva.
II. No trecho "considera 'provável' que ao menos um ano...", o termo destacado introduz uma oração coordenada e exerce função de conjunção integrante.
III. No trecho "entre 2026 e 2030", o vocábulo destacado é uma preposição.
IV. No trecho "2026 e 2030", o vocábulo destacado é uma conjunção coordenativa aditiva.
Está CORRETO o que se afirma em:
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I. Em "temperaturas médias globais", o termo destacado é um substantivo.
II. Em "tendência preocupante", o termo destacado é um adjetivo.
III. Em "clima global", o termo destacado exerce função de substantivo.
Está CORRETO o que se afirma em:
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I. O relatório da OMM indica que as temperaturas médias globais deverão permanecer em níveis recordes ou próximos disso entre 2026 e 2030.
II. O texto afirma que é certo que 2027 será o ano mais quente já registrado desde o início das medições meteorológicas.
III. O fenômeno El Niño é apontado como um fator que pode favorecer a ocorrência de novos recordes de temperatura global.
IV. As projeções apresentadas no relatório foram elaboradas com base em dados fornecidos por diferentes instituições internacionais.
Está CORRETO o que se afirma em:
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